YUM BRANDS
A Yum Brands (YUM) é a detentora do maior sistema de restaurantes de comida rápida do mundo. De facto, ultrapassa inclusivamente a MacDonalds no que concerne ao número de restaurantes abertos. Esta empresa opera, quer de forma directa, quer através de franchises, as marcas KFC (Kentucky Fried Chicken), Pizza Hut, Taco Bell, Long John Silver's e A&W All American Food Concepts.
Um primeiro ponto a focar neste negócio diz respeito à presença e actuação da Yum no contexto internacional. Enquanto que o négocio interno nos EUA tem sofrido com o ambiente quasi recessivo que ali se vive, com um decrescimento de receitas no ano de 2007 (cerca de 3%), os negócios internacionais vivem um ambiente bem mais folgado, nomeadamente a divisão chinesa do negócio que registou uma taxa de crescimento bem próxima de 30% no ano passado. Desta forma, a Yum optou por fechar cerca de 200 restaurantes nos EUA, enquanto que prevê abrir mais 450 na China e cerca de 750 no resto do mundo. Parece-me que é atitude correcta neste momento, uma vez que o baixo dólar e a diminuição da procura interna estavam a ter uma repercussão negativa nas receitas.
Por outro lado, o crescimento das receitas na divisões internacionais, nomeadamente na China, aliadas a um
catalizador de curto-prazo (Jogos Olímpicos) deverão potenciar uma continuação, se não mesmo, uma aceleração deste ritmo de crescimento. Uma nota importante a salientar, contudo, prende-se com o facto de na China a procura se basear muito nas ementas de carne de frango, que, por sua vez registou aumentos de preço consideráveis ao longo do último ano. Naturalmente que o constante crescimento do preço de certas
commodities que por sua vez incrementam também o preço das rações animais, em muito têm influenciado esta tragetória ascendente. Pessoalmente, penso que este crescimento não conseguirá deter o aumento de procura que se anuncia, facto este aliado ao aumentos de preço dos menus.
Um segundo factor interessante está relacionado com o
programa de recompra de acções, que ao longo de vários, a Yum tem imprimido. Só em 2007 foram recompradas 42 milhoes de acções. O gráfico seguinte mostra a evolução deste programa ao longo dos últimos anos. Para se ter uma ideia, no final de 1998 o número de acções transacionáveis era de cerca de 612 mil milhões. No final de 2007 situava-se em 499 mil milhões (18,5% a menos). Em 2008 a administração prevê usar cerca de 2 mil milhões de dólares entre recompra de acções e dividendos pagos aos accionistas.
(http://img120.imageshack.us/img120/6937/sharebuybackpg2.png)
Segundo a minha análise, a Yum tem um potencial de upside de 16 pontos, até cerca dos
55$, e um downside de 7,5 pontos, por volta dos
31$. O rácio situa-se nos
2,14:1.
Para estes valores, baseei-me num EPS 2008 - $1.95; num valor intermédio entre a taxa de crescimento do últimos 5 anos (11.76%) e um P/E esperado para 2008 de 19,; num P/E máximo da indústria de 28 e numa cotação actual de $38.66.
Segundo a
AT, o ideal seria entrar neste título em valores mais próximos da MM50, por volta dos 35.75, embora não pareça muito fácil no curto-prazo. Talvez me engane mas, a quebra ascendente do triângulo possa implicar uma cotação na casa dos 40's a breve prazo.
Nota Final:Como sempre, procedam a uma análise própria caso considerem este título interessante. Se possível entrem de forma gradual e mantenham-se atentos. Uma nota finalíssíma relaciona-se com as
same store sales. Este palavrão assume especial importância neste tipo de negócio, em que o número de lojas/restaurantes se mede em centenas. As
same store sales não são mais que uma comparação entre o que determinada loja/restaurante vendeu no mesmo periodo do ano passado face a este ano. Por norma, enquanto uma empresa está em fase de crescimento e o número de lojas/restaurantes é ainda modesto, este conceito não é determinante. A empresa ainda tem muito por onde se expandir. Contudo, quando a expansão começa a ser muito completa, esta comparação assume uma importância relevante, uma vez que é uma medida de performance, um
benchmark, face ao que foi feito anteriormente. No caso da Yum Brands, este conceito de medida torna-se mais importante quando analisamos o contexto interno (EUA), em que as melhorias de rentabilidade de cada loja se tornam vitais, em especial no contexto adverso de 2007. Já no caso da China, em que o mercado ainda apresenta muitas oportunidades, embora não deixe de ter relevância, deve ser encarado de forma menos rígido.
Deixo-vos o gráfico anual e o meu obrigado pelo vosso tempo,
Paff.
(http://img120.imageshack.us/img120/905/yum1anois2.png)
a minha opinião sobre este titulo, numa só palavra: cara.
a agravar, dado o momento que atravessamos, não me parece muito atractivo.
apenas para acompanhar a evolução das dicas apresentadas nos meses anteriores: frontline vence diana até ao momento (não consegui fazer upload do gráfico mas em qq site conseguirão comparar a evolução destes 2 titulos: http://finance.yahoo.com/q/ta?t=3m&s=DSX&l=on&z=m&q=l&c=fro).
BN
Boa noite,
Citaçãoa minha opinião sobre este titulo, numa só palavra: cara.
a agravar, dado o momento que atravessamos, não me parece muito atractivo.
Caro Aleixon,
Se reparas-te eu na AT refiro o valor de 35.75$ como um bom ponto de entrada. É sempre preferível entrar a preços mais baixos como é evidente. Contudo, devo dizer, que face ao que se avizinha, não me parece que a Yum esteja tão mais cara que a concorrência. Na verdade, tem inclusivamente um P/E mais baixo que a maior concorrente, a MacDonalds.
Citaçãoapenas para acompanhar a evolução das dicas apresentadas nos meses anteriores: frontline vence diana até ao momento
De facto ganha, ainda que de forma marginal (comparando a data em que fiz a análise com a tua primeira referência à Frontline). Atirar um nome ao ar é relativamente fácil e, honestamente, nunca de nós fará a melhor escolha ou pelo menos no tempo absolutamente exacto. Não é esse o meu intuito, mas sim apresentar boas oportunidades a todos os que acreditarem no que escrevo. Umas vezes acerta-se mais outras menos, mas garanto-te, a honestidade intelectual nas análises está sempre presente.Assim, Aleixon, penso que seria bem mais interessante que nos pudesses elucidar sobre os títulos que falas com análises um pouco mais extensas e justificadas
Eu certamente que muito te agradecia e estou certo que os nossos colegas forenses partilham comigo esta opinião.
Obrigado pela tua atenção e pela tua opinião, são sempre benvindas e ajudam-nos a aprender sempre mais. A mim pelo menos sempre o fazem.
Paff.
Caros membros, permitam que complete um pouco mais a minha opinião, dado não ser suficientemente claro mediante a observação do membro que iniciou este tópico.
O Sr. Paff apresenta/resume/condensa uma série de informação sobre a Yum. Face aos dados apresenta as suas conclusões.
Mediante os mesmos dados , muito bem apresentados e resumidos, pessoalmente considere que o titulo está caro. Nem mais nem menos ilações, nem mais dados ou informação a acrescentar. Apenas isso. Daí uma resposta sucinta e directa.
Mais aprofundado: quando comparado com o restante sector efectivamente está a baixo da MÉDIA, quanto a factos não há argumentos. Contúdo não deixa de continuar caro (para os meus padrões pré-definidos) quer individualmente quer o sector na sua globalidade, baseado essencialmente nos valores P/E, que se encontra no limite superior do intervalo que estipulei para os sectores mais tecnológicos. Para sectores tradicionais, o limite superior ronda o valor 10. Reforço novamente que considero caro ainda para mais, de ser considerada a aposta do mês! Se realmente alguém está interessado neste sector, porque não considerar a Ibersol? Não fiz a recolha de todos os dados mas parece-me que voltou para preços que já justifica perder algum tempo na sua análise.
Faço uma abordagem mais conservadora no meu estilo de trading o que faz com que por vezes possa perder algumas oportunidades, mas foi esta a estratégia que defini e ainda não tenho motivos para a alterar. A ideia é, se existem oportunidades mais baratas no mercado, porquê arriscar com empresas mais caras? De certeza que existem opiniões diferentes e que respeito, mas esta é a minha posição (que seria do amarelo se todos gostassem do verde?). Óbvio é que o trabalho que tenho é bastante mais intenso até iniciar posição num titulo, mas que acaba por compensar no longo prazo.
Espero ter conseguido clarificar a minha opinião nesta questão.
Quanto à questão Diana Vs Frontline apenas quis dar sequência e realçar a observação colocada na altura do porquê a Diana ser A APOSTA e não outra empresa do mesmo sector que estaria mais barata, como a que referi, Frontline (não foi um nome atirado ao ar! quer neste caso quer para a Yum, sugeri empresas do mesmo sector e mais baratas). O resultado foi o que se viu. Nem mais nem menos do que isso.
Não quero colocar em causa nada do que foi apresentado. Não estive propriamente a confirmar se os dados estão ou não correctos. Numa vista de olhos superficial estão pelo menos coerentes e tenho a certeza que o Sr. Paff foi cuidadoso e sério no trabalho que fez. Não ousaria colocar esta questão ao nível pessoal. Trata-se apenas de um modo diferente de interpretar os mesmíssimos dados e por considerar que para ser colocada uma empresa como a oportunidade do mês que sería de esperar de facto algo mais atractivo.
Espero ter esclarecido também esta questão.
Agora sim, uma palavra pessoal para Sr. Paff, para dizer que gosto de ler os seus comentários e da forma como escreve. Nota-se que percebe da matéria. Se é que existe alguma divergência será apenas na postura e aversão ao risco de cada um, o que certamente não me impedirá de manifestar a minha opinião.
Cumprimentos e bons negócios.
NA
Viva Paff,
Gostei bastante da tua abordagem à YUM, mais uma análise com envergadura como nos tens vindo a habituar (1 ponto) ;) Aproveitei e destaquei-a na homepage do Clubeinvest.
Ainda não aprofundei este papel, mas vou adiciona-lo desde já à minha watch list e tentarei comentar se encontrar alguma coisa relevante a acrescentar.
Um ponto também ao aleixon pela justificação dada no segundo post... da discussão nasce a luz, e é sempre bom o confronto estratégico quando bem justificado.
um abraço aos dois ;)
Bom dia, podem me dizer onde é negociada a yum brands?Obrigado
boa tarde
No gráfico da stockcharts que o Paff anexou pode-se ver em cima o mercado em que negoceia. Neste caso é o NYSE.
Agradeço ao Paff também pela partilha e bons fundamentos.
Cumprimentos
Há um factor muito grande de risco que é o facto de ser negociada em dolares, para quem já está no mercado e já assume o risco, é um factor de pouca monta só válido contra a decisão de mudar de mercado, para quem está agora a pensar entrar é um factor sério na decisão, pois todo o lucro pode ser absorvido com a desvalorização da moeda.
Por outro lado, se o BCE descer a taxa directora, poderá ser uma alavancagem...
Citação de: preira em Abril 03, 2008, 22:50
Há um factor muito grande de risco que é o facto de ser negociada em dolares, para quem já está no mercado e já assume o risco, é um factor de pouca monta só válido contra a decisão de mudar de mercado, para quem está agora a pensar entrar é um factor sério na decisão, pois todo o lucro pode ser absorvido com a desvalorização da moeda.
Por outro lado, se o BCE descer a taxa directora, poderá ser uma alavancagem...
Boas,
Sim, é verdade. Contudo alguns Bancos já permitem que se tenha duas
contas paralelas, uma em euros e outra em dólares. Por exemplo, o CaixaBi tem essa possibilidade. Estou certo que outros também a contemplarão.
Desta forma, caso procedas a uma venda de um título cotado em dólares, sempre podes esperar pelo melhor momento para trocar o pecúlio para euros.
Paff.
Boas, gostei sem duvida do seu post. Apesar de perceber alguma coisa de analise fundamental ainda sou um pouco novato nisto. Gostaria por isso de saber que contas fez para achar o potencial de upside e o potencial de downside da Yum. Sei que expôs um indicadores e esses percebo mas agora as contas que fez infelizmente não.
Desde já agradeço a explicação.
Boas pjpan,
As contas são relativamente fáceis de fazer.
Para o upside, multiplico o EPS esperado para 2008 pelo P/E máximo da indústria em que a Yum se insere.
Para o downside, é mais uma vez o EPS estimado multiplicado desta vez pela taxa de crescimento das receitas nos últimos 5 anos. Contudo, por vezes pode-se também utilizar o P/E estimado (recorrendo a polls de analistas) para o ano seguinte. Neste caso, existia uma diferença assinalável entre o crescimento passado (11.76%) e o P/E estimado para 2009 (19). Assim optei por recorrer a um valor intermédio. Devo ressalvar que por norma, e quando a diferença não é tão notória, opto por utilizar a taxa de crescimento passada.
Devo no entanto clarificar o porquê da utilização deste método. Pessoalmente, acho os price targets uma assunção algo ridícula, até porque me parecem ser o equivalente a uma fotografia na vida de uma empresa. Uma fotografia dá-nos uma imagem fixa e estática em determinado momento, com a desvantagem de nem sequer se saber ao certo a que momento nos referimos. Através do uso de upside e downside, consigo ter um intervalo de previsão, que não só embarca a naturais variações de cotação ao longo do tempo, como também me dá uma visão, nomeadamente através do rácio, do nível de risco da própria previsão. Quanto maior for este rácio, maior será o upside espectável face ao downside, e, naturalmente, menor o risco associado ao investimento.
Tenho noção de que o método utilizado pelos analistas, por norma através do desconto dos cash-flows futuros a uma determinada taxa de desconto está na origem dos price targets que costumam apresentar. Ainda assim, penso que alguns dos indicadores utilizados para a determinação deste valor baseiam-se mais em golpes de adivinhação e arte, do que em ciência quantificável. Não é de estranhar a divergência de price targets de analista para analista em relação a um mesmo título. O método que utilizo tem demonstrado ser mais fiável ao longo do tempo, baseando-se em menos indicadores, sem dúvida, mas em indicadores reais, que beneficiam inclusivamente de médias de estimativas.
Espero ter sido esclarecedor. Qualquer outra dúvida não hesites em perguntar, que eu tentarei esclarecer na medida dos meus conhecimentos.
Obrigado pela tua atenção,
Paff.
*****RESULTADOS ACIMA DO ESPERADO - UNIDADE CHINESA E INTERNACIONAL A CRESCER A BOM RITMO - CONTINUAÇÃO DA REESTRUTURAÇÃO DA UNIDADE NORTE-AMERICANA*****
LOUISVILLE, Ky., Apr 22, 2008 (BUSINESS WIRE) -- Yum! Brands Inc. (YUM, Trade) today reported results for the first quarter ended March 22, 2008.
First-quarter Earnings Per Share (EPS) of $0.50 included the benefit of a one-time gain from the sale of our minority interest in KFC Japan, and charges related to our long-term plan for U.S. brands transformation, including refranchising losses and charges related to business restructuring. Excluding these special items, EPS was $0.42 or 19% growth, which the company believes is a better indication of the underlying first-quarter performance.
FIRST-QUARTER HIGHLIGHTS
-- Very strong system-sales growth of +40% in mainland China and +15% in Yum! Restaurants International (YRI), fueled by same-store-sales growth, strong unit development, and favorable foreign currency translation
-- Worldwide same-store-sales growth of +4%, including +12% in mainland China, +5% in YRI, and +3% in the U.S. (all figures are system-wide)
-- Operating profit growth of +33% in China Division and +18% in YRI. Worldwide operating profit growth of +13% excluding the benefit of special items
-- A quarterly record of nearly $1 billion in share buybacks
-- EPS growth as outlined below:
First Quarter
2008 2007 % Change
------ ----- --------
EPS $0.50 $0.35 +43
Less: Special Items(1) $0.08 - NM
EPS Excluding Special Items $0.42 $0.35 +19
(1) Special items of $0.08 include $100 million pre-tax gain from the sale of minority interest in KFC Japan, $26 million of U.S. refranchising pre-tax losses, and $6 million of pre-tax charges related to U.S. restructuring.
FULL-YEAR OUTLOOK
The Company raised its full-year 2008 EPS forecast from $1.85 to $1.87 per share or 11% growth. This is prior to full-year net gains from special items of up to $0.06 per share as previously announced in the Company's full-year 2007 earnings release on February 4, 2008. Full-year EPS is expected to total up to $1.93, including all items.
David C. Novak, Chairman and CEO, said, "I am pleased to report a strong start to 2008 with first-quarter EPS growth of +19% excluding special items, led by outstanding operating-profit growth from our China and YRI businesses. The global growth we are achieving in China and YRI is among the best in the retail sector as we are driving robust same-store-sales growth, record-level new-unit development and excellent returns. In fact, we fully expect in 2008, for the eighth straight year, to open at least 1,000 new restaurants outside the U.S., reinforcing our position as the leading international retail developer. While our U.S. profits are being challenged by significant commodity pressure, we achieved 3% system same-store-sales growth, and we remain confident in the steps we are taking to position the U.S. brands for sustainable growth. Importantly, we continue to return significant cash to our shareholders. During the first quarter, we repurchased $1 billion of our shares at a price we believe created significant shareholder value. Overall, this quarter again highlighted the power of our global portfolio, and on the strength of our first-quarter results, we are raising our full-year EPS forecast to 11% growth, or $1.87 per share excluding special items.
"Shareholders should expect us to continue building consistent value by differentiating our portfolio of brands and driving profitable global expansion through our four key strategies that make us not your ordinary restaurant company: building leading brands in China in every significant category; driving aggressive international expansion and building strong brands everywhere; dramatically improving U.S. brand positions, consistency and returns; and driving industry-leading, long-term shareholder and franchisee value."
CHINA DIVISION
($ million, except restaurant counts %
and percentages) First Quarter Change
-----------------
2008 2007 Reported Excl F/x
------- ----- -------- --------
Traditional Restaurants-Mainland China
(MLC) 2,640 2,202 +20 NA
KFC 2,201 1,881 +17 NA
Pizza Hut Casual Dining 362 273 +33 NA
Pizza Hut Home Service 59 39 +51 NA
System-Sales Growth % +38 +28
MLC system-sales growth % +40 +30
MLC Same-Store-Sales Growth % NA +12
Restaurant Margin % 21.3 22.9 (1.6) (1.7)
Operating Profit 101 76 +33 +23
CHINA DIVISION COMMENTS
-- Mainland China delivered an outstanding same-store-sales growth of 12%, lapping a strong 9% last year.
-- We opened 88 new units in mainland China, exceeding last year's development pace and further strengthening our leadership position in China's rapidly growing restaurant category.
-- Restaurant margin percentage declined due primarily to high food cost inflation. Commodity costs increased by approximately $11 million versus last year.
-- Foreign currency conversion benefited operating profit by $8 million.
YUM! RESTAURANTS INTERNATIONAL DIVISION (YRI)
($ million, except restaurant counts %
and percentages) First Quarter Change
-----------------
2008 2007 Reported Excl F/x
------ ------ -------- --------
Traditional Restaurants 12,275 11,791 +4 NA
System-Sales Growth % +15 +9
Same-Store-Sales Growth % NA +5
Franchise & License Fees 145 121 +20 +14
Operating Margin % 20.0 17.4 +2.6 +2.3
Operating Profit 139 119 +18 +11
YRI DIVISION COMMENTS
-- YRI achieved same-store-sales growth of 5%, lapping 7% from 2007.
-- We opened 158 new restaurants in our YRI Division, 96% of which were opened by our franchise partners. YRI continues to build an enviable development track record.
-- Franchise fees, a key driver of our high-return business, grew by 20% and is expected to reach approximately $650 million for the full year.
-- The strength of foreign currencies versus the U.S. dollar benefited operating profit by $7 million.
-- The loss of a VAT exemption in our Mexico business adversely impacted restaurant margin percentage by approximately 1 percentage point and operating profit by $5 million during the first quarter. As previously communicated, this loss is expected to negatively impact restaurant margin percentage by 1.2 percentage points and operating profit by more than $30 million for the full-year 2008.
UNITED STATES BUSINESS
($ million, except restaurant counts First Quarter
and percentages) 2008 2007 % Change
------------- ------ --------
Traditional Restaurants 17,919 18,050 (1)
Same-Store-Sales Growth %
System +3 (3) NM
Company +3 (6) NM
Franchisee Sales 3,052 2,932 +4
Company Sales 1,034 1,051 (2)
Franchise & License Fees 157 149 +5
Restaurant Margin % 12.4 13.3 (0.9)
Operating Margin % 13.2 13.8 (0.6)
Operating Profit 157 165 (5)
U.S. BUSINESS COMMENTS
-- The U.S. business delivered same-store-sales growth of 3%, reversing last year's negative trend.
-- Restaurant margin percentage and operating profit declined due largely to significant commodity inflation (cheese, wheat and chicken costs). Overall, commodity costs increased $25 million compared to prior year.
-- As part of our long-term plan to transform our U.S. business -- which includes building permanent sales layers, investing in brand repositioning, refranchising and restructuring -- we previously guided that we are expanding our refranchising of U.S. company-owned restaurants, with company ownership to potentially reach below 10% by year-end 2010. We remain confident in our ability to achieve this goal, and expect subsequent quarters' activity in 2008 to be higher than the relatively low rate during the first quarter.
SHAREHOLDER PAYOUTS
During the first quarter of 2008, we purchased 27.7 million shares at an average price of $35.39, or a total of $981 million, a quarterly record.
For 2008, we expect to return over $2 billion to shareholders through both dividends and significant share buybacks.
Q2 2008 UPDATE
-- We expect a special item loss in the range of $0.01 to $0.03 per share due to the continuation of our U.S. business transformation, including refranchising losses and restructuring charges.
-- Tax rate is likely to be significantly higher than the second-quarter 2007 tax rate of 21.5%
-- U.S. restaurant margin will be adversely impacted by continued higher commodity costs (at a level similar to first-quarter's inflation) and dramatically higher insurance expenses.
YUM! ONGOING EARNINGS GROWTH MODEL
-- China Division operating-profit growth of 20%. This growth is driven largely by new-unit development in mainland China. Our key metric for mainland China is system-sales growth with an annual target of +20% driven by at least 425 new-restaurant openings.
-- YRI Division operating-profit growth of 10%. This growth is driven mainly by new-unit development, measured by system-sales growth of at least 5% (3% to 4% unit growth and 2% to 3% same-store-sales growth) including 750 new-restaurant openings.
-- U.S. operating-profit growth of 5% with same-store-sales growth of 2% to 3% and leverage of the G&A infrastructure.
-- EPS growth of at least 10%. This reflects additional benefit from reduction in shares outstanding due to substantial share buybacks.
2008 First-Quarter End Dates 2008 Second-Quarter End Dates
----------------------------------- --------------------------------
International Division 2/25/2008 International Division 5/19/2008
China Division 2/29/2008 China Division 5/31/2008
U.S. Business 3/22/2008 U.S. Business 6/14/2008
nada como comparar resultados no último mês (24 Março até hoje, 23 de Abril):
Ibersol: 37%
Yum: 7,1% (sem contar com a variação da taxa de câmbio que foi de 3,8% ou seja, resultado na Yum = 7,1-3,8= 3,3%)
gráficamente:
http://uk.finance.yahoo.com/q/bc?t=3m&s=IBS.LS&l=on&z=m&q=l&c=yum
1A
Citação de: aleixon em Abril 23, 2008, 17:57
nada como comparar resultados no último mês (24 Março até hoje, 23 de Abril):
Ibersol: 37%
Yum: 7,1% (sem contar com a variação da taxa de câmbio que foi de 3,8% ou seja, resultado na Yum = 7,1-3,8= 3,3%)
Viva Aleixon,
Sem dúvidas, contra factos não há argumentos. A sua chamada foi de uma precisão impecável, oxalá eu tivesse entrado no título nessa altura (espero que tenha tido essa oportunidade). Um ponto pela precisão. ;)
Quanto à Yum, continuo a pensar que é um título com um bom potencial, quer através de catalisadores gerais do sector (também aplicáveis à Ibersol) como a aproximação do Verão, como por catalisadores mais específicos como os eventos desportivos que se avizinham, seja o Campeonato da Europa de Futebol, seja os Jogos Olímpicos, área do globo onde a Yum certamente retirará os devidos proveitos.
Paff
Yum Brands reports higher profit, ups forecast
http://www.marketwatch.com/news/story/yum-brands-posts-higher-profit/story.aspx?guid=%7BAEDB1E5B-079F-4AB5-BA97-A68B10984E35%7D&dist=msr_1