Pois é caros garimpeiros, embora tenhamos assistido últimamente a uma boa reacção das empresas sul-africanas a verdade é que se o rand continuar a valorizar-se desta maneira, vai ser difícil as empresas apresentarem resultados decentes e inverter este ciclo de resultados negativos (refiro-me especificamente à DROOY e à HMY).
Apesar da excelente sessão que o OURO teve hoje (subida de 7,20 dólares, ou 1,69%) a moeda sul-africana ainda se valorizou mais (cerca de 2,86%) fazendo com que a cotação do OURO recuasse para os 2506,64 rands/oz.
Enquanto o USDZAR não quebrar o topo do canal descendente de médio prazo (actualmente nos 6,20) as valorizações nestas mineiras sul-africanas não passam de movimentos de curto prazo motivados pela situação oversold em que se encontram.
Volto a frisar que isto não impede que assistamos a boas valorizações nestas empresas, mas o outlook para o médio/longo prazo mantém-se algo cinzento caso não se registe uma melhoria clara da cotação do OURO em rands.
...OURO É OURO.
Se se continuar a valorizar o rand, as empresas mineiras tb valem mais. O problema é se o ouro nao se valoriza e o rand sim.
Mas são os meus bitaites , pois tu nisto dominas.
abraço
Boas Scubawarrior,
O que eu pretendo com estes meus posts é chamar a atenção para o facto de esta valorização do rand (superior à valorização do OURO) afectar os resultados operacionais das empresas que detêm operações na África do Sul.
E sobretudo dar a conhecer razões que explicam a situação de outperform que as mineiras sul-africanas registam face a outras empresas do sector.
Enquanto o OURO em rands não der sinais de inversão, considero que os investimentos em empresas sul-africanas devem ser feitos de forma limitada. Quando o sinal de inversão fôr activado, então sim deve-se aumentar a exposição nestas empresas pois o seu potencial de valorização terá tendência a superar o do sector.