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Petróleo

Iniciado por Nyk, Março 25, 2010, 22:13

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Nyk

8 de Abril de 2010     

Petróleo fecha em queda pelo segundo dia consecutivo


Os preços do petróleo encerraram em queda esta quinta-feira, o que sucede pelo segundo dia consecutivo após terem tocado máximos de 18 meses esta semana.
Em Londres, o barril de brent para entrega em Maio cedeu 78 cêntimos, para os 84,81 dólares.

No mercado nova-iorquino, o West Texas intermediate recuou 49 cêntimos, encerrando nos 85,39 dólares.

Nyk

Petróleo a caminho de segunda semana de ganhos


Os preços do petróleo estão a negociar em alta pela primeira vez em três dias, preparando-se para terminar a valorizar pela segunda semana consecutiva, com a maior acalmia em torno da dívida soberana grega e a subida das vendas a retalho nos EUA a aumentarem o optimismo em torno da recuperação económica.

Em Nova Iorque, o WTI está a avançar 0,69% para os 85,98 dólares por barril. Na semana, a matéria-prima ganha 1%, depois de ter subido 6,1% na semana passada.

Em Londres, o barril de Brent, que serve de referência às importações europeias, está a valorizar 0,77% para os 85,46 dólares por barril.

O crude está a beneficiar com as declarações de Jean-Claude Trichet. O presidente do Banco Central Europeu (BCE) afastou a hipótese de incumprimento por parte da Grécia, o que tranquilizou os investidores.

Ontem, as vendas a retalho nos EUA subiram 9% em Março, acima das expectativas do mercado, um dado que vem reforçar o optimismo em relação ao ritmo de recuperação da economia e, consequentemente, da procura de combustíveis.



Nyk

Optimismo em torno da recuperação económica anima petróleo



O petróleo está a valorizar pela primeira vez em três sessões, a acompanhar o movimento altista das bolsas europeias com o alívio em torno da dívida soberana grega e a subida das vendas a retalho nos EUA a aumentarem o optimismo em torno da recuperação económica.

Em Nova Iorque, o WTI está a avançar 0,66% para os 85,95 dólares por barril. Na semana, a matéria-prima ganha cerca 1%, depois de ter subido 6,1% na semana passada.

Em Londres, o barril de Brent, que serve de referência às importações europeias, está a valorizar 0,91% para os 85,58 dólares por barril.

Os preços do petróleo encaminham-se, assim, para terminar a valorizar pela segunda semana consecutiva.

A animar estão essencialmente as declarações de Jean-Claude Trichet. O presidente do Banco Central Europeu (BCE) afastou a hipótese de incumprimento por parte da Grécia, o que tranquilizou os investidores.

A reforçar a tendência de subida está ainda o facto das vendas a retalho nos EUA terem subido 9% em Março, acima das expectativas do mercado, um dado que vem reforçar o optimismo em relação ao ritmo de recuperação da economia e, consequentemente, da procura de combustíveis.


Nyk

Petróleo cai com corte do "rating" da Grécia

O petróleo inverteu a tendência de ganhos e está agora a cair, pressionado pelo corte do "rating" da dívida da Grécia de 'BBB+' para 'BBB-'.

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, recua 0,47 % para 84,99 dólares e o Brent, transaccionado em Londres e que serve de referência às importações nacionais, cai 0,14 % para 84,69 dólares.

A queda do petróleo surge depois da Fitch ter cortado o "rating" da dívida grega, com receios de que a recuperação económica possa demorar mais tempo, e com isso o consumo de combustíveis não recupere tão depressa.

A agência de notação financeira Fitch voltou a cortar o "rating" do crédito de longo prazo da Grécia, de 'BBB+' para 'BBB-'. O "outlook" é negativo.

"A revisão reflecte a intensificação dos desafios orçamentais como resposta a perspectivas mais adversas de crescimento económico e aumento dos encargos com juros", revela a nota de análise hoje publicada pela Fitch, onde acrescenta que esta alteração "reflecte ainda a continuação das incertezas sobre a estratégia de financiamento num contexto de aumento da volatilidade dos mercados de capitais".

O "Outlook" permaneceu "negativo", já que a Fitch considera que continuam a prevalecer "incertezas sobre as perspectivas de consolidação orçamental sustentável no médio prazo".


Nyk

9 de Abril de 2010

Petróleo fecha em queda no Nymex mas Brent sobe ligeiramente


Os preços do petróleo terminaram a derradeira sessão da semana com tendências opostas de cada lado do Atlântico.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Maio subiu dois cêntimos, para os 84,33 dólares.

No mercado nova-iorquino, o West Texas Intermediate recuou pelo terceiro dia consecutivo, fechando nos 84,92 dólares, uma descida de 47 cêntimos.

No início da semana, os preços tocaram máximos de ano e meio.


Nyk

Grécia leva petróleo a aproximar-se dos 86 dólares


O petróleo está a subir animado pela notícia de que os ministros das finanças europeus chegaram a acordo para dar à Grécia acesso a um pacote de ajudas que vai reduzir o risco de insolvência, do país que se tem debatido para reduzir o maior défice da Europa. O crescimento da procura da matéria-prima na China também está a animar.

O crude sobe 0,58% para 85,41 dólares, ao negociar em Nova Iorque por via electrónica, e o brent, que serve de referência às importações europeias, aprecia 0,77% para 85,48 dólares.

"A China está a desempenhar um papel chave no crescimento da procura global de matérias-primas" disse o analista da CWA Global Markets, Toby Hassal *a Bloomberg. "O plano de resgate grego, que vai conduzir os mercados hoje, resolve muitas das incertezas. Um dólar mais fraco suporta os preços do petróleo".

Os ministros das finanças dos países do euro chegaram a acordo para ofereceram à Grécia um pacote de ajudas no valor de 45 mil milhões de euros, com uma taxa de juro inferior à do mercado. Uma notícia que veio reduzir os receios de que o incumprimento do país penalizasse o ritmo de crescimento da economia global, pressionando a procura de petróleo.

Esta notícia também está a impulsionar o euro face ao dólar, que sobe 0,92% para 1,3624 dólares, e torna o investimento na matéria-prima denominada em dólares mais atractivo para os investidores que detêm a moeda única.

A China, que é o segundo maior consumidor de energia do mundo, importou 21,1 milhões de toneladas métricas de crude em Março, ou seja, cerca de cinco milhões de barris por dia, segundo os dados preliminares da Diracção Geral de Alfandegas do país.


Nyk

Fraca procura penaliza preços do petróleo



Os preços do petróleo estão a descer nos mercados internacionais, devido à especulação de que a procura não retomou o suficiente para sustentar as cotações acima dos 85 dólares por barril. O crude de referência dos EUA negoceia abaixo do congénere europeu, o que não acontecia desde Dezembro.

O contrato de Maio do West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os EUA, segue a perder 0,75% em Nova Iorque, para 84,28 dólares por barril.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, cede 0,21%, para 84,65 dólares por barril.

De manhã as cotações seguiam em alta, animadas pela desvalorização do dólar face ao euro, mas entretanto inverteram.

"Depois de um renovado interesse especulativo, devido ao sentimento positivo relativo aos dados macroeconómicos, que levou as cotações para máximos de 18 meses na semana passada, o petróleo está agora a fazer uma pausa para ganhar fôlego", comentou à Bloomberg um analista da VTB Capital, Andrey Kryuchenkov. "Os fundamentais estão a retomar apenas muito gradualmente e a oferta tem sido abundante", acrescentou.

Desconto do WTI face ao Brent

O WTI está a negociar a desconto face ao Brent, pela primeira vez desde Dezembro, numa altura em que as reservas de crude nos EUA têm estado a aumentar.

As cotações do crude de referência norte-americano estão cerca de 40 cêntimos abaixo do preço do Brent, o que corresponde ao maior desconto "intraday" desde 21 de Dezembro. Há duas semanas, o WTI negociava com valores superiores em mais de um dólar face ao Brent.

O WTI negoceia, tipicamente, com um prémio face ao Brent, reflectindo o custo adicional da exportação de crude para os EUA a partir de outras regiões.

As reservas norte-americanas de crude estão a subir há 10 semanas consecutivas, estando actualmente no mais alto nível desde Junho do ano passado, segundo os dados da Administração de Informação sobre Energia dos EUA, citados pela Bloomberg.


Nyk

12 de Abril de 2010

Crude fecha sessão em baixa


Os futuros do crude leve cotado na bolsa Nymex, em Nova Iorque, encerraram a primeira sessão da semana a descer mais de meio dólar ou 0,7%.
O contrato do ligh sweet para entrega em Maio fixou-se nos 84,34 dólares/barril. A tendência foi determinada pela descida do dólar e por previsões de analistas de que os stocks da matéria-prima subiram pela 11ª semana consecutiva nos Estados Unidos (dados oficiais são esperados quarta-feira).

Por seu lado, o brent do Mar do Norte, petróleo de referência para Portugal, seguia a cotar o contrato de Maio a 84,70 dólares, perdendo 0,15% na plataforma electrónica ICE. Ao início da manhã, o barril de brent subia quase 0,6%, cotando acima dos 85,3 dólares.


Nyk

14 de Abril de 2010

Petróleo fecha em forte alta com queda nas reservas dos EUA


Os preços do petróleo encerraram em forte alta esta quarta-feira, impulsionados pela inesperada quebra nas reservas de crude dos EUA.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Maio avançou 1,42 dólares, ou 1,7%, para os 86,14 dólares. Antes, o crude tocou os 86,64 dólares.

No mercado nova-iorquino, o West Texas Intermediate terminou o dia nos 85,86 dólares, uma subida de 1,81 dólares, ou 2,2%.


Nyk

Receios quanto ao ritmo de crescimento dos EUA e subida do dólar penalizam petróleo

O petróleo negoceia em território negativo, pressionado por preocupações relativas ao ritmo de crescimento da economia norte-americana e penalizado pela recuperação do dólar, que diminui o apelo do investimento em matérias-primas.

O "West Texas Intermediate" desce 0,78% para 84,84 dólares e o Brent, que serve de referência às importações europeias, recua 0,42% para 87,22 dólares por barril.

Ontem foram divulgados os dados dos pedidos de subsídio de desemprego e a produção industrial nos Estados Unidos, que foram desapontantes face às estimativas dos economistas. A crise orçamental grega e a descida de 0,3% do euro face ao dólar, contribuem para a queda da matéria-prima.

"Devemos encontrar um suporte em torno de valores próximos dos 85 dólares, apesar de os fundamentais ainda não suportarem verdadeiramente os preços", disse o administrador da firma de consultoria energética, Purvin & gertz, Victor Shum à Bloomberg. "A decisão de hoje foi uma reacção ao fortalecimento do dólar face ao euro. A questão da Grécia contribui para a volatilidade".

Ontem o crude caiu pela sexta sessão em sete, depois de o Departamento do Trabalho ter divulgado que os pedidos de subsídio de desemprego cresceram na semana que terminou a 10 de Abril. A subida teve mais a ver com questões administrativas que reflectem a volatilidade do indicador na altura da Páscoa, do que com questões económicas, de acordo com o porta-voz do governo, citado pela Bloomberg.



Nyk

16 de Abril de 2010     

Crude termina semana descer em Londres e Nova Iorque


Os preços do petróleo desceram esta sexta-feira no fecho dos mercados internacionais, reflectindo a apreciação cambial do dólar e uma atitude mais prudente do mercado face aos cenários da procura.
Em Nova Iorque, o barril de crude leve para entrega em Maio chegou a descer abaixo dos 84 $US, terminando a sessão com queda a rondar 3% e a fixar-se nos 84,5 dólares, protagonizando a maior descida diária desde o início de Fevereiro, em parte devido ao impacto gerado pelo anúncio de uma acusação de fraude (pela SEC) visando o Goldman Sachs.

Em Londres, o brent encerrou a cair 2,1%, nos 85,76 dólares o barril para entrega em Junho.

Na plataforma electrónica ICE, sobre a hora de fecho do mercado Nymex, o brent (petróleo do Mar do Norte e referência para Portugal) cedia 1,91%, marcando os futuros de Junho a 84,94 dólares.


Nyk

Petróleo cai mais de 1% com violação das quotas de produção da OPEP


O petróleo esta a descer mais de 1%, com os investidores a especularem que a matéria-prima se encontra valorizada, com o seu consumo a encontrar-se estagnado nos países desenvolvidos e a não dar suporte fundamental à subida que o petróleo desempenhou nos últimos 13 meses.

O "West Texas Intermediate" desce 1,51% para 81,98 dólares, ao negociar em Nova Iorque, e o brent, que serve de referência às importações europeias desce 1,15$ para 85 dólares.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo pode estar a criar um excesso de petróleo no mercado, depois de a produção ter aumentado 5,6% para 29,2 milhões de barris por dia em Março, face ao mesmo mês do ano anterior, de acordo com dados da Bloomberg. As encomendas deverão crescer 0,9% no mês que termina a 5 de Maio, segundo estima a Oil Movements, refere a Bloomberg.

"O petróleo a 87 dólares por barril parece pouco razoável dados os fundamentais no mercado", disse o gestor de fundos da Tradition Energy, Addison Armstrong à Bloomberg. "Esqueça a China e a Índia por um minuto. Os Estados Unidos continuam a ser os maiores consumidores, e a procura dos Estados Unidos não recuperou".



Nyk

19 de Abril de 2010

Petróleo fecha em mínimo de três semanas no Nymex


Os preços do petróleo fecharam em queda esta segunda-feira, com o crude a atingir um mínimo de três semanas em Nova Iorque. O processo da SEC ao Goldman Sachs e a quebra na procura de combustível para a aviação devido ao vulcão na Islândia afectaram os preços.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Junho cedeu 1,81 dólares, ou 2,1%, para os 84,18 dólares.

No mercado nova-iorquino, os contratos de Maio do West Texas Intermediate caíram 1,83 dólares, ou 2,2%, para os 81,41 dólares. Durante a sessão, o crude tocou os 80,53 dólares, o valor mais baixo desde 29 de Março.


Nyk

Petróleo abaixo dos 70 dólares com escalada da moeda dos EUA

O petróleo mantém a tendência negativa da última semana. Está a cair pela quinta sessão consecutiva, e a cotar abaixo dos 70 dólares em Nova Iorque, penalizado pela escalada da moeda norte-americana face ao euro.

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, segue a perder 1,98% para 70,19 dólares, mas já esteve a cotar nos 69,82 dólares durante a parte inicial da sessão, sendo este um mínimo de Fevereiro.

Em Londres, a tendência é igualmente negativa. O Brent está a perder 1,71%, mas continua a negociar bem acima do valor praticado no mercado norte-americano. O barril, que serve de referência para as importações nacionais, está a cotar nos 76,60 dólares.

A penalizar os preços da matéria-prima está a perspectiva dos investidores de que as medidas de austeridade que estão a ser adoptadas na Zona Euro venham a travar a recuperação na região. Uma nova recessão reduzirá as importações.

Os receios de uma recessão continuam a penalizar o euro. A moeda única está em mínimos de 2006 no câmbio contra o dólar. A subida da divisa dos EUA reduz o apetite dos investidores pelas matérias-primas que são negociadas na nota "verde".