Eureko continua a deter os direitos de voto no BCP que alienou ao ABN
O Conselho Directivo da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) considerou hoje que o contéudo do quadro contratual celebrado entre a Eureko e o ABN Amro não envolve qualquer ilicitude, o que significa que os direitos de voto inerentes às acções do BCP que foram alienadas ao ABN continuam a ser imputáveis à Eureko.
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