"Offshores": os negócios como de costume
A proclamada era do início do fim dos "offshores" não passou de uma hipérbole no inflamado discurso político. Desde Washington, em 2008, até hoje, os territórios colocados sob a censura internacional apressaram-se a manifestar a sua intenção de negociar acordos de troca de informações - e, por isso, a lista negra da OCDE onde constavam os territórios não cooperantes, está vazia.
Adicio
<p><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1vIHG5butFwJYvVjwN-K_fcyATE/0/di" border="0" ismap="true"></img> (http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1vIHG5butFwJYvVjwN-K_fcyATE/0/da)
<img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1vIHG5butFwJYvVjwN-K_fcyATE/1/di" border="0" ismap="true"></img> (http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1vIHG5butFwJYvVjwN-K_fcyATE/1/da)</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/jornaldenegocios/XJkD/~4/EKb9S2MCdBU" height="1" width="1"/>
http://feedproxy.google.com/~r/jornaldenegocios/XJkD/~3/EKb9S2MCdBU/index.php