Exportações são o segredo do novo fôlego da fábrica de cerâmica das Caldas da Rainha
Desde que as Faianças Bordalo Pinheiro foram compradas pelo grupo Visabeira, há dois anos, salvando a histórica empresa de uma falência iminente, as encomendas para o estrangeiro não têm parado de aumentar. O seu director, Vítor Gonçalves, diz que os resultados ainda não são positivos e que é necessário um incremento de mais 50 por cento nas vendas para se sair do vermelho, mas ficaram para trás os tempos conturbados dos salários em atraso e do risco de todo o património de Bordalo Pinheiro se perder.<img src="http://wreport.weborama.fr/fcgi-bin/comptage_wreport.fcgi?WRP_ID=294353&WRP_SECTION=HP&WRP_SUBSECTION=HP RSS&WRP_CONTENT=RSS CONTENT&MEDIA=RSS" width="1" height="1" alt="" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PublicoEconomia/~4/i0KQA__OFlU" height="1" width="1"/><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clix/HFqW/~4/MFx4vWkYL98" height="1" width="1"/>
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