"Poupar para a reforma é uma emergência"
O diagnóstico sobre a evolução das pensões de reforma no futuro há muito que está feito. Quem inicia hoje a vida activa terá que trabalhar mais anos. E quando chegar à reforma terá um corte substancial na remuneração. A diferença entre o último salário que auferiu e a primeira pensão poderá oscilar entre 40% e 60%, afirmaram na sexta-feira os oradores da conferência "Preparar a Reforma", realizada no âmbito do Fórum Poupança.
2009-11-16 08:04
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