"Se errámos, foi por chegar tarde demais à Líbia ou à Guiné Equatorial"
A diplomacia portuguesa tem de estar cada vez mais ao serviço da economia, das empresas e dos produtos nacionais. Seja na Líbia ou na Guiné Equatorial, onde o erro foi ter chegado tarde demais, afirma Luis Amada em entrevista ao Negócios.
2008-08-18 07:42
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