Provedor de Justiça leva venda do BPN ao Parlamento
O provedor de Justiça, Alfredo de Sousa, não tem dúvidas: há uma "ilegalidade na operação de reprivatização do BPN", ao excluir, ao contrário do que sucede com os trabalhadores, os pequenos investidores. Por esta razão, e porque, diz, o Ministério das Finanças tem ignorado as suas exposições, enviadas no final de Agosto e onde reiterou a necessidade de rever a operação de venda, o provedor enviou agora uma carta à presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves.<img src="http://wreport.weborama.fr/fcgi-bin/comptage_wreport.fcgi?WRP_ID=294353&WRP_SECTION=HP&WRP_SUBSECTION=HP RSS&WRP_CONTENT=RSS CONTENT&MEDIA=RSS" width="1" height="1" alt="" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PublicoEconomia/~4/NNP_R9keH-c" height="1" width="1"/><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clix/HFqW/~4/EcnLR8GxSSk" height="1" width="1"/>
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