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"Guerra ao terrorismo"

Iniciado por fornat, Outubro 08, 2010, 21:57

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fornat

A chamada "Guerra ao terrorismo" de Bush e companhia é uma mentira usada com objectivos económicos e geopolíticos e também como pretexto para aumentar o controlo e a vigilância sobre os cidadãos.

São muitas vezes os próprios Serviços de Inteligência dos países ocidentais (EUA, UK, Israel, etc.) que controlam grupos terroristas islâmicos usando-os como "bodes expiatórios" (patsies).

Foi o que aconteceu no 11 de Setembro, nos atentados de Londres , nos atentados de Mumbai mais recentes e em inúmeros outros atentados "terroristas".

Já ouviram falar da Operação Gládio e da Estratégia da Tensão?

Excelente documentário da BBC sobre a Operação Gládio:

Operation Gladio Ep 1of3 1-5 State Sponsored Terrorism in Europe 1992 - BBC Timewatch



Já ouviram falar das operações de falsa-bandeira (false-flag operations) ?

Infelizmente grande parte dos grandes atentados terroristas atribuídos a organizações islâmicas e outras (ver Operação Gládio) foram patrocinados secretamente por governos ocidentais (false-flag operations).

Frequentemente os "extremistas islâmicos" não sabem que estão a ser utilizados como "patsies" (bodes expiatórios) de ataques planeados e patrocinados pelos serviços de inteligência dos EUA e seus aliados.

http://www.thefreedictionary.com/patsies

patsy [?pæts?]
n pl -sies Slang chiefly US and Canadian
1. a person who is easily cheated, victimized, etc.
2. a scapegoat

Operação de bandeira falsa
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Operação de bandeira falsa (False flag em Inglês) são operações conduzidas por governos, corporações ou outras organizações que aparentam ser realizadas pelo inimigo de modo a tirar partido das consequências resultantes. O nome é retirado do conceito militar de utilizar bandeiras do inimigo. Operações de bandeira falsa foram já realizadas tanto em tempos de guerra como em tempo de paz.
Exemplos de operações de bandeira falsa realizadas para obter pretexto para entrar numa guerra:

* Em 1931, o Incidente de Mukden (também chamado Incidente da Manchúria) foi um incidente provocado deliberadamente por militares japoneses e utilizado como pretexto para a invasão e anexação japonesa da Manchúria.
* Em Agosto de 1939 deu-se o Incidente de Gleiwitz. Este foi um ataque forjado contra o estação de rádio Sender Gleiwitz, em Gleiwitz, Alemanha (a partir de 1945, Gliwice, Polónia). Este ataque foi parte de uma série de provocações realizadas pela operação Himmler, um projecto da SS Nazi para criar a aparência de um ataque provocado pelos Polacos e utilizado como justificação para a invasão da Polónia
* Em 1953, a operação Ajax, orquestrada pela Grã-Bretanha para derrubar o regime democraticamente eleito do líder Iraniano Mohammed Mosaddeq. Uma operações de bandeira falsa e várias tácticas de propaganda foram utilizadas para derrubar o regime. Informações acerca desta operação foram abertas ao público.
* Em 1954, Israel patrocinou uma operação contra os interesses dos Estados Unidos e Grã-Bretanha no Cairo, com o objectivo de provocar problemas entre o Egipto e o Ocidente. Devido a esta operação, mais tarde apelidada de Caso Lavon, o então ministro da defesa de Israel, Pinhas Lavon, demitiu-se. Israel admitiu responsabilidade por esta operação em 2005[1].

Referências

1. ? "After half a century of reticence and recrimination, Israel ... honored ... agents-provocateur. Reuters, 30th March 2005. Accessed 2nd July 2007.

Estratégia da tensão
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Estratégia da tensão é um termo genérico aplicável a um complexo de ações engendradas por membros de uma elite nacional ou global, visando múltiplos alvos, com o objetivo de criar insegurança e desestabilizar psicológica, social ou politicamente uma população, uma região ou um Estado e de modo a criar uma opinião pública favorável à instauração de um Estado policial.

Seus instrumentos são ilegais, incluindo freqüentemente meios violentos, como ataques terroristas, assassinatos, seqüestros, operações paramilitares , guerra psicológica, extorsão, incitação a motins e disseminação de boatos por agentes provocadores. Os executores típicos são membros dos serviços secretos do Estado ou organizações afiliadas.

Embora ainda haja um certo ceticismo quanto à existência de tal estratégia, há casos provados, na história recente, notadamente quanto à realização de operações false flag (« falsa bandeira»). É o caso, por exemplo, de atentados a princípio atribuídos a organizações de extrema esquerda. Posteriormente, indícios, documentos e provas mostraram conexões entre os executores materiais desses atos - geralmente indivíduos ligados a organizações políticas de direita ou extrema direita - e os serviços secretos de quase todos os países da OTAN ou mesmo de Estados neutros, como a Suíça.

camafeu

#1
Ainda não percebi o que é que Portugal ganha em estar metido nas guerras ilegais da NATO.

138 militares portugueses partem terça-feira para o Afeganistão

http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=223826

fornat


A guerra no Afeganistão é fundamental para manter a produção de ópio/heroína que os talibãs estavam a destruir rapidamente.

Como devem saber o tráfico de droga é um dos principais motores da economia mundial.

Daniel Estulin (www.danielestulin.com) fez investigações aprofundadas sobre este tema.

Neste sentido os soldados portugueses estão lá para que não falte droga no mercado e os mega bancos americanos , ingleses, suíços, etc. continuem a receber os fundos provenientes desse tráfico. Não morrerão em vão.


areis1

Bom dia
Apenas para o esclarecer os Talibans não destruirma campos de papoilas. Pelo contrário, após a guerra deles ter quase terminado, o cultivo de papoila atingiu um máximo absoluto. Vale a pena verificar as fontes.
E já agora nem os nossos soldados nem os da NATO estão envolvidos nas zonas e missões de combate anti-droga.
Devia verificar os dados antes de publicar. São públicos.
Bons negócios
AR

fornat

#4
Citação de: areis1 em Outubro 09, 2010, 13:57
Bom dia
Apenas para o esclarecer os Talibans não destruirma campos de papoilas. Pelo contrário, após a guerra deles ter quase terminado, o cultivo de papoila atingiu um máximo absoluto. Vale a pena verificar as fontes.
E já agora nem os nossos soldados nem os da NATO estão envolvidos nas zonas e missões de combate anti-droga.
Devia verificar os dados antes de publicar. São públicos.
Bons negócios
AR

Está mal informado. Este artigo científico publicado no "International Journal of Drug Policy 16 (2005) 81–91" mostra que os Talibans seguiram uma política de erradicação da produção de ópio. Enquanto estiveram no poder os Talibans reduziram em 99% a área de cultivo das papoilas.

Verifique as suas fontes com mais cuidado. São públicas.

http://www.scribd.com/doc/28709721/Taliban-crackdown-against-opium-poppy-cultivation-in-Afghanistan

International Journal of Drug Policy 16 (2005) 81–91

Where have all the flowers gone?: evaluation of the Taliban crackdown against opium poppy cultivation in Afghanistan

Graham Farrella,, John Thorneb

Department of Social Sciences, Loughborough University, Loughborough, Leicestershire LE11 3TU, UK

Department of Criminal Justice, University of Cincinnati, Cincinnati, OH, USA
Received 3 February 2004; received in revised form 16 July 2004; accepted 26 July 2004

Abstract

This study presents what we believe to be the first formal evaluation of the Taliban crackdown against opium poppy cultivation in Afghanistan. Afghanistan was the main source of the world's illicit heroin supply for most of the 1990s. From late 2000 and the year that followed, the Taliban enforced a ban on poppy farming via threats, forced eradication, and public punishment of transgressors. The result was a 99% reduction in the area of opium poppy farming in Taliban-controlled areas. The evaluation uses multiple comparison areas: the non-Taliban area of Afghanistan, neighbouring countries, the non-contiguous comparison area of Myanmar (Burma), and, the rest of the world. Alternative possible causes of the reduction such as drought, migration or changes in global opium markets are reviewed and excluded. It is concluded that the reduction in Afghan poppy cultivation was due to the enforcement action by the Taliban. Globally, the net result of the intervention produced an estimated 35% reduction in poppy cultivation and a 65% reduction in the potential illicit heroin supply from harvests in 2001. Though Afghan poppy growing returned to previous levels after the fall of the Taliban government, this may have been the most effective drug control action of modern times.

© 2004 Published by Elsevier B.V.
Keywords:Taliban; Opium poppy; Afghanistan

fornat

A história "maldita" do "terrorismo".

Um documentário bem fundamentado e perturbador. Legendado em português:



Divulguem !

fornat


A cimeira da NATO é realmente a reunião das " Forças armadas do Clube Bilderberg".

Enquanto os soldadinhos defenderem os criminosos nada poderá mudar. Continuaremos atolados na falsidade e na corrupção, cada vez com menos direitos e menos dinheiro no bolso.

NATO = Forças armadas do Clube Bilderberg

Tanto dinheiro gasto para proteger uma reunião da NATO, uma organização terrorista.


camafeu

O mais engraçado é que a al Qaeda é uma organização terrorista fictícia.