"A nomeação dos órgãos sociais da CGD não deve ser feita pelo Governo"
O banco público "não pode estar sempre sob suspeita de estar ao serviço dos governos", defende Mira Amaral, e ex-CEO da CGD. Para Daniel Bessa não se pode chamar "empresas públicas a direcções gerais transvestidas".
2009-12-03 15:46
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