Portugal Telecom


(gráfico de 2 anos)

Suportes e resistências:

Suportes

- 8.60 Euros, referência horizontal de médio/longo-prazo;

- Linha de tendência ascendente de curto-prazo (a verde) com origem no actual mínimo do ano de 8.05 euros, hoje a cotar a 8.48 euros;

- Antiga resistência descendente de médio/curto (a encarnado), hoje a 8.39 euros;

- 8.28 euros;

- 8.08 euros, suporte de médio-prazo que travou já por duas vezes as tentativas de aproximação à linha de tendência ascendente com origem nos mínimos de 2002. Esta é a principal referência da PTC, apenas a sua ruptura em baixa e em fecho questiona todo movimento de alta dos últimos 2 anos.

Resistências

- 8.86 euros, referência horizontal de médio-prazo que foi base do intervalo de negociação (“trading range”) de curto-prazo formado no principio do ano, topo a 9.44 euros, cuja ruptura em baixa originou o primeiro teste à zona dos 8.08 euros.;

- 8.90 euros, referência que juntamente com os acima referidos 8.86 euros serviram de resistência e zona de reacção em baixa da cotação no passado mês de Junho.

- Máximo do ano a 9.44 euros.

Padrão:

- No curto-prazo não identifico qualquer padrão. No médio-prazo podemos continuar a equacionar a formação de um topo, com a cotação limitada entre os 8.08 e os 9.44 euros, sendo que novos máximos do ano anulam essa hipótese.

Médias Móveis:

- Média móvel exponencial de 50 dias (Mme50) a 8.48 euros, apresenta inclinação ligeiramente positiva com a cotação a evoluir acima da mesma.

- Média móvel exponencial de 200 dias (Mme200) a 8.36 euros, apresenta inclinação ligeiramente positiva com a cotação a evoluir acima da mesma.


Candlesticks:

- Nada de especial a destacar, a Portugal Telecom vai já na terceira vela branca consecutiva, bem representativas da actual tendência de curto-prazo. Não há até ao momento qualquer sinal de inversão de acordo com a teoria dos Candlesticks.


Opinião:

- A Portugal Telecom está hoje a testar uma importante zona de resistência junto aos 8.86 e 8.90 euros, referências acima das quais parece-me ser inevitável uma aproximação aos actuais máximos do ano, 9.44 euros.
Dada a importância destas referências nos últimos tempos e embora não tenha sido dado qualquer sinal de inversão, penso que uma reacção em baixa junto a este valores com objectivo imediato na linha de tendência ascendente de curto-prazo, da qual a cotação afasta-se cada vez mais não será de pôr de parte. Obviamente que um hipotético teste a este suporte de curto-prazo em nada comprometeria o actual movimento…abaixo dessa linha, uma aproximação aos 8.08 euros ganhava forma.


(gráfico de longo-prazo)


Cumprimentos
Francisco Monjardino
www.clubeinvest.com


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