Caros amigos...
Reputo de extrema importância a análise macro econômica mundial contida nesta entrevista.O analista vive em NY a maior parte do tempo.
Assistam ,que vale a pena.
Boa semana.
Zimermann
"Bovespa caminha rumo aos 200 mil pontos", reforça Ricardo Amorim
Por: Marcelo Rossi Poli
19/09/09 - 16h06
InfoMoney
SÃO PAULO - Conforme adiantada em junho e com exclusividade à InfoMoney TV, a previsão de valorização da bolsa brasileira até aproximadamente o patamar de 200 mil pontos foi mais uma vez explicada pelo presidente da Ricam Consultoria e palestrante do Invest Bolsa, Ricardo Amorim.
Desta vez, ele traça um prognóstico de como devem ser os próximos anos ao investidor brasileiro e como será o desenho da macroeconomia. Confira.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1676385&path=/investimentos/
Caro Zimmerman
Gostei de ver o Ricardo.
Falou muito bem. Notei que está muito mais Bull que eu.
Ele fala em subidas até aos 200.000 pontos para o bovespa, um aumento de 300%. Eu não tenho a certeza mas parece-me que actualmente está nos 60.580.
Se isto for verdade, eu acho que é impossivel.
Eu acho que dificilmente o Bvespa vai aos 75.000 pontos.
Mas deixo um gráfico que julgo ser do bovespa para o nosso amigo Soldado dar a sua opinião.
Eu não estou tão bull quanto o Ricardo. Não quero ser desmancha prazeres mas eu defendo que a crise não acabou. Eu sou dos que pensa que os mercados irão descer abaixo dos minimos de Março quando chegar a altura certa.
Se o grafico não for do Bovespa diga.
Cumprimentos e bons negócios
fisher
Fisher,bom dia...
O Ricardo não fez esta colocação de 200.000 ou 150.000 pontos do Ibov para este ano , mas o que ele deixou bem marcado é que o mercado para China , Índia e Brasil é muito BULL para os próximos anos e que a roda da riqueza vai rolar com maior velocidade nestes países...e eu acredito nesta posição bull e nas grandes possibilidades da bolsa brasileira começar a andar com muito maior velocidade que outras.Isto devido as vantagens comparativas e competitivas da nossa economia e do nosso território perante outras nações neste momento econômico.Aqui no Brasil, nossa economia está intácta e não tivemos crise. Esperamos o IBOV em no mínimo 70.000 pontos para dezembro
Não consigo colocar o gráfico de 10 anos do IBOV para o Soldado .
Atenção para a reunião do G20 dia 24/09/09.
Abraços Bull.
Zimermann.'.
Meirelles faz alerta contra euforia no mercado brasileiro
Presidente do BC diz que não é possível determinar a existência de bolha, mas que atenção deve ser mantida
Reuters
BRASÍLIA - O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles avaliou em entrevista à Reuters que há um "componente de euforia" no mercado brasileiro, mesmo após dados do segundo trimestre terem mostrado que a economia superou a recessão. "O que se percebe é um comportamento de euforia que pode, ou não, estar se refletindo nos preços. Mas existe nos diversos mercados. Seja no mercado, por exemplo, cambial. Seja nos mercados futuros, inclusive de precificação de curvas de juros, seja em outros tipos de ativos, em que pode haver, ou não, euforia", afirmou.
"Agora, não há definição precisa que diz 'este mercado especificamente, a partir deste ponto, está configurada a bolha', isso não existe." Meirelles acrescentou que, na formação de preços, é muito importante que os agentes econômicos estejam "cada vez mais alertas para não fazerem movimentos de formação irrealista de preços de ativos em geral".
"E até que as regulamentações prudenciais estejam prontas, sejam no mercado de crédito, sejam no mercado de derivativos, seja nos mercados em geral, é importante que mantenhamos no mundo todo esse mecanismo de alerta. E no Brasil também."
Na entrevista, Meirelles também avaliou que o próximo governo terá como principais desafios impulsionar investimentos em infraestrutura e em educação, e também enfrentar questões como a ineficiência fiscal e a burocracia. "Um dos gargalos mais sérios e objetivos que o Brasil pode enfrentar nos próximos anos é mão-de-obra treinada, em todos os níveis."
Caros zimermann e fisher,
Concordo com a análise do Ricardo, mas os 200.000 não devem ser já nos próximos 5 anos.
Consegui apanhar um gráfico do IBOV. O modo como vejo a coisa está assinalado no anexo. Penso que deve fazer máximo absoluto de 95.000±5000 em 2010, mas vai sofrer uma correcção digna de registo, provavelmente para os 60.000. Vejo como muito provável os 130.000 em 2015/16.
No entanto, temos que acompanhar o desenvolvimento da onda b. Na altura temos que ver se pára onde está marcada no gráfico... ou se vai "pulverizar" o esquema e obrigar a tornar a projecção ainda mais bullish!
O mercado brasileiro está verdadeiramente em polvorosa!
Cumprimentos e bons negócios.
ALIEM AS DUAS NOTÍCIAS E ENTENDERÃO A ALTA DA BOVESPA....
Capital estrangeiro está correndo para o Brasil
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Obama quer que G20 repense economia global
Washington quer que outros países se tornem motores do crescimento.
da Reuters, em Washington
O encontro vai marcar a terceira vez em menos de um ano que os líderes de países que reúnem 85% da economia global se encontrarão para coordenar suas respostas à crise.
Obama afirmou que a economia norte-americana está se recuperando, mesmo que o desemprego esteja se mantendo em alta, e agora é o momento de reequilibrar a economia mundial, após décadas de consumo exagerado por parte dos EUA.
"Não podemos voltar para a era em que os chineses ou alemães ou outros países apenas vendem tudo para nós. Estamos eliminando um monte de dívidas de cartão de crédito ou hipotecas, mas não estamos vendendo nada para eles", disse Obama em um entrevista para o canal "CNN".
Com os consumidores norte-americanos segurando seus gastos, após a queda dos preços das residências e aumento do desemprego, Washington quer que outros países se tornem motores do crescimento.
"Isso é parte do que o encontro do G20 em Pittsburgh será, garantindo que haja uma economia mais equilibrada", reiterou o presidente dos EUA.
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Ricardo Amorim atrai investidores com análise
Por: Patrícia Teve
A disputa foi grande para assistir à palestra do renomado economista Ricardo Amorim, um dos âncoras do Manhattan Connection, que trouxe suas impressões sobre o rumo da economia mundial. Os expectadores saíram no mínimo mais otimistas com o nosso País tropical e a vontade de investir na Bolsa certamente foi aguçada.
Segundo o economista, os estrangeiros não brasileiros que se mudaram em busca de oportunidades nos EUA estão voltando para seus países de origem devido às piores condições de emprego. Ele enxerga uma reversão de fuga de cérebros. "Começamos a atrair gente boa", relata Amorim.
Para ele a vantagem que a Europa e os EUA ainda têm refere-se à capacidade de inovação. Mas diz que essa vantagem não é tão grande como antes e enumera tecnologias e descobertas em que o Brasil é líder, como o Pré-Sal, o motor Flex Fuel, o etanol, etc. Amorim conta que a crise sepultou a idéia que associava EUA e Europa à estabilidade e o Brasil à instabilidade. Ele ainda mostra exemplos em que empresas estrangeiras foram compradas por brasileiras, revelando ser essa uma tendência daqui para frente.
Perspectivas
Conforme Ricardo Amorim, o preço das commodities, provavelmente, irá ultrapassar os recordes atingidos anteriormente. Isso irá beneficiar e muito a economia brasileira, que terá posição de destaque nessa nova ordem mundial. Seu palpite para o PIB do Brasil é de que cresça 6% no próximo ano, o que renderá o quarto lugar para o País no ranking mundial.
E quanto tempo essa bonança irá durar? Para Amorim, o impacto dessa virada de eixo terá efeitos no longo prazo, mais especificamente nos próximos 20 ou 30 anos. "Aproximadamente 15% da população brasileira vivem hoje no campo, na China esse percentual vai para 49% e na Índia, para 60%. Isso significa que há um grande espaço para que essa população migre para as cidades e faça girar ainda mais a economia com maior consumo e necessidade de infraestrutura", explica o economista.
Sobre o dólar a aposta é de que ele despenque, já no próximo ano para abaixo de R$ 1,55. E enquanto as bolsas lá fora deverão, depois de esse momento de euforia, voltar a cair (devido às condições macroeconômicas desfavoráveis: inflação alta, empresas menos competitivas, moeda em queda etc.), a Bolsa brasileira só tende a subir descolada do mercado americano. Amorim até arrisca um palpite extremamente otimista: "podemos sim chegar aos 200 mil pontos, por que não? Só não sei dizer quando". "Estamos vendo o mesmo ciclo de 2002, quando a Bolsa chegou a subir 800% até outubro de 2008", completa.
A última recomendação de Ricardo foi: "Olhem para os setores que dependem do crédito e do consumo de massa, eles irão crescer".
Zimerman :
Como se pode abrir conta em correctoras no Brasil a partir aqui de Portugal? Quais as que dão maiores garantias?
Quais os titulos com mais potêncial?
Obrigado
Mr. Bond...James Bond?
Boa noite.
O mercado brasileiro está como os demais pelo mundo: a beira de uma realização, momento em que é difícil dar uma indicação para longo prazo, mas é certo que para o médio prazo , devido as festas de final de ano que se aproximam e a elevada liquidez do nosso mercado interno, ações ligadas ao consumo interno brasileiro serão bem procuradas. Por Exemplo Sdia4- prga3 -Btow3 - lame4 - mari3 -pcar3 e muitas outras...
Meu e mail é :
[email protected] Entre em contato se estiver interessado em informações mais detalhadas...
Para investir no Brasil leia o conteúdo do enderêço abaixo:
http://www.bovespa.com.br/Investidor/InvestidoresEstrangeiros.asp
Saudações.
Zimermann
Reserva de 12 bilhões de toneladas de ferro anunciada em Minas Gerais
Publicado por Gandalf às 9/23/2009 08:57:00 AM
No segundo dia da Exposibram, em Belo Horizonte, um executivo do governo do estado de Minas Gerais informou que o estado identificou um depósito de ferro que pode abrigar mais de 12 bilhões de toneladas de minério ou mais. Segundo o Secretário de Desenvolvimento Econômico mineiro, Sérgio Barroso, um grupo de companhias, cujos nomes não puderam ser declinados, está medindo as reservas, encontradas na região norte do estado.
Barroso ainda declarou que a área pode ser colocada à venda para grandes mineradoras, posteriormente, e que quem explorar o depósito contará com incentivos fiscais e apoio logístico do estado. Para que se tenha uma ideia das dimensões da jazida, a Vale encerrou 2008 com reservas provadas de 9 bilhões de toneladas, de acordo com sua página na internet, e o maior depósito da Ásia, no norte da China, tem cerca de 3 bilhões de toneladas.
Finalmente, Barroso informou que um estudo inicial sobre a quantidade das reservas deve ficar pronto em dois meses.
Fundo soberano chinês estuda compra de títulos brasileiros
24/09/09 - 09h04
InfoMoney
SÃO PAULO - O grau de investimento atribuído ao Brasil pela Moody's, agência de classificação de risco, já começa a render frutos ao Brasil. De acordo com o secretário-adjunto do Tesouro, Paulo Valle, os investidores estrangeiros começam a ser mais atraídos ao país.
Segundo Valle, o fundo soberano de investimentos chinês está interessado em comprar títulos de dívida emitidos pelo governo brasileiro no mercado local. Para negociar as propostas, Valle esteve nesta terça-feira (22) reunido com funcionários do China Investment Corporation (CIC) no fórum de investimentos China-América Latina em Pequim.
"Tivemos apenas um primeiro contato. Mas acredito que há uma possibilidade de ampliarmos nossas relações com o fundo soberano da China", afirmou à agência Dow Jones.
De olho nos bônus
Valle conta que nenhum acordo foi firmado até o momento, mas o fundo soberano está particularmente interessado na compra de bônus atrelados à inflação denominados em real.
O secretário destaca que o Brasil não vai restringir investimentos dos fundos soberanos, já que esses investidores ajudam a aumentar a liquidez no mercado local.
A procura chinesa por papéis brasileiros, como diz Valle, é resultado da melhoria da avaliação de crédito do Brasil, que também tem atraído outros investidores internacionais.
Ao conceder o título de grau de investimento para os bônus brasileiros em moedas local e estrangeira na última terça-feira (22), a Moody's se alinhou a outras duas agências de classificação de risco que já haviam concedido o rating ao país no ano passado.
Fundo soberano chinês
Com a crise financeira internacional, o CIC perdeu dinheiro com financeiras como Blackstone e Morgan Stanley, decidindo, assim, redefinir suas estratégias de investimento.
Na terça-feira (22), o fundo, cujos ativos chegam a US$ 297,5 bilhões, anunciou a compra de 15% de participação na Noble Group, fornecedor mundial de commodities. O acordo prevê a venda de US$ 850 milhões em novas e já existentes ações, incluindo 135 milhões de ativos pertencentes ao chefe-executivo da Noble Richard Elman.
Além disso, o fundo negocia ainda a compra de 2,3% na incorporadora imobiliária Poly Investments.
25/09/2009 - 03h30 Folha Online
Fundos de pensão poderão correr mais risco
O governo afrouxou as regras para investimento do patrimônio de R$ 450 bilhões dos fundos de pensão, permitindo que as entidades possam correr mais riscos na busca por maior rentabilidade.
A partir de agora, as entidades poderão direcionar até 100% de seus recursos para investimentos que não sejam aplicações de renda fixa.
Hoje, a maior parte do patrimônio dos fundos de pensão (64%) está concentrada nessas aplicações, principalmente em títulos públicos federais. As entidades de previdência complementar carregam 15% da dívida do governo federal em papéis no mercado.
Com a queda dos juros e a estabilidade econômica, no entanto, os fundos começam a encontrar dificuldades para administrar seus investimentos e cumprir as metas de rentabilidade.
Os fundos adotam metas de retorno para assegurar que, ao longo do tempo, terão recursos suficientes para pagar complementação de aposentadoria dos participantes.
As mudanças foram aprovadas pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) e beneficiarão diretamente 14 fundos de pensão que estavam fora dos limites de aplicação, entre eles a gigante Previ-fundo dos funcionários do Banco do Brasil, o maior do país. Das 14 entidades, 11 passarão a se enquadrar.
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Bom dia .
No Brasil,Ricardo Amorim comenta a proximidade de uma grande queda do mercado norte americano e os possíveis mais de 150.000 pontos a serem atingidos pela Bovespa no médio /longo prazos( hoje com 61.000 pontos), devendo primeiramente corrigir 20% com a queda do DJIA.
A entrevista que os interessados irão assistir, foi dada antes da escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas... o que na minha visão irá acelerar o processo de crescimento da Bovespa.
Ricardo antevê uma queda acentuada da economia americana antes do fim do ano.
Bom fim de semana.
Zimermann
Assistam a PARTE 2
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1686506&path=/investimentos/
Assunto: ARTIGOS E COMENTÁRIOS
No www.papodebolsa.com além do artigo abaixo há comentários sobre vários ativos (com gráficos) nas postagens e no quadro Fast-food. Vale conferir!
Artigo: AONDE MORA O PERIGO?
Por: Fernando Biondi / Papo de Bolsa
Aparentemente os índices dos EUA vão em busca de novas máximas. Já o Ibovespa, como sempre, antecipando os movimentos do mercado externo o que vem lhe proporcionando ganhos espetaculares em 2009. Forte em todos os períodos desenvolve acima do que seria razoável de supor. Mas sobe o que de fato importa.
Alguns indicadores e rastreadores de tendência como Estocásticos, Médias Móveis e Bandas de Bollinger já não se aguentam de tão esticados e a sensação é que o índice está para explodir de tanta alta, e ele insiste em nos surpreender subindo cada vez mais. Evidente que em determinado momento essa festa dará lugar a uma correção mais intensa uma vez que para toda alta ou baixa sempre há limites.
Por ora está saudável, sendo até um desproposito dizeres como esses, como se jogando "farinha no ventilador". Nada disso, não há indicação nos gráficos desta correção forte, portanto o investidor poderá surfar essa onda até que fato novo ou rompimentos de suportes importantes venham alertar sobre possíveis realizações mais agudas.
Fica a ressalva que, apesar da alegria, dos lucros incessantes e da tendência principal de alta, quem opera mercado não pode descuidar das avaliações e planejamentos regulares além dos limites operacionais. O mercado costuma "brindar" os investidores com sustos horripilantes exatamente quando a euforia inebria a todos como se não houvesse limite para uma tendência.
Vamos sim de alta, as cotações e índices podem disparar, mas os nossos pés, esses devem estar firmes no chão e a mente centrada nas possibilidades, seja de novos ganhos ou de quedas. Um dos maiores erros de muitos investidores é acreditar que não há limites para valorização seja de que ativo for, descuidando-se das estratégias.
De positivo para os que operam prazos mais longos, caso o Ibovespa finalize vela anual com ganhos tão expressivos, com configuração tão majestosa, certamente teremos um 2010 vigoroso e mesmo que venham correções pontuais, deverá emplacar novas máximas muito além dos 74.000 pontos, não descartando a possibilidade de superar essa pontuação ainda este ano.
Bons negócios!
FB
Relativamente a este tópico.
Alguém pode disponibilizar as cotações do índice brasileiro nos últimos anos?
+- dez
???
Em sessão favorável, Ibovespa avança 2,41% e ultrapassa 66 mil pontos
Por: Equipe InfoMoney
14/10/09 - 17h38
InfoMoney
SÃO PAULO - A quarta-feira (14) foi bastante positiva para os mercados globais, que avançaram impulsionados por indicadores e resultados corporativos. O índice acionário norte-americano Dow Jones, por exemplo, ultrapassou o patamar de 10 mil pontos pela primeira vez em um ano.
Neste cenário, o Ibovespa encerrou com alta de 2,41%, cotado a pontos - seu maior patamar desde 19 de junho de 2008, quando fechou a sessão a 66.201 pontos. O volume financeiro foi de R$ 14,56 bilhões, impulsionado pelo vencimento de opções do Ibovespa e dos contratos do Ibovespa futuro.
Destaques domésticos
Por aqui, outra referência importante é o desempenho operacional do Pão de Açúcar no terceiro trimestre deste ano. As vendas líquidas atingiram um volume de R$ 6,089 bilhões no período, número 38,2% maior do que no terceiro quarto de 2008. Contudo, desprezando os números do Ponto Frio - que passou a fazer parte da companhia neste ano -, as vendas mostram crescimento de 15,1% frente 2008.
Bolsa
A disparada das ações do setor de mineração e siderúrgico embalou o pregão positivo do Ibovespa, com destaque para Vale e Gerdau. Além do avanço dos metais básicos no mercado internacional, o resultado operacional da Rio Tinto e a declaração de Lakshmi Mittal, chairman da maior siderúrgica do mundo, a Arcelor Mittal, de que o pior já passou para o segmento, impulsionaram os ativos.
Vale lembrar ainda que o diretor de mineração da Bolívia, Freddy Beltran, afirmou que a Vale negocia uma parceria com o país para explorar a maior reserva de lítio do mundo.
O setor aéreo também teve boa sessão no Ibovespa, frente à divulgação de dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) sobre o setor em setembro. Por outro lado, os papéis de Cosan, Cesp e Eletropaulo aparecem entre as maiores perdas do dia.
Saudações
Zimmer,
Nada é impossivel,porém,acho difícil antes de 10 a 12 anos...
A valorização histórica da bovespa está entre 8,5 a 9 % aa composto se eu não estou enganado.
Mas, pelo andar da carruagem....Só sei que quando estava por volta de 55000pts disse a minha esposa que "esperava" e "gostaria" de uma leve correção de 15% em duas ações que estou de olho aí para comprar...Ôrrrra meu,não para de subir... agora ficou mais caro ainda.
Abraços,
RJC
Viva e 1 abraço especial para o outro lado do Atlântico,
Alguma explicação para a correcção tão forte hoje no IBOVESPA?
Infelizmente tenho pena de não acompanhar mais de perto estas empresas e estou a optar por um fundo (etf: edc) mas no entanto a capacidade de decisão continua muito distante.
Este tópico pode ser uma boa ajuda.
Cumprimentos,
NA
Este post do Zimmerman fará parte da explicação, seguramente:
/forumbolsa/forum-de-bolsa/entrada-de-capital-estrangeiro-no-brasil-tera-taxa-de-2-de-iof/
Caro RJC ,boa noite...
Vc tem razão, o céu nos EUA está escurecendo novamente...
No Brasil eu confio , mas temo que até o final do ano proclamem oficialmente que o REI EUA está NÚ. Daí o bicho pega...
Temo muito o "abraço do afogado"...
O Fernando Meirelles, presidente do nosso Banco Central, já pediu aos brasileiros para terem cuidado com a euforia na Bolsa...
Leia estes comentários sobre uma publicação do "Wall Street Journal"
13/10/2009
A Bolsa americana está inflada de dinheiro a juro zero e por "lucros maiores dos que os esperados" pelos "analistas". É coisa já bem sabida. Os lucros mais altos, esses, resultam de cortes de custos de difícil recorrência e de melhorias em relação a bases (resultados anteriores) de péssimos a tétricos. Isso é mais ou menos sabido, também.
Mas vale ler reportagem do "Wall Street Journal" sintetizando as últimas notícias da loucura otimista das Bolsas com o resultado das empresas.....(os tais 'lucros maiores dos que os esperados" que "superaram as expectativas dos analistas").
Trechos:
"A fabricante de ferramentas Black & Decker disse que os lucros deste trimestre serão aproximadamente o dobro do previsto, enquanto o conglomerado holandês de bens de consumo Phillips Eletronics anunciou também lucro inesperado... 78% das 32 companhias americanas que até agora anunciaram seus resultados "superaram as expectativas dos analistas".
Mesmo assim, os lucros do terceiro trimestre das empresas do S&P 500 devem cair cerca de 25% em relação ao registrado faz um ano, segundo dados da Thomson Reuters". "Num sinal preocupante para a economia, muito do lucro está sendo espremido por meio de corte de custos. Executivos dizem que eles hesitam em reinvestir tais lucros em seus negócios", dado o baixo nível de utilização da capacidade de suas fábricas, frotas e depósit os.
"O investimento privado líquido, que inclui despesas que vão de máquinas a novas casas (descontada a depreciação) caiu para 0,1% do PIB no segundo trimestre de 2009, o menor nível desde 1947."
Qual a melhor forma de investir na bolsa do Brasil directamente. É fácil abrir uma conta no Brasil? Têm outras recomendações?
Caro JGomes
Bom dia
Estrangeiros não residentes não podem comprar ações diretamente na Bovespa.
Compram ADRs de empresas brasileiras na bolsa de New York...
Cosulte bancos americanos a respeito...
http://www.nyse.com/about/listed/lc_ny_region_4.html?country=7
Para investir no Brasil leia o conteúdo do enderêço abaixo:
http://www.bovespa.com.br/Investidor/InvestidoresEstrangeiros.asp
Saudações.
Zimermann
Citação de: jgomes em Outubro 31, 2009, 18:23
Qual a melhor forma de investir na bolsa do Brasil directamente. É fácil abrir uma conta no Brasil? Têm outras recomendações?
Também existem fundos de investimento e ETF's que investem no Brasil e em outros mercados Emergentes.
Ibovespa tem tendência de queda.
A volatilidade da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nos últimos pregões de outubro colocou em dúvida a continuidade da forte alta vista até a metade do mês.
De acordo com analistas gráficos, que a partir do estudo das cotações das ações avaliam a tendência para a Bolsa, o Ibovespa , principal índice do mercado acionário, não mostra mais sinais claros de valorização. "O canal é de alta, mas no curto prazo a tendência é de queda", avalia o grafista da TCX Consultoria e Gestão, Luiz Antônio Parddal.
"No fim do ano, devido aos ajustes de carteira dos fundos de pensão e seguridade social, que compram ações e seguram, há uma tendência de alta, mas também o mercado se questiona se as quedas recentes já não mostram uma correção", diz
Para Parddal, o Ibovespa pode cair até atingir a barreira (suporte) de 60.166 pontos e, após esta queda, buscar os 57.899 pontos. O suporte mais baixo estaria aos 48.295 pontos. "Para mim, o Ibovespa claramente entrou numa fase de correção", diz o grafista da Lopes Filho Consultoria, José Faria de Azevedo Filho. "O objetivo é atingir os 57 mil pontos e depois os 53 mil pontos", comenta.
Na tendência contrária, caso haja uma reversão, a alta poderia se estender até a barreira (resistência) de 67.503 pontos. No ano, o Ibovespa acumula alta de 63,90%. Na máxima, o índice atingiu 67.529 pontos em 19 de outubro.
Assim como o Ibovespa, a maior aposta é que as ações da Petrobras e Vale sigam em queda no curto prazo. Os papéis preferenciais da petrolífera, que fecharam sexta-feira cotados a R$ 34,95, têm suportes de R$ 34,50, R$ 34,13 e R$ 33,70, na avaliação de Parddal. As ações da Vale, que no fechamento do último pregão estavam em R$ 39,58, têm barreiras de baixa de R$ 39,02, R$ 38,02 e R$ 37. "Caso o mercado reaja, a alta encontra barreiras em R$ 35,50, no caso dos papéis da Petrobras, e em R$ 41,28, nas ações da Vale.
Dow Jones segue em tendência de queda. Na visão do analista da TCX, os suportes são de 9.689 e 9.423 pontos. Para Azevedo Filho, o Dow Jones deve recuar até o patamar entre 9.400 e 9.300 pontos. Na sexta-feira, o índice norte-americano fechou em 9.712 pontos.
http://aeinvestimentos.limao.com.br/especiais/esp36795.shtm
Seja por gráficos ou fundamentos, BOVESPA inspira apostas de um novo rali
Após o retorno da volatilidade na última semana de outubro, a primeira de novembro trouxe de novidade os ganhos que haviam sido perdidos. O Ibovespa volta a 64.466 pontos. Volta mais volátil, e novamente inspira temores de realização.
Mas como seu expediente neste segundo semestre, nada que preocupe. "É possível que tenhamos uma realização de curto prazo. Talvez até uns 58 mil pontos, mas coisa de curto prazo. Acho bem improvável que perca o suporte dos 58 mil", acredita Lucas Paulo Lino de Araújo, operador da Corval Corretora.
Nada muito preocupante mesmo, afinal a perspectiva predominante não muda com os últimos ganhos: segue de alta para o longo prazo. "Eu vejo é uma grande possibilidade de a gente ir buscar aquela resistência nos 67.500. Ali é que pode ter uma resistência maior do Ibovespa. Mas minha avaliação é que ela pode ser rompida. A busca é pela máxima dos 73.516 pontos", pondera Ivanor Torres, analista da Corretora Geral.
Mais para cima
Falar em suportes ou resistências não ignora a importância dos fundamentos. Gráficos a parte, fôlego extra também é o sinal que vem dos fundamentos. "O gráfico está dizendo que o objetivo é 73.900 pontos, mas estamos fechando um trimestre com resultados bastante interessantes, confirmando a recuperação econômica. O mercado está vendo isso", completa Torres.
Lino de Araújo vem com o mesmo alvo de valorização, e pontua sua aposta. "Acredito num rali a partir de dezembro, com a possibilidade da bolsa alcançar seu topo histórico de 73 mil pontos".
Nos trilhos
Após pregões agitados pela agenda de indicadores, os próximos prometem uma inversão de foco. Da agenda para a temporada de resultados. Sem divulgações relevantes da economia, os balanços trimestrais pedem ainda mais atenção. Entre uns e outros, destaque para os números da BM&F Bovespa na terça, da ALL na quarta, de TAM, BB e CCR na quinta e Petrobras, para fechar, na sexta-feira.
"Os resultados podem sim dar um fôlego novo para a bolsa. Considerando que devam vir resultados melhores, bem mais consistentes", acredita o operador da Corval. "Diria que o terceiro trimestre já colocou as empresas no trilho, agora só falta pegar velocidade.", conclui o analista da Geral.
Escondidas
Com os olhares voltados principalmente para quem ainda não divulgou seu balanço, sempre é válida uma análise mais abrangente. Com o Ibovespa de volta aos 64.500 pontos, seu potencial extra de valorização pode estar escondido...
"Pessoalmente acredito muito no setor de varejo, voltado para consumo interno, como o de maior potencial", revela Lino de Araújo. Já Ivanor Torres não vê que um caiu mais que o outro. "Acho que o mercado está bem disperso com relação a isso. Obviamente as duas blue chips - Petro e Vale - tem um potencial muito forte e dão condições para atingir um preço-justo bem interessante visto a liquidez. Não vejo nenhum setor em atraso, vejo expectativa para mais valorização." Após o retorno da volatilidade na última semana de outubro, a primeira de novembro trouxe de novidade os ganhos que haviam sido perdidos. O Ibovespa volta a 64.466 pontos. Volta mais volátil, e novamente inspira temores de realização.
Mas como seu expediente neste segundo semestre, nada que preocupe. "É possível que tenhamos uma realização de curto prazo. Talvez até uns 58 mil pontos, mas coisa de curto prazo. Acho bem improvável que perca o suporte dos 58 mil", acredita Lucas Paulo Lino de Araújo, operador da Corval Corretora.
Nada muito preocupante mesmo, afinal a perspectiva predominante não muda com os últimos ganhos: segue de alta para o longo prazo. "Eu vejo é uma grande possibilidade de a gente ir buscar aquela resistência nos 67.500. Ali é que pode ter uma resistência maior do Ibovespa. Mas minha avaliação é que ela pode ser rompida. A busca é pela máxima dos 73.516 pontos", pondera Ivanor Torres, analista da Corretora Geral.
Mais para cima
Falar em suportes ou resistências não ignora a importância dos fundamentos. Gráficos a parte, fôlego extra também é o sinal que vem dos fundamentos. "O gráfico está dizendo que o objetivo é 73.900 pontos, mas estamos fechando um trimestre com resultados bastante interessantes, confirmando a recuperação econômica. O mercado está vendo isso", completa Torres.
Lino de Araújo vem com o mesmo alvo de valorização, e pontua sua aposta. "Acredito num rali a partir de dezembro, com a possibilidade da bolsa alcançar seu topo histórico de 73 mil pontos".
Nos trilhos
Após pregões agitados pela agenda de indicadores, os próximos prometem uma inversão de foco. Da agenda para a temporada de resultados. Sem divulgações relevantes da economia, os balanços trimestrais pedem ainda mais atenção. Entre uns e outros, destaque para os números da BM&F Bovespa na terça, da ALL na quarta, de TAM, BB e CCR na quinta e Petrobras, para fechar, na sexta-feira.
"Os resultados podem sim dar um fôlego novo para a bolsa. Considerando que devam vir resultados melhores, bem mais consistentes", acredita o operador da Corval. "Diria que o terceiro trimestre já colocou as empresas no trilho, agora só falta pegar velocidade.", conclui o analista da Geral.
Escondidas
Com os olhares voltados principalmente para quem ainda não divulgou seu balanço, sempre é válida uma análise mais abrangente. Com o Ibovespa de volta aos 64.500 pontos, seu potencial extra de valorização pode estar escondido...
"Pessoalmente acredito muito no setor de varejo, voltado para consumo interno, como o de maior potencial", revela Lino de Araújo. Já Ivanor Torres não vê que um caiu mais que o outro. "Acho que o mercado está bem disperso com relação a isso. Obviamente as duas blue chips - Petro e Vale - tem um potencial muito forte e dão condições para atingir um preço-justo bem interessante visto a liquidez. Não vejo nenhum setor em atraso, vejo expectativa para mais valorização."
Recomendo que os interessados no andamento da economia mundial e seus reflexos na economia brasileira assistam as quatro partes do programa...
Boa sorte...
Zimermann
Money Talks aposta na experiência e entra no ringue da Bovespa
Programa traz a opinião diferenciada de LC Mendonça de Barros e, depois, separa a briga entre small e large caps
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1711680&path=/investimentos/
Citação de: zimermann em Setembro 21, 2009, 00:33
Caros amigos...
Reputo de extrema importância a análise macro econômica mundial contida nesta entrevista.O analista vive em NY a maior parte do tempo.
Assistam ,que vale a pena.
Boa semana.
Zimermann
"Bovespa caminha rumo aos 200 mil pontos", reforça Ricardo Amorim
Por: Marcelo Rossi Poli
19/09/09 - 16h06
InfoMoney
SÃO PAULO - Conforme adiantada em junho e com exclusividade à InfoMoney TV, a previsão de valorização da bolsa brasileira até aproximadamente o patamar de 200 mil pontos foi mais uma vez explicada pelo presidente da Ricam Consultoria e palestrante do Invest Bolsa, Ricardo Amorim.
Desta vez, ele traça um prognóstico de como devem ser os próximos anos ao investidor brasileiro e como será o desenho da macroeconomia. Confira.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1676385&path=/investimentos/
Será este optimista Ricardo Amorim o mesmo que este pessimista Ricardo Amorim (?):
Ouvir audio do Ricardão em Novembro 2008 (http://int.aeinvestimentos.limao.com.br/aeinvest/audios!getPlayerAudio.action?destaque.idGuidSelect=3872472DE67840BA82C50DA814227A2F)
E o mesmo que este ultra pessimista Ricardão em Janeiro 2009:
Ouvir audio do Ricardão em Janeiro 2009 (http://int.aeinvestimentos.limao.com.br/aeinvest/audios!getPlayerAudio.action?destaque.idGuidSelect=B291FC13FD534EF69E671B9028ABC5FE)
HSBC Asset aponta três riscos que merecem atenção nos próximos meses
Nova recaída das condições financeiras, mudança prematura de política monetária e fraqueza adicional do consumidor americano. Estes são, segundo a HSBC Global Asset Management, os três pontos que podem reverter o cenário favorável do mercado e, portanto, merecem a atenção dos investidores nos próximos meses.
Para a gestora, mesmo com um quadro internacional positivo para o Brasil - que foi menos afetado pela recente volatilidade - , ainda existem riscos que devem ser levados em conta no planejamento dos investimentos. "Ainda que não sejam uma grande fonte de preocupação nos próximos meses, é importante que eles sejam monitorados de maneira cautelosa", apontam os gestores.
1,2,3
O primeiro risco é a tão temida nova recaída da economia - que empurraria o mundo para uma recuperação em W, satisfazendo as previsões fatalistas sobre a crise. "Espera-se que o ajuste no sistema financeiro mundial ainda perdure por algum tempo e, por si só, isso já implica na possibilidade de novas surpresas negativas", apontam os gestores, que afirmam, contudo, que é difícil antever uma nova crise - a única coisa a fazer é monitorar os sinais no dia-a-dia. "Por ora, podemos dizer que esse risco é menor do que era há dois trimestres", completa a gestora.
O segundo risco, na visão da HSBC, são as estratégias de saída dos Bancos Centrais - que também tem sido vistas com certo receio pelo mercado. "Diagnosticar se existe segurança para alterar a política monetária, quando e em qual velocidade é muito difícil, e está sujeito a equívocos", apontam os gestores. O tema - que, por hora, permanece em segundo plano - deve continuar a ganhar espaço.
Por fim, aparece o consumo dos EUA - responsável por quase um quinto do PIB (Produto Interno Bruto) mundial. A retomada do consumo é necessária para que a recuperação da economia, que está largamente apoiada nas políticas de estímulo dos Bancos Centrais, se concretize. Entretanto, há um risco de que o consumo norte-americano não reaja. "A taxa de desemprego segue alta, enquanto as famílias permanecem muito endividadas", aponta a gestora.
Por: Julia Ramos Moreira Leite-24/11/09 - 20h26-InfoMoney-SÃO PAULO -
11/12/2009 - 18h37
Bovespa sobe 0,78% e fecha acima dos 69 mil pontos, patamar inédito em 2009
Uma combinação de forte crescimento da economia chinesa com indicadores positivos dos EUA garantiu um novo recorde de "preço" da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) para este ano. A taxa de câmbio doméstica recuou para R$ 1,75.
Na semana, a Bovespa acumula ganho de 2,46%, enquanto o dólar subiu 1,85%.
O Ibovespa, índice que reflete os preços das ações mais negociadas, avançou 0,78% no fechamento, aos 69.267 pontos, o patamar mais alto desde 9 de junho de 2008. O recorde histórico permanece em 73.516 pontos, cravados em 20 de maio do ano passado.
O giro financeiro de hoje foi de R$ 5,97 bilhões, com o destaque usual das ações preferenciais da Vale (R$ 475 milhões), em alta de 0,96%; e das ações de mesmo tipo da Petrobras (R$ 653 milhões), que valorizaram 0,10%.
O dólar comercial foi vendido por R$ 1,757, em um declínio de 0,50% sobre a cotação final de ontem. A taxa de risco-país marca 198 pontos, número 2,46% abaixo da pontuação anterior.
Além do fator China, o analista da corretora mineira Amaril Franklin, Eduardo Machado, lembra que os participantes do mercado de ações estão antecipando um quarto trimestre de bons resultados para as empresas, com o ingresso do décimo terceiro na economia e o aumento das compras. "O quarto trimestre é sempre um trimestre mais forte para a economia, com uma movimentação mais forte. Isso vai se refletir nos resultados anuais que as empresas ainda devem divulgar. O que está havendo agora é o que o mercado já está se antecipando, já está colocando nos preços das ações", comenta.
Para a área de análise da corretora, o Ibovespa pode encerrar o ano bem acima dos 70 mil pontos, um patamar ainda inédito para este ano. Uma parcela dos analistas de mercado acredita que a Bolsa de Valores pode registrar uma forte realização (venda) principalmente no primeiro trimestre de 2010.
Entre as principais notícias do dia, a China abriu uma série de indicadores fundamentais sobre a economia local, entre eles, a produção industrial, que teve um crescimento de 19,2% em novembro, na comparação com o mesmo mês de 2008. Trata-se da maior variação desde junho de 2007. Na balança comercial, o país registrou um superavit de US$ 19,09 bilhões em novembro, com leve recuo do total exportado. E a inflação ao consumidor nesse país foi de 0,6% no mês passado, após dez meses de deflação.
A China tem importância estratégica para o Brasil por ser um dos principais países importadores de matérias-primas, o que favorece grandes grupos exportadores do país, com ações listadas na Bolsa.
E nos EUA, o Departamento de Comércio publicou que as vendas do setor varejista subiram 1,3% em novembro ante outubro, no terceiro mês consecutivo de crescimento. Analistas de Wall Street contavam com um aumento de somente 0,5%.
A Universidade de Michigan divulgou sua sondagem sobre as expectativas do consumidor americano, apontando para um aumento da confiança na economia do país. A pesquisa ainda tem caráter preliminar.
EPAMINONDAS NETO
da Folha Online
Especialistas apostam em crescimento de ações na Bovespa em 2010
20:57
Bruno Bocchini / Repórter da Agência Brasil
São Paulo - Economistas ouvidos hoje (23) pela Agência Brasil apostam em aumento do valor das principais ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) em 2010. Para eles, o desempenho da Bovespa em 2009, com suas principais ações valorizadas, na média, em aproximadamente 80%, não se repetirá, mas deverá haver um crescimento moderado.
Esses 80% não foram, a rigor, uma valorização", disse o professor Keyler Carva lho Rocha, da Faculdade de Administração e Economia da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ele, isso foi a recuperação da queda que havia ocorrido. "A Bolsa tinha chegado a 73 mil pontos, caiu para 29 mil, e depois se recuperou. Está agora em 67 mil, aproximadamente. Ela nem chegou ao patamar em que estava..
Rocha ressaltou que o crescimento não deverá chegar a 80%, como neste ano, em que houve recuperação. "[A Bovespa] vai crescer em um patamar mais moderado, mas muito positivo de, digamos, uns 20%. Ou até um pouco mais, completou.
De acordo com o professor, pode-se esperar melhor desempenho das ações de empresas voltadas para o mercado interno ante as corporações que têm maior dependência do mercado externo, onde a crise ainda traz alguma insegurança. O câmbio também vai prejudicar a performance [das empresas exportadoras]. Nas empresas voltadas para o mercado interno, aí, sim, podemos acreditar em uma boa perspectiva.
A professora de análise econômica da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV) Celina Ramalho destacou, no entanto, que mesmo as ações das empresas exportadoras poderão ter bom desempenho na Bolsa. Várias empresas brasileiras voltadas para o mercado externo apresentam uma posição interessante. A Alpargatas, que exporta as [sandálias] havaianas, por exemplo. Na crise, as ações da Natura [empresa do ramo de cosméticos] decolavam. Não há uma regra, diz.
Segundo Celina, os indicadores do país justificam um crescimento e um desenvolvimento considerável no próximo ano em 2010 e esse movimento deverá ser seguido pela Bolsa de Valores. A Bolsa continua muito forte. A grande perspectiva é por conta particularmente da economia brasileira, que tem todas as características que cabem em teoria econômica para justificar o crescimento e desenvolvimento.
A professora lembrou que o país já recebeu o grau de investimento de importantes agências e tem investido em formação bruta de capital fixo (máquinas, equipamentos, construções), fatores determinantes para o aquecimento da economia. A tendência é de manutenção e crescimento da economia refletido na Bolsa de Valores. No ano que vem, provavelmente haverá muitas empresas abrindo capital. Essa é uma perspectiva, concluiu.
23/12/2009
Fonte: Agência Brasil
Bovespa pode bater recorde já em janeiro, dizem analistas
Especialistas apostam na recuperação global no começo deste ano; parte do mercado, no entanto, está cética
SÃO PAULO - Após atingir a barreira psicológica dos 70 mil pontos pela primeira vez desde junho de 2008, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) pode bater seu recorde histórico, de 73.920 pontos, ainda em janeiro, prevêem analistas. A pontuação, considerada uma nova barreira psicológica, foi alcançada anteriormente em 29 de maio de 2008. Os analistas mais otimistas chegam a apostar nos 74 mil pontos ainda nesta semana.
"O mercado esperava uma realização [de lucro] antes dos 70 mil pontos, o que não ocorreu. Se as bolsas brasileira e norte-americana saírem do movimento alternado de alta e baixa e mantiverem os patamares atuais durante mais alguns pregões, a barreira dos 74 mil pontos será ultrapassada facilmente, talvez até nesta semana", afirma o analista da Lopes Filho Consultoria, José Faria de Azevedo Filho, ao comentar que para que a alta ocorra o índice Dow Jones também deve sustentar a pontuação de 10.700 pontos.
"A gente acha que pode chegar de forma bem rápida aos 74 mil, mas precisar tempo é muito difícil. Tem chance de acontecer já em janeiro ou fevereiro", avalia o economista da Alpes Corretora, José Góes. Ele ressalva, no entanto, que, ao atingir ou chegar perto desse patamar, pode haver um pequeno movimento de baixa: "74 mil é o pico histórico; vai ser uma barreirinha até o mercado se convencer de que a Bolsa vale mais que isso".
Na avaliação dos analistas, os números da economia dos Estados Unidos devem melhorar neste semestre devido às medidas de estímulo do governo local. Por conta disso, no curto prazo, é esperada pouca volatilidade no mercado. "O cenário é bem calmo para os próximos três meses, o que deve manter a volatilidade baixa", afirma o estrategista da TCX Consultoria, Edgard Tamaki.
"Os dados tendem a ser bons e podem até surpreender. A gente deve chegar ao auge do efeito (dos estímulos à economia) no começo deste ano. Mas, até por causa do seu déficit (das contas públicas), os EUA serão obrigados a retirar alguns desses estímulos. Então, no segundo semestre, a economia (norte-americana) pode começar a decepcionar um pouco", diz Góes.
Ceticismo
Parte do mercado, porém, se mantém cética quanto à alta da Bolsa. Para o economista-chefe da corretora Ágora, Álvaro Bandeira, o Ibovespa dificilmente atingirá o pico de 74 mil pontos no primeiro trimestre. Ele identifica duas outras barreiras técnicas até chegar lá: primeiros, aos 71.200 pontos e, depois, aos 72.500 pontos. Por meio de análise gráfica, explica Bandeira, a Bovespa encontra resistência nesses dois patamares, adiando o momento de bater recorde.
Analisando os fundamentos econômicos, no entanto, Bandeira se mostra otimista. "O primeiro semestre é bastante positivo, com a recuperação da economia global e bons indicadores da economia local. E tem o fato de o Brasil estar no radar dos investidores estrangeiros", avalia Bandeira.
Para o ano, analistas projetam alta, mas mais moderada do que a vista em 2009 (que foi de 82,66%). Góes prevê que o Ibovespa, principal indicador da Bolsa brasileira, atinja 89 mil pontos no fim do ano, o que significaria uma alta acumulada de 30% no ano.
"Nosso target para o fim de 2010 é de 85 mil pontos. Ainda há um bom espaço para alta, mas ela será mais limitada do que a de 2009. Não veremos um rali como no ano passado", diz o analista da corretora Link, Rafael Cintra.
Sílvio Crespo e Yolanda Fordelone, do estadao.com.br
Olá boa noite, agradecia a disponibilidade de algum membro do forum para me indicar onde posso acompanhar o indíde Bovespa.
Será que é boa altura para subscrever fundos de Investimento indexados ao mercado Brasileiro.
Obrigado.
Experimenta fazer uma pesquiza no site:
www.clubeinvest.com
Tá logo na página de entrada, se não der muito trabalho.
Em relação ao fundo, eu se disser que sim, tu investes nele? E se disser que não?
DUARTINI obrigado pela tua resposta, já fiz uma pesquisa . Constactei que no gráfico de 5 anos o indice está prestes a fazer duplo topo. Tudo aponta para subidas mas devido ao duplo topo pode haver uma correção.
Será que me podias informar qual foi o máximo histórico? e algum comentário teu.
The Economist:
formação de bolhas deve acontecer antes em mercados emergentes
SÃO PAULO – Entre os investidores que observam o rali das bolsas mundiais, uma pergunta é frequente: existe novo risco de formação de bolhas? Para a revista inglesa The Economist, existe, sim. Especialmente nos mercados emergentes, nas commodities e no ouro.
"Quanto mais tempo os bancos mundiais mantiverem suas taxas de juros próximas a zero, maior é o perigo de novas bolhas aparecerem – especialmente nos mercados emergentes, nos quais o crescimento mantém investidores otimistas e o câmbio fixo importa políticas monetárias mais frouxas, e nas commodities", afirma editorial da revista.
Entre os principais problemas, estão a insustentabilidade do atual cenário de alta no preço das ações, baixas taxas de juros e massivo déficit fiscal – o risco mais imediato, segundo classificação da Economist.
Isso porque a maioria dos governos ainda não apresentou um plano claro de como se dará a redução da dívida no médio prazo. Em primeiro lugar, a rejeição de tais medidas entre o eleitorado tende a ser bastante forte. Em segundo, no curto prazo, uma política fiscal mais austera pode ter impacto negativo na recuperação ainda frágil da economia mundial.
Observando sinais
Dada a previsão, como é possível observar a formação dessas bolhas? A revista utiliza o modelo criado pelo economista Charles Kindleberger, no qual o primeiro sinal é uma mudança de posição (displacement) – um choque no sistema financeiro, que pode vir, por exemplo, sob a forma de uma nova tecnologia.
Este choque provê uma "narrativa", a análise racional que persuade os investidores a acompanharem a movimentação, com a perspectiva de que "dessa vez será diferente e os preços dos ativos atingirão novas máximas".
A terceira fase é representada pelo rápido aumento do crédito disponível, o que infla a bolha, já que os investidores tomam dinheiro emprestado para comprar o ativo em questão. Assim, a "narrativa" ganha mais credibilidade.
Em determinado momento, apagam-se os fundamentos, e as compras são baseadas na simples crença de que os preços devem continuar subindo. Aqui, acontece a popularização da compra de ações.
E aí acabam-se os compradores para manter a bolha funcionando e ela explode. "A euforia dá lugar ao retrocesso – até que o ciclo comece novamente", aponta a matéria da renomada revista.
Da teoria para a realidade
Por enquanto, a situação dos mercados desenvolvidos ainda não desenvolveu padrões que possam ser comparados à teoria. Apesar do dinheiro barato, não há sinais de expansão significativa do crédito. Aliás, aponta a revista, muitas pequenas empresas ainda reclamam da dificuldade de conseguir um financiamento nos EUA.
Já para os mercados emergentes a avaliação é outra. A expansão de crédito na China foi de quase 30% nos 12 meses até novembro. A situação fiscal é muito mais forte do que nos países ricos. "Eles [os emergentes] são os credores financiando o déficit orçamentário dos EUA", diz a Economist.
"É fácil imaginar o desenvolvimento de bolhas nos mercados emergentes caso a combinação de baixas taxas de juros com câmbio fixado continuar". Outro risco mais imediato é o ouro. Ele não é um ativo que costuma ser causa de euforia, mas o metal já sofreu um pico especulativo antes (em 1980).
A análise racional fica por conta da incapacidade dos governos de depreciarem este ativo, ao contrário do que é possível fazer com a moeda. O preço já quadruplicou (considerando sua baixa), e um dos problemas é que o metal não possui múltiplos para comparação, e portanto é difícil de dizer quando está caro.
Outra bolha poderia se formar no mercado de títulos de dívida governamental. Em resumo, a previsão da revista é de que, caso as taxas permaneçam em patamares muito baixos, uma bolha estourará em algum lugar. No entanto, "é difícil imaginar as circunstâncias em que as autoridades teriam a coragem de furar uma bolha", conclui.
Por: Tainara Machado11/01/10 - 18h17InfoMoney
Bom dia amigos
Para 2010 o Brasil promete muito mais empregos, muito mais renda e muito mais consumo...O mercado de ações que já corrigiu mais de 80% da queda anterior atigiu em dezembro 71.000 pontos, e agora ,aos 65.000 pontos, está realizando lucros junto como as demais bolsas mundiais para depois recomeçar a subida rumo a 85.000 pontos até dezembtro de 2010, almejando atingir 200.000 até 2017. Até lá , temos que preparar o país para sediar uma Copa do Mundo em 2012 e uma Olimpíada em 2016..
Muita construção e muitos empregos.
Se a situação econômica por aí na Europa ficar muito ruim, venham para cá . No momento estamos precisando de engenheiros para a construção civil e pessoal qualificado para o turismo...
Recomendo que assistam estes vídeos para um melhor entendimento da possível futura situação do Brasil.
Abraços.
Ricardo Amorim comenta as perspectivas para o Brasil em 2010
http://tv.estadao.com.br/videos,RICARDO-AMORIM-ESTREIA-COMO-COMENTARISTA-DA-RADIO-ELDORADO,86686,254,0.htm
Perspectivas para a Bovespa em 2010
TV Estadão | 15.12.2009
http://tv.estadao.com.br/videos,PERSPECTIVAS-PARA-A-BOVESPA-EM-2010,81524,254,0.htm
Zimermann
Zimmerman
Gostei bastante de ver os vídeos do Ricardo Amorim.
Fiquei com a impressão que ele embora novo, sabe bastante de bolsa. Ele sabe mais do que parece.
Ele está mais optimista que eu .
Eu acho que ele deve ter sucesso durante mais 3 anos de comentários.
Eu acho que ele sabe o que diz .
A partir daí prefiro a minha previsão de crash nunca visto, seja qual for o bom desempenho das economias.
Não acredito na euforia do Ricardo até 2017, não é possivel. É muito tempo.
Mas até lá é altura de aproveitarmos o que for possível.
Aproveito para lhe dar a minha opinião de curto prazo: Vamos subir já nas próximas 2 semanas. Se não for já na 2ª feira será na Terça ou Quarta. Vamos subir.
Opinião pessoal.
Cumprimentos e bons negócios
fisher
Grande Fisher...saudações
Deus te ouça sobre esta queda ...Estou totalmente líquido no momento...
Mas... este gráfico do S&P500 está mais feio do que bater na própria mãe não acha????...rsrsrsrs...
Espero que esta sua previsão de queda para o S&P500 seja no estílo das NIAGARA FALLS , 52metros de queda livre e rápida ou seja, 52% de queda desde o topo.
Seria magnífico para que eu possa reentrar e ganhar muito novamente aqui na BOVESPA.
Boa semana .
Zimermann
Tens que fazer mais força ainda. Assim não vai lá. E tens que acreditar mais nessa fé. Assim talvez.
Caro Duartini
Não sou eu quem faz força , mas sim os grandes especuladores internacionais ...
Eles é que decidem até onde sobem ou descem os índices ...Nós apenas procuramos acompanhar a tendência...
Depois de ouvir o último discurso com as meras intenções econômicas do Black OBAMA para conter a desconfiança e a ira popular norte-americanas, tenho a impressão que as bolsas vão corrigir bem esta alta...
Achei muito interessante o que vi e ouvi nas quatro partes deste programa abaixo. Se interessar, veja.
Boa semana.
Zimermann
Correção ou reversão para baixa: análise técnica fala no Money Talks
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1768677&path=/suasfinancas/
Touro latino, Brasil overweight
Para o Citigroup, a América Latina vivencia um período favorável. "A recuperação sólida nos mercados acionários dá suporte à nossa visão de que as condições correntes são de um bull, não bear, market", afirmam os analistas, que listam o aumento no crescimento econômico da região como justificativa ao otimismo. "Qualquer nova erupção provavelmente não quebrará a tendência ascendente de longo prazo nas ações latino-americanas", [/u] conclui o banco, que mantém recomendação overweight (alocação acima da média do portfólio) para os papéis.
Pipoca de defaults
Conforme o olhar de Kenneth Rogoff, professor da Universidade de Harvard, a dívida pública crescente ao redor do mundo levará muitos países ao default, além de inibir os dispêndios pelo governo dos EUA. Depois de uma crise bancária, "nós usualmente vemos uma eclosão de defaults soberanos nos anos seguintes", completou o ex-economista-chefe do FMI (Fundo Monetário Internacional).
Goldman Sachs lista ações que mais se beneficiarão do boom da classe C no Brasil
O crescimento da classe média no Brasil não é uma novidade, principalmente com a tendência de redução do desemprego e aumento da renda média do brasileiro. O impacto desse avanço na bolsa, porém, não tem sido discutido a fundo, salvo em relação ao setor imobiliário e de construção.
Preenchendo esse gap, os analistas do Goldman Sachs olham para as perspectivas brasileiras e afirmam que o crescimento da classe média deve levar "a um ritmo surpreendente de crescimento nos lucros corporativos nos próximos três anos". Segundo o banco, isso deve beneficiar ações brasileiras nos setores de varejo, consumo, cartão de crédito, telecomunicações, bancário e de construção.
"Para as bolsas, nós acreditamos que o nervosismo sobre o juro e a pressão inflacionária marcaram um movimento mais profundo que deve suportar os lucros corporativos neste ano e além", ressaltam os analistas, prevendo que o crescimento das receitas irá superar a pressão da alta do juro e da inflação.
Crescimento da classe média
Segundo o Goldman, a classe C agora representa 49,2% da população total do Brasil, uma alta de 10 pontos percentuais em cinco anos, de acordo com números de 2008. Além disso, o grupo participa com 45,8% da renda brasileira, ultrapassando pela primeira vez a participação combinada dos 10% mais ricos (classes A e B). "Isso sugere que as tendências de crescimento são sustentáveis", frisa o banco.
As preferidas
E como o investidor pode se beneficiar desse crescimento na bolsa? Segundo a análise do banco, os brasileiros que estão saindo das classes baixas e entrando na classe média podem até querer comprar carros e móveis, mas com certeza agora eles podem comprar alimentos processados, telefones celulares, cosméticos e roupas. E as empresas que voltarem suas operações para esses produtos, com custos menores e expansão geográfica para cidades menores, serão as líderes em termos de benefícios. Em sua análise, o banco listou 68 firmas ligadas ao consumo doméstico.
Entre as empresas que se destacarão no setor de consumo, na avaliação do Goldman Sachs, estão Pão de Açúcar (PCAR5), Lojas Americanas (LAME4), Hypermarcas (HYPE3), Vivo (VIVO4) e TIM (TCSL3, TSCL4). "Para as firmas de consumo em nosso universo de cobertura, nós esperamos um crescimento médio de 20% na receita entre 2010 e 2012", prevê o banco.
Para as construtoras, as expectativas são ainda mais otimistas. Sem necessitarem reduzir o preço de seus produtos, sustentadas por poupanças diretas e apoio oficial, as empresas desse setores devem ver um crescimento médio anual de 30% nos próximos três anos. As favoritas do setor, na visão do Goldman Sachs, são PDG Realty (PDGR3) e Cyrela (CYRE3).
Por fim, o banco ressalta ainda o setor bancário, responsável por impulsionar o crescimento da classe média brasileira. Nesse segmento, os analistas esperam um aumento de 25% por ano até 2012, com destaque para o Banco do Brasil (BBAS3) e o Bradesco (BBDC4). Em termos de cartões de crédito e débito, Cielo (CIEL3) e Redecard (RDCD3) também ganham o foco, com expectativas de elevação no volume de transações de 33% em 2010, 30% em 2011 e 25% em 2012.
Os drivers dos lucros
De acordo com o Goldman Sachs, há quatro drivers que devem ser observados pelas empresas, em termos de posicionamento estratégico. O primeiro deles é a região Nordeste, onde nem todas as empresas estão presentes e cuja classe média está crescendo rapidamente.
O segundo driver a chamar a atenção são os jovens e jovens adultos, o grosso da distribuição demográfica da classe média brasileira. "Eles devem liderar as vendas de produtos que vão desde smartphones até alimentos processados", ressaltam os analistas.
O terceiro ponto a ser focado pelas empresas, na opinião do Goldman Sachs, é o aumento dos níveis de educação, o que sustenta acesso à banda larga e universidades particulares.
O quarto driver é o segmento feminino, que está ganhando mais rápido do que o masculino e já está à frente em alguns critérios. Companhias de produtos de beleza voltadas para mulheres são exemplos dessa vantagem, segundo o banco.
Crescimento sustentável
Sem descartar as dúvidas em relação ao superaquecimento da demanda em 2010, o crescimento da dívida individual e o peso do setor público na renda pessoal, os analistas do Goldman Sachs afirmam que a emergência do mercado de massa no País é sustentável.
"O boom do consumo reflete uma produtividade maior e tendências demográficas e educacionais que surgiram, quando os mercados se estabilizaram, assim como o salto na renda, e ganharam momentum muito antes de 2010", explicam os analistas.
Confira as 68 empresas listadas pelo Goldman Sachs
"Nós ranqueamos 68 firmas brasileiras voltadas ao consumo por sua exposição a tendências que acompanham o surgimento de uma nova classe média. Nós não cobrimos todas as empresas e o ranking não considera valuation ou nossas preferências de investimento. Ele é apenas um guia para o grau que cada companhia listada está orientada para o consumidor brasileiro e a várias vantagens específicas em mirar as novas partes da classe média". Confira a lista:
Varejistas
CBD
Renner
Lojas Americanas
B2W
Drogasil
Marisa
Consumo
Natura
Hypermarcas
DASA
American Bank Note
Fleury
Alimentos e Bebida
Brasil Foods
Ambev
JBS
Marfrig
Minerva
Setor Financeiro
Itau Unibanco
Bradesco
Banco do Brasil
Cielo
Redecard
Santander Brasil
Banrisul
Panamericano
Transporte de passageiros
Gol
TAM
CCR
Localiza
OHL
Imobiliário e construção
PDG
Cyrela
MRV
Gafisa
Rossi
BR Malls
Duratex
Brookfield
Agre
Multiplan
Iguatemi
Aliansce
Even
Tecnisa
Rodobens
Telecom
Vivo
Oi
TIM
Telesp
Mídia
NET
UOL
Educação
Anhanguera
Kroton
Estácio
Tecnologia
Bematech
Positivo
Seguro e Saúde
Medial
Porto Seguro
Odontoprev
SulAmerica
Amil
Profarma
Energia e distribuição
Cemig
Copel
Light
Eletropaulo
CPFL
Coelce
Celesc
Energias do Brasil
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1839678&path=/investimentos/
Bom dia amigos....
A economia brasileira por enquanto vai bem , mas a bolsa , que recuperou 98% dos pontos perdidos na grande queda, acompanha agora o recuo das bolsas mundiais, pois, aproximadamente 60% das das boas ações brasileiras estão nas mãos de estrangeiros exceto Petrobrás, bancos nacionais e Vale.. .
Devido a isto, quando a crise fica piora fora do Brasil , os estrangeiros vendem as boas ações para a cobertura dos prejuízos e o índice BOVESPA cai.
Segundo o presidente Lula esta crise européia, pouco atingirá o Brasil.(?)
Só o tempo mostrará se ele acertou.
Zimermann
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País passará pela crise sem sentir ''nada'', diz Lula
O Brasil deverá atravessar a crise europeia "sem sentir absolutamente nada", previu ontem, em São Bernardo do Campo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Primeiro fico muito feliz. Nessa crise toda na Europa, o Brasil continua tranquilo, a nossa economia crescendo, inflação controlada. E penso que temos tudo para atravessar essa crise na Europa sem sentir absolutamente nada", disse Lula.
Em 2008, diante da crise econômica iniciada nos Estados Unidos, o presidente previra que, para o Brasil, a confusão nos mercados seria "uma marolinha".
UTI. O presidente também afirmou que as autoridades europeias demoraram muito para tomar medidas após a crise de 2008, apesar de a Grécia já "estar na UTI".
"Eu acho que eles estão demorando muito para tomar decisão, já faz algum tempo que a Grécia está na UTI, precisa dar logo um remédio", disse. "As pessoas não podem ficar regateando."
Segundo o presidente, "desde 2008, já teve um pouco de demora". "Até agora, as decisões que nós tomamos no G-20 não foram implementadas. Se você não cuida do sistema financeiro e permite que a especulação continue nos paraísos fiscais, vai ser difícil ter uma economia sólida e eminentemente produtiva. Eu estou convencido de que o Brasil está muito sólido e os brasileiros podem ficar tranquilos. Nós temos muito coisa a acontecer no Brasil e é tudo de bom."
FMI. Lula também destacou a decisão do governo brasileiro, anunciada sexta-feira, de emprestar US$ 286 milhões, por intermédio do Fundo Monetário Internacional (FMI), para auxiliar a Grécia. "Estamos em condições de emprestar dinheiro para o FMI para ele poder emprestar para a Grécia. Não somos um país pedinte", disse o presidente.
"Colocamos US$ 14 bilhões de empréstimo para o FMI e agora vamos emprestar dinheiro para a Grécia. Queremos ajudar os países mais pobres", explicou.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100509/not_imp549024,0.php
Caro zimermen
Se interpretei bem o escrito, o Brazil tem tido uma governação super inteligente que em nada se assemelha aos europeus.
Será que interpretei bem . Será que o Brazil emprestou 14 biliões de Dollares ao FMI do seu bolso, dos seus lucros, sem pedir emprestado para depois emprestar ao FMI. É que nós que estamos tesos que nem um barrote, também emprestámos 2.000 milhões à Grécia, mas o dinheiro que emprestámos não é nosso, porque nós não temos.
Nós pedimos emprestado e depois emprestámos à Grécia, segundo consta.
Vocês também pediram emprestados 14 biliões a alguém, para depois emprestarem ao Fmi ?.
Já agora só por curiosidade. Vocês conseguem governar o País e apresentar lucro ao fim do ano, ou apresentam prejuizo como qualquer país Europeu que não se entende com as contas, apresenta prejuizos em vez de lucros, e depois tem de recorrer à dívida.
Cumprimentos e parabéns ao Brasil e Lula pelo seu sucesso.
fisher
Citação de: zimermann em Maio 09, 2010, 14:10
Bom dia amigos....
A economia brasileira por enquanto vai bem , mas a bolsa , que recuperou 98% dos pontos perdidos na grande queda, acompanha agora o recuo das bolsas mundiais, pois, aproximadamente 60% das das boas ações brasileiras estão nas mãos de estrangeiros exceto Petrobrás, bancos nacionais e Vale.. .
Devido a isto, quando a crise fica piora fora do Brasil , os estrangeiros vendem as boas ações para a cobertura dos prejuízos e o índice BOVESPA cai.
Segundo o presidente Lula esta crise européia, pouco atingirá o Brasil.(?)
Só o tempo mostrará se ele acertou.
Zimermann
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País passará pela crise sem sentir ''nada'', diz Lula
O Brasil deverá atravessar a crise europeia "sem sentir absolutamente nada", previu ontem, em São Bernardo do Campo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Primeiro fico muito feliz. Nessa crise toda na Europa, o Brasil continua tranquilo, a nossa economia crescendo, inflação controlada. E penso que temos tudo para atravessar essa crise na Europa sem sentir absolutamente nada", disse Lula.
Em 2008, diante da crise econômica iniciada nos Estados Unidos, o presidente previra que, para o Brasil, a confusão nos mercados seria "uma marolinha".
UTI. O presidente também afirmou que as autoridades europeias demoraram muito para tomar medidas após a crise de 2008, apesar de a Grécia já "estar na UTI".
"Eu acho que eles estão demorando muito para tomar decisão, já faz algum tempo que a Grécia está na UTI, precisa dar logo um remédio", disse. "As pessoas não podem ficar regateando."
Segundo o presidente, "desde 2008, já teve um pouco de demora". "Até agora, as decisões que nós tomamos no G-20 não foram implementadas. Se você não cuida do sistema financeiro e permite que a especulação continue nos paraísos fiscais, vai ser difícil ter uma economia sólida e eminentemente produtiva. Eu estou convencido de que o Brasil está muito sólido e os brasileiros podem ficar tranquilos. Nós temos muito coisa a acontecer no Brasil e é tudo de bom."
FMI. Lula também destacou a decisão do governo brasileiro, anunciada sexta-feira, de emprestar US$ 286 milhões, por intermédio do Fundo Monetário Internacional (FMI), para auxiliar a Grécia. "Estamos em condições de emprestar dinheiro para o FMI para ele poder emprestar para a Grécia. Não somos um país pedinte", disse o presidente.
"Colocamos US$ 14 bilhões de empréstimo para o FMI e agora vamos emprestar dinheiro para a Grécia. Queremos ajudar os países mais pobres", explicou.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100509/not_imp549024,0.php
Lula mostra a sua falta de classe nos comentários acerca da Grécia.
Por outro lado diz que o Brasil está a crescer imune à crise mas alinha naquela retórica falaciosa da inocência dos políticos e de pòr a culpa toda nos especuladores e nos paraísos fiscais.
Mais um aldrabão para ajudar à festa ...
Não dá para escapar ilesohttp://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100509/not_imp549025,0.php
A crise europeia e suas consequências no Brasilhttp://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100508/not_imp548745,0.php
Caros amigos Fisher e Camafeu
Não vou encher esta resposta com informações econômicas e estatísticas, mas pelo que consta, a atividade econômica brasileira está sob um bom controle do governo e todos consomem muito escorados em suficientes reservas internacionais... É isto e ponto.
Como 2010 é ano de eleições federais e estaduais aqui no Brasil , a oposição , através do seu "diário oficial", o jornal "o Estado de São Paulo" que eu assino, faz oposição diária ,"serrada", ao governo do presidente Lula,que em final de mandato mantém a enorme aprovação popular de mais de 80% o que diminui muito o espaço da oposição.
Lula, de facto, fala muita coisa inconveniente para os ouvidos da elite ,mas que soa como música aos ouvidos do povo. Este empréstimo para o socorro da Grécia é uma delas....Mas todos admitem que o "cara" é um hábil animal político que até agora a oposição não conseguiu derrubar, mesmo com o apôio maciço da mídia local...Vamos aguardar as eleições brasileiras de outubro/2010 para ver quem vencerá ( não voto em nenhum dos candidatos).
Sai governo com uns ladrões e entra outro, com outros, como em qualquer país....Não somos imunes ao processo.
Ecomomicamente falando , quando o braço forte da especulação internacional resolver entrar no Brasil para destruir a economia e levar o seu quinhão,ela conseguirá como ocorreu aí na Europa...
Hoje, mais do que nunca, o poderio econômico corroi as econonias mas não as mata, pois precisa do seu Sangue ( juros) para sobreviver...
Como os amigos Portugueses pensam que esta crise européia afeta Portugal e como ela vos afetará diretamente nos próximos meses?
Um abraço.
Zimermann