Erros próprios e má fortuna colocam o país nas mãos do FMI
Problemas estruturais de longa data não resolvidos, combinados com um excesso de optimismo no momento decisivo e com a eclosão de impactos externos negativos nunca vistos conduziram as finanças públicas portuguesas, no final da última legislatura, para uma das situações mais difíceis da sua história.<img src="http://wreport.weborama.fr/fcgi-bin/comptage_wreport.fcgi?WRP_ID=294353&WRP_SECTION=HP&WRP_SUBSECTION=HP RSS&WRP_CONTENT=RSS CONTENT&MEDIA=RSS" width="1" height="1" alt="" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PublicoEconomia/~4/wMkpFhkbLpk" height="1" width="1"/><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clix/HFqW/~4/HDcFXdy_6Wg" height="1" width="1"/>
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