Além das subidas diárias e da apresentaçao de resultados alguém sabe mais qq coisa?
Durante o mês de Janeiro apareceram notícias de reforço de posição pela Teixeira Duarte, João Pereira Coutinho e fundos estrangeiros, e além disso o banco grego e polaco do BCP apresentaram bons resultados e o Sabadell que é participado pelo BCP também teve lucros acima do esperado.
Pelos vistos era a alteração da Presidência do Conselho, não sei o que vai acontecer. Será que com estes resultados é sufiuciente para aguentar a saída?
Agradecia opiniões?
Batata
Eu creio que a saída vai ser realmente bastante benéfica para esta instituição bancária, acho que "sangue novo" é sempre bom, pelo menos há novas ideias e objectivos diferentes para atingir. :D
Um abraço
Tayoo
Jardim Gonçalves diz alteração na presidência procura encetar renovação geracional
25-01-2005 18:21 por Canal de Negócios
20 anos à frente do BCP Jardim Gonçalves diz alteração na presidência procura encetar renovação geracional
Jorge Jardim Gonçalves, presidente do Banco Comercial Português desde a fundação do banco em 1985, diz que a sua substituição por Paulo Teixeira Pinto «é o culminar de um processo cuidadosamente preparado» e que procura «encetar uma renovação geracional».
No comunicado, onde o BCP anuncia que vai ser proposta aos accionistas a substituição de Jardim Gonçalves por Paulo Teixeira Pinto, o ainda líder do BCP diz que esta decisão «visa a prossecução coerente da estratégia de desenvolvimento do Banco Comercial Português, no respeito dos valores fundacionais que sempre têm orientado a Instituição».
O BCP, que é actualmente o maior banco privado português, foi fundado em 1985, tendo a primeira agência da instituição financeira aberto ao público em 1986. No ano seguinte o banco admitiu as suas acções à cotação na Bolsa de Lisboa.
Hoje, o BCP, depois de um percurso de crescimento marcado por aquisições (BPA, BPSM e Banco Mello, entre outros), tem activos no valor de 71,6 mil milhões de euros, 12.487 colaboradores e uma capitalização bolsista de 6,64 mil milhões de euros. Os lucros de 2004 ascenderam a 513 milhões de euros, contra os 33 milhões de euros registados em 1988 e os 101,95 milhões de euros de 1995.
«Procura-se também encetar uma renovação geracional que, no âmbito do processo de refundação do banco, garanta a necessária vitalidade e energia, na condução dos seus destinos», refere Jardim Gonçalves.
«A escolha de Paulo Teixeira Pinto, que recolheu também apoio unânime dos membros do Conselho de Administração, é o reconhecimento de que nele se encontram reunidas as condições de capacidade e visão estratégicas, experiência e confiança, que são de reconhecimento não apenas interno ao Banco, mas também na sociedade em geral em que o Banco se insere», acrescenta.
Paulo Teixeira Pinto, com 44 anos e actualmente director geral do banco, refere que «a honra do convite e a responsabilidade das funções que ele implica, que se aceita com o firme propósito de dar continuidade à construção de um Banco verdadeiramente multidoméstico com presenças em Portugal, Polónia e Grécia, cumprindo os objectivos a que nos obrigámos perante os accionistas, e no respeito das relações com todos os demais stakeholders da Instituição».
Um abraço
Tayoo
Há uns anos, quando se falou da saída de Jardim Gonçalves, houve alguma polémica porque não havia um sucessor natural e várias caras apareceram, criando receios que à frente do banco não ficasse a melhor escolha e também não ficasse uma escolha consensual.
Mas agora penso que a saída de Jardim Gonçalves foi muito bem preparada e fica à frente da instituição alguém que tem estado nos lugares de topo nos últimos anos.