Nova crise no horizonte
Os mercados globais de acções estão novamente em efervescência. À superfície, lembra os anos de 2003 e 2004, altura em que as bolhas nas acções, no crédito, no imobiliário e nas matérias-primas começaram a ganhar forma, alimentadas pela ausência de inflação e pelos níveis baixos das taxas de juro nominais.
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