"MP, polícias e tribunais não têm capacidade de responder ao fenómeno da corrupção"
A responsável do DIAP de Lisboa, por onde passa a investigação de muitos dos grandes crimes económicos, defende, em entrevista por "e-mail", que o combate à corrupção passa por "seguir as recomendações da Convenção da ONU contra a corrupção", de que Portugal é signatário e onde se defende a criminalização do enriquecimento ilícito.
2009-12-10 00:01
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