Sete institutos são excepção na lei que reduz salários a dirigentes
O cerco vai apertar para os gestores dos institutos públicos, mas não para todos. Uma lei que foi ontem publicada em Diário da República acaba com privilégios, obriga a nomeações mais transparentes e levará a cortes salariais. No entanto, o Governo criou regimes de excepção para sete entidades, como o INE e o Infarmed. No passado, apenas dois institutos usufruíam desse estatuto - um deles, o Turismo de Portugal, acabou por sair da lista.<img src="http://wreport.weborama.fr/fcgi-bin/comptage_wreport.fcgi?WRP_ID=294353&WRP_SECTION=HP&WRP_SUBSECTION=HP RSS&WRP_CONTENT=RSS CONTENT&MEDIA=RSS" width="1" height="1" alt="" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PublicoEconomia/~4/FHWD-bAdmjQ" height="1" width="1"/><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clix/HFqW/~4/H7EEhfrlEzc" height="1" width="1"/>
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