Será o pânico justificado?
Alguns dos principais mercados accionistas internacionais registaram hoje a maior correcção diária desde os atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001. A título de exemplo, o DAX (Frankfurt) e o IBEX (Madrid) perderam mais de 7%, enquanto o índice pan-europeu DJ Stoxx 600 desvalorizou 5,7%. Os mercados emergentes corrigiram cerca de 6%, tendo os futuros sobre o S&P 500 (EUA) caído 4,5% (o mercado à vista esteve fechado devido a feriado).
O mercado europeu está cerca de 23% abaixo dos máximos atingidos em Junho de 2007, tendo recuado para valores de Dezembro de 2005 (posteriormente retomados em Junho de 2006, conforme podemos verificar no gráfico em anexo).
Como se justifica esta correcção extrema?
Escrevemos na passada semana que o actual pessimismo dos investidores se devia à iminência de uma recessão económica nos EUA, a qual teria efeitos negativos nos resultados das empresas norte-americanas, e que poderia ter um efeito de contágio ao resto do mundo.
Desde então, a iminência da recessão económica ganhou mais peso, através das declarações de Ben Bernanke, presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed), ao afirmar a importância de conjugar a política monetária (descida de taxas de juro) com uma política orçamental (descida de impostos), que permita atingir um efeito mais rápido no debilitado consumidor americano (a redução de taxas de juro tende a demorar 12 a 18 meses a produzir efeitos plenos).
O presidente Bush respondeu a este apelo com um pacote de redução de impostos de 145 mil milhões de dólares (ainda sujeito a aprovação do Congresso). Em condições normais de mercado, este anúncio seria bem recebido pelos investidores, mas face ao pessimismo reinante foi visto como um sinal de desespero das autoridades.
CDS (Credit Default Swaps): um novo subprime?
Outra das razões para o exacerbado nervosismo dos investidores foi o aumento da convicção de que as empresas que garantem a cobertura do risco de crédito, através de Credit Default Swaps (CDS), não irão conseguir cumprir as suas responsabilidades, o que poderia originar perdas equivalentes às estimadas para a crise do subprime (cerca de 200 mil milhões de dólares).
Nos últimos anos, tal como os particulares com elevado risco de crédito conseguiram aceder a empréstimos imobiliários, cujo risco era posteriormente vendido a terceiros sob a forma de títulos (originando a crise subprime), também diversas empresas com elevado risco de crédito tiveram acesso a empréstimos de forma algo "despreocupada". A razão para a "despreocupação" é que o bom cumprimento dos empréstimos era garantido por seguradoras de crédito, de bom risco (rating AAA), de que são exemplos a MBIA e a AMBAC, cuja solvência foi agora posta em causa pelas agências de rating.
Um CDS é um contrato em que 2 contrapartes acordam em transaccionar o risco de crédito de uma terceira entidade. O vendedor de um CDS promete ao comprador um pagamento pré-definido se uma determinada empresa deixar de cumprir os seus empréstimos obrigacionistas, em contrapartida do pagamento de um prémio inicial e de prémios regulares subsequentes. Nem o comprador nem o vendedor de um CDS necessitam de ser detentores da dívida por si garantida na data do acordo, o que possibilita que os CDS possam ser transaccionados de forma especulativa, permitindo "apostar" que uma determinada falência irá ocorrer.
O mercado de CDS tem crescido de forma considerável desde 2000, duplicando anualmente até atingir o actual valor de 43 triliões de dólares. Normalmente, este mercado é um "jogo de soma nula", uma vez que os ganhos de uma das contrapartes são as perdas da outra, o que é neutral para o mercado em geral. E se uma das partes não assumir as suas responsabilidades?
Na passada semana, a agência Fitch reviu em baixa o rating de crédito da AMBAC, esperando-se que a Standard&Poor's e a Moody's sigam em breve o mesmo exemplo, tanto para a AMBAC como para a MBIA. A dívida garantida por estas 2 entidades ascende a 2,4 triliões de dólares, dos quais a parte mais significativa corresponde a dívida municipal norte-americana, de baixo risco, mas uma parte ainda importante é relativa a empresas de risco duvidoso.
O risco de falência destas 2 entidades é agora estimado em mais de 70%, tendo as suas acções desvalorizado cerca de 90% nos últimos 3 meses.
"Já não existe margem para que as acções venham a corrigir muito mais"
Os resultados das empresas devem crescer abaixo das actuais perspectivas dos analistas, mas, de acordo com o Activobank, "podemos concluir que já não existe margem para que as acções venham a corrigir muito mais".
"Os analistas continuam a prever um crescimento dos resultados na ordem dos 15% para os EUA e 10% para a Europa, o que parece manifestamente exagerado na actual conjuntura. No entanto, mesmo se considerarmos um crescimento claramente mais moderado, ou mesmo negativo, podemos concluir que já não existe margem para que as acções venham a corrigir muito mais", refere o Activobank, na sua "newslwetter" divulgada hoje.
O banco "online" cita uma análise recente do Deutsche Bank para as acções europeias, onde conclui que "para o universo de acções europeias, as actuais cotações incorporam já 80% a 90% da redução de resultados que é expectável numa recessão económica".
"Desta forma, o potencial de descida das acções até ao final do ano será de cerca de 5% para um cenário de recessão, mas o potencial de subida é de 19% para um cenário de crescimento em linha com a tendência de longo prazo, e de 30% para o cenário considerado mais provável por estes analistas", acrescenta.
A mesma fonte adianta que este "não será provavelmente um bom momento para sair (procurando refúgio em activos mais defensivos), antes podendo conduzir a um bom momento de entrada nos próximos dias ou semanas".
Lembra também que "os mercados já registaram no passado correcções superiores a 20% (como em 1998), antes de retomarem um ciclo ascendente", questionando se "será o caso de 2008""
"Não havendo neste momento lugar para optimismos extremos, esperando-se um ano particularmente volátil, as actuais valorizações parecem já descontar um cenário muito negativo para os resultados das empresas, pelo que mantemos a convicção que 2008 será um ano rentável para os investidores em acções".
O banco online termina o seu artigo citando o Barão Nathan Rothschild, que em 2003 terá afirmado "a melhor altura para comprar é quando há sangue nas ruas".
2008/01/22 - 12:07
Fonte: Canal de Negócios
UBS recomenda comprar acções durante esta correcção dos mercados
A UBS recomenda aos investidores que aproveitem a correcção dos mercados accionistas, a nível mundial, para comprar acções. A casa de investimento suíça considera que esta é uma boa oportunidade.
"Percebemos os desafios macroeconómicos que as economias enfrentam, e as muitas incertezas, no entanto, acreditamos que este nível de pessimismo é desmedido", afirma o analista David Bianco, numa nota de investimento divulgada esta manhã, citada pela Bloomberg.
Mais de metade dos índices de referência mundiais entrou no ciclo "bear market", durante as duas sessões desta semana, em resultados dos receios crescentes de que a economia dos EUA, a maior do mundo, esteja a entrar num período de recessão.
A queda de mais de 3% do MSCI World, a maior desde 2002, levou os índices da França, da Itália, do México e 35 outros, a nível mundial, a pelo menos 20% abaixo dos máximos recentes.
Nas últimas cinco recessões, os preços das acções atingiram os seus valores mais baixos nos dois trimestre que antecederam a maior queda homóloga no crescimento dos lucros e subiram 22%, em média, nos seis meses que se seguiram, à medida que os resultados líquidos mantiveram uma tendência de queda, acrescenta a UBS.
"O S&P 500 [índice norte-americano] atingiu este ponto", destaca o analista David Bianco, da UBS, encorajando os investidores a "utilizarem esta correcção como uma oportunidade de compra" de acções.
2008/01/22 - 10:45
Fonte: Canal de Negócios
Futuros das bolsas americanas derrapam antes da apresentação de resultados
Os futuros das bolsas americanas seguiam em forte queda, num dia em que serão conhecidos os resultados do quarto trimestre de 2007 de importantes companhias como o Bank of America, a Apple, a Johnson & Johnson, entre outras.
Os futuros do Nasdaq perdiam 4,72%, enquanto os futuros do Standard & Poor?s 500 cediam 4,77%, indicando que este índice poderá registar, na abertura do mercado, a maior queda desde os ataques terroristas de 11 de Setembro.
Ontem, as praças dos EUA estiveram encerradas para a comemoração do feriado de Martin Luther King, depois de na semana passada as bolsas terem registado a maior queda semanal desde Julho de 2002.
Apesar de não ter sido conhecido qualquer dado económico ou resultado de empresas nos EUA, as bolsas mundiais viveram, ontem, uma sessão bastante negativa registando as maiores perdas em muitos anos.
Para avaliar o comportamento dos mercados na sessão de hoje serão muito importantes os números reportados pelas empresas americanas antes da abertura das bolsas, nomeadamente do Bank of America, o segundo maior banco dos EUA, depois de o Citigroup, a Merrill Lynch e a JP Morgan terem apresentados fortes prejuízos em resultado da crise no mercado de crédito de alto-risco dos EUA.
Os investidores aguardam estes números depois de os três dos maiores bancos de investimentos do país terem anunciado resultados negativos. No total, o Citigroup e a Merrill Lynch registaram prejuízos de 19,66 mil milhões de dólares no últimos trimestre de 2007. O JP Morgan conseguiu manter-se à "superfície" mas viu os seus lucros caírem 34% face ao mesmo período do ano anterior.
O Citigroup apresentou os piores resultados da sua história e o Merrill Lynch registou prejuízos anuais pela primeira vez desde 1989. E os três bancos tiveram que amortizar activos no valor de 30,8 mil milhões de dólares.
Espera-se que os números conhecidos hoje tragam um pouco mais de luz sobre a real situação da economia norte-americana. Os analistas contactados pela Bloomberg estimam que o banco apresente lucros de 21 cêntimos por acção no quarto trimestre de 2007.
Os accionistas do banco deverão estar particularmente atentos a novidades sobre planos de aquisição que lhe permita ganhar vantagem num ambiente de forte turbulência e incerteza como o que se tem vivido.
Também a Apple, Johnson & Johnson e a DuPont vão apresentar hoje os resultados referentes a 2007.
2008/01/22 - 10:51
Fonte: Canal de Negócios
"Isto é como uma tempestade: a gente abriga-se, não vao a correr pela tempestade fora"
Em declarações esta manhã na TSF, Francisco van Zeller afirmou que "com certeza que [esta crise bolsista] pode mexer na nossa economia".
"O que está a acontecer resulta de uma actuação psicológica, tem a ver com expectativas e com medo, resulta da falta de confiança", caracterizou. "São actuações individuais que estão a transmitir para a economia esse medo e pânico."
Ora, essa transmissão terá efeitos nas empresas. "É natural que alguns [empresários e gestores] hesitem, há atrasos na economia, nos investimentos [das empresas]".
Mais: "Do ponto de vsita financeiro, quem tem acções deixa de ter capacidade de endividamento, não tem colaterais, terá menos capacidade para obter crédito. Provavelmente haverá um abrandamento de investimento", o que terá consequências no crescimento económico e na criação de emrpego, prosseguiu van Zeller.
Por outro lado, se houver muitas vendas de acções, "haverá até talvez uma diminuição do poder de compra" dos portugueses.
"A questão agora é saber como é que isto se trava e a única maneira é [fazê-lo] através das expectativas", o que justifica a intervenção do Governo de vir injectar confiança com o seu discurso de ontem, sustenta o presidente da CIP.
"Portugal, sozinho, não tem capacidade para fazer nada. Não vale a pena criticar o Governo. Só podemos actuar em conjunto em Bruxelas. O Governo tem as mãos atadas, pode mexer aqui ou acolá, em questões fiscais, prolongamento de créditos, facilitação e créditos bancários, mas serão acções para remediar."
O mais importante que Sócrates pode fazer é "obviamente a questão da atitude, para evitar o pânico, para que as pessoas não comecem a vender tudo. "Isto é como uma tempestade: a gente abriga-se, não vao a correr pela tempestade fora", concluiu.
2008/01/22 - 11:02
Fonte: Canal de Negócios
Banca norte-americana regista perdas de 120 mil milhões com "subprime"
A crise do mercado hipotecário de alto risco dos EUA, o "subprime", tem assombrados os mercados e já provocou perdas superiores a 120 mil milhões de dólares (82,6 mil milhões de euros) aos bancos norte-americanos, desde Junho do ano passado. O Citigroup e a Merrill Lynch foram os mais penalizados, no último trimestre.
O banco liderado por Vikram Pandit, o substituto de Prince na liderança do maior banco dos EUA, viu-se obrigado a amortizar o valor dos seus activos em 18 mil milhões de dólares, no último trimestre, levando a instituição a registar as maiores prejuízos da história, um total de 9,8 mil milhões (6,7 mil milhões de euros).
O Citigroup foi um dos mais penalizados por esta crise, a par da Merrill Lynch que efectuou amortizações no valor de 15 mil milhões (10,3 mil milhões de euros), com activos relacionados com o "subprime".
A JPMorgan também tem sofrido perdas consideráveis. O terceiro maior banco dos EUA, revelou recentemente uma quebra de 34% nos seus lucros, anunciando, ao mesmo tempo, uma provisão de 2,3 mil milhões de dólares (1,58 mil milhões de euros).
Hoje, o Bank of America anunciou uma forte quebra de lucros, depois de ter amortizado o valor dos seus activos em 5,28 mil milhões (3,6 mil milhões de euros). O Wachovia, o quarto maior banco norte-americano, revelou perdas de 1,6 mil milhões de dólares associadas à unidade de banca de investimento e empresarial, em resultados da menor procura por activos relacionados com o mercado de crédito hipotecário.
No total, desde que estalou a crise do "subprime", os bancos norte-americanos acumulam perdas de 120 mil milhões de dólares, valor que continua a aumentar à medida que vão sendo reveladas as contas das instituições financeiras.
2008/01/22 - 13:04
Fonte: Canal de Negócios
Abrandamento dos EUA ameaça crescimento económico na Europa
Os ministros das Finanças da União Europeia (UE) estão preocupados com os impactos da crise financeira e do abrandamento dos Estados Unidos na economia europeia. Os membros do Ecofin admitem rever em baixa as previsões de crescimento para 2008.
"Há uma grande preocupação relativamente à actual crise financeira", disse o ministro das Finanças belga, Didier Reynders, hoje em Bruxelas. "Existe o risco de abrandamento económico na Europa", acrescentou o governante.
Já o ministro das Finanças do Luxemburgo, Jean-Claude Juncker, afirmou que as previsões económicas para a Europa vão ter que ser revistas em baixa.
"As previsões de Novembro poderão não ser alcançadas", confirmou o Comissário dos Assuntos Económicos, Joaquin Almunia.
No passado dia 13 de Janeiro, Juncker afirmou que as previsões económicas para 2008 na Zona Euro, deverão ser revistas em baixa para 1,8%, o que compara com a anterior estimativa de 2,2%.
"Temos que estar preocupados mas um pouco menos que os norte-americanos",disse Juncker, citado pela agência Bloomberg.
"A queda das bolsas reflecte uma correcção brutal dos mercados", afirmou a ministra da Economia e das Finanças francesa, Christine Lagarde.
2008/01/22 - 12:44
Fonte: Canal de Negócios
Wachovia regista lucros mas falha estimativas do mercado
O Wachovia, o quarto maior banco dos EUA, fechou o último trimestre com lucros de 51 milhões de dólares, um valor que representa uma quebra de 98% face ao período homólogo, reflectindo as perdas contabilizadas com o crédito malparado e activos relacionados com o mercado de crédito hipotecário.
Os resultados líquidos, anunciados hoje, compara com os 2,3 mil milhões de dólares de lucros obtidos no último trimestre do ano anterior. Excluindo custos de reestruturação, o Wachovia obteve resultados líquidos por acção de 8 cêntimos, substancialmente inferiores aos 33 cêntimos estimados pelos analistas consultados pela Bloomberg.
O banco norte-americano revelou perdas de 1,6 mil milhões de dólares associadas à unidade de banca de investimento e empresarial, em resultados da menor procura por activos relacionados com o mercado de crédito hipotecário. O valor destes activos foi amortizado em 600 milhões de dólares no quarto trimestre, depois de ter sido reduzido em 488 milhões nos três meses anteriores.
2008/01/22 - 12:43
Fonte: Canal de Negócios
Agora é ver o impacto e a capacidade de absorção dos mercados europeus... :o
Cump, e cuidado com o $$$....
Ui.................................. :o :o :o
FED CORTA JUROS EM 75 PONTOS PARA ENFRENTAR CRISE
A Reserva Federal norte-americana anunciou hoje um corte surpresa de 75 pontos base, na sua taxa de juro, para 3,5%, de modo a contrariar os efeitos da crise. Foi a primeira vez desde 2001 que o banco central americano adoptou uma medida de emergência, que foi muito mais grave do que se esperava.
Num comunicado surpresa, a reserva Federal anunciou um corte da sua taxa de juro de referência. Passou de 4,25% para 3,5%. Desde Setembro de 2001, na altura dos atentados terroristas, que a Fed não cortava os juros de surpresa.
Na altura também o Banco Central Europeu reduziu os juros em meio ponto percentual. Hoje já recusou comentar a medida da Fed, deixando a antever que esta medida não foi concertada.
No mercado já esta manhã circulava que a Fed poderia hoje cortar os juros de surpresa, de modo a acalmar os mercados, mas não se esperava uma descida tão intensa. Na reunião de 30 de Janeiro era esperado que a Fed descesse os juros em 50 pontos base.
"Enquanto os constrangimentos no curto prazo no financiamento dos bancos aliviaram ligeiramente, as condições nos mercados financeiros continuaram a deteriorar-se", refere o comunicado da Fed.
Ontem as bolsas europeias registaram a maior queda desde Setembro de 2001. Hoje as praças americanas preparavam-se para registar fortes quedas, dai a Fed ter decidido intervir.
Desde Setembro a Fed já cortou os juros em 1,75 pontos percentuais, colocando agora o preço do dinheiro abaixo do praticado na Zona Euro (os juros situam-se nos 4%).
A decisão de hoje deve-se, explica a Fed, ao enfraquecimento do outlook económico e ao crescimento dos riscos.
"As informações mais recentes apontam para um agravamento da situação no sector imobiliário", bem como no mercado de trabalho, explica a Fed, adiantando que "prevê um abrandamento na inflação" nos próximos trimestres.
Apesar de ter cortado os juros para 3,5%, a Fed dá a entender que pode cortar mais.
"Permanecem os riscos para uma revisão em baixa do crescimento", pelo que a Fed vai continuar a avaliar o desempenho dos mercados financeiros e da economia e agir em conformidade.
2008/01/22 - 13:45
Fonte: Canal de Negócios
Plano para estimular a economia deve ser apresentado "rapidamente"
O Secretario de Estado do Tesouro norte-americano, Henry Paulson, afirmou esta manhã que o Congresso dos Estados Unidos e a Casa Branca precisam de apresentar rapidamente um plano para estimular a economia.
"Precisamos de fazer algumas coisa agora", afirmou Paulson, esta manhã, em Washington. "De ve ser apresentado um plano com efeitos imediatos. Se perdemos isto, perdemos a oportunidade", acrescentou o governante, ainda antes de ser conhecido publicamente que a Reserva Federal norte-americana baixou a taxa de juro em 75 pontos base para os 3,5%.
"Continuo a ter confiança na força da economia mundial", disse Paulson. No entanto, o governante reiterou que o mercado imobiliário está a viver uma correcção muito "significativa".
Paulson cancelou a sua viagem ao Fórum Económico de Davos para ajudar na elaboração deste plano económico.
2008/01/22 - 13:46
Fonte: Canal de Negócios
Queda dos futuros indica que corte não é suficiente para revitalizar economia
Os futuros das principais praças norte-americanas estão a aliviar das perdas, na sequência da decisão da Reserva Federal de reduzir a sua taxa de juro de referência em 75 pontos base, de 4,25% para 3,5%. No entanto, a recuperação não está a ser tão pronunciada como seria de esperar, indicando que este corte parece não ser ainda suficiente para travar o abrandamento económico, o que deixa prever que as bolsas possam abrir em baixa.
Depois de estarem a cair mais de 5%, os futuros do Nasdaq e do Standard & Poor?s 500, que antecipam a tendência esperada para a sessão do dia, estão a recuperar das perdas, acusando neste momento descidas de 2,73% e 3,04%, respectivamente. A negociação das bolsas tem início às 14h30 horas de Lisboa.
Ontem os mercados norte-americanos estiveram encerrados devido ao feriado de comemoração do Martin Luther King Day. Na semana passada, registaram a pior queda semanal dos últimos cinco anos.
2008/01/22 - 13:48
Fonte: Canal de Negócios
Muito interessantes as notícias que aqui colocou, principalmente a 1ª. É que juntamente com esses CDS e a quebra de rating de muitas seguradoras, acresce o facto de até final do 1º semestre de 2008 se estime que as empresas americanas necessitem de qq coisa como 160 mil milhões de euros de refinanciamentos!!! A que taxa serão estes efectuados? Já não haverão estes CDS para ajudar, os spreads vão ser bastante superiores...
Juntem a tudo isto um subprime de cartões de crédito colateralizados, um crash nos produtos derivados e então sim poderemos ter o fim da crise...
Relacionado com essa notícia (CDS) tem o tópico seguinte:
Bond insurers
/forumbolsa/index.php?topic=28097.0
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Corte da Fed não é suficiente para manter bolsas europeias em alta
As bolsa europeias voltaram a inverter a tendência de subida e seguem a cair mais de 1%. As praças reagiram em alta, assim que foi anunciado o corte de juros nos Estados Unidos, mas o mercado receia que esta medida possa não suficiente para evitar a recessão económica.
Assim que a Reserva Federal norte-americana anunciou o corte da taxa de juro em 75 pontos base, as praças europeias reagiram em alta. O Dow Jones Stoxx 600 chegou a ganhar mais de 1% e o AEX a subir 1,23%. No entanto, o mercado não acredita que esta medida baste para travar uma recessão nos Estados Unidos, salienta a Bloomberg.
Na sexta-feira passada, quando as principais praças dos EUA acumulavam a queda semanal mais acentuada dos últimos cinco anos, já era colocada a hipótese de a Fed reduzir os juros em 0,75 pontos percentuais.
"Os mercados agora vão ter que definir se isto é uma boa notícia, por a Fed nostrar que está preparada para agir de forma agressiva, ou se, pelo contrário, se trata de uma má notícia, pois poderá indicar que os decisores políticos estão realmente preocupados com a economia", comentou à Bloomberg um estratega da Henderson Global Investors, Tony Dolphin.
O Dow Jones Stoxx50 seguia a cair 1,22%, nos 3.100,08 pontos.
Em Madrid, o Ibex [ibex] cedia 1,29%, fixando-se em 12.462,80, ao passo que o DAX [dax] registava uma forte desvalorização de 2,23%, a estabelecer-se em 6.638,75 pontos.
Na praça londrina, o Footsie seguia a perder 0,61%, para 5.544,10 pontos, e em Paris o CAC-40 [cac] está nos 4.698,31 pontos, a quebrar 0,97%.
O AEX [aex] fixa-se em 420,33 pontos, com uma cedência de 0,50%.
2008/01/22 - 14:52
Fonte: Canal de Negócios
BCE e Banco de Inglaterra deverão seguir corte da Fed
O Banco Central Europeu (BCE) e o Banco de Inglaterra deverão ter que seguir a Reserva Federal dos EUA e cortar as taxas de juro devido à ameaça que uma recessão nos EUA poderá significar para o crescimento global, acreditam os analistas contactados pela agência Bloomberg.
Amit Kara, economista da UBS em Londres, estima quatro cortes nos juros do Banco de Inglaterra este ano, e dois cortes na taxa de juro da Zona Euro.
Hoje, a Fed cortou de emergência a taxa de juro de referência dos EUA, o que não fazia desde 2001, depois de a generalidade dos mercados bolsistas ter sido fortemente penalizada pelos receios de recessão nos EUA.
Este movimento teve um impacto imediato nas bolsas europeias, que reagiram em alta ao corte, enquanto as praças americanas continuam em queda, a recear que não seja suficiente para evitar o pior.
Ambas as autoridades monetárias recusaram falar sobre as suas intenções. Um membro do conselho de governadores do BCE, Juergen Stark, ao falar em Bruxelas, recusou comentar a decisão da Fed.
2008/01/22 - 16:01
Fonte: Canal de Negócios
Vai tdo baixar a taxa de juro, é o que sabemos. Então os investidores e bancos vão refugiar-se tdos no ouro, é isso? Agradecia que me respondessem.
Risco de recessão preocupa gestores mundiais
A confiança dos presidentes executivos mundiais quanto às perspectivas de crescimento dos seus negócios está em queda e o receio de uma recessão global emerge como a maior ameaça ao crescimento. Estas são conclusões de um inquérito que acaba de ser apresentado no Fórum Económico Mundial, em Davos, na Suíça.
O estudo foi realizado com base em entrevistas a 1.115 CEO em 50 países, agora divulgadas na 11ª edição do "Global CEO Survey 2008" da PricewaterhouseCoopers (PwC). E, pela primeira vez em cinco anos, a confiança dos gestores de topo inquiridos está, também ela, em recessão.
Em comparação com os dados do inquérito anterior, o possível enfraquecimento da economia é o único factor de risco que sobre na preocupação dos CEO. A percentagem de responsáveis que revelam estar "muito confiantes" quanto ao crescimento do volume de negócios nos próximos 12 meses caiu dois pontos percentuais, para 50%. "Ainda assim, os 1.150 CEO inquiridos demonstram quase o dobro da confiança face a 2003", salienta a PwC.
A queda global na confiança é mais evidente nos Estados Unidos da América e, em seguida, na Europa. No extremo oposto, a confiança no ambiente económico surge mais sólida na Índia e na China. "A crise no crédito e o abrandamento das economias ocidentais criou uma clara divisão nos níveis de confiança dos CEO em todo o mundo", salienta Samuel DiPiazza, CEO global da PwC.
As perspectivas de crescimento do negócio a curto-prazo assentam assim numa maior penetração nos mercados actuais ou no desenvolvimento de novos produtos em detrimento de movimentos de fusão ou aquisição ou de expansão geográfica.
2008/01/22 - 18:01
Fonte: Canal de Negócios
Recession worries roil Wall Street
http://money.cnn.com/2008/01/22/markets/markets_0945/index.htm
Stocks cut some losses after a miserable start to the day, but declines remain. Global markets plunge. Emergency interest rate cut fails to soothe investors.
Wall Street bets on more Fed cuts :o ??? (tá tudo louco?)
http://money.cnn.com/2008/01/22/news/economy/fed_lookahead/index.htm
The market still expects the Fed to cut rates again next week but some economists say not so fast.
High gas prices: Recession-proof (a ver vamos...)
http://money.cnn.com/2008/01/21/news/economy/gas_prices_recession/index.htm
Americans may see falling stock markets and employment rates, but worldwide demand and OPEC should keep the heat on oil and gas prices.
Epá...não resisti em deixar mais estas duas: Com destaque para o Berardo!!! ;D ;D
"Calma, só se perde dinheiro quando se vende" LLLOOOLLLL
Joe Berardo, EMPRESÁRIO E INVESTIDOR
Está preocupado com estas quedas nas bolsas?
Eu já ando nisto há muito tempo, já passei por quedas deste tipo nas bolsas mundiais umas dez vezes. Por isso, não estou muito preocupado. Mas é claro que não é bom para os mercados internacionais, nem para os pequenos, nem para os grandes investidores.
O que aconselha os investidores a fazer?
As pessoas têm de ter calma, só se perde dinheiro na bolsa no momento em que se vende. Quem não tiver calma agora pode perder muito. Até porque ainda não se percebeu muito bem para onde é que vai a economia mundial. Mas parece-me que as bases da economia ainda estão bem.
Mas como se explica esta reacção de pânico dos investidores a nível global?
A reacção é mais um problema de confiança que outra coisa. Há grandes fundos de investimento internacionais que têm decisões automáticas. Quando os preços descem abaixo de determinado nível, as ordens de venda saem automaticamente e provocam um efeito de "bola de neve". Vamos ter de sobreviver a isso. É preciso ter muito sangue-frio.
A recessão na economia dos Estados Unidos justifica o actual sentimento dos mercados?
A economia norte-americana ainda não está em recessão. O que está a provocar isto é mais a incerteza em relação às eleições presidenciais. Mas daqui a um mês, mais ou menos, haverá uma maior definição entre uma ou duas pessoas. Agora ainda são oito candidatos. Depois, vai perceber-se melhor quem poderá vir a ser o líder dos Estados Unidos. E a confiança dos investidores pode regressar aos mercados.
A crise do crédito hipotecário de alto risco nos EUA (subprime) não o preocupa?
Mais ou menos. O que aconteceu foi que os bancos deram empréstimos a quem não deviam dar. Mas acho que grande parte do efeito já foi descontado pelos maiores bancos. Há quem calcule esse impacto em mais de 500 mil milhões de dólares (345,7 mil milhões de euros). É muito dinheiro. Mas esses bancos também ganham muito.
Tenciona vender alguma das participações que tem na bolsa portuguesa, por causa destas quedas?
Não vejo no mercado português nenhuma instituição que me preocupe. A nossa economia tem aguentado bem. O importante é manter a confiança.
Com estas quedas, as empresas estão mais baratas. Parece-lhe uma boa altura para investir em alguma empresa em particular?
Há sempre boas oportunidades para investir. Com estas perdas, baixou o preço médio das cotações. Por isso, já há boas oportunidades.
Pânico global na bolsa lembra 11 de Setembro
PEDRO FERREIRA ESTEVES
As bolsas mundiais não caíam tanto e de forma tão global desde os atentados terroristas de 11 de Setembro nos EUA, que atingiram o "coração" financeiro de Nova Iorque em 2001. As quedas variaram entre os 3% e os 7,5% em todo o mundo, prolongando uma tendência de "fuga" ao risco que já vinha da semana passada, mas que ontem ganhou contornos de pânico. A novidade foi a globalização da crise económica norte-americana com os analistas a perceberem que nem os mercados emergentes escaparão a uma eventual recessão nos EUA. O que, a confirmar-se, retirará qualquer "porto de abrigo" ao investimento bolsista.
As perdas conjuntas sofridas ontem pelas três maiores bolsas da Europa - Alemanha, França e Reino Unido - totalizam 350 mil milhões de dólares (242 mil milhões de euros), uma vez e meia o produto interno bruto de Portugal. Um número que dá uma imagem da dimensão do medo que invadiu os mercados accionistas dos países desenvolvidos.
As quedas estenderam-se ao Brasil, Índia, Rússia e China, países que, até agora, têm sido menos penalizados pela crise de confiança nos mercados, perante as expectativas de continuarem a apresentar um crescimento económico sólido, apesar do abrandamento esperado para os EUA, Europa e Japão. "O que originou esta crise nos mercados - problemas no crédito hipotecário de alto risco nos EUA (subprime) - teve origem num país desenvolvido, ao contrário das crises anteriores, que começaram nos países emergentes", explicou ao DN, Carlos Bastardo, director de private banking do BPN e um dos mais antigos especialistas da Bolsa de Lisboa. "Antes, os EUA importaram as crises, agora estão a exportá-la", refere.
A lógica dos investidores é simples: os países emergentes estão a crescer com base nas exportações para os mercados desenvolvidos. Se o consumo abranda nestes países, o forte crescimento económico da China ou Índia vai abrandar também. Isto justifica que os investidores já nem procurem refúgio nestes mercados. A "fuga" está a levar o dinheiro para o mercado monetário, o que explica a descida das Euribor e para a dívida pública - cujo preço tem vindo a subir desde o início do ano devido à forte procura, estando a caminho da maior subida mensal desde a crise de 1998.
Exagero emocional
As fortíssimas desvalorizações de ontem nas bolsas de todo o mundo foram vistas pelos especialistas como uma reacção a factores racionais, mas de fortes características emocionais.
"As acções, aos actuais níveis, parecem estar atractivas para voltar a investir. O problema é que ninguém quer dar o primeiro passo, porque está toda a gente a vender em força", sublinhou um operador de mercado.
Os próximos dias vão ser decisivos para perceber a amplitude da actual crise. Hoje, as bolsas dos EUA regressam à actividade, depois de terem estado ontem fechadas devido a feriado. No final do mês, a Reserva Federal norte-americana deverá cortar as taxas de juro em 50 pontos base. Até lá, serão publicados mais resultados anuais pelas multinacionais. Se a crise do subprime for mais grave do que se sabe agora, esses números traduzirão essa gravidade.
Economistas acreditam que a Fed vai continuar a reduzir os juros
A Reserva Federal (Fed) dos EUA acredita que a inflação está contida o suficiente para permitir que Bernanke reduza ainda mais e mais rapidamente os juros, de forma a impedir que os EUA entrem em recessão, consideram economistas consultados pela Bloomberg.
"Agora, eles [Fed] são livres de actuar de forma agressiva", afirmou Mark Gertler, um professor da New York University, acrescentando que "eles querem evitar o pânico nos activos. Não querem que as quedas interrompam o crédito".
Corte dos juros assinala mudança dramática na preocupação da Fed da inflação para o crescimento
A redução de emergência dos juros por parte da Fed, efectuada ontem, assinala uma mudança dramática dos responsáveis pela política monetária das preocupações com a inflação para com as preocupações com o crescimento. Ela indicia que eles [Fed] vêem agora um risco de que as baixas avaliações das casas e das acções prejudiquem o crescimento, explicam os economistas.
A queda nos preços do petróleo, a diminuição da inflação, a subida do desemprego e o abrandamento da produção nas fábricas, foram fortes argumentos para a Fed descer os juros mais cedo do que o esperado.
Consenso aponta para maior redução nos juros desde 1990
Quanto aos próximos tempos, o Barclays Capital também estima que a Reserva Federal norte-americana volte a reduzir as taxas de juro na reunião agendada para dia 30 deste mês, desta vez em 0,5 pontos percentuais.
A taxa de referência nos EUA poderá assim descer até aos 3%, depois de ontem ter sido reduzida de 4,25% para 3,5%. No entanto, se as bolsas continuarem em queda, a Fed poderá reduzir a taxa directora em mais 75 pontos base na próxima semana. :o :o
"Vemos a decisão de hoje como uma resposta aos recentes movimentos dos mercados accionistas, pelo que os movimentos de mercado deverão ser o factor mais preponderante na determinação daquilo que a Fed irá decidir na próxima semana", refere a nota do banco de investimento.
Também o Credit Suisse prevê que no dia de 30 de Janeiro, Ben Bernake, anuncie um novo corte de juros, de 50 pontos base.
Os futuros sugerem que a Fed vai efectuar mais um corte em 50 pontos base no dia 30 de Janeiro. A acontecer, esse corte ? cuja previsão é partilhada também por analistas da Goldman Sachs e do Barclays - seria o maior desde que a Fed começou a usar a taxa de juro como a sua ferramenta principal da política monetária, em 1990.
2008/01/23 - 12:08
Fonte: Canal de Negócios
Stocks Fluctuate, Giving Up Early Gains
Friday January 25, 12:25 pm ET
By Tim Paradis, AP Business Writer
NEW YORK (AP) -- Stocks fluctuated Friday, giving up early gains as investors appeared to take a break from the run-up in stocks this week.
Investors' early burst of enthusiasm, which sent each of the major indexes up more than 1 percent, came after upbeat profit reports from big names like Microsoft Corp. and reports of a possible buyout of a trouble bond insurer.
But rumors of financial troubles among hedge funds appeared to unnerve the market Friday. The notion that a hedge fund could face trouble rekindled concerns that the recent stumbles in the financial sector may not be entirely on the mend; reports of fund problems have contributed to the market's declines over the past few months.
The concerns about further turmoil in the financial sector dampened the market's enthusiasm over Microsoft's bright forecast and earnings that outpaced expectations. The results for a time had appeared to strengthen a notion emerging in recent days that perhaps Wall Street had been too pessimistic in its reading of the economy.
"There are a number of names of hedge funds being bandied about as possibly being in trouble," said Tom di Galoma, head of Treasurys trading at Jefferies & Co. It is impossible to discern whether the stories have any basis in fact, he said.
The day's volatility wasn't surprising, particularly as investors readied for the weekend and following two days of gains that heading into Friday's session left the Dow Jones industrial average up by more than 275 points, or 2.3 percent, for the week.
Scott Fullman, director of investment strategy for I. A. Englander & Co., noted the market has had a lot to consider in recent days and a retrenchment or move sideways on a Friday wasn't unexpected.
"The market is extremely sensitive to any news that's out there. A year ago, it brushed off a lot of stuff. Now, it's just the opposite, and we're seeing reactions nearly immediately when things come out," he said.
Fullman added that oil's climb back above $90 a barrel probably has some traders concerned.
"People may be looking to take some profits off the table in this volatile market. And there's a lot of activity that's coming up next week," Fullman said.
President Bush is scheduled to deliver his State of the Union address Monday. Meanwhile, the Federal Reserve is expected to hold its first regularly scheduled meeting of the year on Tuesday and Wednesday, and then the Labor Department plans to weigh in on the state of the job market on Friday.
Wall Street still found room for optimism in part because of reports from U.K. newspapers that billionaire Wilbur Ross was in talks to acquire bond insurer Ambac Financial Group Inc. Financial woes at many U.S. bond insurers have in recent weeks caused headaches for investors worldwide who have worried that the credit crisis could worsen should one of the companies buckle under an inability to draw new business.
Word of Ross' interest follows comments this week by New York State regulators saying they would consider lending support to shore up the struggling bond insurance industry. While uncertainty surrounds what role regulators might play, the comments helped reassure Wall Street and made room for stocks to rally in recent days.
The dollar was mixed against other major currencies, while gold prices rose.
Light, sweet crude oil rose $1.37 to $90.78 per barrel on the New York Mercantile Exchange.
The stock market's move follow comments from former Fed Chairman Alan Greenspan who told the Financial Times he isn't certain the U.S. will tip into recession even though the economy might not be growing.
Corporate news appeared to offer investors mixed readings on the economy.
...
http://biz.yahoo.com/ap/080125/wall_street.html
Markets: Why There's Some Weakness Today
Posted By:Bob Pisani
If you're wondering why we are experiencing some mid-morning weakness, it shouldn't come as a big surprise.
First, the Dow has rallied almost 900 points in 3 days--time for a rest, already.
Two, China has now become the new lead story of "Sunday night selloffs" so lightening up a bit into the weekend is not shocking anyone.
Three, options traders tell me there has been a spate of short selling in financials this morning, which again should not be surprising--I mean, did you think the shorts would give up this easily?
Finally, there is the usual "XYZ hedge fund/bank is in trouble" rumors floating around, with weakness in some European banks. These rumors are usually dismissed as the usual tricksters improving their positions, but given what happened with SocGen this week these rumors are having a little more impact than they usually do.
....... ;)
http://www.cnbc.com/id/22841906
CitaçãoFinally, there is the usual "XYZ hedge fund/bank is in trouble" rumors floating around, with weakness in some European banks. These rumors are usually dismissed as the usual tricksters improving their positions, but given what happened with SocGen this week these rumors are having a little more impact than they usually do.
Por acaso também ouvi falar desse rumor de um hedge fund a implodir, o que não seria nada de admirar dados dos Ranges diários de quases todos os activos, e em especial a altissima correlacção que se verificou entre os vários mercados esta semana. Um exemplo: quase em sincronia, o S&P subia o ouro ia atrás, o S&P descia o ouro vinha atrás... o que não é normal, "penso eu de que"... :o
Mas quanto a "implosões"/fundos/correcções, só queria fazer uma nota dumas peças que passei o dia a juntar - Societé Generale.
Parece que uma fonte do banco revelou o tamanho aproximado das posições do "nick leeson" françês... qualquer coisa como 73 $Bln USD :o :o :o
Fora o "mas como raio é que um trader abre uma posição dessas num banco civilizado" - continuo a achar que a história está mal contada - o facto é que segunda feira era FERIADO nos EUA! CBOT e CME fechadas, e menor volume/open interest nos vários futuros. O Volume médio do dia foi 250 Bln USD... Agora imaginem que alguém "despeja" 73 e uns trocos Bln USD - sim, são 30% do volume do dia - no mercado assim do nada... que é que têm? Um sell-off'zito talvez ::)
A SG abriu a semana com uma posição desconhecida até então, a desfazer dinheiro do banco, com a Asia a abrir a semana a cavar um buraco e a Fimat/New Edge decidiu desfazer-se daquilo como se fosse um "stop"... se alguém descobrisse que eles tinham aquela posição, o mundo inteiro estaria a fazer trading contra a SG!
Lembram-se de Agosto? Os fundos da Bear Stearns implodiram, os fundos do BNP Paribas congelaram, o mercado deu um mortal encarpado e uma serie de hedge funds foi apanhada no meio, e forçada a margin calls. Não sei porque mas acho que despejar 73 Bln USD de posiçoes longas num mercado já de si nervoso é capaz de ter um efeito semelhante :-\ :-\
Se é fundo ou não? Não sei, nem me atrevo a arriscar... mas que isto parece um campo de minas e alguém perdeu o mapa, isso parece! E para a semana é Fed na terça feira, Jobs na sexta (monthly data)... :-X :-X
A ser verdade é um escândalo!!...já 5 ou 7 era quanto mais 73!!!! E na posição dele!!! :o :o
O facto de ter coincidido com a quedra dos 4.000 com forte volume, também ajudou à festa!!!...era os stops todos as disparar!!!
E como a malta já tem azia com as segundas e terças...("Bem deve ser um crash!!!....SELL, SELL, SELL, SELL,...)
Agora a sério, considero que tenha sido um sell-off técnico! Vamos ver se o Fed muda de opinião sobre o corte na próxima semana, agora que já foi avisado! LOL
Isto é sempre assim,...cada um diz o que lhe convém...uns querem que desça outros querem "alongar" as suas posições!!! Nestes últimos dias tem sido só bitaites!!
Bulls throw in the towel
http://money.cnn.com/2008/01/25/markets/markets_afternoon/index.htm?postversion=2008012516
...The market action this week suggests that the stock market is trying to find a floor to bounce off of. However, that process can be volatile for a bit before stocks start moving higher again.
"The market touched what might have been an intermediate-term bottom earlier this week and it may may retouch it over the next five or 10 trading days," said John Merrill, chief investment officer at Tanglewood Capital Partners....
cump.
U.S. Stocks Post First Weekly Gain of 2008 as Volatility Jumps
By Eric Martin
Jan. 26 (Bloomberg) -- U.S. stocks posted the first weekly gain of 2008 after a surprise interest-rate cut and government plan to revive growth improved prospects the economy may skirt a recession, helping shares rebound from their worst yearly start.
The rise, led by the biggest climb in almost five years for financial shares, including Bank of America Corp., JPMorgan Chase & Co. and Citigroup Inc., was limited as the Standard & Poor's 500 Index tumbled again yesterday on concern the Federal Reserve won't lower borrowing costs enough to stimulate an expansion.
The S&P 500 is still down 9.4 percent for the year, while the Dow Jones Industrial Average has dropped 8 percent. Stock market volatility in the U.S. climbed to the highest in five years on Jan. 22, a day after the MSCI World Index had its biggest rout since 2002 on concern global growth is slowing.
``We're in the bottoming process and that's not a quiet, soft or demure thing,'' said Brian Barish, president of Denver- based Cambiar Investors, which manages $8 billion. ``It's violent, nasty and you have wild moves as stocks are under ferocious liquidation pressures.''
The S&P 500 added 0.4 percent to 1,330.61 for the week, boosted by the steepest-ever weekly gain in homebuilding shares. The Dow average climbed 0.9 percent to 12,207.17. The Nasdaq Composite Index posted its fifth straight weekly loss, declining 0.6 percent to 2,326.2 as shares of Apple Inc. lost 19 percent.
Rescue Bond Insurers
From their low, futures on the S&P 500 gained 7.7 percent for the three days starting Jan. 22, boosted by the Fed's 0.75 percent interest rate cut and a plan by New York regulators to arrange the rescue of MBIA Inc. and Ambac Financial Group Inc., the two biggest bond insurers.
The S&P 500 Financials Index increased 7.1 percent, the most since March 2003. Bank of America surged 9.8 percent to $39.48, JPMorgan gained 10 percent to $43.64 and Citigroup added 9 percent to $26.64.
The Fed reduced its overnight lending rate between banks by the most in 23 years, citing ``a weakening of the economic outlook and increasing downside risks to growth.'' Policy makers are scheduled to meet again next week and will probably cut the rate another quarter point to 3.25 percent, according to futures trading and the average economist forecast in a Bloomberg survey.
Lennar Corp., the biggest homebuilder, soared 31 percent to $16.98. The S&P 500 Homebuilding Index advanced 28 percent, the most in the measure's 18-year history.
The accord reached in Washington would temporarily raise the limit on the size of mortgages that federally chartered mortgage- finance companies Fannie Mae and Freddie Mac can buy to $729,750 from $417,000, aiding the housing market.
Economic Stimulus
President George W. Bush and House lawmakers also agreed on a $150 billion economic stimulus consisting of about $100 billion in tax rebates to families and $50 billion for business tax breaks.
``We were in a crisis of confidence, so any way to make people feel a little more comfortable and improve the confidence of investors is a huge positive,'' said Eric Green, who helps manage $5 billion as senior managing partner at Penn Capital Management in Cherry Hill, New Jersey. ``The amount of negativity had reached extreme levels and there were no sellers left.''
Retailers gained, led by Circuit City Stores Inc. Investor Mark Wattles disclosed a 6.5 percent stake and said he plans to hold talks with the management of the money-losing U.S. electronics retailer. Circuit City gained 29 percent to $4.84, its steepest weekly advance since January 2001.
Apple plunged the most in more than six years, falling 19 percent to $130.01, after its forecast missed analysts' estimates, stoking concern that consumers will cut back purchases of Macintosh computers and iPod media players. Technology stocks in the S&P 500 declined for the fifth consecutive week, the longest stretch in almost four years.
Earnings Reports
Nine members of the Dow Jones Industrial Average are scheduled to report earnings next week, including McDonald's Corp., American Express Co. and Exxon Mobil Corp.
The housing slump in the U.S. took a turn for the worse at the end of 2007, bringing the economy to the brink of recession and prompting businesses to curb hiring and spending, economists expect reports this week to show.
Growth slowed to a 1.2 percent annual rate from October to December, a quarter of the previous three months' pace, according to the median estimate of economists surveyed by Bloomberg News. Other reports may show the jobless rate held at a two-year high this month and consumer spending cooled in December.
Small U.S. companies fell. The Russell 2000 Index, whose members have a median market value of $533.2 million, dropped 2.3 percent to 688.60.
VIX Surges
The benchmark for U.S. stock option prices climbed to a five-year high on Jan. 22 as investors speculated the Federal Reserve's surprise interest rate cut may not prevent a global economic slowdown. The Chicago Board Options Exchange Volatility Index, or VIX, surged as much as 38 percent to 37.57, the highest since October 2002. The index, which tends to increase when stock prices fall, has almost tripled over the past year.
Yields on Treasury securities sank for the sixth straight week, reflecting concern the U.S. economy will fall into recession. The benchmark 10-year note's yield fell to 3.43 percent on Jan. 22, the lowest in more than four years, and ended the week at 3.55 percent. In June 2003, 10-year yields touched a 45-year low of 3.11 percent. Two-year yields fell to 2 percent, the lowest since April 2004, on Jan. 22.
"Deutsche Bank prevê mais seis meses de crise financeira
O co-responsável da área de "investment banking" do Deutsche Bank, Anshu Jain, afirmou que o actual tumulto financeiro poderá durar mais seis meses, uma vez que os bancos continuam a mostrar relutância na concessão de empréstimos e atendendo a que o crescimento económico está a abrandar.
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Jornal de Negócios Online
[email protected]2007 foi um ano muito duro para a banca, disse em entrevista à Bloomberg aquele responsável do Deutsche Bank, que se encontra no Fórum Económico Mundial, em Davos. "Os próximos três a seis meses vão continuar a testar-nos", acrescentou.
Os maiores bancos e corretoras do mundo apresentaram mais de 133 mil milhões de dólares em amortizações e perdas com créditos desde Junho, com a crise do "subprime" nos Estados Unidos a atingir em cheio os mercados de emissão de dívida.
O índice mundial MSCI já caiu 8,4% este ano devido ao intensificar de receios de uma recessão nos EUA, o que poderá abrandar o crescimento global.
Os principais receios em torno da estabilidade financeira relacionam-se com a crise dos empréstimos hipotecários de elevado risco, tais como a diminuição de liquidez e o futuro das seguradoras de emissões obrigaccionistas. Por outro lado, a queda do mercado imobiliário poderá contagiar o resto da economia, segundo Jain.
"Esta combinação está a provocar uma turbulência que tem de ser enfrentada por todos nós", salientou.
Entretanto, os títulos das financeiras estão a ser negociados em níveis bastante baixos, o que deixa antever "valorizações muito atractivas", disse Jain à Bloomberg. Apesar de advertir que poderão registar-se mais movimentos de queda das acções em geral, Jain afirmou que também existe um certo grau de cepticismo que está a ser descontado nos preços das acções."
Davos recomenda cooperação internacional para enfrentar recessão nos EUA
Os líderes económicos e políticos presentes em Davos recomendaram uma cooperação global e novas políticas fiscais para fazer frente a situação económica nos Estados Unidos. Os presentes concordam que a maior economia do mundo atravessa um "momento difícil".
Num debate sobre as perspectivas económicas para 2008, os presentes concordaram que a economia norte-americana atravessa um mau momento e que a evolução do resto do mundo vai depender do que os Estados Unidos fizerem agora.
Os líderes apelaram a uma maior cooperação internacional e a novas medidas fiscais que permitam estimular a economia norte-americana.
John Thain, presidente executivo da Merrill Lynch, não tem dúvidas sobre a gravidade da situação economia nos Estados Unidos. E apresentou, em Davos, alguns dados, que no seu entender, são muito preocupantes, como o facto do preço das casas nos Estados Unidos terem caído cerca de 7% em 2007.
Já a ministra da Economia francesa, Christine Lagarde, pediu ao Banco Central Europeu que seja sensível ao crescimento da Zona Euro e que não centre a sua política, exclusivamente, na evolução dos preços. A responsável francesa defendeu ainda que a subida do euro vai prejudicar a competitividade das empresas europeias e reduzir as exportações.
Neste sentido, Lagarde apelou ao BCE para baixar a taxa de juro da Zona Euro ? actualmente nos 4% - de forma a compensar o impacto negativo da subida do euro.
O Comissário Europeu dos Assuntos Económicos, Joaquin Almunia, revelou em Davos que a Comissão Europeia vai rever em baixa as previsões económicas para 2008, devido à turbulência financeira.
Um estudo realizado no Fórum Económico Mundial revela que mais de 18% dos participantes concordam que a maior ameaça ao crescimento global é a falta de "uma resposta coordenada e de liderança".
2008/01/26 - 17:09
Fonte: Canal de Negócios
Corte de juros na Zona Euro pode ser "sinal de pânico"
Alfred Gusenbauer, chanceler da Áustria, defendeu esta manhã, em Davos, que um corte de juros na Zona Euro pode enviar o sinal errado aos investidores e aos consumidores europeus. "O que é certo nos Estados Unidos, pode ser errado na Europa. A situação é muito diferente", defendeu o responsável.
Gusenbauer acredita que um corte de juros na Zona Euro pode enviar um "sinal de pânico" para o mercado. O Banco Central Europeu (BCE) decidiu não seguir os recentes passos da Reserva Federal, do Banco de Inglaterra e do banco central do Canadá, e manteve o valor do dinheiro inalterado nos 4%.
O chanceler austríaco considera que a situação na Europa é muito diferente da dos Estados Unidos, e que a economia do Velho Continente continua "sólida". "A economia da Zona Euro continua sólida nos 2% ou mais", afirmou Gusenbauer.
O responsável admitiu, no entanto, que o abrandamento da economia norte-americana vai ter impacto na Europa.
Europa dividida
As afirmações de Gusenbauer surgem um dia depois da ministra da Economia francesa ter apelado ao Banco Central Europeu (BCE) para baixar a taxa de juro da Zona Euro. Christine Lagarde, pediu ao BCE que seja sensível ao crescimento da Zona Euro e que não centre a sua política, exclusivamente, na evolução dos preços.
A responsável francesa defendeu ainda que a subida do euro vai prejudicar a competitividade das empresas europeias e reduzir as exportações. Neste sentido, Lagarde apelou ao BCE para baixar a taxa de juro da Zona Euro ? actualmente nos 4% - de forma a compensar o impacto negativo da subida do euro.
No entanto, Gusenbauer considera que as empresas europeias estão a lidar bem com a subida da moeda europeia, apesar de esta situação "representar um desafio".
2008/01/27 - 11:20
Fonte: Canal de Negócios
FMI defende políticas orçamentais mais expansionistas para combater crise económica
Davos foi surpreendido pelas declarações do novo director do Fundo Monetário Internacional (FMI). Dominique Strauss-Kahn defendeu políticas orçamentais mais expansionistas para ajudar a resolver a crise económica mundial.
"Alguns países não estão em posição de agravar os seus défices, mas outros têm espaço de manobra para alguma expansão orçamental. Não se pode depender apenas da política monetária para dar resposta ao abrandamento económico", disse Strauss-Kahn.
As declarações do responsável do FMI foram recebidas com grande preocupação, já que é raro o fundo defender este tipo de política.
"Pela primeira vez em 25 anos, o director geral do FMI pediu um aumento dos défices orçamentais, quando tradicionalmente solicita o inverso", comentou Larry Summers, ex-secretário do Tesouro dos Estados Unidos.
Dominique Strauss-Kahn defendeu ainda que os Estados Unidos devem adoptar uma "resposta séria" perante o abrandamento económico. "Qualquer que seja a consequência da recessão, o que está claro é que haverá uma seria desaceleração nos Estados Unidos que necessita de uma resposta séria", defendeu o responsável do FMI.
2008/01/27 - 16:00
Fonte: Canal de Negócios
Jan. 28 (Bloomberg) - A E.U. economia pode já estar em recessão; outros países podem não ser muito para trás.
Japão, a Grã-Bretanha, Espanha e Portugal, que em conjunto representam cerca de 12 por cento da economia mundial, são vulneráveis como consequências de os E.U. piora sua debilidade económica. Mesmo mercados emergentes, incluindo China, são susceptíveis de sofrer enquanto as exportações para os E.U. diminuir.
O resultado: Global do crescimento pode desacelerar perto de 3 por cento o ritmo economistas consideram uma recessão mundial, a partir de uma taxa de 4,7 por cento em 2007. `` Alguns forma''de recessão global `` é inevitável em algum momento,''ex-presidente da Reserva Federal Alan Greenspan disse, num discurso em Vancouver, na semana passada.
O desenvolvimento quebra exerce pressão sobre os banqueiros centrais do Japão, o Reino Unido e os euro região a seguirem o exemplo do Fed presidente Ben S. Bernanke, que na semana passada acelerada das taxas de juro nos cortes os E.U. com uma emergência mover para baixar as taxas de referência Três quartos de ponto percentual. Os decisores políticos podem seguir que, com outro tanto como corte de meio ponto após uma reunião de dois dias que começa amanhã, futures trading indica.
`` As chances são deslocando em direção a uma maior flexibilização monetária global significativo,''diz Richard Berner, co-chefe da economia global para o Morgan Stanley, em Nova York.
Jim O'Neill, economista-chefe no Goldman Sachs Group, em Londres, diz que o crescimento no primeiro semestre de 2008 pode ser o `` mais fraco desde 2002 e até 2001,''durante a última recessão global. `` A economia está a abrandar em todo o lado,'', diz ele.
Nenhum Contração
Uma recessão mundial não requer uma contração global da produção, o que raramente acontece; economistas do Fundo Monetário Internacional em dizer que seria necessário um abrandamento do crescimento global para 3 por cento ou menos. Por essa medida, desde 1985 qualificar três períodos: 1990-1993, 1998 e 2001-2002.
O contágio entre os E.U. que, de acordo com o FMI representa cerca de 21 por cento da economia global, está se espalhando através de múltiplos canais. Menos gastos pelos consumidores americanos e empresas reduz a procura de bens importados. A fusão de os E.U. subprime-mercado hipotecário tem empurrado para cima os custos de crédito em todo o mundo e obrigaram bancos europeus e asiáticos para anotar bilhões de dólares em explorações. Jogados E.U. os preços das ações estão arrastando para baixo mercados noutras regiões.
`` Vamos ver mais danos colaterais,''diz Allen Sinai, economista-chefe na decisão Economics, em Nova York. `` O risco de uma recessão global está a aumentar.''
Essa catástrofe, enquanto cada vez mais possível, ainda não é provável, dizem economistas. Sinai coloca a probabilidade de 20 por cento. Nariman Behravesh, economista-chefe no Global Insight, em Lexington, Massachusetts, calcula que cerca de 30 por cento.
Adiamento da Forecast
As implicações globais de uma recessão E.U. dominado discussões na semana passada, no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça. Em Washington, o FMI adiou a publicação de suas últimas previsões económicas mundiais, inicialmente devido Jan. 25, a fim de ter em conta as recentes turbulências do mercado.
A economia do Japão é particularmente em risco. Seu mercado imobiliário é depressão como regras mais rigorosas edifício-permitir arrastar casa começa a década de quatro baixos.
A queda na demanda construção levaram Tokyo Steel Manufacturing Co., a maior fabricante do país de aço girders, para diminuir o seu lucro previsão Jan. 22.
`` Japão está à beira de uma recessão,''diz Hiroshi Shiraishi, um economista do Lehman Brothers Ltd. Japão em Tóquio. `` As exportações estão a apoiar a economia, mas com os E.U. abrandamento eles são susceptíveis de perder impulso.''
Yen's Toll
O iene's 13 por cento versus subida do dólar nos últimos seis meses também está tendo uma portagem. A moeda japonesa atingiu a 2 1/2-year alta de 104,97 ao dólar negociados na semana passada e 25 de Janeiro em cerca de 107. , Que está próximo do ponto de equilíbrio para o japonês exportadores, que dizem que eles podem permanecer rentável, desde que a moeda é mais fraca do que 106,6, de acordo com um inquérito governo.
Kozo Yamamoto, chefe do Partido Democrático Liberal decisão política monetária do painel, instou o Banco do Japão a reduzir a sua taxa de juro de referência, já as mais baixas do mundo industrializado em 0,5 por cento.
`` As preocupações sobre uma recessão estão a surgir, não só em os E.U., mas no Japão, como''Yamamoto disse em uma entrevista Jan. 23. `` O BOJ deve cortar taxas de volta imediatamente a zero.''
Cingapura pode já estar em uma recessão. Sua economia contratado pela primeira vez em 4 1 / 2 anos no quarto trimestre como fábrica de saída abrandou e eletrônica exportações caíram. O arrefecimento do mercado imobiliário local agravou o abrandamento dos serviços financeiros para as empresas.
Credit Crunch
Habitação também é depressão no Reino Unido, onde empréstimos para comprar casa caiu para um período de dois anos baixa no mês passado. `` O crédito fulcral mudaram-se para o seu quarto mês de dezembro,''Michael Coogan, diretor-geral do Conselho da Hipoteca mutuantes, em Londres, disse Jan. 21. `` Lending volumes são susceptíveis de permanecer fraca para os próximos meses.''
As vendas a retalho desceram em Dezembro pela maioria em 11 meses. ScS Estofados Plc, proprietária de 96 sofá lojas no Reino Unido, afirmou que a 14 de Janeiro ganhos vão sofrer depois de `` decepcionante''Dezembro e Janeiro negócio.
O Reino Unido da maior boate proprietário, Luminar Group Holdings Plc, disse que a 18 de Janeiro de vendas crescimento abrandou como britânicos gastaram menos em noites fora.
`` É um sombrio para o consumidor,''diz James Knightley, um economista do ING Financial Markets, em Londres. `` A perspectiva de recessão está a tornar-se mais realista.''
BOE Previsão
Varejistas Tesco Plc ea Marks & Spencer Plc este mês chamado de cortes das taxas de juro para ajudar os consumidores, que têm 1,4 trilhões libras ($ 2,76 trilhão) da dívida. Os economistas pesquisados pela Bloomberg prevêem o Banco de Inglaterra vai abaixar sua principal taxa de um quarto ponto percentual, para 5,25 por cento, em fevereiro 7.
Espanha também está a braços com uma caixa boom ido busto. Banco Bilbao Vizcaya Argentaria SA, da Espanha No. 2 emprestador, prediz propriedade preços vão cair este ano e permite edifício cairá 25 por cento.
Com mais de 18 por cento do produto interno bruto proveniente de construção, a economia da Espanha é particularmente suscetível a fraqueza no setor imobiliário.
`` O problema principal reside na construção, mas já espalhou para outros sectores,''diz Gilles Moec, economista sênior no Bank of America, em Londres.
Com outros países europeus, incluindo a Alemanha, a dar sinais de abrandamento, o Presidente do Banco Central Europeu Jean-Claude Trichet enfrenta pressão para abandonar a sua postura dura anti-inflação e cortar as taxas de juro. `` Vamos ver taxa cortes na União Europeia e no Reino Unido neste ano,''Barclays Plc Presidente disse Bob Diamond Jan. 24, em Davos.
Espera deslocada
Espera que China's crescimento rápido e pode levar até o afrouxamento de um EUA-levaram abrandamento parecem despropositadas.
`` Se existe fraqueza da economia mundial, o impacto sobre a economia chinesa será muito grave,''diz Yu Yongding, diretor da Academia Chinesa de Ciências Sociais e de um ex-conselheiro do banco central.
China's crescimento abrandou para um ano-over-year ritmo de 11,2 por cento no quarto trimestre, de 11,5 por cento e 11,9 por cento no terceiro e segundo trimestres, respectivamente.
Em Davos, Klaus Kleinfeld, chefe de operações funcionário da Alcoa Inc., o mundo do terceiro maior produtor de alumínio, disse que `` prevê um ano difícil. Não me parece que o mundo pode dissociar-se do que está acontecendo em os E.U.''
Bric, nem acredito que traduzio na integra a notícia! excelente, mas...
Vendas de casas novas caem para mínimo de 12 anos em Dezembro
(28-01-2008 - 15:13)
As vendas de casas novas nos Estados Unidos caíram para o nível mais baixo dos últimos 12 anos, em Dezembro, divulgou o Departamento do Comércio norte-americano.
As vendas desceram 4,7%, para uma média anual de 604 mil, o nível mais baixo desde Fevereiro de 1995. O preço médio de venda das casas novas caiu 10%, face a Dezembro de 2006, registando a maior queda de 12 meses, em 37 anos.
O relatório indica que o mercado imobiliário norte-americano ainda está longe de sair da crise, contribuindo assim para o aumento das preocupações relativamente aos efeitos que a desvalorização das casas e o aumento da rigidez na concessão de crédito podem ter sobre o consumo nos Estados Unidos.
Boas tardes,
Na sequência do meu artigo sobre a Diana Shipping Inc., deixo-vos um artigo do Floyd Norris que foi publicado no passado dia 17 no New York Times, . Este, retrata um índice, prácticamente desconhecido para todos nós, mas que pode ter uma capacidade previsiva bem mais fulcral do que aquilo que se pensa.
January 17, 2008, 12:49 pm
World Recession?
There is a bubble bursting far from America's housing market, shown by an index you've probably never heard of.
The index is the Baltic Dry Index, and it measured shipping rates of a bunch of bulk dry commodities, lik grains, coal and iron ore. Since it peaked in November, it is down an astonishing 37 percent, with most of that decline coming since the start of 2008.
This is an index that had gone absolutely bonkers on the upside, as it appeared that there was no ceiling to the prices people would pay for raw commodities. It leaped 83 percent in 2006 and then rose another 151 percent last year, before it hit the peak.
This is producing worry for shippers. The Bloomberg Dry Ships Index, composed of the shares of 13 shipping companies around the world, is down 30 percent this year, with every company in it is off at least 18 percent. Those stocks had soared along with freight rates.
Julian Jessop, an economist at Capital Economics in London, calls the plunge in the Baltic index "a warning sign that the commodity boom could be about to come to an abrupt end." He says it is possible that "the upward pressure on food prices in particular may soon ease."
Pessoalmente, como aliás referi anteriormente, não me parece que este índice ainda vá descontar muito mais ao nível da diminuição da procura. Aliás, mesmo que esta díminua em consequência de uma recessão (que honestamente não vejo como global), o preço de referência destas matérias continuará a ser, na sua globalidade, o mais elevado de sempre.
Deixo-vos de seguida o referido indíce.
Obrigado pela vossa atenção,
Paff.
(http://img132.imageshack.us/img132/2982/balticdryindexec0.gif)
Bolsas europeias animadas com expectativa de corte nos juros dos EUA
As bolsas europeias regressaram aos ganhos e encerram a sessão a subir mais de 1%, animadas pela expectativa de que a Reserva Federal dos EUA venha a cortar a taxa de juro do país, na reunião mensal de amanhã, para estimular a economia americana, num dia em que a JP Morgan recomendou a compra de acções da região.
Todos os 18 mercados accionistas europeus fecharam em alta e o índice Dow Jones Stoxx 600, que já desceu 11,6%, desde o início do ano e caminha para o pior mês de Janeiro pelo menos desde 1987, subiu 1,8%, depois de ontem ter recuado 1,1%.
A liderar os ganhos estiveram os títulos do sector industrial e mineiro, nomeadamente as acções da Siemens, da MAN e da Anglo American, que beneficiou das subidas nos preços dos metais. Também em destaque esteve a Société Générale que disparou com a especulação de que poderia ser alvo de uma OPA.
Também a suportar os ganhos estiveram os números relativos aos bens duradouros nos EUA, que subiram, em Dezembro, e ultrapassaram as estimativas dos analistas, dando a indicação de que as empresas americanas não estão a ser tão penalizadas pela crise como se temia. A travar maiores ganhos esteve a especulação de que a JP Morgan poderá registar novas perdas relacionadas no valor de 4,2 mil milhões de dólares. O porta-voz do banco recusou comentar esta informação.
Amanhã, as atenções dos investidores estarão concentradas na reunião mensal da Reserva Federal.
O espanhol IBEX [IBEX] ganhou 1,69% fixando-se em 13.246,60 pontos. A Telefónica e o BBVA foram os títulos que mais contribuíram para a tendência positiva.
O DAX [DAX] valorizou 1,09% estabelecendo-se em 6.892,96 pontos, numa sessão em que a Siemens e a BASF foram as empresas que mais favoreceram os ganhos do índice da Bolsa de Frankfurt, ao contrário do que aconteceu na sessão de ontem em que pressionaram o índice.
Na praça londrina, o Footsie [UKX] encerrou a subir 1,66%, estabelecendo-se em 5.885,20 pontos. Os títulos que mais influenciaram a tendência foram a Anglo American e o Royal Bank of Scotland.
Em Paris, o CAC-40 [CAC] fechou em 4.941,45 pontos, um subida de 1,92% face à sessão anterior. A Société Générale e o BNP Paribas foram os títulos que mais pesaram neste movimento de valorização do índice.
O AEX [AEX] voltou a fechar em terreno positivo, fixando-se em 446,08 pontos com um ganho de 1,54%. A Fortis e aArcelorMittal foram as acções que mais influenciaram esta "performance" do índice de Amesterdão.
2008/01/29 - 19:05
Fonte: Canal de Negócios
"Nenhum país vai escapar ao abrandamento económico"
Simon Johnson, economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), afirmou esta tarde, em Washington, que nenhum país vai escapar ao abrandamento económico. O fundo anunciou hoje que reviu em baixa as previsões de crescimento mundial para 2008.
"Nenhum país vai escapar ao abrandamento económico", disse Johnson. As novas previsões do FMI indicam que a economia mundial vai crescer 4,1% este ano, o nível mais baixo desde 2003, o que compara com os 4,9% registados em 2007 e com os 4,4% previstos pelo fundo em Outubro passado.
Segundo o FMI, a volatilidade dos mercados financeiros pode implicar maiores cortes no consumo privado. Este é, segundo o fundo, um dos maiores riscos das economias mais desenvolvidas.
De acordo com o relatório do FMI, a turbulência dos mercado financeiros entrou numa nova fase: "as preocupações com o crédito já ultrapassaram o sector de crédito de alto risco (?subprime?)".
2008/01/29 - 16:51
Fonte: Canal de Negócios
Euro cai face ao dólar após bons dados da economia americana
A divisa da Zona Euro seguia a perder terreno face ao dólar que beneficia da divulgação do relatório sobre os bens duradouros dos EUA que subiram em Dezembro, o que pode indicar que as empresas americanas não estão a ser tão penalizadas pela crise como se temia.
O euro [EUR] perdia 0,12% para os 1,4764 dólares, ganhava 0,05% face ao ien e descia 0,18% em relação à libra.
As encomendas de bens duradouros nos Estados Unidos aumentaram em Dezembro a um ritmo superior ao previsto pelos economistas, anunciou hoje o Departamento do Comércio.
As encomendas de bens duradouros aumentaram 5,2% em Dezembro, o que representa o maior aumento desde Julho. Excluindo equipamentos de transporte, as encomendas cresceram 2,6%.
Os economistas esperavam um crescimento de apenas 1,9% nas encomendas de bens duradouros e um crescimento de 0,1% excluindo equipamentos de transporte.
Estes números demonstram que a procura internacional por produtos americanos poderá evitar que a industria americana entre em recessão.
Este relatório está a fornecer "algum suporte ao dólar", referiu Richard Franulovich, estratega cambial na Westpac Banking, citado pela agência Bloomberg, frisando que "isto foi um balde de água fria para o argumento que os EUA estão a entrar em recessão. A Reserva Federal pode não actuar tão agressivamente (como se espera)".
Também a animar a moeda americana está a especulação de que a Reserva Federal poderá não cortar os juros em 50 pontos-base como se espera.
2008/01/29 - 17:25
Fonte: Canal de Negócios
De olhos postos na Fed à espera de novo corte dos juros
As atenções estão todas viradas para a Reserva Federal norte-americana. Hoje é dia de decisões e os "Fed futures" estão a antecipar um corte implícito de 50 pontos-base. Tudo pode acontecer em Washington, mas não parecem existir dúvidas quanto a uma redução dos juros, que será a quinta desde Setembro de 2007.
O corte de 75 pontos-base na terça-feira da semana passada, que colocou a taxa directora nos 3,5%, é prova de que a Reserva Federal ainda pode surpreender. Mas a decisão de hoje é um "pau de dois bicos". Por um lado, a Fed mostra desejo de continuar a descer as taxas, de forma a estimular a economia, evitando que entre em recessão. Por outro lado, ao fazê-lo, arrisca-se a criar uma maior pressão inflacionista.
A opinião de muitos dos economistas sondados pela Bloomberg é a de que a Reserva Federal está menos preocupada, neste momento, com a inflação. "A Fed parece estar a sugerir que, apesar de alguma pressão inflacionista, a sua preocupação está centrada no sistema financeiro", afirmou à Bloomberg um analista de "commodities" da Archer Financial Services, Stephen Platt.
A próxima reunião está marcada para 18 de Março e há que fazer algo no imediato. Até porque esta é a primeira vez, desde 1974, que se observa um declínio simultâneo no valor dos bens imobiliários das famílias, das acções e nos rendimentos reais nos EUA.
Acontece que uma descida dos juros fará subir as bolsas, bem como as matérias-primas - com o petróleo e o ouro a liderarem a lista de beneficiados. Em queda reagirá o dólar, com a consequente fuga de capitais que se pode seguir. Aliás, o célebre investidor George Soros afirmou, no final da semana passada, que o resto do mundo não deseja actualmente acumular dólares e que pode estar perto o fim da moeda como reserva mundial. Assim, apesar dos cortes nas taxas de juro e do plano de estímulo à economia anunciado por Bush - que se prevê ascender a 150 mil milhões de dólares - terem por objectivo evitar a recessão, a descida do preço dinheiro diminui a atractividade do dólar para os investidores.
Ainda assim, Ben Bernanke, presidente da Reserva Federal, poderá anunciar um corte da taxa de juro de referência em meio ponto percentual, segundo a tendência apontada pelo mercado de futuros de Chicago, que indica uma probabilidade de 86% de isso acontecer. Esse mesmo mercado aponta para que o banco central norte-americano possa baixar as taxas para 2,25% no primeiro semestre do ano.
A ameaça de uma queda ainda mais vertiginosa das bolsas e do preço das casas, bem como a fragilidade do mercado laboral, são fortes motivos para Bernanke anunciar uma descida dos juros em meio ponto percentual, segundo os operadores e economistas sondados pela Bloomberg e os observadores de Wall Street contactados pela Reuters, ainda que os dados económicos norte-americanos ontem divulgados tenham reduzido as apostas sobre um corte tão agressivo.
A redução surpresa da semana passada foi a maior desde que a Fed começou a usar a taxa de referência como principal instrumento de intervenção, em 1990, e seguiu-se à queda das bolsas asiáticas e europeias, que ameaçava perdas superiores a 5% nas bolsas americanas naquela sessão.
Num cenário da taxa directora nos 3%, chegaremos aos níveis de 2005, que foi a última vez que a Fed colocou as taxas em patamares tão baixos - exactamente a meio da bolha de três anos que se registou no mercado imobiliário, quando os consumidores contraíram empréstimos à habitação no valor de 2,9 biliões de dólares.
2008/01/30 - 00:25
Fonte: Canal de Negócios
Bolsas dos EUA caem pressionadas pelos dados do PIB
Os principais índices norte-americanos mantinham a tendência de queda registada no início da sessão, pressionados pelo abrandamento acentuado do crescimento económico dos EUA no último trimestre de 2007. Os receios de recessão económica acentuaram-se, o que está a penalizar os mercados financeiros.
O Dow Jones [indu] descia 0,34% para 12.438,28 pontos e o Nasdaq [ccmp] recuava 0,27% para 2.351,61 pontos.
A economia norte-americana abrandou para um ritmo anual de 0,6% no quarto trimestre, depois de no trimestre anterior a economia ter expandido a um ritmo anual de 4,9%, anunciou hoje o Departamento do Comércio.
Os economistas consultados pela Bloomberg estimavam que a economia abrandasse o seu ritmo de crescimento para uma taxa de 1,2%.
O dia de hoje será ainda marcado pela reunião da Reserva Federal (Fed) dos EUA, onde os governadores vão decidir sobre a evolução da taxa de juro naquele país. As estimativas apontam para que a autoridade monetária para os EUA corte em 50 pontos a taxa de juro dos actuais 3,5% para os 3%.
A decisão será conhecida às 19h15, hora de Lisboa, e também deverá influenciar o comportamento bolsista.
O sector bancário surge, mais uma vez, como um dos mais pressionados, depois de hoje o UBS ter registado prejuízos recorde. As acções do Citigroup caíam 1,04% para os 27,62 dólares.
A farmacêutica Merck descia 3,37% para os 46,39 dólares, depois de ter anunciado prejuízos de 1,6 mil milhões de dólares no quarto trimestre.
A Yahoo perdia 8,84% para os 18,97 dólares, no dia em que anunciou que vai cortar mil postos de trabalho e em que reviu em baixa as receitas para 2008, devido ao abrandamento da economia e à queda do investimento em publicidade "online".
2008/01/30 - 15:25
Fonte: Canal de Negócios
Enquanto não chega o anúncio, muita coisa para ver...depois então, iremos ser bombardeados por inúmeras teorias da conspiração!!.. ;)
Fed's Outlook May Matter More Than Any Rate Cut
http://www.cnbc.com/id/22914430
Another Rate Cut Could Energize Housing Market
http://www.cnbc.com/id/22914447
The Fed's stagflation fear
http://money.cnn.com/2008/01/30/markets/morningbuzz/index.htm?postversion=2008013011
Bernanke taking charge?
Fed policy panel begins second day of talks; decision set for around 2:15 pm
http://www.marketwatch.com/news/story/bernanke-asserts-himself-seen-likely/story.aspx?guid=%7BA95D4CFC%2D241D%2D49C6%2D9DF1%2DD64B3CE5E158%7D
CNBC Survey: Wall Street Thinks Fed Got It Right -- Again
By CNBC.com | 30 Jan 2008 | 04:14 PM ET
A new CNBC survey of Wall Street professionals Wednesday shows overwheming approval of the Federal Reserve half-point interest rate cut earlier today.
Of the almost 50 money managers, investment strategists and professional economists responding to CNBC's "Trillion Dollar Snap Survey" today, 78 percent say the Fed did the right thing when it lowered its fed funds target to 3.0% from 3.5%. On the other hand, 18 percent think Chairman Ben Bernanke and his fellow policy-makers should have only cut by one-quarter point.
Just after the Fed's surprise three-quarter of a point rate cut on January 22, 74 percent told us the Fed made the right move.
The latest CNBC survey also shows fewer respondents see a U.S. recession in 2008 than a week ago. The survey puts the probability of an economic contraction at 47.25%, down from 54.50% in the January 22 poll.
© 2008 CNBC.com
http://www.cnbc.com/id/22919125
Analistas ainda acreditam num ano positivo para as acções nacionais
Diz a estatística que o desempenho dos mercados no primeiro mês é um bom indicador da tendência do ano. É o chamado "Barómetro Janeiro". A queda de 13% do PSI-20 até ontem não parece bom presságio, sobretudo para quem é supersticioso. ( :D)
Mas 2008 pode bem revelar-se um exemplo de que este indicador não passa de estatística, e nem sempre se confirma. Os analistas continuam confiantes que os mercados accionistas vão dar a volta por cima e terminar o ano com ganhos. Um optimismo que se estende à bolsa de Lisboa.
"Olhando para o panorama geral, as empresas portuguesas encontram-se atractivas sob ponto de vista fundamental, com avaliações atractivas e expectativas favoráveis nos próximos anos", afirma o "research" do Barclays.
As acções nacionais apresentam-se ainda "apelativas relativamente a temas de investimento globais (mercados emergentes, energias renováveis, etc) e a actividade corporativa, quer no que diz respeito a movimentos de consolidação, quer no que diz respeito a reestruturações de negócios ou entradas de novas empresas no mercado".
O Barclays tem um "target" de 14.700 pontos para o PSI-20, que representa um potencial de valorização de 13,37% face ao fecho de Dezembro. Para o banco o potencial para as acções "poderá ser despoletado à medida que os níveis de confiança se restabeleçam nos mercados internacionais, trazendo consigo de volta um enfoque nos fundamentais e maior disponibilidade para investir em classes de activos accionistas, ou seja maior liquidez".
As acções favoritas do Barclays para este ano são a Portugal Telecom, a EDP, a Galp Energia, o BES e a Jerónimo Martins.
BCP espera ganho de dois dígitos
Também o Millennium bcp investimento acredita que o valor das acções oferece potencial para ganhos.
"Desde há cerca de duas a três semanas que temos vindo a aconselhar o aumento da exposição em acções (índices generalistas dos EUA e Zona Euro), principalmente porque de uma forma geral os mercados se encontram extremamente subvalorizados quer em termos de indicadores mais simples como o PER (preço a dividir pelos resultados) quer com indicadores mais sofisticados que incluem na análise as taxas de juro, como seja os prémios de risco que estão a ser exigidos, os quais são historicamente muito elevados", afirma António Seladas.
Para o responsável pelo "research" do BCP, "a segurança de investir em acções desde há muito anos que não estava tão elevada". Por isso o "research" do BCP admite retornos de dois dígitos para os principais mercados de acções até final do ano. (:o)
Um dos factores que, segundo os analistas, pode "ajudar" as acções é a intervenção da Reserva Federal. Ontem a autoridade monetária cortou em 50 pontos base a taxa de referência, levando as bolsas americanas a encerrar com ganhos.
2008/01/31 - 00:12
Fonte: Canal de Negócios
Reino Unido, Espanha e Itália são economias mais expostas a um abrandamento "severo"
O elevado endividamento por parte das famílias e das empresas, bem como os problemas ao nível da competitividade colocam as economias do Reino Unido, Espanha e Itália entre as mais expostas a um abrandamento severo, considera a Standard & Poor?s num relatório publicado hoje.
A agência de notação financeira, que baseia a sua análise em parâmetros de endividamento e competitividade, realça que os receios de recessão nos Estados Unidos e o abrandamento económico mundial poderão ter maior influência em países com maiores problemas competitivos.
Também as economias mais afectadas pelos elevados níveis de endividamento poderão assistir mais rapidamente a um enfraquecimento da sua actividade económica.
A S&P destaca ainda que, do ponto de vista da dívida, os países podem dividir-se em dois grupos. Os primeiros, onde se encontra o Reino Unido, a Espanha e a Irlanda, que se caracterizam pela elevada taxa de crédito bancário.
Ainda assim, os juros no Reino Unido e na Irlanda são baixos, enquanto na Espanha são relativamente altos, apesar de terem vindo a diminuir. Num cenário de crise do crédito hipotecário, maiores dificuldades de acesso ao crédito vão afectar mais estes países.
Num segundo grupo, surge a França e a Itália, onde os níveis de dívida são menos elevados. Neste sentido, as restrições no acesso ao crédito vão afectar menos estes países. Além disso, o facto de haver maiores taxas de poupança na França e na Alemanha indica que os consumidores deste países vão ser menos pressionados num cenário de abrandamento económico.
Em termos competitivos, o estudo sugere que a competitividade da Espanha e da Itália tem vindo a diminuir nos últimos anos. De acordo com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), a Itália decresceu 16%, enquanto a Espanha recuou 40% desde 2000. A França viu a sua competitividade deteriorar-se cerca de 5% entre 2004 e 2005, mas recuperou nos últimos dois anos, enquanto a Alemanha registou melhorias de 3% desde 2000.
Quanto ao Reino Unido, a S&P considera que a economia se depara com um duplo risco de, por um lado, assistir a um abrandamento do consumo e, por outro, ter menos exportações. Esta análise levou a casa de investimento a rever as previsões de crescimento para 2008 da economia britânica de 2% para 1,5% e de 3,8% para 2,3% para a Espanha.
Quanto à Itália, a S&P mantém uma estimativa de crescimento para este ano próxima da esperada pelo Banco de Itália, de 1,3%.
2008/01/31 - 12:33
Fonte: Canal de Negócios
Pedidos de subsídio de desemprego aumentam mais do que o previsto
Os pedidos de subsídio de desemprego aumentaram mais do que o previsto na semana passada e para máximos de 27 meses, assinalando que o mercado laboral está a enfraquecer.
Os pedidos avançaram em 69 mil para 375 mil na semana que terminou dia 26 de Janeiro, anunciou hoje o Departamento do Trabalho.
O aumento foi o maior desde o furacão Katrina em Setembro de 2005.
Os economistas consultados pela Bloomberg esperavam uma subida para os 319 mil pedidos.
2008/01/31 - 13:42
Fonte: Canal de Negócios
Viva Tiago...
Ve lá se o indice Dow Jones vem abaixo para fechar perto de 12 400.... ;)
Um abraço... Excelente trabalho continua..... ;)
Citação de: domingos em Janeiro 31, 2008, 19:36
Viva Tiago...
Ve lá se o indice Dow Jones vem abaixo para fechar perto de 12 400.... ;)
Um abraço... Excelente trabalho continua..... ;)
"LOL".... :P erro....
minimo possivel para continuaçao de
recuperaçao de eliminaçao de short no movimento principal.... 12400-12350...
suporte principal do movimento de recuperaçao.... 12520(perto)
resistencia principal para amanha... 12750- 12800... caso assuma suporte cedo a valores de 12700 mais uns "trocos" com um minimo a valores perto de 12600.... tem possibilidade de ir testar os 13,000 (perto) ainda amanha....
Um abraço BN.....
Poixx...Domingos, tudo o que mencione bond insurers...fará cair como subir!
A situação destas, é o melhor indicador técnico dos mercados nesta fase!
Esperemos que as boas notícias se mantenham,...
BN.
boas noites... :)
Amanha é para baixo que devemos ir pois as bolsas americanas deverão cair
o fecho da sessão de hoje já foi feito em ligeira queda dos valores que atingiu
durante o dia e eu não gosto disso ainda por cima fut nasd e down no red ...!
(No entanto, a agência de notação financeira S&P não trouxe boas notícias perto do final da sessão.)
Emfim resta esperar por amanhã...!! ::)
PT e BCP reforçam peso no PSI-20
A nova carteira do índice PSI-20 só entra em vigor a 4 de Março, mas é já possível perceber quem beneficia com ela. As cotadas mais favorecidas ? além da Teixeira Duarte que passa a integrar o cabaz ? são a Portugal Telecom e o Banco Comercial Português.
Estes dois "pesos pesados" aumentam substancialmente os pesos no índice, de acordo com a simulação efectuada pelo Jornal de Negócios com base nos novos dados da Euronext, uma vez que os factores de correcção do BCP e da Portugal Telecom aumentaram significativamente. Estes dois factores são calculados de forma a permitir que nenhuma cotada tenha um peso de mais de 15% no PSI-20. Mas esta limitação é determinada apenas no momento de revisão do índice e com base nas cotações de fecho de 2007.
Fruto da forte queda das cotações, o BCP tem actualmente um peso de 9,66% no PSI-20, mas como o corrector à capitalização bolsista foi alterado (passou para 0,7161397128), se todas as cotações se mantiverem inalteradas até 4 de Março, o banco liderado por Santos Ferreira terá um peso de 12,15% no índice.
O banco continua a ter um peso inferior a 15%, mas a Portugal Telecom volta a superar esta fasquia. Passa de um peso actual de 13,54% para quase 17%, nível que poderá continuar a aumentar até à próxima revisão do índice, desde que apresente um comportamento em bolsa superior às suas "parceiras" de índice.
Só a EDP terá um peso superior ao da PT, mas a eléctrica será das mais castigadas com a revisão. Com um factor de correcção à capitalização de 0,577, a EDP terá uma ponderação de 16,91%, inferior aos 18,56% actuais.
Construção ganha peso
Para além dos pesos no índice, a Euronext confirmou também na sexta-feira passada que a Teixeira Duarte vai substituir a Impresa no índice, uma alteração que fica marcada pelo adeus das empresas de media do PSI-20 e pelo reforço das companhias de construção.
O índice passa a ter três construtoras (Mota-Engil e Soares da Costa já integram o "benchmark"), mas ainda assim o seu peso conjunto é diminuto, pois fica pouco acima dos 2%.
2008/02/04 - 00:01
Fonte: Canal de Negócios
CTT vão ter concorrência em todos o negócios a partir de 2011
Os serviços postais ficam totalmente liberalizados a partir de 2011. Isto porque foi aprovado que a abertura dos mercados na Europa ocorra até 31 de Dezembro de 2010. A decisão é definitiva. No final da passada semana, o Parlamento Europeu deu o passo que faltava com a votação favorável à proposta da Comissão Europeia. Agora, e depois de aprovada pelos eurodeputados, falta apenas publicação em Jornal Oficial.
O Parlamento Europeu optou assim por manter os prazos aprovados pelos Estados-membros no decorrer da presidência portuguesa da União Europeia. Aliás, segundo fonte em Bruxelas, o Parlamento Europeu, quase de forma inédita, manteve inalterada a proposta do Conselho Europeu que por sua vez tinha aceite algumas das propostas parlamentares.
2008/02/04 - 01:30
Fonte: Canal de Negócios
Bruxelas quer gás ibérico para substituir Rússia
Este era o sinal que Portugal, Espanha e França esperavam ouvir: a Comissão Europeia (CE) está disponível para apoiar, política e financeiramente, a construção de novas infra--estruturas que viabilizem a criação do mercado de gás do Sul da Europa, com a ligação da Península Ibérica a França, através de Espanha.
"No âmbito de um plano transeuropeu, daremos todo o apoio se concluirmos que os projectos de construção de novas infra-estruturas de interconexão, [nomeadamente, o gasoduto Midcat], são cruciais "para a criação do mercado regional, a caminho do mercado único europeu da energia, assumiu na semana passada o comissário Europeu da Energia, Andris Piebalgs, num encontro com jornalistas portugueses em Bruxelas.
2008/02/04 - 00:15
Fonte: Canal de Negócios
"O mercado português está barato e tem muitas acções com upside"
Depois das últimas três semanas, Pedro Pintassilgo, responsável da F&C Investments em Portugal, não tem dúvidas: "O mercado português está barato e tem muitas acções com ´upside´ muito interessante. Alguns títulos chegam a 100%."
Embora reconheça que o facto de o índice PSI-20 estar a negociar a preços historicamente baixos "não é garantia por si só que o mercado vai subir", o mesmo responsável, que no ano passado foi o melhor gestor de acções nacionais com o fundo Millennium Acções Portugal, considera, contudo, que "é uma garantia de que quem entra no mercado, não está a comprar gato por lebre".
Mas alerta: "No curto prazo, a probabilidade de perdas no mercado de acções é grande, por causa da volatilidade alta. Ganhar no curto prazo é a cereja no topo do bolo". É nos sectores da construção, energia e pasta que o gestor encontra maior valor.
2008/02/04 - 07:42
Fonte: Canal de Negócios
Seis acções para lucrar com a crise
Os analistas dizem que as acções estão atractivas depois das quedas nos últimos meses. Mas em quais apostar" O Jornal de Negócios analisou as empresas do PSI-20 à luz de seis indicadores para chegar aos melhores "trunfos" da bolsa portuguesa.
São seis as melhores acções para lidar com a crise: Portugal Telecom, Semapa, BPI, BES, Portucel e Cimpor.
Saiba mais no Investidor Privado, hoje nas bancas com o Jornal de Negócios.nc
2008/02/04 - 07:40
Fonte: Canal de Negócios
Nota: (a nossa mina! ;))
Somincor investe na produção de zinco e prata (Diário de Notícias) A empresa vai aplicar 80 milhões na exploração da zona do Lombador A Somincor vai expandir a sua área de exploração nas Minas de Neves Corvo, no concelho de Castro Verde, com a criação de um segundo poço de extracção e de uma nova lavaria. Dados a que o DN teve acesso esclarecem que o objectivo é começar a produzir zinco, chumbo e prata daqui a três anos na zona do Lombador, uma pequena localidade a cerca de cinco quilómetros do complexo mineiro.
F&C defende que esta é a altura de pôr dinheiro nas acções
A F&C está a antever uma recessão económica nos Estados Unidos. No entanto, desvaloriza o impacto desse cenário nos mercados. "Não achamos que a recessão possa levar a uma contracção drástica nos mercados de capitais", afirmou Paul Niven, director da área de alocação de activos da F&C.
Niven argumenta que esta recessão distingue-se das passadas pelas avaliações do mercados. Segundo o responsável, os preços que os investidores estão a pagar face aos lucros (PER - "price earnings ratio") estão em níveis muito inferiores aos de períodos de recessão anteriores. "Em média, há uma queda de 20% dos lucros em recessões. O que quer dizer que, actualmente, os resultados terão cair um terço", explicou.
O responsável acredita que a recente correcção dos mercados accionistas resultou, sobretudo, de uma onda de pânico por parte dos investidores, a qual atingiu uma dimensão que não se via desde o "bear market" de 2002/3. E é esta maior aversão ao risco que o leva a concluir que "esta é a altura para pôr dinheiro nas acções". Na sua opinião, as acções ainda são a classe de activos com avaliações mais atractivas.
Vai haver uma "bolha" nos mercados emergentes
Neste contexto de alguma turbulência, Paul Niven considera que "os mercados emergentes estão melhor posicionados para serem os mais beneficiados da última fase do ´bull market´ (alta das acções)".
Também para Jeff Chowdhry, responsável da F&C pelos mercados emergentes, estes países são os motores da economia global. Brasil, Rússia e Egipto são os preferidos. No entanto, é preciso alguma cautela.
"Garanto que estamos a caminhar para um bolha especulativa nos mercados emergentes. Só não sei é quando vai rebentar", alerta Chowdhry. O responsável assegura, apenas, que esse cenário não irá ocorrer este ano. "Nunca vi uma bolha rebentar com os PER tão baixos", afirma.
2008/02/04 - 11:40
Fonte: Canal de Negócios
Lisboa ganha mais de 1% com fortes subida da Galp e grupo Sonae
A bolsa nacional mantém a tendência positiva do arranque da sessão, com o PSI-20 a somar 1,24% e a liderar os ganhos entre os congéneres europeus. Para a subida do índice principal estão a contribuir as valorizações dos títulos do grupo Sonae, e também a Galp Energia que sobe mais de 4%.
O índice português [psi20] avançava para os 11.494,89 pontos, com a maioria dos títulos em alta, num dia de recuperação. Na Europa, os principais índices acumulam ganhos em torno dos 0,7%, impulsionados pelos movimentos de consolidação, depois do mote dado pela Microsoft ao lançar uma oferta sobre a Yahoo!.
Lisboa beneficia deste sentimento positivo, numa sessão em que os títulos do grupo Sonae se destacam. A "holding" avança 4,37% para 1,315 euros, movimentação acompanhada pela Sonae Indústria [soni] que soma 4,84%, e pela Sonaecom [snc] que segue em alta de 6,8%, a cotar nos 2,67 euros.
Esta é já a quarta sessão consecutiva de ganhos para os títulos da dona da Optimus. Em apenas quatro sessões, as acções da empresa liderada por Ângelo Paupério já avançaram mais de 20%.
A mais recente cotada do mercado nacional, a Sonae Capital [sonc] seguia a ganhar 2,21% para 1,85 euros, animada pelo início da cobertura das suas acções por parte do BPI, que avalia os títulos em 2,50 euros e recomenda aos seus clientes a compra das acções da empresa liderada por Belmiro de Azevedo.
Além do grupo Sonae, a contribuir para a valorização do índice está também a Galp Energia [galp pl] que soma 4,38% para 16,70 euros, no dia em que é notícia que a Amorim Energia e a Sonangol pretendem limitar a posição da Eni no capital da petrolífera.
Ainda no sector energético, a EDP [edp] seguia em queda de 0,81%, para 4,31 euros, depois dos ganhos acumulados na semana passada. O BPI [bpin] também cedia 0,72% para 3,47 euros, enquanto o BES e o BCP seguiam em alta. O BES [besnn] avançava 0,76%, enquanto o maior banco privado nacional somava 0,96% para 2,06 euros.
A Semapa [sema] também dava o seu contributo para a valorização do PSI-20, ao somar 4,2% para 8,44 euros, assim como a sua participada, a Portucel [ptcl] que soma 4,48% para 2,10 euros, depois de ter confirmado que está a negociar com a Staples o fornecimento internacional desta companhia.
A Mota-Engil [egl] somava 3,4%, enquanto a Soares da Costa [sco] subia 4,6% para 1,82 euros. A Teixeira Duarte [txde] disparava 10,64% para 1,56 euros, animada pelo facto de, a partir de 4 de Março, passar a integrar o índice principal, o PSI-20, em substituição da Impresa.
A companhia de media liderada por Francisco Pinto Balsemão seguia a perder 1,31% para 1,51 euros, enquanto a Cofina [cofi] somava 3,45%. A outra empresa liderada por Paulo Fernandes, a Altri [altr], avançava 2,18% para 4,455 euros.
2008/02/04 - 12:11
Fonte: Canal de Negócios
Serviços dos EUA entram em contracção em Janeiro
O sector dos serviços norte-americano registou, inesperadamente, uma contracção em Janeiro, provocado pela quebra do sector imobiliário que deu origem a um arrefecimento dos gastos dos consumidores.
O índice ISM para os serviços, responsável por cerca de 90% da economia norte-americana, caiu para 41,9 pontos, o nível mais baixo desde Outubro de 2001. Este valor compara com os 54,4 pontos registados no mês anterior. Uma leitura inferior a 50 pontos corresponde a uma contracção.
As quebras de vendas de casas, a descida dos preços dos imóveis, os problemas no sector financeiro, a subida de juros nos EUA no ano passado, a subida dos combustíveis, entre outros factores, provocaram uma diminuição dos gastos dos consumidores norte-americanos, o que se está a repercutir no crescimento económico e no desempenho do sector dos serviços.
As previsões têm apontado para que a economia dos EUA entre em recessão, depois da crise de crédito de elevado risco ter-se instalado nos mercados. Mesmo com as descidas de juro efectuadas pela Reserva Federal (Fed) norte-americana, as previsões apontam para que a economia dos EUA não consiga escapar a uma recessão.
Os últimos dados divulgados pelo Departamento do Comércio revelaram que o produto interno bruto (PIB) dos EUA cresceu 0,6% no quarto trimestre de 2007, metade do esperado, num período em que o mercado hipotecário enfraqueceu mais e o consumo das famílias arrefeceu.
2008/02/05 - 14:15
Fonte: Canal de Negócios
Europa receia recessão económica nos Estados Unidos e cai perto de 3%
Os mercados europeus encerraram em forte queda depois de ser conhecido que o sector dos serviços norte-americano recuou para o nível mais baixo desde Outubro de 2001. Este dado vem aumentar os receios de uma recessão nos Estados Unidos. A National Semiconductor e a Heidelberger Druckmaschinen reviram em baixas as previsões para 2008.
O índice DJ Stoxx 50 [sx5p] caiu 2,96% para os 3.202,51 pontos, com 49 dos 50 títulos em queda. As maiores perdas ocorreram em Espanha, onde o Ibex [ibex] recuou 5,19% e na França, com o CAC 40 [cac] a recuar 3,96%.
O Dax [dax] desvalorizou 3,36%, o AEX [aex] deslizou 3,34% e o FTSE caiu 2,63%. A bolsa portuguesa não escapou a esta onda de pessimismo e recuou 3,48% para os 11.078,21 pontos.
Os mercados fecharam em forte queda depois de ser conhecido que o sector dos serviços norte-americano registou uma contracção inesperada em Janeiro, provocado pela quebra do sector imobiliário que deu origem a um arrefecimento dos gastos dos consumidores.
O índice ISM para os serviços, responsável por cerca de 90% da economia norte-americana, caiu para 41,9 pontos, o nível mais baixo desde Outubro de 2001. Este valor compara com os 54,4 pontos registados no mês anterior. Uma leitura inferior a 50 pontos corresponde a uma contracção. Com este dado aumentaram os receios de que a economia norte-americana esteja a entrar em recessão.
Na Europa, as maiores quedas estão a ocorreram no sector bancário, que recuou mais de 3,5% O Royal Bank of Scotland, o BNP Paribas, o Banco Santander, o Fortis e o BBVA perderam mais de 5%.
A ASML, maior produtora europeia de semicondutores, perdeu 3,58% e a Infineon, a segunda maior, caiu 2,91%. A CSR, produtora de "microchips" usados nos telemóveis da Nokia, perdeu 7,74% para os 489 pence.
Estas quedas ocorreram depois da National Semiconductor, produtora norte-americana de "chips" para empresas como a Apple, ter revisto em baixas as previsões de vendas para o primeiro trimestre do ano. A National Semiconductor caiu 6,78% para os 17,73 dólares.
A ARM Holdings, que produz "chips" para a Intel, caiu 20,13% para os 94,25 pence, a maior queda desde Outubro de 2002, depois de ter anunciado que os lucros do último trimestre de 2007 caíram 15% para os 9,86 milhões de libras.
A Heidelberger Druckmaschinen, maior produtora mundial de impressoras, perdeu 15,94% para os 16,66 euros, a maior queda desde Outubro de 2001. A empresa anunciou que os lucros caíram para os 42,3 milhões de euros, devido à queda de pedidos do mercado norte-americano.
2008/02/05 - 17:30
Fonte: Canal de Negócios
Responsável da Fed vê risco de "recessão suave" nos EUA
O presidente da Reserva Federal de Richmond, Jeffrey Lacker, disse hoje que há risco de a economia americana enfrentar uma "recessão suave", pelo que "podem ser necessárias" maias descidas nas taxas de juro.
"Uma economia em abrandamento necessita de uma taxa de juro mais baixa", disse Lacker, numa conferência na Virgínia, acrescentando que a proeminência de riscos à queda do crescimento significa que poderá ser necessário mais alívios na política monetária.
A Fed reduziu os juros de 4,25% para 3% no espaço de 9 dias ? o maior corte nos 20 anos de história em que o banco central utiliza as Fed Funds para conduzir a política monetária ? e o mercado antecipa mais descidas no preço do dinheiro, para a Fed impedir uma recessão na economia americana.
"A minha expectativa é que o crescimento seja fraco este ano", disse Lacker, acrescentando que os próximos indicadores económicos não saírem pior que o esperado, "não é claro que sejam necessários mais cortes nos juros".
2008/02/05 - 19:19
Fonte: Canal de Negócios
Bolsas americanas sofrem maior queda em 11 meses
As bolsas americanas acentuaram a tendência negativa que registavam no fecho das praças europeias e encerraram com a maior queda dos últimos 11 meses, depois da contracção no sector dos serviços mostrar que a economia americana está à beira de uma recessão. O Nasdaq recuou 3,08% e o Dow Jones desceu 2,93%.
Com todas as acções em queda, o Dow Jones terminou nos 12.265,13 pontos, enquanto o Nasdaq fechou a valer 2.309,57 pontos.
O índice ISM para os serviços, responsável por cerca de 90% da economia norte-americana, caiu em Janeiro para 41,9 pontos, o nível mais baixo desde Outubro de 2001, ano em que a economia entrou em recessão. Este valor compara com os 54,4 pontos registados no mês anterior. Uma leitura inferior a 50 pontos corresponde a uma contracção.
As previsões têm apontado para que a economia dos EUA entre em recessão, depois da crise de crédito de elevado risco ter-se instalado nos mercados. Mesmo com as descidas de juro efectuadas pela Reserva Federal (Fed) norte-americana, as previsões apontam para que a economia dos EUA não consiga escapar a uma recessão, um cenário que parece agora cada vez mais certo. A autoridade monetária cortou o preço do dinheiro de 5,25% para os actuais 3%.
Os investidores temem que com a economia em recessão, as empresas apresentem resultados decepcionantes. Entre as companhias que já anunciaram os resultados do quarto trimestre, os lucros desceram em média 23%. Ainda assim, quase dois terços apresentaram números que ficaram em linha com as previsões.
O sector da banca liderou as quedas em Wall Street, depois da agência de notação financeira ter ameaçado cortar o "rating" de AAA à MBIA, companhia que presta garantia às emissões de obrigações. O Citigroup caiu 7,49% e o JPMorgan cedeu 4,93%. Entre as 91 companhias financeiras do S&P só uma não fechou em queda.
Esta notícia foi anunciada após o fecho das bolsas europeias, pelo que os índices de acções americanas acentuaram as perdas nas últimas horas da sessão.
As petrolíferas também desvalorizavam, devido à queda de 2% dos preços do petróleo nos mercados internacionais, devido aos receios de recessão, que se se confirmar deverá provocar uma diminuição do consumo de combustíveis, daquele que é o maior consumidor do mundo. As acções da Exxon Mobil desceram 3,86%.
1 euro = 1,4640 dólares
2008/02/05 - 21:31
Fonte: Canal de Negócios
a correccao de hoje apesar de um pouco forte ate e bem vinda para se ir reforcando algumas posiccoes que tenho mais a baixo......... ja estava a estranhar isto ir tao rapido e ate parecia que nao se tinha passado nada, para quem nao apanhou o comboio la mesmo em baixo e bom comecar a reservar alguns lugares, devagarinho se vai ao longe.......... nao estou tao pessimista como muita gente e acho que temos muitas accoes que ate meio do ano podem dar um kucro consideravel.
Cotadas aproveitam crise para comprar acções próprias
A forte queda dos mercados tem sido aproveitada por algumas empresas cotadas na Bolsa de Lisboa para comprar acções próprias. Mota-Engil, Portucel, Cimpor e Novabase gastaram 15,5 milhões de euros na recompra de títulos em Janeiro.
A subavaliação das acções e uma tentativa de dar um sinal de confiança aos investidores são alguns dos factores que motivam estes movimentos, numa altura de grande incerteza nos mercados.
Em Janeiro, o PSI-20 perdeu 14,25%, pressionado pelo sentimento negativo vivido nos mercados accionistas, devido aos efeitos da crise financeira. Os analistas consideram que esta desvalorização coloca as acções a níveis atractivos e aconselham os investidores a entrarem no mercado, aproveitando os preços baixos das acções. Um conselho que as empresas cotadas estão a por em prática.
2008/02/06 - 00:01
Fonte: Canal de Negócios
THE TECHNICAL INDICATOR
U.S. markets sell off from major resistance
http://www.marketwatch.com/news/story/us-markets-sell-off-sharply/story.aspx?guid=%7B848AF2E3%2D36FF%2D4038%2D94E6%2D0FAFB0763A76%7D
Don't Worry--Recessions Can Be Good Time to Invest
http://www.cnbc.com/id/23012953
Disney Profit Blows Past Forecasts; Shares Jump
http://www.cnbc.com/id/23015251
BHP Billiton Launches $147 Billion Bid for Rio Tinto
http://www.cnbc.com/id/23017392
S&P Stock Screen Uncovers "What Buffett Would Buy"
http://www.cnbc.com/id/23009694
"Problemas nas seguradoras de obrigações ameaçam criar novo "tsunami" nos mercados
O presidente executivo do Deutsche Bank, Josef Ackerman, afirmou hoje que a redução do "rating" das seguradoras de emissões obrigacionistas coloca riscos elevados para os mercados de crédito, comparáveis ao "subprime".
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André Veríssimo
[email protected]Pode ser um 'tsunami', comparável ao 'subprime'", disse Ackerman, numa entrevista à Bloomberg TV, realizada hoje, após a apresentação de resultados do banco.
Em causa está a classificação da dívida das maiores seguradoras de obrigações americanas, a MBIA Inc, a Ambac e a Financial Guaranty Insurance. Estas companhias vendem seguros para emissões de dívida, garantindo o pagamento do capital, caso as empresas que emitem as obrigações entrem numa situação de falência.
A queda abrupta no valor das emissões de dívida sobre hipotecas, garantidas por estas seguradoras, está a levar as agências de "rating" a reverem a sua classificação de risco. A Fitch baixou o mês passado a classificação da Ambac para "AA" e avisou a semana passada que pode fazer o mesmo com a MBIA.
Caso essa revisão em baixa se materialize, o valor das emissões de dívida cairá ainda mais, causando mais turbulência nos mercados. Além das seguradoras, também os bancos serão penalizados, vendo-se obrigados a contabilizar ainda mais perdas.
Para manterem os "ratings", as seguradoras estão a tentar injectar capital, melhorando os seus rácios.
O Deutsche Bank registou uma queda de 48% nos lucros no quarto trimestre, para 953 milhões de euros, evitando as fortes perdas relacionadas com o "subprime" que têm provocado prejuízos recorde em alguns dos maiores bancos do mundo."
Congress Expected to Pass New Stimulus Plan Today
http://www.cnbc.com/id/23054994
Estes negócios de bastidores...quando querem mostrar serviço!...este ano de eleições pesa muito...parece que é um bocado chato entregar o poder com a economia em recessão, os cofres limpos e hipotecados, e graves problemas financeiros por resolver...o que é que a malta americana iria dizer?...Bush por mais 4 anos se fosse possível!!! (espertos como são) :D
cump.
PS: O mais provável é...tapar um sol com uma peneira por mais uns meses, e depois "descobrirem" outra vez que a economia está em recessão, os cofres limpos e ainda mais hipotecados, e os graves problemas financeiros agravaram e continuam por resolver...
Trichet diz que Zona Euro continua a crescer e que situação não é comparável à dos EUA
A situação económica na Zona Euro, onde continua a observar-se um crescimento significativo, não é comparável à dos Estados Unidos, sublinhou hoje o presidente do Banco Central Europeu (BCE), em entrevista publicada por quatro meios de comunicação japoneses.
"Os fundamentais da nossa economia são sólidos e estamos a observar um crescimento contínuo, o que é significativo", apesar de "os riscos para a economia real pesarem para o lado negativo". Já nos Estados Unidos, um forte abrandamento é "muito, muito provável", disse Jean-Claude Trichet, ao frisar que "a economia europeia não é a dos EUA" e que "os dois lados do Atlântico não estão na mesma situação".
Ao contrário do BCE, que parece preferir "esperar para ver", a Reserva Federal norte-americana baixou energicamente as taxas de juro, de 4,25% para 3% no espaço de pouco mais de uma semana, para tentar contornar o risco de uma recessão.
Mas na Zona Euro, onde as taxas de juro persistem em 4%, os sinais são mistos, precisa Trichet. "Tivemos alguns dados que apontam para o lado mais negativo, mas nalgumas situações vemos números positivos. A produção industrial recente foi um pouco melhor do que a anterior e temos visto o instituto alemão Ifo a divulgar índices (de confiança) melhores que o antecipado", exemplificou.
2008/02/11 - 11:59
Fonte: Canal de Negócios
Credit Suisse Net Falls on SF1.3 Billion Writedowns (Update1)
By Elena Logutenkova
Feb. 12 (Bloomberg) -- Credit Suisse Group, Switzerland's second-biggest bank, said fourth-quarter profit fell 72 percent on lower earnings at the securities unit after writedowns of 1.3 billion Swiss francs ($1.2 billion) on debt and leveraged loans.
Net income fell to 1.33 billion francs, or 1.21 francs a share, from 4.67 billion francs, or 4.12 francs, a year earlier, the Zurich-based bank said in a statement today. That missed the 1.43 billion-franc median estimate of 11 analysts surveyed by Bloomberg.
Credit Suisse's markdowns in the quarter compare with $14 billion at UBS AG, the country's biggest bank, and 44 million euros ($64 million) at Frankfurt-based Deutsche Bank AG. Chief Executive Officer Brady Dougan scaled down subprime-related holdings before the slump led to more than $145 billion in writedowns and loan losses at the world's biggest banks.
``They've dodged the worst of the bullets in terms of writedowns, certainly in 2007,'' Bear Stearns Cos. analyst Christopher Wheeler said before the release. Earnings now depend on ``how far capital markets revenues fall during the course of 2008,'' he said.
Revenue fell 13 percent to 9.4 billion francs, with investment-banking down 36 percent to 3.9 billion francs on writedowns of leveraged loans, commercial and residential mortgage-backed securities and collateralized debt obligations. The company said it expects ``continuing turmoil in the credit markets'' in the ``near term.''
``We contained the impact of the credit-market dislocation in investment banking and increased revenues from the previous quarter,'' Dougan said in the statement. ``We are well- capitalized and conservatively funded.''
Mortgage Alert
Credit Suisse fell 36 percent in Zurich trading over the past 12 months, cutting its market value to 65.2 billion francs. The 60-member Bloomberg Europe Banks and Financial Services Index fell 34 percent in the same period.
The company got 54 percent of 2006 profit from operations before taxes from the investment-banking unit, which Dougan ran for three years before becoming CEO in May. Credit Suisse booked a gain of 1.82 billion francs in the fourth quarter of 2006 for the sale of its Winterthur insurance unit to AXA SA.
Managers at the SPS mortgage-servicing unit alerted the executive board to concerns about subprime assets in 2006. By the end of that year, the company had originated about 40 percent fewer subprime mortgages than in 2005, Dougan has said.
Credit Suisse had net third-quarter writedowns of 2.2 billion francs on collateralized debt obligations, residential and commercial-backed securities and leveraged loans.
Deutsche Bank
Deutsche Bank, which controls Europe's biggest investment bank by revenue, last week reported a smaller-than-expected decline in fourth-quarter profit, managing to avoid any net writedowns on bonds after booking gains from hedges. CEO Josef Ackermann said the outlook for market-related businesses remains ``challenging'' in 2008.
UBS will publish details on Feb. 14 of its 12.5 billion- franc fourth-quarter loss, the biggest ever for a bank. For the year, UBS's loss amounted to about 4.4 billion francs, it said on Jan. 30, reporting lower earnings than Credit Suisse for the first time since being created in a merger in 1998.
Credit Suisse may suffer this year from a revenue slowdown or potential writedowns from commercial mortgage-backed securities and leveraged loans, analysts including ABN Amro Holding NV's Kinner Lakhani have said.
The bank ranked fifth among global CMBS underwriters in the first nine months of 2007, Lakhani said. It also ranked fifth among bookrunners for leveraged loans in the Europe, Middle East and Africa region last year, according to Bloomberg data.
Job Cuts
Credit Suisse said last month it is cutting about 500 jobs at the investment-banking division worldwide to meet reduced demand for some services. The job cuts will be mainly in the global securities unit, which includes equities and fixed-income trading and origination, it said.
``Going into a likely revenue slowdown, Credit Suisse's investment bank has the advantage of more cautious headcount increases and greater non-staff cost efficiencies over the past three years,'' Citigroup analysts Jeremy Sigee and Kiri Vijayarajah wrote to clients on Feb. 4. ``It may have much greater flexibility than peers.''
At the same time, it plans to expand in private banking by adding about 1,000 wealth management advisers through 2010. The bank has opened new offices in the U.S. as part of a business revamp there and is also looking to invest in operations in Singapore and Hong Kong, where it lags behind competitors.
Confiança dos investidores recupera inesperadamente na Alemanha
A confiança dos investidores na Alemanha recuperou inesperadamente em Janeiro, sugerindo que a maior economia europeia está a resistir relativamente bem ao impacto da crise financeira.
O índice calculado pelo ZEW ? um dos institutos de referência alemães ? subiu de menos 45, o valor mais baixo dos últimos 15 anos, para menos 39,5, reflectindo, em especial, a expectativa de uma melhoria das condições de negócio para os sectores exportadores.
De acordo com a análise do instituto alemão, o pior da crise será ultrapassado nos próximos seis meses e não é de antecipar que as restrições no crédito e as perdas acumuladas pelo sector financeiro mundial ? que deverão rondar os 400 mil milhões de dólares ? conduzam a uma recessão económica.
Essa é também a opinião do ministro alemão das Finanças. Peer Steinbrück disse hoje em Bruxelas, onde se encontra para participar no encontro mensal entre os seus colegas europeus (Ecofin), que a Zona Euro está a caminhar para uma desaceleração no crescimento, mas não para uma recessão, sinónimo de pelo menos dois trimestres consecutivos de quebra em cadeia do PIB.
2008/02/12 - 10:18
Fonte: Canal de Negócios
Euro reduz perdas com aumento da confiança na Alemanha
O euro voltou a negociar acima dos 1,45 dólares depois de ter sido divulgado que a confiança dos consumidores alemães aumentou em Janeiro. A moeda única descia 0,04%.
O euro [eur] cotava nos 1,4511 dólares. Ao início da manhã, a moeda única desvalorizou um máximo de 0,15% para 1,4497 dólares mas após a divulgação do dado económico na Alemanha recuperou para níveis acima dos 1,45 dólares.
O índice ZEW, que mede a confiança dos investidores alemães, aumentou inesperadamente em Janeiro indicando que a maior economia da Zona Euro está a
conseguir resistir apesar do abrandamento económico nos Estados Unidos.
O euro tem sido penalizado pelos receios de que o abrandamento económico nos Estados Unidos afecte as economias europeias levando o Banco Central Europeu a reduzir os juros na Zona Euro.
2008/02/12 - 10:25
Fonte: Canal de Negócios
Governador da Fed defende que corte de juros é "apropriado" para evitar recessão
O presidente da Reserva Federal de St Louis, William Poole, considera que uma política de redução de juros é apropriada para lidar com o abrandamento económico e acredita que os Estados Unidos vão conseguir evitar uma recessão.
"A melhor aposta é que nós não vamos ter uma recessão", disse o responsável, citado pela Bloomberg adiantando que pensa que a política de actuação da Fed está bem posicionada para combater as preocupações a longo termo e minimizar o impacto da crise do sector financeiro.
Os investidores esperam que o banco central norte-americano volte a baixar o preço do dinheiro em meio ponto percentual em meados de Março. A Fed já desceu os juros em 3% desde Setembro passado, na tentativa de evitar a primeira recessão económica nos Estados Unidos desde 2001.
Poole adiantou ainda que o consumo apenas está "calmo" e que a situação actual "é muito diferente das restantes recessões". Ainda assim o presidente da Reserva Federal de St Louis reconheceu que há um abrandamento e que as pessoas "não estão tão optimistas ou compradoras, como estavam antes" .
De acordo com a Bloomberg, o mercado acredita que a autoridade monetária norte-americana vai ter que cortar a sua taxa directora até 2,5%, face aos actuais 3%, na próxima reunião de 18 de Março.
Publicado 12 Fevereiro 2008 11:49
10 lições de Warren Buffet ;)
Tinha seis anos quando fez o primeiro negócio. Comprou seis latas de Coca-Cola ao preço unitário de 25 cêntimos e vendeu--as a 30, descobrindo a importância da margem de lucro. Agora, é o segundo homem mais rico do mundo, o que se deve à sua eficácia e disciplina como investidor. Warren Buffett só compra negócios que entenda e não se assusta quando as bolsas estão de mau humor.
http://www.negocios.pt/default.asp?Session=&CpContentId=311069
Feds to Unveil New Mortgage-Help Plan
By MARCY GORDON
http://ap.google.com/article/ALeqM5iPpplpVSr2ixU2laMGwo2QnmANHQD8UOQE200
Bancos dos EUA anunciam medidas para reduzir dificuldades em pagar créditos
O Bank of América, o Citigroup e mais quatro bancos de crédito norte-americanos vão anunciar novas medidas para ajudar clientes com maiores dificuldades em pagar os seus empréstimos, de modo a que possam manter a sua casa.
De acordo com fontes citadas pela Bloomberg, que preferiram não ser identificadas, os bancos vão oferecer um mês de formação às pessoas em risco de perder a sua habitação ou com uma história de crédito mais complicada.
A iniciativa surge após uma semana de conversações entre as instituições, que foram fortemente afectadas pela crise do crédito hipotecário de alto risco, e o secretário do Tesouro norte-americano, Henry Paulson, e vai ser aplicada em clientes com o pagamento do empréstimo em atraso há pelo menos três meses ou com histórias de crédito mais problemáticas.
A crise do sector imobiliário está a levar a uma retracção no consumo e está a afectar o mercado de emprego, com a economia em risco de entrar em recessão.
JP Morgan Chase, Wells Fargo, Washington Mutual e Countrywide Financial também vão participar no projecto, que pretende evitar que as instituições financeiras se deparem com situações idênticas às que levaram à crise do "subprime", com as pessoas sem capacidade para responder aos seus empréstimos.
Apesar dos recentes cortes de juro nos Estados Unidos, Henry Paulson estima que ainda haja muitos proprietários em dificuldade.
http://www.negocios.pt/default.asp?Session=&CpContentId=311202
e já temos justificação para a subida :)
é realmente fantástica a forma casual como se estabelece relações de causa-efeito.
isto não muda nunca e é esse um dos fascínios da bolsa para mim.
cumprimentos,
bluexip
Poixx....mas neste caso justifica-se!...
Uma notícia destas não se vê todos os dias...e como o Buffett é o papa dos americanos!...quando o homem fala, as coisas têm logo impacto nos mercados!...
Enfim...vamos é ver se não vem outro dizer que a situação das Bonds insurers, é insustentável e que mais vale deixar cair o sistema do que tentar reparar o actual!...resultado....lá vinha as bolsas todas para baixo outra vez! :D
Cada vez mais, é reacção às notícias e mais nada...PER, EPS,....para quê?....ao fim ao cabo, a avalanche da manada, leva tudo à frente! Basta qualquer um vir mandar uns bitaites para os orgãos de comunicação, que põe tudo em estado de guerra! Deviam era por portugueses a falar...o Durão bem falou...mas alguém lhe deu ouvidos?!...notícias(zzzzzz)...
Se as coisas continuam assim, daqui a uns tempos anda tudo com olhos tortos!...um olho nos EUA outro na Europa....um gajo não aguenta muito tempo assim... :D
cump.
Cá tá...... :D :D ...afinal o que faz mexer os mercados é:
Bolsas europeias terminam em máximos de duas semanas com discurso de Buffett
As bolsas europeias terminaram a sessão em máximos de duas semanas, depois de Warren Buffett se ter oferecido para ressegurar 800 mil milhões de dólares de dívida municipal das seguradoras de emissões obrigacionistas MBIA, Ambac Financial Group e FGIC.
O índice europeu Dow Jones Stoxx 50 encerrou a valorizar 3,48%, num dia em que o discurso de Buffett animou as principais praças mundiais. O investidor anunciou que a sua proposta não inclui os activos relacionados com os empréstimos de crédito hipotecário de alto risco, que provocaram mais de cinco mil milhões de dólares (3,4 mil milhões de euros) de perdas no último trimestre de 2007.
"Se alguém com dinheiro no bolso e muita paciência deseja arriscar, então isso está a suportar o mercado", adiantou Félix Lanters, da Theodor Gilissen Bankiers. O mesmo responsável considera que, tendo em conta a turbulência nos mercados, qualquer tentativa de ultrapassar a crise é positiva.
A impulsionar as bolsas esteve ainda a subida inesperada da confiança dos investidores alemães, o que pode sugerir uma melhoria da actividade económica da Alemanha.
O Barclays, o terceiro maior banco inglês, disparou 5,8% para os 454 pence, enquanto o UniCredit somou mais de 5,7% para os 4,81 euros. Ainda no sector financeiro, o BBVA valorizou 3,09% para os 13,67 euros e o BNP Paribas cresceu 3,74% para os 60,67 euros.
Em alta terminou ainda o sector petrolífero, com a Shell a ganhar 4,48% para os 1794 pence e a Repsol, que avançou 4,79% para os 22,10 euros.
O índice de Amesterdão, o AEX [AEX], foi o que mais subiu, ao ganhar 3,78%, seguido do FTSE, que valorizou 3,54%, enquanto o Ibex [IBEX], de Madrid, somou 3,40%.
A praça parisiense [CAC] avançou 3,37% e o alemão Dax [DAX] cresceu 3,33%.
2008/02/12 - 17:09
Fonte: Canal de Negócios
eu gosto é do "máximo de duas semanas". qualquer dia faz-se notícia com "máximos dos ultimos 10 minutos" :)
Tiago, acreditar que o Buffett tem alguma influência no rumo do mercado é acreditar que influências externas alteram o rumo... o dinheiro não se movimenta tendo em conta o que alguém possa achar. nem mesmo com o que o FED faz ou deixa de fazer...
para mim, os movimentos na bolsa estão para lá dos dados fundamentais. é muito mais do que isso. e estão para lá destas opiniões ou notícias. o que estas notícias e acontecimentos fazem é atrasar ou acelerar os movimentos - ou seja, interessam apenas para o curto prazo.
o mote para subida hoje foi dado ontem com o terceiro dia positivo no nasdaq e todos os índices americanos a fecharem no topo do range dos ultimos dias. isto junto com o modo de bargain hunting/formação de fundo em que estamos actualmente é a razão para a subida de hoje.
aliás, eu prefiro que não haja estas notícias pois pode servir para os intervenientes mudarem de ideias no curto prazo. por exemplo, se um activo está com aspecto de querer subir, uma abertura em forte gap up com uma noticia qualquer pode levar a que surjam vendas para capitalizar as mais-valias ou reduzirem as perdas e levar ao bloqueio da subida.
as melhores subidas ou quedas são feitas pela calada, sem grandes burburinhos.
abraço,
bluexip
Poixx....o pior é quando estes ruìdos te estragam um trade limpo...
Está tudo a correr bem, a compra efectuada...os indicadores a disparar!...e logo a seguir, vem o gestor do fundo que movimenta biliões e xiliões :D...dizer que o caminho dos mercados é para baixo, blá, blá, blá...estamos short, porque....blá, blá,...e o que é que acontece?....ficas com o dia de trade estragado, porque apanham todas por tabela!...
Agora a sério...
Citação de: bluexip em Fevereiro 12, 2008, 18:43
o mote para subida hoje foi dado ontem com o terceiro dia positivo no nasdaq e todos os índices americanos a fecharem no topo do range dos ultimos dias. isto junto com o modo de bargain hunting/formação de fundo em que estamos actualmente é a razão para a subida de hoje.
Sim, esse positivo foi arrancado a ferros, só espero que o de hoje seja bem mais folgado!...Quanto ao bargain hunting,...vamos ver se finalmente podemos estar a dizer daqui a duas semanas, que eram mesmo!
Concordo, que o que dizes, mas como eu ando nisto ultimamente só para day-trade...todo o ruído é importante...é as coisas acalmarem...e volta-se a por os "filtros"! ;)
Abraço.
o nasdaq está neste momento a preparar-se para um pequeno sell-off intradiário... com possibilidade de fechar negativo ou flat.
aí estão os contrários a entrar contra o sentimento bull supostamente dado pela notícia...
o dow e spx dificilmente fecham negativos hoje. mais uma comutação de mercados...
cumprimentos,
bluexip
Amanha poderá haver correcções não acredito que teremos já respostas de uma inversão de tendência, talvez quinta e sexta sejam dias de tirar duvidas, eu tenho posições longas e curtas, hoje fiz mais de 20 compras e vendas, tanto as posições longas como as curtas ficaram todas positivas... amanha não estou mas os stops ficam....PS Curtas incluindo shorts
segue o setup.
notas:
1) o setup aplica-se de forma exemplar e repetível ao nasdaq compósito e s&p500. o nasdaq100 e o dow jones costumam apresentar mais variantes e são menos precisos. pode-se usar o comportamento do nasdaq como trigger nos futuros nasdaq100.
2) nem sempre um gap deste tipo no nasdaq é fechado no próprio dia. podem no entanto avaliar se há condições para ser fechado pela forma como o preço se move ou aplicando um estocástico ou indicador de momentum, se preferirem/necessitarem ter um sinal quantificado.
3) este setup costuma dar tentativa de subida no dia seguinte logo após a abertura.
cumprimentos,
bluexip
Vendas a retalho aumentam 0,3% em Janeiro nos EUA
As vendas a retalho nos Estados Unidos aumentaram inesperadamente em Janeiro, com os americanos a gastarem mais dinheiro em automóveis e gasolina, um sinal de que as compras dos consumidores ? que têm o maior peso na economia ? estão a retomar, apesar de a crise do "subprime" se intensificar.
O aumento de 0,3% nas vendas do mês passado seguem-se a um decréscimo de 0,4% em Dezembro de 2007, anunciou hoje o Departamento norte-americano do Comércio.
Se excluirmos os automóveis e a gasolina, as vendas mantiveram-se inalteradas face ao mês precedente.
O relatório agora divulgado poderá diminuir os receios de que a queda do valor das casas e o congelamento do mercado de trabalho conduzam a cortes sustentados nos gastos dos consumidores ? o que levaria a economia para uma recessão.
"O consumidor parece estar a dar a volta por cima", comentou à Bloomberg uma economista do Scotia Capital, Karen Cordes.
Segundo a estimativa média dos 81 analistas contactados pela Bloomberg, esperava-se que as vendas a retalho tivessem caído 0,3%.
2008/02/13 - 13:59
Fonte: Canal de Negócios
Tiagodandre vou por essa notícia no tópico recessão nos EUA. Penso que está relacionado com o tema.
Um abraço
Notícias que vão aguentando o Dax...
UBS predicts 'another difficult year'
By Haig Simonian in Zurich
Published: February 14 2008 07:27 | Last updated: February 14 2008 07:27
UBS on Thursday prepared investors for "another difficult year" as the biggest European casualty of the meltdown in US subprime securities confirmed that losses in fixed income trading had heavily outweighed another successful year in private banking.
The Swiss bank's full-year results confirmed the profits warning issued late last month. UBS said it lost SFr4.38bn ($3.95bn, €2.71bn) last year, and SFr12.45bn in the fourth quarter, when it booked the bulk of writedowns on its US mortgage related positions. The figures compared with net group profits of SFr12.26bn in 2006, and SFr3.41bn for the closing three months.
The group declined to give a clear outlook, pending clarification at a news conference later on Thursday. But it highlighted weaker financial markets and deteriorating economic data, "especially, but not only" in the US. While interest rate cuts would eventually bite, "it is uncertain when this will be", the bank said
UBS said it had already taken action to curb risk in fixed income trading, the source of its US subprime problems, improve controls and focus trading on business for clients, rather than its own book. Action was also being taken to reprice the cheap funding that had prompted traders to take big positions in US subprime paper.
The bank also warned of further job losses as its fixed income division withdrew from the "selected proprietary credit business in the US, Asia and Europe." However, it gave no details about additional cuts beyond the 1,500 jobs it had said would be removed when the scale of its problems began to emerge late last year.
"Last year was one of the most difficult in our history... While most of our businesses continued to be very profitable, the sudden and serious deterioration in the US housing market, in combination with our large exposure in subprime mortgage related securities and derivatives, has driven us into loss for the year", noted Marcel Rohner, chief executive.
The scale of the problems was spotlighted at the investment bank, which posted a pre-tax loss of SFr15.23bn last year, compared with pre-tax profits of SFr5.94bn the previous year.
While the overwhelming bulk of the problems lay in subprime, the group's equities and investment banking operations continued to perform successfully.
Private banking continued to do well. Pre-tax earnings in the division, which comprises global wealth management and business and retail banking in Switzerland, rose to SFr9.48bn from SFr8.14bn the previous year, while pre-tax profits in the fourth quarter hit a record SFr2.51bn.
Net new money appeared to remain strong, with inflows of SFr156bn last year, up 37 per cent on 2006. But the SFr31.7bn booked in the final quarter was only marginally up on the SFr30bn figure for October and November. While December is a traditionally weak month, the marginal increase could point to withdrawals as private clients grew uneasy about the bank's problems and succumbed to attempts by rivals to exploit its difficulties.
Copyright The Financial Times Limited 2008
IKB jumps on news of €1.5bn bail-out
By Bertrand Benoit in Berlin and Rachel Morarjee in Frankfurt
Published: February 13 2008 19:14 | Last updated: February 14 2008 09:22
Shares in IKB jumped on Thursday after the German government said it would lead a €1.5bn ($2.18bn) bail-out in a third attempt to save the small-business lender, as the finance minister said the potential fallout from its insolvency would be "incalculable".
The attempt to rescue the bank marks the first time Berlin has stepped in directly to salvage a casualty of this credit crisis and helped propel IKB's shares €1.54 or 26 per cent higher on Thursday to €7.40.
IKB became the first German victim of the crisis last summer and was bailed out by shareholders twice to the tune of more than €6bn.
So far, KfW, the state-owned development bank, which is IKB's biggest shareholder with a 38 per cent stake, has shouldered the bulk of the burden.
"After lengthy talks, we have decided to do all we can to save IKB," said Michael Glos, economy minister, after a meeting of the supervisory board of KfW.
News of the effort sparked protests from government and opposition politicians, who accused the coalition of Angela Merkel, chancellor, of wasting taxpayers' money in propping up what they described as a discredited public sector financial industry.
"It is intolerable that the taxpayer should be paying this bill," said Michael Fuchs, a member of parliament from Ms Merkel's Christian Democratic Union.
The bail-out was announced on Wednesday night after a four-hour meeting of KfW's supervisory board.
In addition to the government's €1bn participation, as yet unspecified shareholders will provide €500m. The total, however, falls short of IKB's reported need for a capital injection of nearly €3bn to mop up its losses.
Peer Steinbrück, the finance minister, called on private sector banks to take part in the rescue, which they have so far refused to do. The banks, however, stand to lose €24bn, according to the finance ministry, from a collapse of IKB.
Copyright The Financial Times Limited 2008
Destaque especial sobre PORTUGAL:
Portugal mantém-se como 15ª destino preferido pelos investidores estrangeiros na UE
Portugal mantém a 15ª posição como destino preferido pelos investidores estrangeiros ao nível da União Europeia, indica o último estudo da consultora A.T. Kearney hoje divulgado em Lisboa.
"O desempenho de Portugal em 2007 surpreende pela positiva, uma vez que mantém a posição de 2005 no âmbito da União Europeia, à frente de países como a Dinamarca, Áustria e Noruega", disse à imprensa o director sénior do conselho de Política Empresarial Global da A.T. Kearney, desde 2007.
Martin Walker, que comentou as conclusões do Índice de Confiança de Investimento Estrangeiro Directo (FDI Confidence Índex), um estudo através do qual, anualmente a consultora analisa a perspectiva presente e futura dos fluxos internacionais de investimento, destacou também que Portugal "está melhor posicionado" do que a Eslováquia e a Eslovénia.
A 15ª posição assegurada por Portugal no seio da União Europeia, acima destes dois últimos países-membros, é sobretudo significativa para este consultor uma vez que "têm regimes fiscais e custos de mão-de-obra bastante mais favoráveis".
De acordo com o estudo, Portugal surge à frente da Suíça, o que "não deixa de ser uma boa notícia", sublinhou igualmente Martin Walker.
"Portugal tem vindo a fazer reformas importantes num curto espaço de tempo, e embora atravesse um fase de austeridade, vai ultrapassar esta situação", disse o consultor.
Walker referiu ainda que apesar dos obstáculos com que se tem deparado Portugal, "o país tem seguido uma política inteligente e produtiva".
Entre as áreas da economia que merecem a eleição dos investidores estrangeiros nomeou, entre outras, a indústria petroquímica, logística, turismo, tecnologia de ponta, telecomunicações e outsoursing de serviços de empresas multinacionais
Publicado 14 Fevereiro 2008 16:20
ECONOMIA Publicado 14 Fevereiro 2008
Economia portuguesa cresceu 1,9% em 2007 após acelerar no quarto trimestre
A economia portuguesa cresceu 1,9% no ano passado, depois de ter acelerado nos últimos três meses do ano. O crescimento do produto interno bruto no ano passado foi o mais elevado dos últimos seis anos, apesar do INE ter hoje revisto em baixa a evolução da economia no terceiro trimestre, que contraiu contra os três meses anteriores.
De acordo com a estimativa rápida divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística, o PIB português cresceu 1,9% no ano passado. O Governo previa uma expansão de 1,8%, mas tinha já admitido que o crescimento poderia ficar em 1,9%. Também os organismos internacionais estimavam um crescimento de 1,8% no PIB.
A economia portuguesa cresceu assim em 2007 ao ritmo mais célere dos últimos seis anos (2001) e acima dos 1,3% verificados em 2006.
Este crescimento de 1,9% foi possível devido a uma aceleração da economia portuguesa no último trimestre do ano. Em termos homólogos o PIB cresceu 2% no quarto trimestre, o que representa o ritmo mais rápido desde o segundo trimestre de 2004 e iguala o verificado no primeiro trimestre do ano.
Em cadeia, o PIB português cresceu 0,7% no quarto trimestre, o que também representa uma forte aceleração face ao registado nos três meses anteriores.
O INE reviu hoje em baixa os números do terceiro trimestre, afirmando agora que o PIB português recuou 0,1% em cadeia, quando antes tinha apontado para uma estagnação. O crescimento homólogo do primeiro trimestre do ano foi também revisto em baixa de 2,1% para 2%.
O ano de 2007 acaba por ter três trimestres de crescimento similar (no primeiro, segundo e quarto cresceu 0,7% em cadeia e 2%, 1,9% e 2% em termos homólogos) destoando o terceiro trimestre. Entre Julho e Setembro o PIB cresceu 1,7% em termos homólogos e caiu 0,1% em cadeia.
Nos dados hoje divulgados, o INE não detalha os contributos para o crescimento do PIB. Os resultados finais só serão anunciados a 10 de Março.
Publicado 14 Fevereiro 2008
Sócrates destaca contributo do investimento
Crescimento em 2007 mostra que economia portuguesa reagiu bem às incertezas do "subprime"
O primeiro-ministro salientou hoje que o crescimento do PIB português em 2007, o maior dos últimos seis anos, confirma os fundamentais da economia portuguesa e mostra que Portugal reagiu bem às incertezas e dificuldades que a crise do "subprime" veio colocar às economias mundiais.
À margem da inauguração do novo departamento de Investigação & Desenvolvimento da farmacêutica Bial, na Trofa, José Sócrates diz que os números avançados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística, são uma "boa notícia", que vêem confirmar "os fundamentais da nossa economia".
O PIB português cresceu 1,9% em 2007 – a expansão mais acentuada desde 2001 - e acelerou para uma taxa de crescimento homóloga de 2% no quarto trimestre.
O primeiro-ministro salientou que há vários factores que contribuíram para este resultado, sendo que "um deles "é absolutamente evidente e chama-se investimento".
Salientou que os números superaram as expectativas do Governo, "mas o mais importante é que o crescimento do último trimestre foi superior aquilo que eram as expectativas de todos os analistas".
"É o maior crescimento dos últimos seis anos, o que nos deixa muito satisfeitos pela performance da economia em 2007" adiantou José Sócrates, acrescentando que este resultado mostra que "a economia portuguesa reagiu bem às incertezas e dificuldades que a crise do 'subprime' veio colocar às economias do mundo a partir do Verão de 2007".
"Devemos encarar estes números sem triunfalismo, mas com confiança. A nossa economia está hoje muito melhor do que estava há três anos para responder aos desafios e para enfrentar as incertezas do ano de 2008", referiu.
Crescimento da economia permite reduzir desemprego
Acerca dos dados do desemprego que vão ser divulgados amanhã, Sócrates adiantou que "este crescimento económico mostra com evidencia que a economia portuguesa está em boa recuperação, para se aproximar do crescimento económico da Europa".
As estimativas do Governo apontam para um crescimento de 2,2% na economia portuguesa em 2008, o que a confirmar-se será a primeira vez desde 2001 que o PIB português cresce acima do da Zona Euro.
"A partir deste nível de crescimento podemos começar a contar com um crescimento que já reduz o desemprego, porque a economia portuguesa já está a gerar emprego há dois anos", adiantou.
Sócrates salientou que a economia portuguesa, nos últimos três anos, já criou mais de 100 mil postos de trabalho.
Publicado 14 Fevereiro 2008
Portugal fechou 2007 a crescer mais que Zona Euro
A recuperação no último trimestre, acima da média do euro, fornece maior probabilidade à previsão do Governo que espera que Portugal cresça finalmente neste ano acima dos parceiros europeus.
A economia portuguesa voltou a ganhar dinamismo no final do ano passado, tendo sido a que mais acelerou – 0,7% em cadeia e 2% em termos homólogos – no conjunto da Zona Euro que, por seu turno, cresceu 0,4% em cadeia, mais uma décima do esperado pela maioria dos economistas, mas metade do ritmo registado no terceiro trimestre, em resultado do forte abrandamento observado na economia alemã e francesa.
Já Espanha surpreendeu os analistas, ao voltar a acelerar, de 0,7% para 0,8%, na recta final do ano.
Na comparação europeia, confirma-se que Portugal voltou, no conjunto do ano, a expandir-se menos (1,9%) do que a média do euro (2,4%), o que se observa desde 2001.
Mas o facto de a economia portuguesa ter fechado 2007 a crescer quase o dobro da média da área monetária fornece maior probabilidade à previsão do Governo, a única que aponta para o fim da divergência neste ano, com o crescimento português (2,2% é a previsão oficial, que data de Outubro) a superar o da Zona Euro (2%, nas projecções do Executivo).
Publicado 14 Fevereiro 2008
Entrevista a Pedro Figueirôa Rego
BNP Paribas diz que nada garante que as acções já bateram no fundo
Os mercados accionistas enfrentam um período conturbado, reflectindo as perspectivas de abrandamento da economia global, em que a volatilidade surge como o inimigo número um dos investidores.
Em entrevista, Pedro Figueirôa Rego, director de "private banking" do BNP Paribas em Portugal, afirma que "há pouca visibilidade", mas, no segundo semestre deste ano, poderá vislumbrar-se uma "luz ao fundo do túnel". Há várias empresas em saldo, mesmo na bolsa nacional, resta saber se esta é a melhor altura para regressar às praças.
"Há pouca visibilidade, neste momento, nos mercados, isso é um dado. Diria que haverá poucos períodos na história recente em que a visibilidade foi tão baixa. Isto significa incerteza, significa volatilidade nos mercados, é o que estamos a assistir neste momento", considera Pedro Figueirôa Rego, justificando esta visão com a multiplicidade de perspectivas, algumas contraditórias, para a economia global.
A perspectiva do responsável do BNP Paribas é de que "vai haver uma inversão, algures em 2008", sendo que "nada pode garantir que o mercado já está no fundo. Quanto mais fundo for o mercado, mais tarde se vai revelar essa 'luz ao fundo do túnel'". Há quem acredite numa recuperação das bolsas e que esteja já a investir para aproveitar esse movimento positivo que poderá surgir em breve, na segunda metade do ano. "Os investidores mais dinâmicos, alguns deles, estão a entrar no mercado, neste momento, com alguns riscos.
Publicado 15 Fevereiro 2008 0:10
GMAC enfrenta "sérias dificuldades" caso o mercado hipotecário não melhore
A GMAC, controlada pela Cerberus Capital Management, poderá enfrentar "sérias dificuldades" caso o mercado do crédito hipotecário não melhore, afirmou Stephen Feinberg, fundador da empresa de "private-equity", citado pela Bloomberg.
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Ana Filipa Rego
[email protected] A GMAC, controlada pela Cerberus Capital Management, poderá enfrentar "sérias dificuldades" caso o mercado do crédito hipotecário não melhore, afirmou Stephen Feinberg, fundador da empresa de "private-equity", citado pela Bloomberg.
"Nós já efectuámos um plano de contingência num ambiente de contínua degradação", explicou o responsável dia 22 de Janeiro aos investidores.
No entanto, ressalva Stephen, "caso o mercado do crédito hipotecário continue a cair, a GMAC enfrentará sérias dificuldades".
A GMAC, antiga financiadora da General Motors, perdeu 2,3 mil milhões de dólares no ano passado devido ao "subprime" e está em conversações com potencias compradores de parte do seu negócio de crédito hipotecário de risco, que registou um prejuízo de 4,3 mil milhões de dólares.
Warren Buffett torna-se o maior accionista da Kraft Foods
A Berkshire Hathaway, a empresa de Warren Buffett, tornou-se na maior accionista da Kraft Foods, que detém as marcas Triunfo e Proalimentar, em Portugal.
A Berkshire informou o regulador do mercado que passou a controlar 132,4 milhões de acções da empresa, o que equivale a 8,6% do capital da Kraft, tornando-se o maior accionista da companhia.
Buffett adiantou já detinha 69,6 milhões de títulos no final de Junho e 107,2 milhões em Setembro.
A empresa do segundo homem mais risco do mundo adquiriu ainda uma participação na farmacêutica GlaxoSmithKline e aumentou a posição na Wells Fargo em 3,4% desde o passado mês de Setembro, para as 289,3 milhões de acções.
As acções da Kraft perderam 15% nos últimos doze meses.
2008/02/15 - 13:34
Fonte: Canal de Negócios
(Enquanto uns estão ansiosos por vender com medo da recessão, outros vão comprando... ;))
Risco de correcção nas bolsas continua elevado
Apesar do sentimento dos investidores ter melhorado ligeiramente nos últimos dias, o risco de correcção nos mercados continua elevado, avança um estudo realizado pelo Barclays Capital.
De acordo com o estudo, os investidores continuam bastante avessos ao risco, com as leituras do banco a apontarem para 84% de probabilidade de haver uma nova queda nas bolsas mundiais. Em Janeiro, o indicador do Barclays Capital situava-se nos 99%, considerando que o risco se situava em níveis de 2000.
Nos últimos dias, os mercados têm respirado de alívio, beneficiando dos cortes de juros da Reserva Federal dos Estados Unidos e da notícia de que o investidor Warren Buffett vai ressegurar 800 mil milhões de dólares (550,5 mil milhões de euros) da dívida municipal assumida pelas seguradoras de emissões obrigacionistas MBIA, Ambac Financial Group e FGIC.
O Barclays Capital adianta que quando o índice de risco superou os 70%, como é o caso, as quedas se fizeram sentir nas praças norte-americanas. O estudo acrescenta ainda que desde o passado mês de Julho que o sentimento entre os investidores é de cautela.
O mercado continua a aguardar que a autoridade monetária norte-americana realize novos cortes de juros nos próximos meses. Desde o início do ano, a Fed reduziu o preço do dinheiro em 1,75%.
2008/02/15 - 12:12
Fonte: Canal de Negócios
Preços dos bens importados aumentam 1,7% nos EUA
Os preços dos bens importados pelos EUA aumentaram 1,7% no mês de Janeiro o que fez com que o aumento dos últimos 12 meses atingisse um recorde, noticiou a Bloomberg.
O aumento de 1,7% das importações norte-americanas, que subiram mais que o esperado, seguiu-se a uma redução de 0,2% do mês anterior como referiu o Departamento do Trabalho em Washington.
Se se excluir as importações de petróleo o valor das importações apresenta um aumento de 0,6%.
O preço dos bens importados, comparado com o ano anterior, subiu 13,7%, o maior aumento desde o inicío dos registos, em 1982.
O crescimento dos custos relativos à importação pode levar a que as empresas norte-americanas sigam os seus concorrentes estrangeiros e subam os preços dos seus produtos, podendo aumentar a taxa de inflação do país.
Mesmo assim, os responsáveis da Reserva Federal Americana (Fed) continuam a manter as suas atenções no crescimento económico norte-americano e deverão cortar novamente as taxas de juro de referência.
"Não existirá medo da inflação resultante dos preços das importações. A Fed precisa de fazer o que tem a fazer para aumentar o crescimento", referiu a analista Lindsey Piegza do FTN Financial, citada pela Bloomberg.
2008/02/15 - 14:34
Fonte: Canal de Negócios
Europa inverte tendência com ganhos do Barclays, HSBC e CNP
As bolsas europeias inverteram a tendência da abertura e seguem agora em alta impulsionadas pelos títulos do sector segurador. Na banca, o Barclays e o HSBS são os dois títulos que mais impulsionam as praças do Velho Continente.
O índice Stoxx 50 [SX5P] avança 0,08% para os 3.239,39 pontos, com 28 dos 50 títulos em alta. As principais bolsas negoceiam em terreno positivo, à excepção da bolsa espanhola [ibex] que recua 0,68%.
O AEX [aex] sobe 0,90%, o DAX [dax] avança 0,53% e o CAC [cac] ganha 0,74%. Em Londres, o FTSE valoriza 0,58%.
O Barclays, terceiro maior banco britânico, apresentou esta manhã os resultados referentes a 2007. Apesar da queda de 3%, devido à crise financeiro, o resultado líquido do banco ficou em linha com as previsões dos analistas. O Barclays anunciou ainda que vai aumentar os dividendos em 10%.
As acções do banco já estiveram a cair mais de 4%, mas inverteram esta tendência e seguem agora a ganhar 4,08%. As acções do HSBC também já estiveram a perder mais de 1% e seguem, neste momento, a ganhar perto de 2%.
Os ganhos do Barclays, do HSBC e da CNP ajudam a explicar a subida das bolsas europeias. A CNP, maior seguradora francesa, já subiu mais de 10% depois de ter sido noticiado pelo jornal "Les Echos" que os principais accionistas da empresa querem vender as suas participações.
O sector segurador europeu avança 1,82%, impulsionado ainda pelo ING Groep, a Allianz e a AXA.
Ainda no sector da banca, o Credit Suisse está a travar maiores ganhos, depois de ter anunciado que vai rever em baixa as previsões de lucros do primeiro trimestre do ano em mil milhões de dólares.
Esta revisão em baixa ocorre depois do banco suíço ter amortizado activos no valor de 2,85 mil milhões de dólares. As acções do banco já caíram perto de 8%.
2008/02/19 - 13:11
Fonte: Canal de Negócios
Banco de investimento do Barclays atinge lucros recorde
O Barclays Capital (BarCap) anunciou que os seus lucros atingiram valores recorde no ano de 2007, apesar da crise de mercado hipotecário que lhes custou 2,11 mil milhões de euros no segundo semestre do ano passado.
Os lucros antes de impostos do Barclays Capital face a 2006, subiram 5% atingindo cerca de 3 mil milhões de euros. As receitas líquidas do passado ano alcançaram os 8,29 mil milhões de euros.
Os resultados do BarCap foram impulsionados pelo desempenho que o banco teve na Europa Continental, Ásia e Africa.
Porém, a crise dos mercados vivida nos EUA também afectou o banco de investimento na segunda metade de 2007 ao perderem 2,11 mil milhões de euros
"O Grupo Barclays apresentou uma forte performance em 2007, com lucros em linha dos resultados recorde dos anos anteriores. A divisão de banca de investimento registou uma excelente performance apesar das condições de mercado extremamente adversas. A força e diversificação do nosso negócio dá-nos confiança para enfrentar o futuro.", de acordo com John Varley, Presidente do Grupo Barclays, em comunicado.
2008/02/19 - 13:23
Fonte: Canal de Negócios
viva a todos,
Ficando eu a olhar para aqueles -3,25% do nikkei só espero uma queda dos
e.u.a pois isto está para baixo hoje e eu entrei curto ontem...os fut.e.u.a
já perdem cerca de 1 % ! já vai dar umas massas!!
PORTUGAL:
INE revela
Crescimento económico nacional reflecte "maior dinamismo da procura interna"
A expansão económica observada no quarto trimestre de 2007, altura em que se verificou uma aceleração do ritmo de crescimento, reflectiu "o maior dinamismo da procura interna", essencialmente no que respeita ao investimento na construção e em material de transporte.
Estes dados foram hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que adianta que a "procura externa acentuou o seu contributo negativo em resultado, sobretudo, do comportamento das exportações".
No quarto trimestre de 2007 observou-se uma aceleração do crescimento económico em Portugal, terminando Dezembro com um crescimento de 2% face ao mesmo período do ano passado, enquanto na Zona Euro a tendência foi oposta, registando-se um abrandamento do crescimento.
O INE revela que, a contribuir para a evolução positiva da expansão económica nacional esteve "o maior dinamismo da procura interna, principalmente do investimento".
O instituto adianta que "na aceleração do investimento, destacou-se o contributo do investimento em construção e o elevado ritmo de crescimento do investimento em material de transporte".
No que respeita ao indicador de actividade económica verificou-se uma recuperação no quarto trimestre, "embora apresentando uma estabilização em Dezembro face ao mês anterior".
PIB cresceu 2,0% no quarto trimestre com dinamismo das exportações
A expansão da economia nacional acelerou nos três últimos meses do ano passado, a reflectir o maior dinamismo das exportações, apesar do crescimento destas ter continuado a abrandar.
Pedro Duarte
Segundo a primeira estimativa hoje divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), este crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) representa uma aceleração de 0,3 pontos percentuais relativamente ao trimestre anterior.
"Esta evolução reflectiu o maior dinamismo da procura interna, principalmente do investimento, enquanto que a procura externa acentuou o seu contributo negativo em resultado, sobretudo, do comportamento das exportações. Na aceleração do investimento, destacou-se o contributo do investimento em construção e o elevado ritmo de crescimento do investimento em material de transporte", diz o INE.
A mesma fonte acrescenta que o indicador de actividade económica recuperou no período em análise, embora apresentando uma estabilização em Dezembro face ao mês anterior.
"Os índices de volume de negócios e os índices de produção revelaram variações homólogas mais elevadas no trimestre e no mês de Dezembro. No entanto, o indicador de clima económico diminuiu ligeiramente no quarto trimestre e em Janeiro de 2008, atingindo neste mês o valor mais baixo dos últimos dez meses", adianta o INE.
Em termos de emprego, este registou um crescimento homólogo de 0,9% no quarto trimestre de 2007, mais 0,7 pontos percentuais do que no trimestre precedente. A taxa de desemprego foi de 7,8%, menos 0,4 pontos percentuais do que no trimestre homólogo d 2006.
O documento adianta que, em termos da Inflação, esta acelerou em termos homólogos, passando de 2,7% em Dezembro para 2,9% em Janeiro, devido à evolução do índice de preços nos serviços.
O INE chama a atenção para o facto da informação disponível sobre o enquadramento económico externo "continuar a apresentar sinais negativos".
"O crescimento do PIB na Zona Euro, de acordo com a estimativa rápida do Eurostat, abrandou no quarto trimestre, passando de 2,7% para 2,3%, tendo o mesmo acontecido com o Reino Unido, os EUA e o Japão. Em Janeiro de 2008, os indicadores de sentimento económico e de confiança dos consumidores na Zona Euro diminuíram pelo sexto mês consecutivo", conclui o documento.
INE 2008-02-20 11:01
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Construção de casas novas nos EUA permanece no nível mais baixo desde 1991
(20-02-2008 - 14:12)
A construção de casas novas, nos EUA, subiu 0,8%, em Janeiro, mas permanece próxima do nível mais baixo desde 1991, um sinal de que o pior abrandamento em um quarto de século no sector vai continuar a pesar na economia este ano, anunciou o Departamento do Comércio do país.
Este indicador avançou 0,8% face a Dezembro para 1.012 milhões de casas. Já as licenças de construção, um indicador da actividade futura, desceu 3% para 1.048 milhões.
Ambos os dados saíram em linha com as estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg.
Estes números, juntamente com outros conhecidos recentemente, parecem demonstrar que a crise no sector imobiliário vai continuar a afectar o crescimento económico, o que irá exigir novas reduções das taxas de juro.
| Notícias |
Inflação nos EUA supera estimativas em Janeiro
(20-02-2008 - 14:23)
Os preços do consumo, nos EUA, subiram mais do que o esperado no mês de Janeiro o que indica que a inflação pode continuar a representar uma ameaça para a economia norte-americana.
A inflação aumentou 0,4%, o mesmo valor que em Dezembro, superando as expectativas dos analistas contactados pela Bloomberg que antecimpavam um crescimento dos preços de 0,3%, divulgou o Departamento do trabalho em Washington, de acordo com a Bloomberg.
A inflação subjacente, que exclui a alimentação e a energia, aumentou 0,3%, depois de ter crescido 0,2% em Dezembro, o que corresponde à maior subida desde Junho de 2006.
Os responsáveis pela politica monetária norte-americana cortaram a taxa de juro para os 3% mas poderão adoptar um novo corte para evitar a recessão económica. No entando, a Fed já disse que é necessário ter em conta a ameaça da inflação.
Ben Bernanke explicou, dia 14 de Fevereiro, que a instituição previa uma moderação da inflação nos próximos trimestres, mas salientou que será preciso continuar a monitorizar atentamente a evolução do índice de preços no consumidor.
PORTUGAL 2007
Crédito continua a aumentar em Portugal
Os montantes totais dos empréstimos concedidos em Portugal continuam a aumentar, ainda que no segmento de habitação o ritmo de crescimento tenha abrandado, em 2007. O crédito malparado diminuiu, em Dezembro face ao mês anterior.
O total dos empréstimos para aquisição de habitação diminuiu em 341 milhões de euros entre Novembro e Dezembro. Mas quando se compara o final de 2007 com o ano anterior, a evolução foi distinta. Em 12 meses, verificou-se um aumento de 9,8% nos empréstimos à habitação, ou 8,99 mil milhões de euros, de acordo com os dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal, no Boletim Estatística de Fevereiro.
O crédito malparado situou-se nos 1,26 mil milhões de euros, o que corresponde a 1,25% do total dos empréstimos. Face a Novembro este valor diminuiu em 1,55%, ou 20 milhões de euros. Quando comparado com Dezembro de 2006, verificou-se um aumento de 10,97%, ou 125 milhões de euros.
No segmento do consumo registou-se um aumento quer homólogo quer mensal dos montantes concedidos. Em Dezembro de 2006 o saldo dos créditos neste segmento era de 11,37 mil milhões de euros e no mesmo mês de 2007 situou-se nos 13,79 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 21,18%.
Os empréstimos com destino a "outros fins" também aumentaram em 1,58% face a Novembro e em 7,49% quando comparado com Dezembro de 2006, o que equivale a mais 201 milhões de euros e 899 milhões de euros, respectivamente.
No que respeita ao crédito malparado a evolução foi distinta. Em Dezembro de 2007 registou-se uma queda de 19,34%, ou 106 milhões de euros, face a Novembro e de 9,79%, ou 48 milhões de euros, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior.
No total, o saldo dos empréstimos ascendeu a 127,28 mil milhões de euros em Dezembro de 2007, o que corresponde a um crescimento de inferior a 0,1% face a Novembro e de 10,7% quando a Dezembro de 2006.
O crédito malparado total situou-se nos 2,2 mil milhões de euros, menos 6,59% do que em Novembro, mas mais 10,66% do que em igual período do ano anterior.
Publicado 21 Fevereiro 2008 12:26
Empresas pedem mais dinheiro à banca
Os empréstimos concedidos pelas instituições financeiras às empresas aumentaram mais de 1% entre Novembro de Dezembro de 2007, enquanto o crédito malparado diminuiu quase 13% em igual período.
O saldo dos créditos concedidos à empresas situou-se nos 101,88 mil milhões de euros, em Dezembro, o que corresponde a um acréscimo de 1,22 mil milhões de euros face a Novembro e de 10,03 mil milhões de euros quando comparado com o mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal no Boletim Estatístico de Fevereiro.
Já o crédito malparado diminuiu em 12,95%, ou 223 milhões de euros, entre Novembro e Dezembro, enquanto quando comparado com o final de 2006 registou-se um acréscimo de 5,94%, ou 84 milhões de euros.
Publicado 21 Fevereiro 2008 12:36
Famílias portuguesas aumentam depósitos nos bancos
Os depósitos efectuados pelas famílias portuguesas nas instituições bancárias aumentaram 12,97% em 2007, o que significa que entre Dezembro de 2006 e o mesmo mês do ano passado os depósitos aumentaram em 8,18 mil milhões de euros.
O Boletim Estatístico de Fevereiro, do Banco de Portugal, revelou hoje que os depósitos dos particulares estão a aumentar. Entre Dezembro de 2006 e o mesmo mês de 2007, os depósitos cresceram 12,97%, ou 8,18 mil milhões de euros para os 71,21 mil milhões de euros.
Quando comparado com Novembro, a evolução foi semelhante. Entre Novembro e Dezembro de 2007, os depósitos cresceram 2%, ou 1,4 mil milhões de euros.
Publicado 21 Fevereiro 2008 12:50
Exportações de serviços atingem máximo e crescem 32% em dois anos
No ano passado os serviços de construção vendidos ao exterior cresceram 37% face a 2006. Os serviços financeiros e os de comunicações aumentaram 25% cada e as prestações de serviços de informática cresceram quase 30%.
Estes números, ontem divulgados pelo Banco de Portugal (BdP) no seu Boletim Estatístico, são exemplos de taxas de crescimento em sectores que nos últimos anos se têm vindo a afirmar como importantes fontes de receita para Portugal e que dão um contributo significativo para o peso crescente do sector dos serviços no comércio externo português.
2008/02/22 - 00:25
Fonte: Canal de Negócios
Serviços na Europa crescem mais do que o esperado em Fevereiro
A industria dos serviços na Europa aumentou mais que o esperado no mês de Fevereiro, acalmando assim a pressão sobre o BCE para cortar a sua taxa de juro de referência. O euro seguia a valorizar face ao dólar após a divulgação do relatório.
O Royal bank of Scottland Group apresentou uma estimativa preliminar para o índice de crescimento de 52,3 pontos do mês de Fevereiro comparado com os 50,6 pontos conseguidos em Janeiro deste ano.
O valor do índice de crescimento da industria dos serviços europeus superou as estimativas dos economistas contactados pela Bloomberg, que previam que este atingisse um valor de 51.
Estes valores poderão acalmar as pressões sobre o Banco Central Europeu (BCE) para cortar as taxas de juro, seguindo a tendência da Reserva Federal Americana (Fed) e do Banco de Inglaterra.
O BCE decidiu manter as taxas de referência na Zona Euro depois da inflação ter atingido um máximo de 14 anos no mês passado.
Em Janeiro a Fed baixou as taxas de juro em 1,25 pontos percentuais e o Banco de Inglaterra cortou-as em 0,25 pontos percentuais.
Por outro lado a Comissão Europeia ontem reviu em baixa o crescimento da Zona Euro para 1,8%, o valor mais baixo desde 2005, e previu um aumento da inflação.
O euro cotava nos 1,4830 dólares ao valorizar 0,11% depois da divulgação dos resultados do índice de crescimento dos serviços na Europa.
Publicado 22 Fevereiro 2008 10:30
Ministro da Economia da Eslovénia não prevê mais revisões em baixa do crescimento da Zona Euro
O ministro da Economia da Eslovénia, que assume actualmente a presidência da União Europeia, Andrej Vizjak, disse hoje que não antecipa mais revisões em baixa do crescimento da economia da Zona Euro em 2008, reagindo assim às estimativas económicas avançadas ontem por Bruxelas.
Em declarações à Reuters, o responsável esloveno disse que o crescimento económico "vai manter-se estável".
A Comissão Europeia (CE) divulgou ontem as suas estimativas relativas ao crescimento económico para 2008, que foram revistas em baixa face às previsões divulgadas anteriormente. De acordo com as previsões actuais o PIB nos 15 países que usam o euro deverá crescer 1,8% e m 2007, o que compara com 2,2% estimado anteriormente.
Se em relação ao crescimento económico a CE está agora menos optimista, tal também é verdade em relação ao crescimento dos preços, pois existe a ideia de que a inflação deverá manter-se claramente acima do objectivo de 2% fixado pelo Banco Central Europeu (BCE).
"A inflação não irá ser um problema permanente. Podemos esperar no futuro alguns aumentos dos preços do petróleo, mas não tão elevados como os que aconteceram na última metade do ano passado e que causou muita inflação", garantiu Andrej Vizjak.
Zona Euro 2008-02-22 11:25
Ah poixxx......
Ambac Soars After CNBC Reports Bailout May Happen Next Week
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aNcF9beAHucY&refer=home
U.S. Stocks Gain, Erasing Decline, on Report of Ambac Bailout
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=a.5HddpaWusg&refer=home
Fisher Says U.S. to Avoid `Prolonged' Slump in Growth (Update3)
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=abtTLM4bMqGg&refer=home
US STOCKS-Dow, S&P 500 turn up on report on Ambac
http://www.reuters.com/article/usMktRpt/idUSN2261529920080222
Cump.
Recapitalização da Ambac coloca bolsas dos EUA em terreno positivo
As principais praças norte-americanas terminaram em alta, anulando as perdas ocorridas durante a sessão, impulsionadas por indicações de que a Ambac Financial poderá ser ajudada na próxima semana.
O Dow Jones [indu] fechou a ganhar 0,89%, fixando-se nos 12.393,64 pontos. O S&P 500 [spx] encerrou a subir 0,86%, ao cotar-se nos 1.354,13 pontos. O índice compósito Nasdaq [ccmp] terminou a marcar 2.303,35 pontos, com uma valorização de 0,16%.
A Ambac, segunda maior garante de obrigações dos EUA, liderou a retoma dos títulos financeiros depois de a CNBC anunciar que a banca tem estado a negociar um acordo que teve progressos "significativos" e que se destina a recuperar as finanças da empresa.
"Se a Ambac for ajudada, isso implicará que o mercado não vai cair no zero e que o mundo não está próximo do fim", comentou à Bloomberg um operador da T. Rowe Price, Andy Brooks.
A Ambac ganhou 18%, para 10,85 dólares, depois de a CNBC ter dito que a recapitalização da empresa poderá ser anunciada na segunda ou terça-feira.
As bolsas americanas tinham estado a perder terreno, essencialmente penalizadas pelos títulos financeiros, depois de a Sanford C. Bernstein ter revisto em baixa de mais de 40% as previsões para os lucros da Goldman Sachs e da Bear Stearns.
O facto de a Merrill Lynch ter aconselhado os seus clientes a venderem as acções da Fannie Mae e da Freddie Mac também esteve a contribuir para as perdas de grande parte da sessão.
2008/02/22 - 21:29
Fonte: Canal de Negócios
Sentimento de Mercado
A notícia acima transcrita sobre a ambac.....ilustra bem....quer nós queiramos .....quer não.... que os EU são "grandes".....e serão sempre o motor económico do mundo.....por mtos q digam o contrário....!!!
São "grandes"......n por serem grandes em dimensão.....mas sim pq são arrojados.....e corajosos......arranjando sempre uma forma de se levantarem....qdo os outros se encolhem qdo os vêem a cair.....!!!
Sou daqueles q acredita q ainda n será desta q eles vão ao tapete.....para bem de todos.....!!!!!
Os gurus da economia já profetizam 3 ou 4 crashs nos próximos 12 anos.....o próximo ao q se já fala....será o resultante do excesso de endividamento global.....!!!!.....esse sim será a meu ver o grande próximo crash......!!!! Veremos se nessa altura eles conseguem tirar mais algum coelho da cartola.....!!!!
Qdo a próxima subida se iniciar....e os máximos começarem a surgir no horizonte ao virar da década......há que estar atento......pq aí a correcção será "gigante" comparada com a "bébé" de agora....!!!!
Bons negócios a todos...!!!!
nupy
Sejas bem reaparecido Domingos... ;)
Jeab
Vendas de casas em segunda-mão caem para mínimo de 9 anos
As vendas de casas em segunda-mão caíram para o valor mais baixo em 9 anos, em Janeiro, nos Estados Unidos, divulgou a Associação Nacional de Imobiliárias. Ainda assim, a queda foi inferior ao esperado pelos economistas.
As vendas de casas em segunda-mão caíram 0,4%, em Janeiro, para uma taxa anual de 4,89 milhões, o nível mais baixo em pelo menos nove anos, indicando que a crise no sector imobiliário continua a acentuar-se. Este indicador começou a ser registado em 1999.
Os economistas contactados pela Bloomberg previam que as vendas de casas em segunda-mão caíssem 1,8% para uma taxa anual de 4,8 milhões.
O número de casas para venda no final de Janeiro aumentou 5,5% para 4,2 milhões.
2008/02/25 - 15:10
Fonte: Canal de Negócios
DJ EUA: Vendas de Casas Usadas Recuam em 0,4% em Jan
WASHINGTON (DJ Bolsa)- A Associação Nacional dos Corretores de Imóveis (NAR) dos EUA, anunciou esta segunda-feira que as vendas de casas em segunda mão caíram 0,4% em Janeiro para os 4,89 milhões de unidades. Esta foi a sexta queda consecutiva deste dado. Os analistas previam recuo das vendas para os 4,81 milhões.
Já o dado de Dezembro foi revisto em alta para uma queda de 2,2% para os 4,91 milhões, face ao inicialmente divulgado que apontava para os 4,89 milhões.
Produzido para a Dow Jones Newswires pela Webtexto (+351 21 319 18 78)
February 25, 2008 10:34 ET (15:34 GMT)
Director do FMI afirma que euro está sobreavaliado
O director do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, afirmou que o euro está sobreavaliado enquanto que as moedas chinesa e japonesa estão subavaliadas. Strauss-Kahn acrescenta que o dólar se apresenta numa situação intermédia relativamente às outras moedas.
"O problema do euro é que o Banco Central Europeu (BCE), que está a fazer o seu trabalho a controlar a inflação, é incrivelmente poderoso" afirmou o director do FMI citado pelo jornal francês "Le Monde", de acordo com a Bloomberg.
Strauss-Kahn acrescentou que, para contrariar o abrandamento económico mundial, os países com orçamentos saudáveis, como a China, a Índia e os produtores de petróleo poderiam estimular a economia aumentando as despesas.
2008/03/03 - 11:45
Fonte: Canal de Negócios
Barclays Capital prevê subida das bolsas em Março
O Barclays Capital (BarCap), banco de investimento do Grupo Barclays, aponta para uma subida das bolsas no mês de Março, estimando ainda que a maioria das matérias-primas deverá continuar a valorizar nos mercados internacionais.
Mafalda Aguilar
Numa nota de análise hoje emitida, os responsáveis de análise técnica do BarCap calculam que, entre as 15 praças mundiais analisadas, apenas duas bolsas deverão ter tendência negativa em Março. As restantes têm fortes hipóteses de fechar o mês em valores mais elevados do que o começaram. O índice chinês Shanghai Composite e francês Cac 40 deverão liderar os ganhos com 77% e 70% de hipóteses de valorizar. O norte-americano S&P 500 aparece em terceiro, com 67% de hipóteses de subida.
Quanto às matérias-primas, à excepção do alumínio, o Barclays Capital estima que a maioria das 'commodities' deverá continuar a bater máximos históricos durante este mês. O petróleo e o gás são as matérias-primas com maior hipótese de valorização, acrescenta.
Mercados 2008-03-03 11:18
U.S. ISM Factory Index Fell to 48.3 in February (Update1)
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=ai5Haok03DiQ&refer=home
Mais um indicador económico a indicar o abrandamento que se está observar nos mercados:
Zona Euro 2008-03-04 10:15
Expansão da economia europeia abranda no quarto trimestre com queda do consumo
O crescimento da economia da Zona Euro abrandou no último trimestre de 2007, devido à desaceleração das exportações e do investimento, com o consumo a cair pela primeira vez em seis anos.
Segundo os dados hoje publicados pelo Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat), o Produto Interno Bruto (PIB) da economia dos 15 países que usam o euro cresceu 0,4% para o quarto trimestre de 2007, face ao trimestre anterior, quando avançou 0,7%.
A mesma fonte adianta ainda que, no período em análise, [i]o consumo, que tem um peso de 60% na economia do Eurogrupo, recuou 0,1%, protagonizando o primeiro declínio desde o último trimestre de 2001.[/i]
Os elevados preços do pão, do leite e da gasolina estão a reduzir o poder de compra das famílias da Zona Euro, mesmo depois do desemprego na região ter recuado para um mínimo histórico. Por outro lado, o abrandamento da economia norte-americana está a reduzir a procura de produtos europeus e a valorização do euro para máximos de sempre contra o dólar está a tornar as exportações da Zona Euro menos competitivas, levando a empresas a reduzirem os investimentos.
Em adição os números apresentados pelo Eurostat mostram ainda o crescimento das exportações abrandou para 0,5%, contra a expansão de 2,1% verificada nos três meses anteriores. Por sua vez, os investimentos das empresas desaceleraram 0,8%, face ao crescimento trimestral anterior de 1,2%.
(Diário Económico)
Solbes estima
Economia espanhola deverá crescer 2,8% este ano
O ministro da Economia espanhola, Pedro Solbes, afirmou hoje que Espanha deverá expandir-se a um ritmo de 2,8% este ano.
O crescimento económico deste ano "vai ser, claramente, um ponto percentual acima" da estimativa da Comissão Europeia (CE) para a Europa a 15, afirmou o responsável aos jornalistas, citado pela Bloomberg.
A CE estima que a Zona Euro cresça 1,8% em 2008, 0,4 pontos percentuais abaixo do ritmo de expansão estimado em Novembro e o ritmo mais brando desde 2005.
Ainda assim, a economia espanhola deverá crescer menos um ponto do que em 2007, ano em que a expansão económica foi de 3,8%, segundo as estimativas da CE.
Publicado 4 Março 2008 15:30
Economistas rejeitam recessão técnica em Portugal
Depois de o economista Miguel Cadilhe ter dito ontem que Portugal "está em recessão económica grave" e o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, ter hoje qualificado de "gratuita", "alarmista" e "sem fundamentação técnica" aquela afirmação, os economistas ouvidos pela Lusa rejeitam a ideia de que Portugal esteja numa recessão técnica, mas falam num período prolongado de baixo crescimento económico, com limitações estruturais ao desempenho da actividade.
Fala-se em recessão técnica "quando existem dois trimestres consecutivos de quedas do PIB, face ao trimestre anterior", disse à Lusa o professor de Economia da Universidade de Évora José Manuel Belbute. Isso significa que o ciclo económico está em fase descendente, mas pode não ter batido no fundo, acrescentou o mesmo especialista.
"A nossa situação económica não é essa", afirmou o mesmo professor, porque a economia portuguesa tem apresentado crescimentos reais positivos. No entanto, há quem fale em recessão, referindo-se a um ritmo de criação de riqueza "muito lento", com os fundamentais da economia mal consolidados, usando um conceito "mais valorativo" de recessão. "Eu partilho dessa opinião para a economia portuguesa", disse José Belbute, lembrando que só o próprio Cadilhe pode esclarecer o que quis dizer.
Fernando Alexandre, professor de Economia da Universidade do Minho disse que "não há uma definição única de recessão", mas que normalmente se fala em recessão técnica quando o PIB cai por dois trimestres consecutivos. Há quem use o termo recessão para dizer que uma economia está a crescer abaixo do seu potencial (no caso português, esse nível anda à volta dos 2%), referiu o mesmo economista.
A recessão costuma ser mais conjuntural, pelo que Fernando Alexandre não concorda com a utilização desse conceito aplicado à situação actual da economia portuguesa. É um facto que a economia portuguesa "tem crescido pouco e que a produtividade não tem crescido", notou Fernando Alexandre. No entanto, o problema da economia portuguesa é estrutural e não conjuntural; existe um "problema grave na sua trajectória de crescimento", acrescentou o professor da Universidade do Minho.
Outra definição de recessão, que permite identificar melhor o mês da entrada em declínio, é a da entidade encarregue de datar os ciclos da economia dos EUA, o National Bureau of Economic Research (NBER). O NBER diz que a recessão é um período de queda significativa na produção, no rendimento, no emprego e no comércio, que habitualmente dura entre um mínimo de seis meses e é marcada por contracções generalizadas, em muitos sectores da economia.
Publicado 4 Março 2008 15:58
Crise do "subprime" deve servir para retirar conclusoes
A crise do mercado de crédito imobiliário de alto-risco está a ter "consequências benéficas" para a comunidade financeira ao fomentar o debate, pelo que devem ser retiradas lições da crise que se tem vivido nos últimos meses, consideram o presidente da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP) e o presidente do Conselho de Administração da Tranquilidade e BES Vida.
Manuel Vasconcelos Guimarães, presidente da APFIPP, afirmou, no III Forúm sobre o Sector Segurador e Fundos de Pensões, organizado pelo "Diário Económico", que esta "é uma crise financeira grave que se iniciou com a crise do crédito de alto-risco nos EUA e teve um efeito contágio", mas que deve ser utilizada para provocar o debate de várias questões muito importantes para a actividade financeira.
"A crise do subprime está a ter consequências benéficas para a indústria financeira", acrescentou o mesmo responsável que utilizou uma afirmação feita recentemente por um responsável europeu de que "agora é hora de humildade e não hora de ambição".
No entanto, Manuel Vasconcelos Guimarães mostrou-se "optimista", acreditando que tal como outras crises "esta também vai ser superada".
Rui Leão Martinho, presidente do Conselho de Administração da Tranquilidade e BES Vida, no mesmo evento, partilhou desta opinião, frisando que tal como outras "também esta (crise) terá que ter a sua evolução e a sua solução" e que a actividade financeira em geral "a pouco e pouco irá encontrar um pouco de equilíbrio".
O mesmo responsável apontou como principais lições a retirar desta crise "a transparência das instituições que fica muito aquém do desejado", "a sofisticação de certos produtos cria problemas aos próprios clientes e às próprias empresas", "o risco deve ser melhor avaliado mas também deve ser melhor transmitido aos próprios consumidores" e os reguladores "têm, que seguir de perto aquilo que são os produtos inovadores" que muitas vezes podem trazer problemas.
Publicado 4 Março 2008 16:57
a conclusao a que chego e que estamos num POCO SEM FUNDO!!!!!!!! enquanto os mercados AMERICANOS nao derem sinal de quererem recuperar nada feito, esta tudo a olhar parar eles e eles e que mandam.......... analises e comentarios nao valem de nada para ja, enquanto certo tipo de problemas nao desaparecerem por la isto vai andar nesta ladainha que quem ficou no mercado cada vez se afunda mais.
egas, como sabes, desde Outubro que estamos em bear market (ciclo de descida)
Mas é curioso que logo agora (próximos dias) que os mercados devem ter uma racção é que estás pessimista e há poucas semanas atrás estavas optimista.
Dá que pensar esta imagem que o bluexip colocou há um tempo, pensa no que disse e vê a imagem.
Ps:Tenta mudar o teu "timing" de entrada ou opta por comprar para médio prazo (>6 meses) e esquecer, isso não dá para todas as empresas, mas dá para algumas.
(//forumbolsa/index.php?action=dlattach;topic=33153.0;attach=13038;image)
JESSE eu so referi que quem manda sao os STATES e enquanto eles nao derem um sinal de uma direccao mais correcta isto continua muito instavel........ eu estou dentro do mercado em varias nacionais e algumas nos STATES tudo junto a minimos de sempre ou ate dos ultimos ANOS compradas naquela semana NEGRA de JANEIRO........ como ja disse ja nem ligo a analises tecnicas apenas se estao baratas eu entro para estar la uns tempos.
egas, a direcção procura-se para a descida e para a subida, e a direção já foi dada desde Outubro, a direcção é de descida.
Em ciclos de descida ocorrem mais descidas que subidas, daí chamar-se ciclo de descida. :)
A média de um ciclo de descida é de três anos, mas este Bear Market pode ter uma duração mais reduzida que a média mas não será de um dia para o outro.
Mas como este Bear Market pode ser mais curto e dado que algumas empresas já estão a valores convidativos, numa aposta de médio e longo prazo, poderá se dar boas entradas, mas é mais para comprar e esquecer literalmente, não para depois vender por ter descido, ou andar a comprar e fazer preço médio e depois vender ainda mais a baixo se descer, é mesmo numa optica de comprar e "esquecer" por uns tempos.
Estar no mercado dessa forma pode ser fatal,eu sinceramente acho que o último bull desde 10-20002 até agosto do ano passado nunca deveria ter acontecido,foi artificialmente orquestrado pelas descidas da taxas nos states para combater abolha da internet,por isso eu axo que vamos corrigir todos esses ganhos e ainda pagar mais um pouco pela crise actual.Resumindo acredito que os mercados nos proximos anos vao cair e supreender muita gente.C umpri...bolsistas.
Carlos é melhor seguramente comprar agora do que ter comprado no ano passado no fim de um Ciclo de Subida.
Joe Berardo disse há um tempo numa entrevista sobre a bolsa, "só perde quem quer", O Joe Berardo entrou no BCP a +/- 3,5 e não deverá vender até que chegue a esse valor, nem que demore vários anos, embora isso não invalida a péssima entrada que ele deu.
Mas é melhor esperar que o ciclo de descida termine e quando isso ocorrer será visivel, por isso não é necessário ter pressa de entrar porque não vai ser visivel de um dia para o outro mas não acho que tenhamos um ciclo de descida dessas dimensões mas quem sabe... na verdade os mercados têm subido muito nos ultimos anos mas talvez essa grande descida seja adiada de novo por mais uns anos.
Por curiosidade deixo este post, é muito extenso mas dá para consultar pelo menos os gráficos e ver o que os mercados têm subido nos últimos anos.
Retrato de um Bear Market (ciclo de descida)
/forumbolsa/index.php?topic=32092.new
concordo plenamente contigo JESSE que se for para se entrar que seja aos precos que muitas estao nem que seja com posiccoes pequenas.......... no inicio da semana entrei em algumas CNXT, DIVX que simplesmente andam em minimos historicos, por isso e que nem tenho falado muito por aqui porque e para comprar e deixar estar em carteira.......... a situaccao de muitas empresas nao estao refletidas nas cotaccoes porque a tendencia tem sido de baixa nos mercados e por causa do descontrol total da banca e dos creditos que deram a deriva foi todo o mercado atras.
Encomendas às fábricas caem pela primeira vez em cinco meses
As encomendas às fábricas norte-americanas caíram 2,5% em Janeiro, descendo pela primeira vez em cinco meses, divulgou o Departamento do Comércio dos Estados Unidos. Excluíndo as encomendas de equipamento de transporte a queda foi menos acentuada ficando pelos 0,4%.
As encomendas às fábricas nos EUA caíram 2,5% em Janeiro depois de terem aumentado 2% em Dezembro, de acordo com os dados divulgados hoje.
O abrandamento económico levou as empresas a reduzirem os planos de consumo em computadores e maquinaria.
A descida coincidiu com as previsões dos economistas contactados pela Bloomberg.
Excluíndo as encomendas de equipamento de transporte, que tende a ser mais volátil, a procura caiu apenas 0,4%.
Publicado 5 Março 2008 15:08
Índice ISM para os serviços sobe para 49,3 em Fevereiro
O índice ISM para os serviços, nos Estados Unidos, subiu para 49,3 pontos face aos 44,6 pontos registados no mês anterior. Ainda assim, o sector continua a registar uma contracção, uma vez que os 50 pontos assinalam a divisão entre o crescimento e a contracção.
O relatório hoje divulgado indica que o abrandamento no consumo não é ainda suficiente para levar as empresas a reduzir a produção. A recuperação do índice registada no último mês pode ser uma boa notícia para o presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, que na semana passada afirmou que os riscos para a redução no crescimento estavam a aumentar.
Os economistas consultados pela agência Bloomberg estimavam que o índice avançasse para 47,3 pontos, em Fevereiro.
O índice ISM para os serviços contraiu menos do que o estimado, em Fevereiro, o que ameniza os receios com a possibilidade de que a economia esteja já em recessão.
Publicado 5 Março 2008 15:20
Secretário do Tesouro dos EUA
Henry Paulson diz que crescimento económico "abrandou consideravelmente"
O secretário do tesouro norte-americano, Henry Paulson, referiu que o crescimento económico dos EUA "abrandou consideravelmente" e que os EUA vão evitar a entrada em recessão.
"A economia dos EUA, através de uma combinação de correcção imobiliária significativa, elevados preços de energia e turbulência nos mercados de capital, abrandou consideravelmente", afirmou Henry Paulson citado pela Bloomberg.
O secretário do Tesouro americano referiu que "as fundamentações económicas de longo prazo são sólidas" e acrescentou que "a economia continuará a crescer, embora não tão rapidamente como nos últimos anos", de acordo com a agência noticiosa norte-americana.
O "colapso" do mercado imobiliário nos EUA provocou a diminuição de postos de trabalho e o abrandamento económico o que levou a uma redução da despesa dos consumidores e empresas.
Paulson acrescentou que o programa de estimulo económico lançado no mês passado criará cerca de 500 mil postos de trabalho até ao final de 2008.
Publicado 5 Março 2008 15:46
Eggas cuidado com essa politica,podes ficares anos a ver o teu patrimonio desvalorizando,nao tenha pressa em ficar longo no mercado até aceito uns trades de position,agora neste momento entrar para ficar longo parece no mínimo pouco sensato.
Já agora gostei dos resultados da impresa,após estes parece em termos fundamentais dos títulos mais baratos da nossa praça.
eu estou a entrar devagarinho CARLOS em alguns titulos que andam em minimos sem justificaccao........ por exemplo a entrar na CNXT 0.52 que a dias teve resultados a cima do esperado no trimeste nao me assusta muito.......... se a min me assustasse imagina como devem estar quem as tem a cima de 1, 2, 3USD ou ate mais!!!!!!!! como disse o JESSE e comprar e nem olhar para elas.
Sim egas, para já não acho mal comprar, mas é bom conhecer as empresas e os fundamentais das mesmas, uma empresa pode estar em minimos como a CNXT e ser justificado pela diluição do capital da empresa e pode não mais voltar aos valores a que esteve no passado, não sei se é isso mas empresas como a CNXT com uma queda tão elevada, apenas recomendo para curto prazo, pode ocorrer um possivel rebound mas pode ser apenas de curto prazo, não são essas empresas que são para manter.
Um caso em Portugal é por exemplo a Pararede, não é por já ter cotado a valores elevados que vai voltar a esses valores, certamente já não volta mais.
eu sei disso JESSE mas em termos de resultados ate esta boa......... ate te digo mais ela recebeu a uns tempos da SEC recomendaccao de poder ir parar a um mercado inferior por estar a mais de 30 dias a baixo de 1USD, agora tem 180 dias para reverter a situaccao e o que dizem as regras por la.......... possivelmente deve fazer um REVERSE-SPLIT e ai podera ganhar novo folego......... ja vi varias empresas que foram malhadas para baixo por tendencias de mercado que muita gente aproveita para duluir o numero de accoes e tambem as precionam para tal acontecer.......... e um bocado complicado estas lutas que por vezes fazem la em que depois accionistas ficam com posiccoes mais curtas e depois comecam a comprar para voltarem a repor a posiccao que tem.......... eu nao estou a espera que elas cheguem aos precos que disse e sei que sera dificil nos tempos mais proximos para min se chegasse a 1 ja era bem bom........... so me referi que esta muito barata e sei bem que sertas lutas internas ainda a podem vir atirar mais para baixo mas vou estando atento.
BCE mantém juros nos 4% pelo nono mês consecutivo
Jean-Claude Trichet
Presidente do BCE
O Banco Central Europeu (BCE) anunciou, sem surpresas, uma manutenção de juros para a Zona Euro nos 4%. Esta é a nona reunião consecutiva em que a autoridade monetária para a região opta por manter a taxa de juro, resistindo à pressão para a descer.
O BCE acabou de anunciar a manutenção de juros nos 4%, nível a que se encontram desde Junho de 2007 (quando a autoridade efectuou o último aumento do preço do dinheiro).
Após esta decisão, o mercado aguarda agora o discurso do presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, que será proferido às 13h30, hora de Lisboa. Será importante tentar perceber se o discurso do responsável sofre alterações significativas que façam antever uma alteração da política monetária.
"Não me parece que esteja iminente uma alteração de política", afirmou a economista-chefe do BPI, Cristina Casalinho, ao Jornal de Negócios, adiantando que não prevê "que haja uma alteração significativa no discurso"; apenas uma moderação do mesmo.
A responsável defende que "antes de meados do segundo semestre parece complicada [uma descida de juros], a não ser que os indicadores se deteriorem bastante".
O economista-chefe do Santander, Rui Constantino, partilha desta opinião, afirmando que "o BCE deve iniciar o ciclo de descida de juros em Junho".
Os economistas consultados pela Reuters acreditam, mesmo, que é mais provável que a autoridade monetária intervenha de forma verbal do que recorra a uma descida de juros. Pelo menos, nos próximos meses.
Publicado 6 Março 2008 12:46
"European finance convention"
Perdas da crise financeira só vão ficar apuradas em Maio
Será necessário esperar mais três meses para perceber os efeitos da crise do crédito de alto risco. Um prazo que tem vindo a ser dilatado, já que há alguns meses os analistas acreditavam que a factura ficaria apurada na apresentação das contas de 2007.
Na opinião do responsável pelo departamento de política europeia do Fundo Monetário Internacional (FMI), apenas em Maio poderá haver uma ideia clara dos efeitos reais da crise nas instituições financeiras europeias.
"Nós já vimos a maior parte do impacto (no sector financeiro europeu), mas ainda veremos mais, sobretudo quando as instituições começarem a reportar os resultados do primeiro trimestre e quando acabarem, em Maio", disse Jörg Decressin, em declarações ao Jornal de Negócios.
A participar em Portugal no 21º encontro da "European Finance Convention", o responsável adiantou que espera que "no segundo trimestre comece a haver uma maior clareza sobre a crise", ainda assim considera que até ao momento o sector financeiro europeu foi capaz de responder ao "tumor" que emergiu nos Estados Unidos.
Publicado 7 Março 2008 0:15
Fundos portugueses fogem da banca e apostam na energia
A lista das acções em que os fundos mais investem deixou de contemplar o BCP e o BES, mostrando que os gestores dos fundos portugueses estão a fugir da banca e a apostar na energia.
De acordo com o relatório hoje enviado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), na lista das 10 acções em que os fundos portugueses mais investem, não consta qualquer banco.
No final de 2007, 5,7% da carteira dos fundos estava aplicado em BCP e 3,5% em Banco Espírito Santo. Na lista de Fevereiro, a Portucel surge em 10º lugar, com um peso de 3,4% das carteiras dos fundos, pelo que cada um dos três maiores bancos nacionais cotados tem agora um peso inferior a 3,4%, algo inédito nos últimos meses.
A crise financeira e a expectativa de que os bancos teriam que recorrer a um aumento de capital, o que se confirmou no caso do BCP e BPI, explicam a decisão dos gestores de fundos continuarem a reduzir a exposição a este sector, que é o que mais perde este ano na praça portuguesa.
Pelo contrário, no topo das acções preferidas, destaca-se outro sector, o das energias. A Galp Energia conserva o estatuto de acção preferida dos fundos, apesar do investimento ter descido 3,2% para 130 milhões de euros. O investimento na EDP recuou 22% para 77,3 milhões de euros, mas a eléctrica surge em segundo lugar.
Cimpor (+6,5%), Sonae SGPS (+2,4%) e Jerónimo Martins (+1,3%) completam o "ranking" das cinco acções favoritas dos fundos, enquanto a Martifer (em 8º lugar), a Sonae Indústria (9º) e Portucel (10º) se destacam pelos crescimentos verificados em Fevereiro. Os investimentos nestas empresas aumentaram 8,1%,16,8% e 29,2%, respectivamente.
Mas a tendência dos gestores de fundos aponta para a redução dos investimentos em acções. O volume investido no mercado accionista português recuou 4,2% para 947,7 milhões de euros, descendo abaixo da barreira dos mil milhões de euros.
A queda do investimento em Portugal, considerando outros títulos além das acções, foi ainda mais acentuado: 9,8% para 1,288 mil milhões de euros.
O relatório da CMVM revela ainda que o valor sob gestão dos organismos de investimento colectivo em valores mobiliários (OICVM) foi de 19.538,7 milhões de euros, que traduz um decréscimo de 4,3% relativamente ao mês anterior.
10 Março 2008 18:33
Subprime alternative: FHA reform deal close
http://money.cnn.com/2008/03/10/news/economy/fha_reform_upcoming/index.htm?postversion=2008031014
Fed's hands tied by weak dollar
http://money.cnn.com/2008/03/10/markets/morningbuzz/index.htm?postversion=2008031011
U.S. Stocks Retreat, Led by Financials; Bear Stearns Tumbles
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aLfPUBmFk.bA&refer=home
Amid Stock Plunge, Bear Stearns Says Financial Position Is Strong
http://online.wsj.com/article/SB120516609947524467.html?mod=hpp_us_whats_news
Acção conjunta com a Fed
BCE vai injectar 15 mil milhões de dólares no mercado monetário
O Banco Central Europeu anunciou a injecção de 15 mil milhões de dólares destinados a acalmar os mercados monetários numa acção conjunta com a Reserva Federal norte-americana.
"A nossa intenção é continuar a garantir a liquidez do dólar durante o tempo que o Conselho de Governadores considerar necessário para fazer prevalecer as condições de mercado", explica o BCE citado pela Bloomberg.
O banco vai estar disponível para receber os pedidos de empréstimos durante 28 dias no próximo dia 25 de Março. Os empréstimos serão concretizados no dia 27 de Março, de acordo com a informação disponibilizada pela autoridade monetária.
Axel Weber, membro do conselho de governadores do Banco Central Europeu, afirmou hoje que o BCE não tem qualquer "margem" de manobra para reduzir os juros na Zona Euro com os preços do petróleo a subirem para os níveis mais elevados de sempre.
Publicado 11 Março 2008 13:25
Reserva Federal anuncia empréstimo de 200 mil milhões para acalmar crise financeira
A Reserva Federal norte-americana prevê emprestar 200 mil milhões de dólares em obrigações em troca de títulos ligados aos empréstimos à habitação que perderam valor devido às quebras de pagamentos.
A Fed vai criar um novo instrumento (Term Securities Lending Facility) que vai permitir emprestar obrigações ao sistema financeiros através de leilões semanais. O banco central norte-americano anunciou ainda que vai aumentar o valor de empréstimos em dólares disponíveis para os bancos centrais europeus.
As medidas anunciadas hoje pela Fed estão a ser realizadas em parceria com o banco central do Canada, o Banco de Inglaterra, o Banco Central Europeu e o Swiss National Bank.
Este é mais um esforço de Ben Bernanke para diminuir os constrangimentos dos mercados financeiros que estão a diminuir o crédito disponível para as famílias e empresas.
Publicado 11 Março 2008 13:30
Fed Works With Overseas Banks To Expand Securities Lending
http://online.wsj.com/article/SB120523882863126997.html?mod=hpp_us_whats_news
Stocks Soar on Fed's Liquidity Move
http://online.wsj.com/article/SB120523385607226971.html?mod=hpp_us_whats_news
Treasuries Fall as Fed to Accept Mortgage Debt as Collateral
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aq6DdBk63FC8&refer=home
Lucros do Goldman Sachs caem menos que o esperado no primeiro trimestre
O Goldman Sachs reportou uma queda de 53% dos seus lucros do primeiro trimestre, ainda assim menos que o esperado pelos analistas, depois da instituição ter amortizado perdas ligadas ao "subprime".
Os lucros do banco caíram para os 1,51 mil milhões de dólares (95 milhões de euros), ou 3,23 dólares por acção, nos três meses terminados a 29 de Fevereiro, o que compara com ganhos de 3,2 mil milhões de dólares no mesmo período do ano anterior. Os analistas consultados pela Bloomberg esperavam que o lucro por acção fosse de 2,59 dólares.
No período em questão, o banco norte-americano teve que enfrentar amortizações de cerca de mil milhões de dólares resultantes da crise do crédito hipotecário de alto risco e perdas de 135 milhões de dólares causadas pela desvalorização da sua participação no Industrial & Commercial Bank of China.
A queda dos resultados, neste primeiro trimestre, foi a maior da instituição desde 1999.
Em 2008, os títulos do Goldman Sachs tombaram 30%, à medida que as pessoas vão perdendo a confiança no sector financeiro devido à crise do "subprime".
Publicado 18 Março 2008 12:31
Lucros da Lehman caem menos do que o esperado
Os lucros da Lehman Brothers caíram 57% , menos do que o esperado pelos analistas, um dia depois do quarto maior banco norte-americano ter perdido 19% da sua capitalização bolsista.
Os resultados líquidos do banco deslizaram para 489 milhões de dólares (309,95 milhões de euros), ou 81 cêntimos de dólar por acção, contra 1,15 mil milhões de dólares (730 milhões de euros), ou 1,96 dólares por acção, de igual período do ano anterior.
As acções da Lehman Brothers estão a valoriza 14% depois dos lucros terem superado as estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg.
A empresa recupera, assim, depois de ontem a Lehman Brothers ter afundado 32% no mercado de futuros de Nova Iorque, com os investidores a recearem que as instituições financeiras enfrentem problemas de falta de liquidez e depois de ter sido noticiado que os bancos asiáticos estão a dar instruções aos seus funcionários para não negociarem com o banco.
Publicado 18 Março 2008 13:33
Goldman e Lehman sustentam praças americanas
As principais bolsas dos Estados Unidos abriram em forte alta, depois de a Goldman Sachs e a Lehman Brothers apresentarem lucros que superaram as estimativas. Além disso, a especulação dos investidores de que a Reserva Federal vai reduzir uma vez mais os juros também está a contribuir para a tendência.
O Dow Jones [Cot] segue a ganhar 1,69%, fixando-se nos 12.174,9 pontos. O S&P 500 [Cot] sobe 1,68%, para 1.298,06 pontos. O índice compósito Nasdaq [Cot] marca 2.221,61 pontos, com uma valorização de 2,05%.
A Goldman e a Lehman estão a ganhar terreno depois de revelarem que os seus lucros diminuíram menos do que o esperado pelos analistas. O Citigroup e a JPMorgan Chase também seguem em alta, sustentados pelo facto de os operadores preverem que a Fed irá reduzir a sua taxa directora em pelo menos um ponto percentual, na reunião de hoje, para travar as perdas no mercado do crédito.
A Exxon Mobil, maior petrolífera norte-americana, também está a valorizar, impulsionada pelos ganhos do petróleo.
Na sessão de ontem, a banca norte-americana caiu para os níveis mais baixos de quase cinco anos, devido aos receios de que as maiores instituições de Wall Street possam estar sobreavaliadas – isto devido à oferta de compra de apenas dois dólares por acção que a JPMorgan lançou sobre a Bear Stearns, que correspondeu a menos 90% do valor de mercado que o banco de investimento tinha na semana passada.
Publicado 18 Março 2008 13:48
Hmmm....agora já não é o fim do mundo?.... ;)
"No curto prazo poderemos ter uma subida significativa nas acções"
Christopher Sheldon, director de estratégia de investimento do Bank of New York-Mellon Wealth Management, que gere 171 mil milhões de dólares, diz em entrevista à Bloomberg TV que as bolsas americanas poderão registar uma forte subida no curto prazo.
As bolsas americanas registaram na semana passada o maior ganho das últimas sete semanas. As acções estão a demonstrar uma viragem"
Penso que ainda assistiremos a mais avanços e retrocessos, mas acho que transpusemos um limiar muito importante com a acção da Fed. Foi muito importante, pois contribuiu para uma maior liquidez no mercado.
No curto prazo há muitas possibilidades, mas acho que vamos precisar de ver um pouco mais de acção positiva antes de podermos falar em inversão de tendência.
Está a sugerir que os investidores devem vender as suas acções"
Não acho que o devam fazer. Os preços dos títulos financeiros e de outros sectores estão suficientemente baixos para, no curto prazo, poder haver facilmente um movimento altista. A nossa estratégia não seria de venda. Com efeito, aconselhamos os investidores a regressarem às suas compras normais de longo prazo.
Isso significa que reduzirá o seu investimento em activos de maior liquidez"
Nós não usamos esse tipo de activos, excepto para circunstâncias específicas de alguns clientes. Onde reduziríamos especialmente seria na área das obrigações do tesouro, especialmente nas maturidades de curto prazo, que estão nos níveis mais baixos dos últimos 50 anos. Nessa base, as acções, especialmente das grandes empresas, começam a mostrar-se bastante atractivas.
Olhando para os indicadores do mercado, como o VIX (volatilidade), o rácio "put/call", a American Association of Individual Investors, há muitas indicações de uma forte recuperação para os próximos 12 meses. Acredita nisso ou acha cedo para afirmar que isso vai acontecer"
É difícil dize-lo. Chegámos a um nível de sentimento muito negativo, mesmo antes da situação da Bear Stearns, com as amortizações. No curto prazo acho que poderemos ter uma subida significativa, mas a 12 meses é mais difícil de prever. É possível, mas penso que continuaremos a assistir a uma volatilidade elevada, mais alta do que nos últimos dois anos.
Atendendo a esse ambiente de contínua volatilidade elevada, o que aconselha aos investidores"
Certifique-se que diversifica, que não se concentra excessivamente em posições. Recomendamos uma maior aposta no sector financeiro, cuja recomendação passámos de ´underweight´ para ´equalweight´. Achamos que vão começar a surgir alguns preços de saldo. A valorização da Bear Stearns indica que há pessoas atentas. Mas desta vez não faça apostas extremas e agressivas.
2008/03/25 - 09:06
Acções estão "extremamente subavaliadas"
O Millennium bcp investimento considera que as acções estão "extremamente subavaliadas", pelo que reforçou a recomendação de "compra" sobre os principais índices accionistas. António Seladas refere que "algures entre o Verão e o final do ano teremos os primeiros sinais positivos na economia".
"Tendo em conta as avaliações actuais dos principais mercados, reforçamos a nossa recomendação de Compra/Sobrexposição aos principais índices accionistas, nomeadamente Zona Euro e EUA", refere um artigo do Millennium bcp, inserido na newsletter semanal do banco, recordando que "temos esta opinião desde a segunda semana de Janeiro último".
A maioria das principais praças europeias acumula uma queda acima de 10% desde o início do ano, devido à crise no mercado de crédito, com Lisboa a ser das mais castigadas, com uma queda de 21%.
A mesma fonte acrescenta que as avaliações tradicionais como o múltiplo dos resultados estimados encontram-se "a níveis muito deprimidos, quer na Zona Euro quer nos EUA", sendo que "por outro lado, os prémios de risco que reflectem de uma forma muito fidedigna o ambiente de grande aversão aos mercados accionistas, encontram-se a níveis máximos".
Economia americana recupera até final do ano
De acordo com António Seladas, responsável pelo "research" do Millennium, "neste momento, o que se discute não é se a economia americana vai entrar em recessão ou se vai crescer pouco, o tema mais importante é quanto tempo vai demorar esta fraqueza", sendo que "a estratégia para a gestão do activo acções depende essencialmente da resposta a esta pergunta".
Lembrando que as últimas recessões nos EUA demoraram entre 6 e 16 meses com um prazo médio de 10 meses e assinalando que desta vez a Reserva Federal foi "extremamente pró-activa", ao iniciar o corte de juros em Setembro passado, o Millennium acredita que ainda este ano a economia americana poderá dar os primeiros sinais positivos.
"Parece-nos razoável assumir que algures entre o Verão e o final do ano teremos os primeiros sinais positivos na economia" americana, refere António Seladas.
2008/03/25 - 09:22
Fonte: Canal de Negócios
concordo plenamente com o que estes senhores dizem ;D quem quiser entrar em longo prazo que seja a estes precos e nao quando estiverem no triplo ;D com o tempo este mau bucado passa e acredito que tal como nas materias primas tem havido especulaccao o mesmo vai acontecer nas acccoes mais tarde ou mais cedo ;D
egas, daqui a uns dias se visitarmos os minimos de novo, quero ver se o teu optimismo se mantem. ;)
Citação de: Jesse em Março 25, 2008, 15:51
egas, daqui a uns dias se visitarmos os minimos de novo, quero ver se o teu optimismo se mantem. ;)
a estes precos nao vendo e ate tenho algumas a ganhar ;D se vierem mais para baixo ate tenho a intenccao de reforcar......... eu estou a falar longo prazo 1 ANO no minimo e 2 ANOS no maximo ;D
É sempre uma opção comprar mais a baixo, mas não existe dinheiro suficiente para se estar sempre a reforçar, por isso essa estratégia por vezes não resulta e muito menos em bear market.
Não ligo muito "a estes preços não vendo" isso não impede de descerem mais.
Nunca impediu..
Mas sim, um dia vai ter que subir.... pode estar perto, pode não estar, quem sabe... vamos ver.
Para mim a opção é entrar mais tarde, sempre mais tarde, com calma e sem stress.
concordo com o que disseste JESSE mas a estes precos comeco a ter algumas, comecei em JANEIRO e reforcei agora em MARCO em algumas mais a baixo e como ainda tenho uns cartuchos so reforco se vier mais para baixo senao deixo andar o barco ;D posso estar errado e tambem me engano e a ultima que me provocou grandes perdas foi a STV mas nao tem nada a ver com os precos que estao agora............ como disseste e bem um dia vai ter que subir ;D pode estar perto, pode nao estar, quem sabe ;D logo se ve com o tempo......... nao estou a aconselhar a ninguem seguir o meu pensamento........
Mercados ensaiam viragem
Sinal intermitente para a crise na bolsa
No regresso das mini-férias da Páscoa os investidores foram brindados com uma sessão de ganhos. E que ganhos: Lisboa registou a maior valorização diária em mais de dois anos, liderando os ganhos na Europa.
O optimismo do início da semana em Wall Street atravessou o Atlântico, com o sentimento de que podemos estar num momento de viragem na crise, levando a uma corrida às acções. É que o preço que se paga pelos lucros está baixo. Resta é saber se ainda vai baixar mais.
As últimas sessões positivas nos Estados Unidos vieram relançar a confiança no mercado accionista, depois da revisão da oferta de compra do JPMorgan sobre o Bear Stearns e de a venda de casas usadas ter subido de forma inesperada. E nem as más notícias divulgadas ontem inverteram este sentimento. Os preços das casas nas áreas metropolitanas dos EUA registaram a maior queda de sempre. A confiança dos consumidores caiu, em Março, para o nível mais baixo dos últimos cinco anos, enquanto as expectativas em relação à economia desceram para mínimos de 1973, ano do escândalo do Watergate.
Estes indicadores, divulgados ao início da tarde, não fizeram tremer os investidores, com os índices europeus a fecharem em níveis ainda mais elevados do que na abertura. O Dow Jones STOXX 600 avançou 3,30%, enquanto o índice bolsista da maior economia europeia, o DAX, somou 3,24%.
Publicado 26 Março 2008 0:07
Hoje no Jornal de Negócios
Citigroup avisa para "bolha" nas matérias-primas
"O caso da desintegração das matérias-primas." É assim que o Citigroup intitula a sua última nota de "research" sobre as "commodities". Num tom mais pessimista do que a maioria das casas de investimento, diz que existe uma "bolha das commodities" prestes a rebentar, o que aumenta o risco de investir em empresas do sector mineiro e agrícola.
E isto porque "o forte desempenho das matérias-primas nos últimos anos aumenta a plausibilidade de uma correcção neste sector", salienta o documento. O que significa que as indústrias associadas, onde se incluem os equipamentos para extracção de recursos naturais e os serviços de engenharia, também correm o risco de cair.
Não é por acaso que esta previsão surge agora. Na semana passada, um dos principais índices de "commodities", o Reuters/Jefferies CRB, teve a maior queda diária em 52 anos, devido à convicção de que o abrandamento económico global reduzirá a procura de energia, metais e cereais.
Mas será desta que as "commodities" interrompem o movimento altista iniciado em 1999? Há quem ache que não. O Barclays Capital, na sua mais recente análise, divulgada no início desta semana, prevê que as matérias-primas vão continuar a subir.
Publicado 26 Março 2008 0:11
CitaçãoNão é por acaso que esta previsão surge agora. Na semana passada, um dos principais índices de "commodities", o Reuters/Jefferies CRB, caiu para o nível mais baixo dos últimos 52 anos, devido à convicção de que o abrandamento económico global reduzirá a procura de energia, metais e cereais.
Mas será que estes senhores do Jornal de Negócios não revêm os textos que escrevem? Confundir a maior queda diária com o nivel mais baixo de um indice é obra ::) >:(
LOL.....tens razão berrio!.... :D ::)
É o que dá não ler as notícias todas... ;) ...e já por muitas vezes corrigi erros deles antes de por aqui, mas estou a ver que não se pode ter confiança no que escrevem, é só calinadas! :o
Enfim...vamos uma vez mais corrigir! ;)
Cump.
Teixeira, Sonae Indústria e Martifer disparam com fecho do trimestre
A sessão de hoje na bolsa portuguesa ficou marcada pela forte valorização de acções menos líquidas e mais penalizadas nas últimas sessões, como a Teixeira Duarte, Sonae Indústria, Martifer e Inapa, um movimento que os operadores atribuem ao fecho do trimestre. (Martifer?? ::))
A Teixeira Duarte foi a estrela da sessão, com uma subida de 10,64% para 1,56 euros. A Sonae Indústria somou 4,22% para 4,45 euros e a Martifer subiu 4,51%. A Inapa esteve também em destaque com uma subida de 5,06% para 0,83 euros.
Em comum estas empresas tem o facto de terem uma liquidez reduzida e terem sofrido fortes quedas nas últimas sessões. Mesmo após estas subidas de hoje, a Teixeira Duarte recua 25,36% este ano. A Sonae Indústria acumula uma queda de 33,08% em 2008.
"Provavelmente são investidores a entrarem no papel numa altura de rearranjos de carteira em fim de trimestre. são títulos muito oscilantes", referiu um operador ao Jornal de Negócios.
A Sonae Indústria deverá estar a encetar uma recuperação técnica já que desceu muito este ano. Depois, em fim de trimestre, pode beneficiar de rearranjos de carteira, tal como outros títulos", disse um trader à Reuters.
"Esta subida [da Teixeira Duarte] estará relacionada com a cobertura de posições 'short' e também com interesse de institucionais, já que o título caiu bastante", afirmou um operador à mesma agência de notícias.
Publicado 27 Março 2008 17:16
Cotadas portuguesas mais generosas vão ter índice próprio
As empresas mais generosas da bolsa de Lisboa vão passar a estar presente num novo índice. O PSI High Dividend, anunciado ontem pela NYSE Euronext, vai nascer no final da próxima semana e contar com dez das vinte empresas presentes no PSI-20, exactamente as que apresentam uma maior rentabilidade líquida do dividendo ("dividend yield").
A composição ainda não é conhecida, mas os cálculos efectuados pelo Jornal de Negócios indicam que a Portugal Telecom, a Sonae Indústria e o Banco BPI serão as cotadas com maior ponderação.
Publicado 27 Março 2008 0:35
Isto há com cada uma.... ::)
E volta o optimismo.... ::)
Desemprego na Alemanha cai para mínimos de 15 anos
O número de desempregados na Alemanha, a maior economia da Europa, caiu mais do que o esperado para o nível mais baixo dos últimos 15 anos no mês de Março, com as empresas a aumentarem os seus quadros em resultado do aumento das encomendas de automóveis e maquinaria industrial.
A taxa de desemprego, ajustada a variações sazonais, desceu para 7,8% dos 8% verificados em Fevereiro, segundo os dados oficiais citados pela Bloomberg, fixando-se assim no nível mais baixo desde Agosto de 1992. Os analistas consultados esperavam uma quebra para 7,9%.
"A tendência no mercado laboral continua a ser positiva e irá permanecer positiva por mais algum tempo", afirmou Dirk Faltin, economista da UBS, à agência noticiosa Bloomberg.
Este dado vem juntar-se a uma série de outros indicadores positivos divulgados na Alemanha que indicam que a maior economia europeia está a ser capaz de resistir ao abrandamento do crescimento global, aos preços recorde do petróleo e à subida do euro para máximo histórico face ao dólar.
Publicado 1 Abril 2008 10:31
Bolsas europeias avançam com optimismo que perdas com "subprime" estejam perto do fim
As bolsas europeias seguiam a negociar em alta, recuperando das quedas da sessão de ontem, animadas pela especulação dos investidores de que o final das perdas relacionadas com a crise do mercado de crédito imobiliário de alto-risco possam estar perto do fim para as instituições financeiras.
O UBS liderava os ganhos do sector ao subir 7,14% depois de ter chegado a avançar 10,40%, a beneficiar da especulação de que os 19 mil milhões de dólares de perdas adicionais e o aumento de capital que será obrigado a realizar pode assinalar um ponto de viragem. Esta notícia não está a ser encarada negativamente, com o mercado a considerar que já estava "incorporada".
Também a Unilever subia 2,26% para os 21,75 euros, após o Deutsche Bank ter revisto em alta a recomendação para as acções da empresa de "manter" para "comprar".
O índice pan-europeu Dow Jones Stoxx 600 subia 1,2% recuperando do seu pior primeiro trimestre desde 1987.
"Podemos imaginar que o pior pode estar atrás de nós", referiu Nathalie Pelras, gestora de fundo no Richelieu Finance, citada pela agência Bloomberg. " O aumento de capital do UBS é garantido, logo não há preocupações financeiras. Isto permite aos investidores ver o copo meio cheio", sublinhou a mesma responsável.
Em Madrid, o IBEX [Cot] somava 0,85% para os 13.381,80 pontos, animado pelos ganhos do BBVA e da Inditex que somavam 2,01% e 6,68%, respectivamente. Do lado oposto, a Repsol recua 0,23% para os 21,81 euros.
O Footsie londrino valorizava 0,78% para os 5.746,30 pontos a beneficiar dos ganhos da Glaxosmithkline que apreciava 2,53% e da Astrazeneca que ganhava 5,15%.
Em Paris, o sector financeiro favorecia o ganho de 1,27% para os 4.766,97 pontos do CAC [Cot]. O BNP Paribas subia 4,01% para os 66,45 euros, enquanto o Société Générale ganhava 4,82% para os 65,01 euros.
O DAX [Cot] ganhava 1,42% para os 6.628,01 pontos, com a Siemens a apreciar 1,52% para os 70,24 euros e a Allianz a somar 1,83% para os 128,08 euros.
Em Amesterdão, o AEX [Cot] avançava 0,91% para os 446,45 pontos suportada nos ganhos do ING que apreciava 2,53% para os 24,32 euros e da Unilever
Publicado 1 Abril 2008 11:33
Segundo a BlackRock Merrill Lynch
Acções europeias "estão baratas" e têm "forte potencial de subida"
A BlackRock Merrill Lynch considera que as acções europeias estão baratas e oferecem oportunidades de investimento muito atractivas, depois da turbulência dos mercados financeiros no primeiro trimestre.
"As avaliações das acções europeias estão a ficar cada vez mais baratas, com o preço pago pelos lucros (PER - 'price earnings ratio') a continuarem a aproximar-se de um dígito, para o nível mais baixo desde 1988", explica a gestora de activos americana numa nota emitida hoje.
Após um período em que os mercados foram dominados pelo receio dos investidores face à deterioração do cenário macroeconómico, causado pela crise no mercado hipotecário norte-americano, a BlackRock Merrill Lynch reconhece a existência de "um potencial significativo nas acções europeias", que oferecem "grandes oportunidades de investimento em diversos sectores".
A suportar o optimismo, a gestora americana realça ainda que as acções europeias serão impulsionadas pela atractiva rentabilidade dos dividendos e pelos programas de recompra de acções próprias em curso em muitas empresas europeias.
Publicado 1 Abril 2008 11:59
isto não muda nunca Tiago...
gosto especialmente da reacção na UBS. outras se seguirão. a coisa está tão má que só pode ter um desfecho...
a cereja no bolo será depois ver reacção da malta da cosmetica ::)
cumprimentos,
bluexip
estao a ver o regresso do TOURO no seu mais belo explendor ;D ele ja vem todo embalado nos corredores da praca so lhe falta encontrar a saida certa para entrar na ARENA ;D com o tempo ele leve tudo a frente ;)
Fusões&Aquisições animaram mercados europeus
Os principais índices europeus terminaram a sessão desta segunda-feira positivos, impulsionados pelo anúncio de mais de 8,9 mil milhões de euros em fusões, do Merrill Lynch ter afirmado que o pior da crise nos mercados de crédito já passou e do Goldman Sachs ter recomendado os investidores a comprar acções das empresas de mineração.
Cristina Barreto
Segundo um especialista, "as fusões e aquisições continuam, como tal assistimos apenas a uma pausa e não ao fim do movimento de consolidação. Este é um bom sinal para os mercados".
Assim, a liderar os ganhos estiveram as acções do grupo suíço UBS, o maior banco da Europa em activos, que dispararam 5,8% para os 35,4 francos, o máximo em cinco semanas, dado o Merrill Lynch ter revisto em alta a sua recomendação para este papel de 'Manter' para 'Comprar' e do ter adicionado à sua tabela de preferidos 'Europe 1'.
O mesmo sucedeu com a Anglo American, a segunda maior empresa de mineração do mundo, que ganhou 4% para 3287 pence, na sequência do Goldman Sachs ter incluído este título na sua lista de "compra convicta" e de ter fixado a sua estimativa de preço por acção em 3945 pence.
O banco de investimento norte-americano melhorou também a sua recomendação para as acções das empresas de mineração em geral de 'Neutral' para 'Atractiva', com base nas expectativas de aumento dos preços dos metais. Pelo que a britânica BHP Billiton, a maior empresa do sector a nível mundial, pulou 4,2% para os 1685 pence, enquanto que a sua compatriota Rio Tinto, a terceira maior, acelerou 2,6% para os 5840 pence.
Já a Vedanta Resources, a maior produtora de cobre na Índia, disparou 4,9% para os 2287 pence, após o Goldman ter alterado a sua recomendação de 'Neutral' para 'Comprar'.
Nota ainda para a valorização do grupo suíço Nestlé, que subiu 1% para os 516,5 francos, depois desta ter anunciado que chegou a um acordo com a Novartis para a venda de uma participação de 25% no capital da sua filial norte-americana Alcon, a maior fabricante mundial de tratamentos para os olhos, por 11 mil milhões de dólares (7 mil milhões de euros). Mediante este acordo, a farmacêutica suíça tem ainda direito, numa segunda fase, a exercer uma opção de compra de outros 52% do capital da Alcon, por 28 mil milhões de dólares (17,8 mil milhões de euros).
Deste modo, o Ibex-35 de Madrid avançou 0,53% para os 13 919,60 pontos, o Mib-30 de Milão progrediu 0,81% para os 33 617,00 pontos e o DAX Xetra de Frankfurt aumentou 0,85% para os 6821,03 pontos, enquanto que o CAC-40 de Paris acelerou 0,89% para os 4944,60 pontos e o FTSE-100 de Londres ganhou 1,14% para os 6014,80 pontos.
Europa/Fecho 2008-04-07 17:15
Análise JPMorgan
Oito razões para estar optimista e comprar acções
A crise financeira mundial está a afastar os investidores das acções. Mas para o JPMorgan já não existem razões para isso, pelo menos na Europa. O banco de investimento acaba de reforçar a recomendação aos investidores para comprarem acções. E enumera oito razões para se ser optimista na actual turbulência dos mercados.
Em primeiro lugar, os analistas realçam que o cenário de recessão económica "já está, em grande parte, incorporado no preço das acções", cumprindo-se, assim, a tendência histórica para as acções atingirem valores mínimos entre quatro e seis meses antes do começo do período de recessão.
A confirmar o primeiro pressuposto, estão diversos modelos técnicos de avaliação, que, salienta o banco, indicam que as acções europeias já entraram em território de "comprar". O índice de referência MSCI Europe, por exemplo, está no nível mais barato dos últimos 17 anos, ao transaccionar com um preço face aos lucros (PER – 'price earnings ratio') de 10,5 vezes.
Também a "resposta sem precedentes da Reserva Federal norte-americana" à crise financeira, marcada por sucessivos cortes de juros e injecções de liquidez no mercado, assim como a "resistência dos mercados emergentes", que permanecem quase imunes à turbulência mundial, deverão, na óptica da instituição, justificar uma maior confiança.
Outro contrapeso à crise no sector financeiro, é o aumento do número de operações de anulação de capital próprio por parte das empresas não financeiras. Só nos Estados Unidos, no quarto trimestre, estas operações atingiram o valor recorde de 1,2 biliões de dólares (equivalente a 763,36 mil milhões de euros).
O JPMorgan acredita ainda na moderação na inflação nos próximos meses, "em resposta ao abrandamento do crescimento económico". Contudo, mantém a expectativa na recuperação do crescimento no segundo semestre.
O optimismo do banco norte-americano é, por último, justificado pela convicção que a recente melhoria dos resultados das empresas "parece ter vindo para ficar", apesar das pressões verificadas nos sectores mais cíclicos.
Embora reconheça que as revisões em baixa das estimativas de resultados, a apreciação do euro e os elevados preços do petróleo possam ameaçar o desempenho do mercado europeu, para o JPMorgan a principal ameaça será a extensão profunda da crise do crédito na economia real.
Publicado 8 Abril 2008 0:05
JP Morgan atribui potencial de queda entre 10% e 30% a bancos espanhóis
A JP Morgan, numa nota de investimento sobre cinco bancos de retalho espanhóis, atribuiu um potencial de desvalorização entre 10% e 30% aos mesmos, sublinhando que o seu desempenho recente tem ignorado os riscos macroeconómicos e de financiamento.
O banco de investimento avalia o Banesto em 12,80 euros por acção, o Sabadell em 6,50 euros, o Banco Popular em 11,10 euros, o Banco Pastor em 10,40 euros e o Bankinter em 8,20 euros por acção.
O maior potencial de desvalorização é apresentado pelo Bankinter (30%), enquanto o menor pertence ao Banesto (10%). Já o Popular tem um potencial de queda de 17%, o Sabadell de 21% e o Pastor de 14%.
"Continuamos estruturalmente cautelosos quanto aos bancos de retalho espanhóis, com limitações de liquidez não resolvidas combinadas com um progressivamente negativo fluxo de notícias económicas/imobiliárias", refere a nota de investimento da JP Morgan.
A mesma fonte frisa que o mercado tem sido "demasiado complacente" com estes riscos nas últimas semanas, sendo que considera as avaliações actuais como boas oportunidades de venda, pois todos os bancos negoceiam entre 10% e 30% acima dos seus preços-alvo.
Tendo em conta os múltiplos mais razoáveis, o Banesto continua a ser o favorito da JP Morgan entre os bancos de retalho espanhóis. O banco de investimento acredita que o Pastor enfrenta o "outlook" de liquidez mais favorável em 2008/2009.
Publicado 8 Abril 2008 11:31
Banco de Espanha
"Bancos podem enfrentar dificuldades se a crise do crédito se prolongar"
"Os bancos podem enfrentar dificuldades se a crise do crédito se prolongar". O alerta foi deixado por José Luis Malo de Molina, director do gabinete de estudos do Banco de Espanha. A instituição mantém, por agora, as suas previsões de crescimento mas antecipa "claros riscos de revisão em baixa".
O Banco de Espanha estima que a economia vai crescer 2,4% em 2008, e 2,1% em 2009, mas alerta para "claros riscos de revisão em baixa". Ainda assim, a instituição prevê que a economia espanhola vai continuar a criar emprego em 2008 e em 2009.
Malo de Molina reiterou que o sector bancário espanhol "tinha uma margem de manobra razoável antes da crise devido à sua elevada rentabilidade e solvência". No entanto, a duração da turbulência financeira é "um inegável factor de risco".
"Os bancos podem enfrentar dificuldades se a crise do crédito se prolongar", alertou Molina.
Entretanto, o centro de estudos do BBVA apresentou previsões mais pessimistas para a economia espanhola. O banco estima que o produto interno bruto vai crescer apenas 1,9%, em 2008, e 1,4% em 2009.
Publicado 8 Abril 2008 12:08
EDP, Cimpor e Martifer são os 'top-picks' dos gestores para Abril
A EDP, a Cimpor e a Martifer são os títulos favoritos ('top-picks') para o próximo mês, de acordo com um inquérito realizado pela Reuters junto dos gestores de fundo do BPI, Santander, Banif e ESAF.
Sara Gamito
A escolha da EDP pelos gestores deve-se à perspectiva de colocação em bolsa da sua divisão de renováveis.
"Após [a EDP] ter sido bastante penalizada com os receios de não concretização do IPO da EDP Renováveis, esta volta a ser uma aposta interessante", afirmou à Reuters um gestor do Banif.
Quanto à Cimpor, os especialistas destacam que, desde o início do ano, o papel perdeu 1,25%, mas que no espaço de um mês a cimenteira registou um ganho de cerca de 9% em bolsa. No final de Março, a empresa anunciou um reforço da sua participação na cimenteira indiana Shree Digvijay.
A Martifer, que registou uma valorização de 7% desde o início de 2008, deverá ser beneficiada futuramente com uma maior clarificação dos seus projectos na área das energias renováveis, consideram os gestores de fundo entrevistados.
Poll 2008-04-10 13:38
Previsões da Wal Mart contrariam fecho de fundos da Lehman (act)
As bolsas norte-americanas seguem mistas, com a revisão em alta dos resultados da Wal Mart e a descida dos pedidos de subsidio de desemprego a darem suporte aos índices accionistas, contrariando o efeito negativo do fecho de fundos por parte da Lehman Brothers.
O Nasdaq subir 0,47% para 2.332,97 pontos e o Dow Jones cede 0,04% para 12.523,6 pontos.
As bolsas europeias estão a negociar com quedas em torno de 1% e os futuros apontavam para uma abertura em queda de Wall Street. As previsões da Wal Mart e os dados dos pedidos de subsidio de desemprego contrariaram a tendência negativa.
A Wal-Mart aumentou as suas previsões para o primeiro trimestre deste ano depois das vendas terem aumentado 0,7% no mês de Março. As acções da retalhista subiam 1,48%.
Os pedidos de subsídio de desemprego nos EUA diminuíram na semana passada, registando a maior queda desde Setembro de 2005, enquanto o número de pessoas que está a beneficiar destes subsídio cresceu para o nível mais elevado dos últimos quatro anos.
Este dado económico está também a sustentar a subida das acções, uma vez que diminui os receios com uma recessão acentuada na maior economia do mundo.
A pressionar as bolsas estão as cotadas do sector financeiro, depois da Lehman ter anunciado que liquidou três fundos de investimento devido aos problemas que estão a envolver os mercados.
O Citigroup caia 1,19% e o JPMorgan desvalorizava 0,88%.
Publicado 10 Abril 2008 15:11
CaixaBI recomenda comprar acções do BCP, BES e BPI
O CaixaBI anunciou hoje que começou a acompanhar o BCP, o BES e o BPI, atribuindo aos três bancos uma recomendação de 'Comprar', reiterando a confiança na Banca portuguesa.
Mafalda Aguilar
BCP
No que toca aos preços-alvo, no caso do BCP, a casa de investimento atribuiu um valor de 2,40 euros, o que confere ao maior banco privado português um potencial de subida de 21,5% face à cotação actual.
Numa nota de análise de hoje, André Rodrigues, analista do Caixa BPI, explica que "depois da instabilidade vivida no banco durante o ano de 2007 e início de 2008, que culminou num ano perdido com um ano de atraso na concretização dos objectivos inicialmente delineados, o BCP tem agora uma nova equipa de gestão", que "demonstrado que coloca a recuperação da credibilidade do banco no topo das prioridades. E este facto, aliado à pacificação da estrutura accionista representa uma boa noticia".
Para André Rodrigues, "as operações na Europa de Leste, Polónia e Roménia, e na Grécia serão os pilares impulsionadores do crescimento do BCP nos próximos trimestres", no entanto, no curto-prazo, "o título continuará influenciado pelo fluxo de notícias decorrentes da operação de aumento de capital em curso".
O banco liderado por Carlos Santos Ferreira negoceia, pelo segundo dia, os direitos relativos ao aumento de capital em curso de 1,3 mil milhões de euros. O encaixe realizado com a operação, tomada já pelos bancos Merrill Lynch e Morgan Stanley, servirá para reforçar os rácios de capital do banco liderado por Carlos Santos Ferreira e para financiar o crescimento orgânico da instituição.
BPI
Quando ao BPI, o CaixaBI vê um potencial de subida de 29% face à cotação actual, tendo fixado o preço-alvo nos 4,80 euros.
"Consideramos que o BPI tem um posicionamento adequado no mercado de concessão de crédito a empresas aliado a uma estrutura de financiamento mais favorável que o BCP e o BES na medida em que a proporção de financiamento obtida no mercado de retalho é bastante inferior à dos seus dois pares. Consequentemente, o BPI tem um peso considerável do seu financiamento em depósitos de particulares, o que deve ser encarado, face às actuais opções de financiamento como uma vantagem", afirma André Rodrigues.
Além disso, André Rodrigues classifica como bastante positiva a estabilidade decorrente da coesão existente na estrutura accionista do banco, a qual permitirá a concretização sem dificuldades da actual operação de aumento de capital de 350 milhões de euros.
O CaixaBI nota, no entanto, que o banco liderado por Fernando Ulrich depara-se com um "obstáculo" relevante: a firme determinação das autoridades angolanas na abertura do capital do Banco Fomento de Angola, 100% detido pelo BPI.
"De acordo com a opinião parece-nos evidente que esta operação se concretizará a curto/médio prazo com a venda de cerca de 49,9% do capital do Banco Fomento de Angola (BFA) a entidades angolanas", defende André Rodrigues, acrescentando que "esta operação poderá ser a génese de uma nova estratégia da instituição.
"De facto, com a estabilização dos rácios de capital decorrente da operação de aumento de capital em curso, a venda do BFA não é necessária numa abordagem estritamente de reforço de capitais. Daí que a injecção de liquidez decorrente desta presumível venda permita à administração reequacionar a estratégia de crescimento do Grupo", conclui.
BES
Por último, a casa de investimento chegou ao preço-alvo de 16,8 euros para o BES, representando um potencial de valorização de 46% em relação à cotação actual.
O mesmo analista considera que BES apresentou uma performance bastante positiva tanto a nível das operações domésticas como internacionais.
"É nosso entendimento que a falta de rumo do BCP durante 2007 abriu espaço para a aceleração do BES no mercado doméstico, sendo esse fenómeno visível em termos de ganhos de quota de mercado, de captação e fidelização de clientes ou de crescimento do crédito concedido", indica o documento.
Na opinião de André Rodrigues, o BES está bem posicionado para tirar vantagem do actual perfil de recuperação da economia portuguesa. "De facto, acreditamos que o crescimento do crédito concedido nos próximos anos terá como principal fio condutor a concessão de crédito a empresas, nomeadamente PME's, por oposição à forte dinâmica patenteada pela concessão de crédito a particulares nos últimos anos."
"Concluímos por isso que, aproveitando a aceleração de 2007, e a sua abordagem estratégica, o BES poderá ter um desempenho superior aos seus pares no que se refere à concessão de crédito a empresas", acrescenta o analista.
Assim, às 8h01, o BCP valorizava 1,02% para os 1,975 euros, o BPI somava 0,54% para os 3,72 euros e o BES crescia 0,35% para os 11,5 euros.
Nota de análise 2008-04-11 08:07
Boa sorte para eles ..!! ;D
Já agora tiagodandre guias-te pelas noticias desses maretas tugas :o
Eu faço precisamente o contrário que eles aconselham ;)
A crise global no mercado do crédito piorou no último mês e a recuperação do sector poderá só se dar no próximo ano, segundo o director financeiro da Lehman Brothers, Erin Callan.
"Março foi um mês muito, muito duro", afirmou Callan hoje em entrevista ao canal televisivo da Bloomberg. "Não creio que isto mude nos próximos meses. Teremos de olhar para 2009 para então começarmos a vislumbrar uma inversão de tendência", salientou o CFO da Lehman.
As declarações de Callan contrastam com os comentários feitos ontem por Lloyd Blankfein, CEO da Goldman Sachs. Blankfein disse aos accionistas, na AG anual da casa de investimento, que "estamos mais perto do fim do que do início da crise".
Também John Mack, CEO da Morgan Stanley, se pronunciou esta semana sobre a actual crise, dizendo que a contracção do mercado do crédito irá provavelmente "durar mais dois trimestres".
"Outros analistas poderão estar mais optimistas quanto ao final da crise, mas penso que só em 2009 é que poderá haver algum optimismo em relação à indústria e aos mercados como um todo", salientou Callan.
A Lehman Brothers anunciou anteontem que teve de "salvar" cinco fundos de dívida de curto prazo, penalizados pelo congelamento no mercado do crédito. A Lehman retirou 1,8 mil milhões de dólares de activos sem liquidez dos fundos para as suas contas e apresentou uma perda de 300 milhões de dólares no primeiro trimestre.
Os maiores bancos mundiais já apresentaram 245 mil milhões de dólares em amortizações de activos e perdas decorrentes da crise do crédito desde o início de 2007.
Os títulos financeiros têm sido os mais castigados nas bolsas internacionais devido a esta crise, que começou com o segmento dos empréstimos de alto risco ("subprime").
Hora deixa lá eu ivernar e esperar melhores dias ... ::)
Citação de: buypsi em Abril 11, 2008, 17:47
Já agora tiagodandre guias-te pelas noticias desses maretas tugas :o
buypsi...se me conhecesses não farias essas perguntas...caso não tenhas visto o título do tópico... NEWS: O SENTIMENTO DO MERCADO... ::)
O que eu coloco aqui são notícias, algumas que estou de acordo outras nem tanto!! ::) Não aquilo que penso, mas aquilo que pensam outros agentes do mercado...e uma nota de research que contempla os 3 principais bancos portugueses, acho que merece ser citada... 8)
Bem, mas se calhar estou errado, e este tópico não faz mais sentido!...melhor para mim que assim não perco tanto tempo...aliás, o tempo que disponho começa a ser cada vez menor, e se calhar é melhor começar a cortar em algumas coisas! ;)
Cump.
PS: Fico-me apenas pelo Barómetro agora....