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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011
Ao ler este texto está a ser vigiado !
O seu computador está permanentemente a ser vigiado, muitas vezes, e paradoxalmente, graças à introdução de ficheiros contidos nos próprios antivírus.
Todos os seus dados pessoais, todos os documento produzido e transmitidos pelo seu computador são espiados. Todas as suas navegações na Internet são controladas.
Em nome da segurança e da luta contra o terrorismo, a NSA (National Security Agency) americana controla todas as comunicações a nível planetário.
Alguns exemplos:
- Várias "falhas" existentes no Windows foram assinaladas à Microsoft, estas permitem o controle à distância de qualquer computador equipado com o sistema Windows, com os mesmos direitos do administrador do computador.
- Muitos dos ficheiros com "log" ou "dat" permitem registar toda a actividade da utilização do software instalado e até do próprio computador. Neles são registadas as horas de conexão, os destinatários e os conteúdos, por exemplo dos email recebidos e emitidos.
- Muitos dos antivírus que instala, percorrem todo o conteúdo de um determinado ficheiro ou do computador e guardam essas informações (sem que o saiba claro), para as transmitir mais tarde quando se ligar à Internet para uma morada específica. O mesmo se passa quando faz a desfragmentação do seu computador: algumas informações-alvo são guardadas à parte e transmitidas mais tarde para um site pré-estabelecido.
- Muitos softwares que todos nós utilizamos, como o Real Player, contêm spywares que quando são descarregado para o seu computador recolhem informações pessoais que mais tarde serão enviadas quando estiver ligado à Internet.
- As informações recolhidas no seu computador são enviadas para as empresas que comercializam esses softwares com a identificação do seu computador. Cada computador possui um numero único encriptado.
- Cada documento que faz no Microsoft Office (Word, Excel, Access, PowerPoint,...) contem múltiplas informações tais como o seu nome, coordenadas, tipo de impressora utilizada, etc. Um ficheiro mesmo vazio do Microsoft Office já contem vários milhares de caracteres! Pode ser tentado a desactivação dessa identificação com o comando: regsvr32.exe -u c:\windows\system32\regwizc.dll
- Quando um email contem uma palavra considerada chave, ele é examinado pela NSA americana através do sistema Echelon. Um dos programas utilizado é o Cipav (Computer and Internet Protocol Address Verifier). Este permite vigiar cada conexão e cada email a nível mundial. A finalidade é obter o endereço IP e o endereço MAC. O endereço IP é como se fosse um numero de telefone que permite identificar uma conexão à Internet. O endereço MAC identifica cada material utilizado, por exemplo um Modem.
- A legislação americana (mas também canadiana ou britânica) obriga a que os softwares produzidos e distribuídos no Estados Unidos tenham instalados uma "trapdoor". Isto é, cada software tem um dispositivo que permite aos serviços secretos americanos (Echelon) ter um acesso claro e fácil a todos os documentos realizados com esse software. Esta "trapdoor NSA" esta assim presente em todas as versões do Windows, Microsoft Office, Outlook, Internet Explorer,...mas também nos softwares anti-pirata como os Firewall e Antivírus.
- Nos Estados Unidos, o sistema Carnivore (antigo DCS1000) é um imenso sistema de tratamento de informação, que permite, como os cães que procuram droga nos aeroportos, "cheirar" todo o tráfico numérico da Internet, e assim detectar e seguir certas pistas tidas como suspeitas.
Portanto, tendo acabado de ler este texto, e sendo este blogue considerado "subversivo" pelos temas abordados, acabou de ser catalogado como "suspeito".
Um texto muito bom Fornat!
Mas nada que eu fique admirado, algum tempo que acompanho pela Internet o movimento http://forum.antinovaordemmundial.com/index.php e para quem fala em conspiração, aqui esta neste texto, que de facto estão a tentar controlar tudo e todos.
O Olho Que Tudo Vê
Obrigado por partilhar este texto com o fórum!
Um abraço Fornat!
Luís Santos
Os Illuminatis a Trabalhar... ;)
De acordo com os investigadores Alasdair Allan e Pete Warden, tanto o iPhone como o iPad 3G registam todos os movimentos dos seus utilizadores e guardam-nos num ficheiro escondido que se encontra armazenado tanto nos próprios dispositivos como no computador com o qual são sincronizados.
Alasdair Allan e Pete Warden referem que a descoberta do ficheiro foi acidental quando trabalhavam num projecto de visualização de dados obtidos via telemóvel. Aparentemente esta recolha e armazenamento das coordenadas geográficas pelos dispositivos da Apple terá começado em Junho do ano passado com a versão 4.0 do sistema operativo iOS.
De acordo com a dupla de investigadores, "o problema mais imediato é que os dados são guardados no computador num formato que é fácil de ler. Qualquer outro programa ou qualquer utilizador com acesso ao computador pode lê-los". Porém, as instruções para o acesso ao ficheiro requerem alguns conhecimentos técnicos e não estão ao alcance de todos os utilizadores.
A dupla especula que o ficheiro possa ser parte de uma nova funcionalidade que a Apple pretende lançar e criou uma aplicação (para computadores Mac) que mostra, num mapa, a informação geográfica registada pelos aparelhos, disponível em: http://bit.ly/eGtq37
Esta situação foi já alvo de inúmeros artigos pela imprensa nacional e internacional mas, até ao momento, a Apple não fez qualquer comentário.
Fonte -http://www.guiadastecnologias.com (http://www.guiadastecnologias.com)
Quem são os Illuminatis?
Atentamente
Luís Santos
Quinta-feira, 21 de Abril de 2011
Todos Vigiados !
Os serviços secretos americanos vigiam o mundo.
O Information Awareness Office (IAO) foi criado por um antigo conselheiro para a segurança nacional do presidente Ronald Reagan, John Poindexter (implicado no caso "Irangate") pelo Defense Advanced Research Project Agency (DARPA).
Quando o DARPA do Pentágono criou o Information Awareness Office in 2002, a missão declarada deste gabinete era colectar tanta informação quanto possível sobre cidadãos americanos e armazená-la numa meta base de dados centralizada para exame atento das agências secretas do Estado.
O programa principal dessa agência era o chamado Total Information Awareness (Conhecimento Total da Informação), um nome assustador de controle das populações e que, por pressão da opinião pública foi renomeado em 2003 de Terrorism Information Awareness, dado que a luta contra o terrorismo estava na moda e assim seria aceite pela população como sende necessário.
O seu financiamento deixou de ser público para ter uma origem privada, nele encontramos nomes como a Booz Allen Hamilton, Lockheed Martin, Raytheon, The Analysis Group e SAIC, o 21st Century Technologies, Inc., Evolving Logic, Global InfoTech, Inc. e ainda o Fund For Peace.
Quando o Congresso matou o programa DARPA em 2004, a maior parte dos críticos acreditou que era o fim do assalto do Pentágono à inteligência interna. Contudo, como aprenderemos, a porção de data-mining do programa foi entregue a um conjunto de agências do estado, incluindo a National Security Agency, a Defense Intelligence Agency e o FBI.
Actualmente ninguém sabe exactamente qual o actual desenvolvimento destes programas sob a administração de Obama, dado que a anunciada morte do Total Information Awareness o tornou ainda mais oculto.
Tudo vigiado.
A informação incluída pelo IAO no conjunto de dados incluía actividade na Internet, histórias de compras com cartões de crédito, compras de bilhetes aéreos e itinerários de viagens, registos de aluguer de carros, histórias clínicas, transcrições educacionais, licenças de condutor, números de segurança social, contas de empresas de serviços públicos, devoluções de impostos, na verdade qualquer registo imaginável.
O jornalista de investigação Ryan Singel escreve: "O sistema em crescimento rápido de data-mining do FBI, apregoado como uma ferramenta para caçar terroristas, está a ser utilizado em investigações de hackers e criminalidade interna. Actualmente contém dezenas de milhares de registos de bases de dados corporativas privadas, incluindo companhias de aluguer de carros, grandes cadeias de hotel e pelo menos uma loja nacional de departamentos".
(Ryan Singel, "FBI's Data-Mining System Sifts Airline, Hotel, Car-Rental Records, Wired, September 23, 2009)
Refere ainda: "Dentre os ítens da sua lista de desejos, está a base de dados da Airlines Reporting Corporation (ARC) – uma companhia que efectua um sistema de backend para agências de viagem e companhias de aviação. Ao meter o nariz nos dados do ARC, o FBI tem acesso ilimitado a milhares de milhões de itinerários americanos, bem como à informação que dão a agências de viagem tais como data de nascimento, números de cartão de crédito, nomes de amigos e família, endereços email, preferências alimentares e informação de saúde".
Como escreveu um comentador anónimo deste blogue, a propósito de um outro artigo: " é mais do que certo, que toda a informação recolhida pelos Censos 2011, irá parar a essa gigantesca base de dados criada por aquele programa americano".
O que é a IAO:
Para quem está habituado ao simbolismo, o logotipo da agência é bem esclarecedor.
O IAO é constituido por 8 unidades:
Genysis: encarregue de tornar compatíveis as informações recolhidas nos dados públicos mundiais,
Genoa II: exploração clandestina de bases de dados informatizados,
TIDES ("marés"): encarregue de traduzir automaticamente para o inglês as línguas de todo mundo, segundo o esquema seguinte:
EELD (Evidence Extraction and Links Discovery): interpretação das informações recolhidas segundo o método de data-mining,
EARS ("orelhas"): transforma em texto escrito as comunicações orais interceptadas,
Bio-vigilância: recolhe informações sobre uma possível contaminação por agentes biológicos,
Human Identification at Distance (HID): desenvolve processos biométricos de identificação à distância no meio de uma multidão por meio de câmaras:
War Gaming the Asymetric Environment (WAE): simulação de ambientes assimétricos.
Redes sociais: vigiadas.
Os milhões de utilizadores do Facebook, como de outras redes sociais, não sabem quem criou e financiou essas redes destinadas a recolher dados pessoais fornecidos ingénuamente pelos seus assinantes.
Vejamos o exemplo do Facebook.
Oficialmente, o Facebook foi concebido pelo jovem Mark Zuckerberg, mas o capital inicial de 500 000 dólares provem do Pay Pal fundado por Peter Thiel.
Peter Thiel tem ligações com o "think tank" neoconservador americano Vanguard PAC, o seu CEO, Rod Martin, amigo da administração Bush, preside o potente lobby de armas: National Rifle Association.
12 700 milhões de dólares vieram de James Breyer, CEO da InQtel, empresa de tecnologia da informação criada pela CIA
Mais tarde vários milhões de dólares surgiram de fontes muito próximas do DARPA, da CIA e do departamento da defesa americano.
No organigrama seguinte, podemos podemos visualizar as ligações de Facebook com as várias instituições de defesa americanas:
A empresa Facebook está avaliada em 15 mil milhões de dólares.
Hoje em dia, Facebook é a maior base de dados qualitativos pessoais. A finalidade real do Facebook é o de construir um gráfico social, uma espécie de cartografia gigante das redes humanas.
Utilização dos dados do Facebook...
Nem se pode dizer que quem adere ao Facebook não saiba que os seus dados podem ser utilizados por terceiros, claro que a maioria das pessoas não repara nas entrelinhas do contrato.
Nele está escrito que o Facebook reservas-se o direito de comunicar os dados a terceiro: "may share your information with third parties, including responsible companies with which we have a relationship".
Também está escrito de forma clara, a possibilidade da transferência dos dados às agências governamentais: "this may include sharing information with other companies, lawyers, agents or government agencies".
Por fim, quem adere ao Facebook consente que esses mesmos dados sejam transferidos para os Estados Unidos:"By using Facebook, you are consenting to have your personal data transferred to, and processed in, the United States".
Internet: vigiada.
Hoje em dia parece impossível viver sem a Internet, mas aqui também, a construção e o desenvolvimento desta rede planetária fui bem pensado.
Numa primeira fase, era necessário controlar os fluxos de informação, por isso todos os servidores de base estão localizados nos Estados Unidos ou nos país "amigos" e deles dependentes.
Numa fase seguinte, foram criados motores de busca (Google, Yahoo) que indexam, copiam e controlam todas as paginas existentes na Internet.
Finalmente apareceram "simpáticos" investidores que ofereceram serviços gratuitos aos internautas: "chat", "grupos", "comunidades", "msn",...
O último "achado" dos serviços secretos americanos para controlar os seres humanos foi o aparecimento das redes sociais, onde as pessoas fornecem ingénuamente uma enorme quantidade de dados pessoais: o núcleo de amigos, os gostos, os hobies, as simpatia política, quando não são directamente fornecidos os nomes e moradas reais.
A esse propósito, foi o Google que investiu na criação de um API (interface de programação) comum a todas as redes sociais para facilitar a troca de informações, o que também permite a recolha uniformizada dessas mesmo informações.