O cenário de uma OPA alternativa, afinal, pode ainda acontecer. Fontes próximas dos fundos londrinos que estão a apoiar as intenções de Miguel Pais do Amaral disseram ao Diário Económico que "ninguém desistiu de nada. Está tudo 100% operacional".
Para estes fundos, com interesses nas empresas de telecomunicações europeias, a decisão ontem conhecida da Autoridade da Concorrência portuguesa não encerrou nenhum processo. Pelo contrário: "É o princípio de um novo jogo".
A ideia por trás deste raciocínio é simples: a Sonae dificilmente concretizará a operação mantendo a oferta de 9,5 euros por cada acção da PT e, segundo esta mesma fonte, não terá igualmente condições para subir a sua oferta para os 10 euros. Como mais de 40% das acções da PT já foram transaccionadas acima dos 9,5 euros por acção, a aposta destes fundos que estão com Miguel Pais do Amaral é esperar: "Se a operação falhar, pode recomeçar tudo de novo e com outros valores por acção", explicam.
diárioeconómico (http://www.de.iol.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/empresas/pt/desarrollo/693474.html)