Menos de metade das novas empresas consegue sobreviver ao fim de três anos de actividade
A taxa de sobrevivência das novas empresas desce a partir do segundo ano de vida e é a indústria que mais dificuldades tem em manter aberto o negócio. Segundo um estudo do INE, divulgado hoje, sobre o empreendedorismo em Portugal, quase 73 por cento das empresas em 2007 conseguiu sobreviver no primeiro ano de vida, mas o número cai para os 53,8 por cento no segundo ano. E nem metade das empresas criadas nesse ano conseguiram manter as portas abertas ao fim de três anos: a taxa de sobrevivência foi de 47,1 por cento.<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clix/HFqW/~4/ySjFB7Jr-Gc" height="1" width="1"/>
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