Como o consumo das famílias passou de pecado a tábua de salvação
Até há bem pouco tempo, os consumidores portugueses carregavam o peso do pecado: haviam cedido à febre consumista das sociedades modernas, declaravam os economistas. E avisavam: ajudados por taxas de juro baixas, os consumidores estavam a comprar de tudo, enviavam sem pudor as contas para o banco, e aos poucos elevaram o endividamento para níveis insustentáveis. De há uns meses para cá, os discursos mudaram.
2009-04-14 00:01
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