Depois dos números que observámos em Dezembro, cuja composição e estrutura eram claramente demonstrativos da sazonal limpeza de balanço que as Instituições Financeiras costumam fazer, eis que já em Janeiro (dados do último Boletim Estatístico do Banco de Portugal), voltámos à mesma dinâmica avassaladora de crescimento, face a Dezembro, do Crédito de Cobrança Duvidosa de Particulares (2,95% para a Habitação, 2,59% para o Consumo e 6,62% para Outras Finalidades) e de Empresas