Afinal é o crescimento no curto prazo o que preocupa os mercados
O Governo português, pela voz de Pedro Passos Coelho, reafirmou que está disposto a fazer tudo o que for preciso, "custe o que custar", para cumprir os objectivos de redução do défice público assumidos junto da troika. Mas afinal, mostra um estudo recente do Fundo Monetário Internacional (FMI), os mercados - aos quais Portugal e os outros países que recorreram à ajuda externa querem regressar rapidamente - parecem estar mais preocupados com a evolução da situação económica dos países da zona euro no curto prazo e menos com os sinais que estes possam dar de que serão capazes de reduzir o défice público rapidamente e crescer apenas no longo prazo.<img src="http://wreport.weborama.fr/fcgi-bin/comptage_wreport.fcgi?WRP_ID=294353&WRP_SECTION=HP&WRP_SUBSECTION=HP RSS&WRP_CONTENT=RSS CONTENT&MEDIA=RSS" width="1" height="1" alt="" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PublicoEconomia/~4/ls8IcvnbDto" height="1" width="1"/><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clix/HFqW/~4/NC1_ZmE6Bts" height="1" width="1"/>
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