O mais antigo corretor diz que se está longe da euforia
Quando começou a sua actividade enquanto corretor, os negócios ainda se faziam de "viva voz" e as cotações escreviam-se na "pedra". Quatro décadas depois, Abílio de Sousa continua a fazer exactamente a mesma coisa. A única diferença é que agora o "leilão" da bolsa é feito através do computador. Nos últimos dois anos assistiu à pior crise da sua vida, mas acredita que a recuperação recente tem margem para continuar.
2009-10-28 00:01
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