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Dados económicos pressionam bolsas europeias

Iniciado por notiCIas, Maio 25, 2005, 13:20

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Dados económicos pressionam bolsas europeias

As bolsas europeias seguiam em queda com os dados económicos europeus a mostrarem uma queda nos índices de confiança e indicarem abrandamento económico em alguns países da União Europeia. O Dow Jones Stoxx 50 perdia 0,20%, também influenciado pela preocupação da Reserva Federal com as pressões inflacionistas nos EUA.

A confiança dos empresários alemães e italianos registou uma queda em Maio, com o índice alemão a recuar para o nível mais baixo dos últimos 21 meses e o italiano caiu para o nível mais baixo de três anos e meio.

O crescimento económico do Reino Unido abrandou no primeiro trimestre para um ritmo mais lento do que o esperado.

A Reserva Federal divulgou ontem as minutas da última reunião, que revelaram preocupações com as pressões inflacionistas nos Estados Unidos, mais do que com o abrandamento da economia, sugerindo que deverá continuar a assistir-se a uma subida dos juros de forma continuada.

O Footsie desvalorizava 0,20% para os 4.972,50 pontos, pressionado pelo sector bancário. O HSBC descia 0,40% e o Royal Bank of Scotland caía 0,66%. A Astrazeneca contrariava a tendência ao subir 0,43%.

O IBEX [Cot] depreciava 0,25% para os 9.348,60 pontos, no dia em que foi divulgado que a economia do país registou o ritmo de expansão mais alto dos últimos dois anos, no primeiro trimestre, ajudada pelo consumo das famílias, que beneficiam das taxas de juro baixas. A Arcelor deslizava 1,46% para os 15,54 euros e o Banco Popular recuava 0,98% para os 48,73 euros.

Em França, o CAC [Cot] negociava nos 4.098,52 pontos, ao perder 0,09%. O Crédit Agricole liderava as perdas, ao descer 1,21% para os 21,27 euros, enquanto o Société Générale ganhava 0,87% para os 81,60 euros. Os lucros do Société Générale, o terceiro maior banco de França, cresceram 41% no primeiro trimestre, superando as estimativas dos analistas, num período em que registou um aumento das receitas das transacções de obrigações e acções e uma queda das provisões para crédito mal parado.

O DAX [Cot], da Alemanha, depreciava 0,28% para os 4.384,30 pontos. A Volkswagen cedia 0,88% para os 35,08 euros e o Deutsche Bank caía 0,79% para os 61,38 euros.

Em Amesterdão, o AEX [Cot] contrariava a tendência da maior parte das praças europeias e ganhava 0,04% para os 365,25 pontos, com a ASML a subir 1,03% para os 12,79 euros e a Aegon a valorizar 0,39% para os 10,31 euros. A Philips e a Royal Dutch Petroleum, dona de 60% da Shell, evitavam maiores ganhos ao cair 0,72% para os 20,60 euros e 0,36% para os 46,79 euros, respectivamente.

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