Bom dia,
um vizinho disse-me que ganhou um prémio de Totoloto e que não sabia o que havia de fazer ao dinheiro. Parece que ganhou +-1,5milhões.
Ele tem um emprego, 40 anos e diz que vai gastar algum e meter a maior parte no banco a render. Eu acho que ele está certo e não me ocorreu nada mais do que os Depósitos a prazo e apenas lhe disse para dividir o montante por alguns bancos (3 ou 4).
Que acham vocês que ele deva fazer?
Cumprimentos.
A 1ª coisa que se deve fazer num caso desses - receber uma fortuna inesperada - é doar uma parte razoável do dinheiro. É nisso que consiste o dízimo das religiões que, de certa forma, é o precursor dos impostos.
Importa compreender que o $ não é nenhum bem, mas um simples meio de troca. Amealhá-lo é fazer o papel do avarento, embora seja prudente ter alguma poupança, claro.
Talvez uma ideia ainda melhor fosse usar parte desse capital em projectos de empreendedorismo, ou mecenato em prol do conhecimento.
Em suma, em 1º lugar, há que fazer a pergunta: "Para que quero eu tanto dinheiro e que posso fazer com ele para beneficiar, não apenas a mim próprio mas também aos outros?"
Importa ter presente que os prémios do jogo são uma dádiva de muitos apostadores a um só, logo é uma espécie de dever moral restituir uma parte daquilo que a sorte generosamente nos agraciou.
Obviamente, e na sequência do que disse logo no início, é altamente aconselhável distribuir parte desse prémio pelos familiares mais chegados, mormente aqueles com maiores dificuldades financeiras. O mesmo se diga dos amigos, embora isso possa ser delicado, já que há quem goste de dar mas tenha pudor em receber.
Em tudo isto está sempre presente a importância de partilhar, pois a riqueza verdadeira manifesta-se na generosidade e no desejo sincero de ajudar. A este respeito, ter Buffet e Gates por modelo é por certo inspirador... pois dar-se é o dom maior!
Feliz quem o compreende...
Rui leprechaun
(...e a lei do amor aprende! :))
Muito bem Leprechaun. :D
Citação de: leprechaun em Maio 16, 2011, 05:56
A 1ª coisa que se deve fazer num caso desses - receber uma fortuna inesperada - é doar uma parte razoável do dinheiro. É nisso que consiste o dízimo das religiões que, de certa forma, é o precursor dos impostos.
Importa compreender que o $ não é nenhum bem, mas um simples meio de troca. Amealhá-lo é fazer o papel do avarento, embora seja prudente ter alguma poupança, claro.
Talvez uma ideia ainda melhor fosse usar parte desse capital em projectos de empreendedorismo, ou mecenato em prol do conhecimento.
Em suma, em 1º lugar, há que fazer a pergunta: "Para que quero eu tanto dinheiro e que posso fazer com ele para beneficiar, não apenas a mim próprio mas também aos outros?"
Importa ter presente que os prémios do jogo são uma dádiva de muitos apostadores a um só, logo é uma espécie de dever moral restituir uma parte daquilo que a sorte generosamente nos agraciou.
Obviamente, e na sequência do que disse logo no início, é altamente aconselhável distribuir parte desse prémio pelos familiares mais chegados, mormente aqueles com maiores dificuldades financeiras. O mesmo se diga dos amigos, embora isso possa ser delicado, já que há quem goste de dar mas tenha pudor em receber.
Em tudo isto está sempre presente a importância de partilhar, pois a riqueza verdadeira manifesta-se na generosidade e no desejo sincero de ajudar. A este respeito, ter Buffet e Gates por modelo é por certo inspirador... pois dar-se é o dom maior!
Feliz quem o compreende...
Rui leprechaun
(...e a lei do amor aprende! :))
Fartei-me de rir com a sua resposta Leprechaun :) :) :) :)
Deviam todos pensar assim, viveríamos num mundo melhor :)
Cumprimentos
IPJ
Boa Tarde
A Santa Casa tem um gabinete de apoio para esse
tipo de situações
Bons neg,ocios para todos
IMPP