"Vimos de madrugada e nem sabemos se conseguimos consulta"
Passam vinte minutos das seis da manhã. As ruas ainda estão desertas, o sol tímido de Abril tarda em nascer, mas à porta do Centro de Saúde da Amadora já há quem marque vez. O silêncio característico de quem ficou a dever horas à cama começa aos poucos a ser interrompido, à medida que a fila vai crescendo. Com o despertar das conversas soam também as primeiras críticas.
2010-04-19 00:01
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