As Reformas, uma vez mais....
fala-se em tudo, mas nas reformas de 400, 500, 600,...,mil, mil e duzentos contos, conseguidas, algumas delas, muitas mesmo, com menos de 60 anos de idade, aí o Governo contínua impávido e sereno, ainda lhes deu um aumento de 1,5%.
Esse "direitos" escandalosamente "adquiridos" têm que ser cortados e já imediatamente, sem qualquer período de transição! e cortados radicalmente, do género, reforma máxima 400 contos líquidos (sem impostos) e o estado pagava no máximo esse valor. Depois tem que se arranjar uma forma de baixar todas as outras que estejam acima dos 200 contos líquidos. Deixar apenas como está, as reformas abaixo de 200 contos líquidos e para quem se Reformou acoma dos 60 anos de idade.
Em que me baseio para fazer estas reduções:
1-Os valores são completamente desajustados aos descontos efectuados, em alguns casos, o descontado é menos de 1/10 do que irão receber (a continuarem a receber os valores "adquiridos", o que eu não acredito) de acordo com a esperança de vida actual. As contas são fáceis de fazer, mas julgo que não é necessário entrar por aí.
2-Os salários dos mais novos, muitos deles muitíssimo mais qualificados, são 3, 4 5, 6, 10 vezes inferiores. E não esquecer, são os Jovens que com os seus descontos estão a contribuir par manter estes provilégios, os quais nunca nem por sombras irão atingir.
3-Se os valores forem publicitados e as medidas foram tomadas e explicadas, todos irão entender, incluindo, em minha opinão muitos dos próprios, pois alguns deles dizem claramente "o que hei-de fazer com tanto dinheiro?", é verdade já ouvi isto de algumas Professoras Primárias - 400 contos líquidos conseguidos até à 2 anos atrás com 52, 53, .. 55 anos de idade"
Vejam quando é que um Jovem, por melhor e mais quaificado que seja vai conseguir, ganhar, trabalhando muito duro, 400 contos líquidos, quantos o conseguem, na situação actual? e quantos ganham 1/3 e mesmo metade desse valor, sabendo que vão ter de trabalhar até aos 65, 66, 70, 75, para terem direito a uma reforma que pelas regras agora impostas será muito, mas muito mais baixa que o último salário auferido.
A guerra entre os altamentes priviligiados e os restantes pode de facto estar iminente.
As medidas de enfrentamento dos "direitos supostamente adquiridos" nas reformas, continuam a não fazer parte da agenda política, porque em minha opinão os decisores nessa matéria teriam que decidir contra si próprios, pois todos eles de uma forma ou de outra, já têm esse privilégios adquiridos, e daí a legislarem unicamente para os outross "os mais novos".
E então sim , temos que corrigir, vamos corrigir, vamos atacar daqui em diante. O que está (mal) fica como está ad eterno, pois mexe connosco (a geração dos decisores), vós (os novos) é que tereis de aguentar com tudo em cima!!
Até quando?!??!?