Galp faz contas ao investimento
E o dinheiro chega? A pergunta insistente prende-se com as incertezas que a exploração do petróleo do pré-sal comporta e com o esforço que será exigido a empresas de pequena dimensão, como a Galp. O novo modelo regulatório agrada à petrolífera portuguesa porque não mexe nos contratos já celebrados, transfere menos encargos para os parceiros da Petrobras, mas ainda está por decidir se as áreas adjacentes às já concessionadas, e ainda não atribuídas, serão partilhadas pelas mesmas empresas ou se irão apenas para a Petrobras.<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/clix/HFqW/~4/BgNun3w5NPU" height="1" width="1"/>
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