Eficácia ou abuso sobre os contribuintes?
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Os números não enganam: mais penhoras; maior utilização do levantamento do sigilo bancário; recordes sucessivos na cobrança executiva e metas de cobrança sucessivamente ultrapassadas. É este o retrato de sucesso mediático e de cobrança alcançado pela Direcção-geral dos Impostos (DGCI) que está, no entanto, intimamente ligado a um conjunto de alterações legislativas que se têm vindo a verificar desde 2002 e cujos resultados se começaram a fazer sentir a partir de 2003.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1319714