"Não há grande margem" para aceitar novas propostas, diz Teixeira dos Santos
Sinais de cedência, além dos já dados com o IVA social, não houve. Abertura para debater as propostas da oposição para alterar o Orçamento do Estado (OE) de 2011 na discussão na especialidade, mas "não há grande margem" orçamental para as aceitar.<img src="http://wreport.weborama.fr/fcgi-bin/comptage_wreport.fcgi?WRP_ID=294353&WRP_SECTION=HP&WRP_SUBSECTION=HP RSS&WRP_CONTENT=RSS CONTENT&MEDIA=RSS" width="1" height="1" alt="" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PublicoEconomia/~4/s62sQh4iT1w" height="1" width="1"/><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clix/HFqW/~4/p16r41x7ekA" height="1" width="1"/>
http://feedproxy.google.com/~r/clix/HFqW/~3/p16r41x7ekA/nao-ha-grande-margem-para-aceitar-novas-propostas-diz-teixeira-dos-santos_1465794