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Resultados das Empresas Portuguesas

Iniciado por The Mechanic, Outubro 30, 2007, 13:15

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The Mechanic

3º TRIMESTRE  :



Sonaecom 29 Outubro 
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Sonaecom regista lucros de 2,9 milhões até Setembro
Os lucros da Sonaecom ascenderam a 2,9 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano. A empresa superou as estimativas dos analistas que aguardavam que os resultados fossem negativos. A contribuir para o aumento dos lucros esteve o crescimento de 5,6% das receitas e um benefício fiscal.

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Os lucros da Sonaecom ascenderam a 2,9 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano. A empresa superou as estimativas dos analistas que aguardavam que os resultados fossem negativos. A contribuir para o aumento dos lucros esteve o crescimento de 5,6% das receitas e um benefício fiscal.

O resultado líquido da empresa liderada por Ângelo Paupério situou-se nos 2,9 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, um valor que compara com os prejuízos de 200 mil euros registados no mesmo período do ano passado, segundo o comunicado emitido hoje para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Os números hoje apresentados ficaram acima das estimativas dos analistas consultados pela Reuters que apontavam para prejuízos de 1,6 milhões de euros. Já o EBITDA registou uma queda de 2,6% para os 120,6 milhões de euros.

O volume de negócios da Sonaecom cresceu 5,6% para os 644,3 milhões de euros, o que compara com os 610,4 milhões de euros verificados nos primeiros nove meses de 2006.

O ARPU, a receita media mensal por cliente, desceu 8,3% de 19,9 euros para 18,3 euros no final do terceiro trimestre. Uma evolução que "é maioritariamente explicada pelo decréscimo de 24,6% no ARPU de operadores, devido à redução faseada das tarifas de terminação móvel e, especialmente, das tarifas de roaming in", explica a empresa.

No período em análise, a empresa ficou com menos 64 trabalhadores, o que representa menos 3,3% da força laboral que tinha no final de Setembro de 2006.

Optimus aumenta em 11,8% o número de clientes

A operadora de telecomunicações móveis da Sonaecom, a Optimus, aumentou o número de clientes activos em 11,8%, ou seja mais cerca de 266 mil pessoas do que tinha no final de Setembro do ano passado.

No total, a operadora terminou os primeiros nove meses do ano com 2,76 milhões de clientes.

Na Sonaecom Fixo, a empresa destaca que "o total de serviços, incluindo as aquisições recentes (371,8 mil), foi de 798,5 mil", o que, "em base comparável, mostra um aumento de 15% se comparado ao terceiro trimestre de 2006", de acordo com o comunicado hoje emitido.

"Os serviços de acesso directo aumentaram para 471,9 mil, mais 42,2%, na mesma base comparável, relativamente ao período anterior; as receitas de clientes representaram 52,6% das receitas de serviço do terceiro trimestre de 2007 (das quais 73,1% são receitas de acesso directo), em comparação com 45,4% no terceiro trimestre de 2006", adianta a mesma fonte.

Lucros do trimestre são os melhores de sempre

Os resultados líquidos obtidos pela Sonaecom no terceiro trimestre foram de 7,6 milhões de euros, o que segundo a empresa, representa o nível mais elevado de sempre, "se excluirmos o segundo trimestre de 2006, em que registámos a mais-valia obtida com a venda da Enabler".

No terceiro trimestre os resultados foram positivamente afectados por um "benefício de 4,2 milhões de euros", na rubrica de impostos. Este valor compara com um "um custo de 4,3 milhões de euros no mesmo trimestre do ano anterior, devido aos movimentos ocorridos nos activos fiscais deferidos na Sonaecom Fixo e ao menor EBT gerado na Optimus", explica a empresa liderada por Ângelo Paupério.

As receitas da empresa aumentaram 7,6% para os 230,8 milhões de euros no trimestre, "não obstante o impacto negativo nas receitas de operadores da Optimus, de 5,6 milhões de euros da redução das tarifas de 'roaming in' e de 2,1 milhões de euros das tarifas de terminação móvel", explica a empresa.

As acções da Sonaecom fecharam a descer 0,78% para 3,82 euros.

Sara Antunes , in Jornal de Negocios





Impresa 29 Outubro
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Lucro da Impresa cresce 23,7%, para 8,7 milhões de euros
O grupo Impresa fechou os primeiros nove meses do ano com um resultado líquido de 8,7 milhões de euros, valor que representa um crescimento de 23,7% face ao lucro de 7 milhões registado entre Janeiro e Setembro de 2006. Igualmente em alta nesta comparação homóloga apresentou-se o EBITDA da "holding" de Balsemão, que cresceu 17,4%, para 28,1 milhões de euros.

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O grupo Impresa fechou os primeiros nove meses do ano com um resultado líquido de 8,7 milhões de euros, valor que representa um crescimento de 23,7% face ao lucro de 7 milhões registado entre Janeiro e Setembro de 2006. Igualmente em alta nesta comparação homóloga apresentou-se o EBITDA da "holding" de Balsemão, que cresceu 17,4%, para 28,1 milhões de euros.

Na base destes crescimentos esteve o acréscimo de 9,6% nas receitas consolidadas da Impresa, que aumentaram para 200,7 milhões de euros nos três primeiros trimestres de 2007.

A maior fatia deste bolo continua a ser gerada pela publicidade, cujas receitas evoluíram 4,3%, para 124,5 milhões de euros. Mas além da área comercial, a "holding" apresentou ainda ganhos de 7,3% nas receitas de subscrição de canais, de 168,1% nas receitas da área multimédia e de 100,9% nas "outras" receitas.

Fruto do crescimento apresentado neste período, a área multimédia da Impresa representa já 14,3 milhões de euros no volume total de receitas da "holding". Também em alta apresentam-se as "outras" receitas do grupo, que evoluíram para 12,3 milhões de euros, fortemente impulsionadas pelas receitas da editora Som Livre, da InfoPortugal e de algumas áreas relacionadas com o universo digital da "holding".

Na segmentação por áreas de negócio constata-se que o segmento de televisão continua a ser o principal motor da actividade do grupo: as receitas geradas pelo universo SIC cresceram 13,6%, para 132 milhões de euros, montante que representa 65,8% do total de receitas da Impresa.

Menos positivo foi o comportamento das receitas geradas pela área editorial do grupo: os proveitos dos jornais subiram 1%, para 40,3 milhões e as receitas das revistas recuaram 2,4%, para 27,6 milhões. Uma tendência que assentou no recuo das receitas geradas pela venda de publicações, que caíram 8,5%, para 22,1 milhões de euros: nos jornais a quebra nas receitas de circulação foi de 12,2%, enquanto nas revistas o recuo se situou nos 5,1%. Em ambos os casos, este comportamento foi compensado pelos acréscimos de 11,9% e 5,3%, respectivamente, nas receitas publicitárias.

Destaque ainda para o facto de a mais recente unidade de negócio da "holding", a Impresa Digital, ter gerado receitas de 2,4 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, correspondendo metade deste valor a receitas geradas no terceiro trimestre. Ainda assim, este segmento apresentou um EBITDA negativo de 1,4 milhões, fruto dos "custos de arranque da nova actividade", que ascenderam a 3,9 milhões de euros.

Adriano Nobre , in Jornal de Negócios





REN  30 Outubro
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Resultados da REN atingem os 144 milhões em Setembro
A REN registou um lucro de 144,8 milhões de euros até Setembro deste ano, anunciou a empresa, anunciando um valor que ficou assim acima das previsões dos analistas, que apontavam para 119,3 milhões de euros. A empresa anulou a provisão relacionada com os dividendos da Galp reclamados pelo Grupo Amorim.

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A REN registou um lucro de 144,8 milhões de euros até Setembro deste ano, anunciou a empresa, anunciando um valor que ficou assim acima das previsões dos analistas, que apontavam para 119,3 milhões de euros. A empresa anulou a provisão relacionada com os dividendos da Galp reclamados pelo Grupo Amorim.

Em 2006, os resultados tinham sido significativamente superiores (589,6 milhões de euros) o que significa que houve uma descida de mais de 75%, mas estes resultados não são comparáveis devido à integração do negócio do gás, que ocorreu no terceiro trimestre do ano passado, e aos extraordinários da venda da posição na Galp. 

A empresa liderada por José Penedos contou com a anulação do efeito das provisões de 40,6 milhões de euros devido ao diferendo dos dividendos da Galp que a opunha a Américo Amorim e que já foi resolvido, com um impacto positivo de 35,3 milhões nos resultados. A REN também já não recebe dividendos da Galp.

As vendas da REN atingiram os 404 milhões de euros e um resultado operacional de 237,2 milhões de euros e um EBITDA ajustado de 294,6 milhões de euros. A maior fatia do volume de negócios da empresa provém da electricidade (297,7 milhões) seguido do gás (104,3 milhões).  A dívida da empresa aumentou em 103 milhões de euros.

Alexandra Noronha , in Jornal de Negócios




Brisa 30 Outubro
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Brisa lucra mais 5,4% até Setembro
A concessionária de auto-estradas obteve um resultado líquido consolidado de 142,5 milhões de euros até Setembro, mais 5,4% do que há um ano. O resultado operacional do grupo  cresceu, por seu lado, 11,7%, para os 355 milhões de euros.

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A concessionária de auto-estradas obteve um resultado líquido consolidado de 142,5 milhões de euros até Setembro, mais 5,4% do que há um ano. O resultado operacional do grupo  cresceu, por seu lado, 11,7%, para os 355 milhões de euros.

Os analistas do CaixaBI aguardavam que a Brisa registasse lucros de 148,1 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano.

Em comunicado à CMVM, a Brisa avança que as suas receitas operacionais consolidadas atingiram os 488 milhões de euros, mais 11% do que no mesmo período de 2006. Crescimento para o qual contribuiu essencialmente o aumento das receitas de tráfego (mais 13%), "devido à evolução positiva do tráfego ao longo do ano, com especial incidência no último trimestre", avança o grupo.

As receitas de portagem subiram 12,7% para 434,8 milhões de euros, para o que contribuiu ainda a consolidação da Auto-Estradas do Atlântico (AEA). Em termos homólogos as receitas de portagem da concessão Brisa aumentaram 6,4%, tendo a concessão Atlântico registado uma subida de 6% e a Brisal de 0,3% no total das receitas de portagem.

Em termos de custos operacionais, antes de amortizações e provisões, foi registada uma subida de 9,1% face a 2006, para os 133  milhões de euros, um aumento que o grupo afirma dever-se ao efeito da consolidação da AEA e da Brisal. Sem esta consolidação os custos teriam crescido 3,7%. No total, contabilizando as amortizações a provisões, os custos subiram 21,7%.

A Brisa salienta que na estrutura de custos o crescimento das amortizações de aproximadamente 35 milhões de euros que reflectem a finalização do último lanço da A10, de 16,9 milhões da concessão Brisa, a consolidação da Atlântico, de 12,7 milhões, e da Brisal, em 4,6 milhões de euros.

Investimento baixa para 359 milhões de euros

O volume de investimento total no final do terceiro trimestre atingiu os 359 milhões de euros, abaixo dos 406 milhões investidos no mesmo período de 2006. Na rede da concessão Brisa o investimento foi de 142,2 milhões de euros. Em alargamentos de vias foram investidos 35 milhões e em grandes reparações 12 milhões de euros.

A Brisal, por seu lado, investiu 152 milhões de euros, tendo aberto à circulação no início de Junho o sublanço Marinha Grande/Louriçal com 32 quilómetros, estando prevista a abertura dos restantes 61 quilómetros no segundo trimestre de 2008.

O activo do grupo atingiu os 4,811,3 milhões de euros, mais 7,9% do que em Dezembro de 2006. Os capitais próprios decresceram 1,5% nos primeiros nove meses, ascendendo a 1.543 milhões de euros depois dos dividendos distribuídos.

O passivo aumentou 14% face a Dezembro, tendo por base o aumento da dívida líquida em 495 milhões de euros. Destes, 213 milhões referem-se à consolidação da AEA, 124 milhões ao aumento da dívida da Brisal e 176 milhões à dívida referente ao plano de investimento na rede da concessão principal.

Maria João Babo , in Jornal de Negocios


BCP 30 Outubro
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Lucros do BCP caem 27,5% para 403,7 milhões de euros
O Banco Comercial Português anunciou hoje que os resultados líquidos dos primeiros nove meses deste ano desceram 27,5% para os 403,7 milhões de euros, um valor que ficou aquém das estimativas dos analistas e que reflecte os custos com a OPA sobre o BPI.

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O Banco Comercial Português anunciou hoje que os resultados líquidos dos primeiros nove meses deste ano desceram 27,5% para os 403,7 milhões de euros, um valor que ficou aquém das estimativas dos analistas e que reflecte os custos com a OPA sobre o BPI, bem como a reestruturação dos quadro de pessoal.

As previsões médias dos analistas consultados pela Reuters, que tinham já em conta os custos com a OPA ao BPI, apontavam para uma queda de 19,4% nos lucros, para 449,1 milhões de euros. As estimativas dos especialistas oscilavam entre 415,9 e 513,6 milhões de euros, valores que comparam com os 557 milhões de euros obtidos pelo BCP no mesmo período de 2006.

A penalizar as contas do maior banco privado nacional esteve o custo extraordinário de 65,5 milhões de euros referente à OPA falhada sobre o BPI, um custo que tinha já penalizado as contas do primeiro semestre.

O BCP registou também custos de reestruturação do quadro de pessoal no terceiro trimestre, na ordem dos 9,0 milhões de euros líquidos de impostos. Excluindo estes custos não recorrentes (da OPA e de reestruturação), os resultados líquidos do BCP teriam totalizado 478 milhões de euros, nos primeiros nove meses deste ano.

"A margem financeira nos primeiros nove meses de 2007 cifrou-se em 1.149,7 milhões de euros, evidenciando um crescimento de 10,4% face ao período homólogo", refere o BCP, acrescentando que esta evolução "foi influenciada positivamente pelo efeito volume, nomeadamente pelo "crescimento do crédito concedido em Portugal, na Polónia e na Grécia, não obstante o impacto desfavorável do efeito taxa de juro".

Os resultados líquidos da actividade internacional aumentaram 47,2%, em base comparável, "impulsionados pela evolução favorável dos resultados gerados pelas subsidiárias no exterior, com destaque para a Polónia", salienta o BCP no comunicado enviado ao regulador.

No comunicado para apresentar os resultados, o CEO Filipe Pinhal culpa a crise interna e o "subprime" para citar a queda de lucros. As imparidades para crédito mal parado aumentaram 38,5% nos primeiros nome meses do ano, para 173,5 milhões de euros.

Isolado nas quedas

O banco liderado por Filipe Pinhal [Cot] foi o único entre os grandes bancos portugueses a ver os lucros descerem nos primeiros nove meses deste ano. O BES voltou a superar os resultados líquidos do BCP.

O BPI registou um lucro de 249,4 milhões de euros, nos primeiros noves meses do ano, valor que representa uma subida de 14% face ao mesmo período do ano passado. Já o Santander Totta lucrou 388,3 milhões de euros nos nove primeiros meses do ano, o que representa um crescimento de 22,6% face a igual período do ano passado.

O Banco Espírito Santo registou resultados líquidos de 487,8 milhões de euros nos primeiros nove meses.

As acções do BCP fecharam inalteradas nos 3,42 euros.

Paulo Moutinho , in Jornal de Negócios



Portucel 31 Outubro
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Lucros da Portucel aumentam 22% até Setembro
A Portucel aumentou em 22% os lucros nos primeiros nove meses do ano para os 115,9 milhões de euros. A contribuir para o aumento dos resultados esteve a subida de 6% das receitas.

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A Portucel aumentou em 22% os lucros nos primeiros nove meses do ano para os 115,9 milhões de euros. A contribuir para o aumento dos resultados esteve a subida de 6% das receitas.

O resultado líquido da Portucel ascendeu a 115,9 milhões de euros, nos primeiros nove meses do ano, um valor que compara com os 94,9 milhões de euros registados no mesmo período do ano passado, de acordo com um comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

As receitas da empresa cresceram 5,99% para os 841,7 milhões de euros.

"O papel representou 71% do volume de negócios, a pasta 21% e a energia cerca de 6%. Registou-se um aumento no volume de vendas de papel de 4,5% face ao período equivalente de 2006 e uma evolução positiva do seu preço médio de venda em 5,4%", refere a empresa no comunicado.

A Portucel adianta que "as vendas de pasta foram afectadas negativamente pelo maior nível de integração de pasta de eucalipto na produção de papel, o que diminuiu a quantidade de pasta disponível para venda no mercado. Por outro lado, a desvalorização do dólar norte-americano teve também um impacto negativo, não permitindo reflectir no preço de venda em euros os sucessivos aumentos verificados no preço da pasta em dólares".

O EBITDA da empresa cresceu 4,15% para os 244,7 milhões de euros e a margem de EBITDA sobre as vendas situou-se nos 29,1%.

As acções da Portucel [Cot] fecharam a subir 1,54% para os 2,63 euros.


Sara Antunes , in Jornal de Negocios




Banif  31 Outubro
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Lucro líquido do Banif aumenta 22% até Setembro
A instituição financeira liderada por Horácio Roque anunciou hoje uma subida de 21,9% do seu resultado líquido referente aos primeiros nove meses do ano para os 64,7 milhões de euros, contra os 53 milhões de euros atingidos em igual período do ano passado.

Tiago Figueiredo Silva

Em comunicado hoje emitido pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o Banif revela que "a contribuir para esta subida dos resultados esteve o crédito concedido a clientes bruto que atingiu os 8.387 milhões de euros, valor superior em 20,4% ao alcançado em 30 de Setembro de 2006".

O Return on Equity (ROE) fixou-se nos 19,5% no período em análise contra os 17,7% registados nos primeiros nove meses de 2006, enquanto que o Return on Assets (ROA) atingiu os 0,95% contra os homólogos 0,83%.

Já o produto da actividade cresceu 23,7% para os 298,9 milhões de euros, acompanhado pelo activo líquido que aumentou 18,1% para os 10.182 milhões de euros.

O Banif revela ainda que os recursos de clientes em balanço cresceram 19,1% para os 7.085 milhões de euros enquanto que os recursos fora de balanço é de destacar o crescimento dos activos sob gestão, que passaram de 1.531 milhões de euros para os 2.129milhões de euros em Setembro deste ano, traduzindo-se num crescimento de 39,1%.

"Esta evolução resulta em grande parte do forte crescimento do número de pontos de venda do Banif - Grupo Financeiro, que passou de 359 para 423 entre os finais dos terceiros trimestres de 2006 e 2007 (o número de agências bancárias em Portugal passou de 226 para 266)", adianta o documento.


O Banif acrescenta que também ajudou o forte crescimento do número de clientes do grupo, em resultado das campanhas de captação desenvolvidas ao nível do Banif - Banco Internacional do Funchal e da política de expansão e de diversificação das redes de distribuição.



Semapa 06 Novembro
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Lucro da Semapa sobe 53% nos primeiros nove meses do ano
O resultado líquido da Semapa cresceu cerca de 53%, nos primeiros nove meses do ano, para os 97,3 milhões de euros. O volume de negócios cresceu, no mesmo período, 8% e o EBITDA 14%.

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O resultado líquido da Semapa cresceu cerca de 53%, nos primeiros nove meses do ano, para os 97,3 milhões de euros. O volume de negócios cresceu, no mesmo período, 8% e o EBITDA 14%.

Até Setembro de 2007, os lucros da Semapa subiram em 53% para os 97,3 milhões de euros. O segmento de pasta e papel contribuiu com 74,7 milhões de euros, enquanto a área de cimentos contribuiu com 25,2 milhões de euros. As "holdings" registaram um prejuízo de 2,6 milhões de euros.

O grupo Semapa registou uma subida de 8% dos volume de negócios e um crescimento de 14% do EBITDA ("cash-flow" operacional) para 321,1 milhões de euros.

No segmento de papel e pasta, o grupo Portucel Soporcel vendeu 767,2 mil toneladas de papel, valor que representa uma subida de 4,5% face ao mesmo período de 2006. o preço médio de venda do grupo registou uma subida de 5,4%. A produção de pasta caiu 0,5% para 972,3 mil toneladas.

O volume de negócios neste sector foi de 841,7 milhões de euros, o que representa uma subida de 6% face ao registado nos primeiros nove meses de 2006.

O volume de negócios do segmento de cimentos totalizou 213,7 milhões de euros, tendo as vendas subido cerca de 17% face a 2006. "O aumento do volume de negócios foi sustentado essencialmente pela inclusão no perímetro de consolidação da Ciment Sibline, a qual passou a ser consolidada pelo método integral em resultado do reforço da participação e pela boa performance das unidades de negócio "Tunísia – Cimento" e "Angola – Cimento"", refere o comunicado da empresa à CMVM.

Para o restante exercício de 2007, a Semapa refere que os "resultados do grupo serão influenciados negativamente caso se verifiquem novas subidas de taxas de juro e prossiga a desvalorização do dólar face ao euro e persista a escalada do preço do petróleo".

"Relativamente ao grupo Portucel Soporcel, acresce ainda que o agravamento do custo da madeira continua a ser um factor de preocupação, que poderá ter um impacto negativo no desempenho futuro do grupo, não sendo previsível uma melhoria do quadro actual a curto prazo", refere o comunicado da empresa.


Altri 07 Novembro
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Altri anuncia resultado líquido superior a 9 milhões de euros
A empresa fabricante de pasta de papel apresentou hoje os resultados do terceiro trimestre de 2007, anunciando para o período em causa um lucro líquido consolidado de mais de 9 milhões de euros, o que se traduz num crescimento de 9% face ao quarto trimestre de 2006.

No que diz respeito ao total acumulado dos primeiros nove meses de 2007, a Altri registou um resultado líquido de cerca de 29 milhões de euros, contra os 11 milhões de euros verificados no meus período de 2006, o que significa uma evolução positiva de 143%. Contudo, a empresa ressalva que estes resultados não são directamente comparáveis, visto que a aquisição da participação de 100% dos direitos de voto da Celbi ocorreu apenas em Agosto de 2006.

Para melhor estabelecer uma evolução, a Altri resolveu apresentar a variação ocorrida entre o terceiro trimestre de 2007 e o quarto trimestre de 2006.

Sendo assim, no que diz respeito aos proveitos operacionais consolidados, a fabricante de papel registou, no terceiro trimestre de 2007 cerca de 102 milhões de euros, o que reflecte uma variação 3 pontos percentuais positivos face aos valores registados no 4º trimestre de 2006.

Os resultados operacionais totalizaram cerca de 19 milhões de euros, mais 18% do que os 16 milhões verificados no quarto trimestre de 2006, o que produziu um resultado líquido consolidado superior a 9 milhões de euros, o que significa um acréscimo de 9% em comparação com o quarto trimestre de 2006.

No que se refere aos resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (EBITDA), a Altri contabilizou cerca de 27 milhões de euros, verificando um crescimento de 18% face ao quanto trimestre de 2006, que registou 22 milhões de euros.

Susana Teodoro in DE


Sonae Indústria 07Novembro
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Resultado líquido da Sonae Indústria dispara 325% até Setembro
A Sonae Indústria anunciou hoje uma subida de 325% do seu lucro líquido para os 63 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, contra os 15 milhões de euros atingidos em igual período do ano passado.


Em comunicado hoje emitido, a empresa adianta que o seu volume de negócios consolidado aumentou 32% para os 1,58 mil milhões de euros entre Janeiro e Setembro deste ano contra os homólogos 1,20 mil milhões de euros.

Já o EBITDA (cash flow operacional) progrediu 39% para os 240 milhões de euros no período em análise, face aos 172 milhões de euros registados até Setembro de 2006, com a margem a avançar 15,1% contra a anterior 12,6%.

A Sonae Indústria revela ainda que os seus resultados operacionais (EBIT) cresceram 82% para os 153 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, contra os 84 milhões de euros atingidos em igual período do ano passado.

Comparando com o final de 2006, a dívida líquida, no final dos primeiros nove meses de 2007, aumentou em 151 milhões de euros, para os 900 milhões de euros.

Recorde-se que os resultados da empresa não são directamente comparáveis com os dos primeiros nove meses de 2006 devido: à aquisição dos activos da Hornitex na Alemanha; à aquisição da fábrica Darbo em França; ao contributo da fábrica de Eiweiler para a parceria a 50% com a Tarkett; e ao incêndio, em Abril de 2006, na linha 2 de aglomerado de partículas na fábrica do Canadá.


As acções da Sonae Indústria encerraram a sessão de hoje a recuarem 0,59% para os 8,39€.

Estimativas
Três analistas consultados pela Reuters previam que a Sonae Indústria apresentasse um lucro líquido médio de 65,4 milhões de euros, um crescimento do volume de negócios para a média de 1,56 mil milhões de euros, e uma subida do EBITDA para a média de 230,7 milhões de euros.


e previam que o aumento dos preços no sector também tivesse contribuído para a melhoria da performance operacional.

"O EBITDA recorrente deverá ter crescido 25,5% no terceiro trimestre de 2007, face a igual período do ano passado, a uma velocidade maior do que as vendas devido ao bom momento de preços na Europa e a reestruturações bem sucedidas em França e na Alemanha", referiu a analista Sónia Pimpão, do Santander.


Segundo a mesma responsável, a ligeira desaceleração do volume de negócios no terceiro trimestre, face ao segundo trimestre, deverá reflectir uma base de comparação mais forte com o período homólogo de 2006 e os encerramentos temporários para manutenção.

Tiago Figueiredo Silva in DE

SAG 07 de Novembro
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Lucro líquido da SAG cresceu 7,8% nos primeiros nove meses do ano
A SAG - Soluções Automóvel Globais anunciou hoje que o seu resultado líquido aumentou 7,8% para os 14,2 milhões de euros entre Janeiro e Setembro deste ano, contra os 13,1 milhões de euros registados em igual período de 2006.

Em comunicado hoje emitido, a SAG adianta que o volume de negócios cresceu 0,3% para os 542 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, face aos homólogos 541 milhões de euros.

Já o EBITDA (cash flow operacional) progrediu 47,2% para os 53,77 milhões de euros no período em análise contra os 36,5 milhões de euros, com a margem a alcançar os 9,9% face aos 6,7% de 2006.

Os resultados operacionais (EBIT) avançaram 23,4% para os 42,62 milhões de euros entre Janeiro e Setembro deste ano, o que compara com os 34,54 milhões de euros.

A SAG revela ainda que os seus resultados financeiros 33,2% para os 26,52 milhões de euros no período em análise, contra os homólogos 19,91 milhões de euros.

A dívida líquida consolidada ascendeu, no final de Setembro de 2007, a 420 milhões de euros, registando um aumento de cerca de 38 milhões de euros em relação aos 382 milhões de euros registados em 30 de Junho de 2007.

Tiago Figueiredo Silva in DE


EDP 08 Novembro

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Resultado líquido da EDP aumenta 2,4% nos primeiros nove meses do ano
A eléctrica nacional anunciou hoje que o seu lucro líquido cresceu 2,4% para os 665,2 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, contra os 649,7 milhões de euros registados em igual período do ano passado e acima dos 635 milhões previstos em média pelos analistas.

Em comunicado hoje emitido, a EDP adianta que o seu EBITDA (cash flow operacional) cresceu 20,4% para os 2,04 mil milhões de euros no período em análise face aos 1,70 mil milhões de euros registados no período homólogo.

"Esta performance deve-se, em primeiro lugar, a uma melhoria das actividades liberalizadas do Grupo EDP na Península Ibérica, destacando-se o sucesso da estratégia de "hedging" da EDP para as suas operações em mercado, e em segundo lugar, a uma melhoria do EBITDA das nossas actividades de distribuição reguladas em Portugal, no Brasil e em Espanha", revela a empresa.

Já o EBIT progrediu 29,6% para os 1,27 mil milhões de euros entre Janeiro e Setembro deste ano, contra os 984 milhões de euros atingidos no mesmo período de 2006.

A eléctrica nacional revela ainda que a margem bruta avançou 11,8% para os 3,43 mil milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, face aos homólogos 3,07 mil milhões de euros em igual período do ano passado.

Os custos operacionais atingiram os 1,38 mil milhões de euros no período em análise, traduzindo-se numa subida de 1,1% face aos 1,37 mil milhões de euros alcançados no mesmo período de 2006, "beneficiando da desconsolidação da ONI, e perspectivam-se melhorias nos próximos trimestres em termos comparativos, em consequência da implementação do programa de eficiência".

Relativamente aos proveitos operacionais, a EDP sublinha que aumentaram 11,2% para os 8,60 mil milhões de euros, com as vendas de electricidade a subirem 9,5% para os 7,43 mil milhões de euros.

Recorde-se que o lucro líquido dos primeiros nove meses do ano passado incluía um valor de 167 milhões de euros de ganhos relativos à contribuição da REN, que se reflectiu nas mais-valias da venda de 18,3% da participação na Galp, e um ganho financeiro não recorrente de 148 milhões de euros relativo ao 'swap' de taxas de juro relacionado com o CMEC.

A EDP acrescenta ainda que a sua dívida líquida cresceu 20,4% nos primeiros nove meses deste ano, para os 11,17 mil milhões de euros, a reflectir a aquisição da Horizon, face aos homólogos 9 mil milhões de euros.

As acções da EDP fecharam a sessão de hoje a subirem 3,41% para os 4,85€.


Energia Eólica

Em Setembro deste ano, a NEO tinha uma capacidade instalada eólica consolidada de 1.218 MW, mais 475 MW que o verificado em igual período do ano passado, conseguida através de aquisições (+88 MW) e de crescimento orgânico (+387 MW).

Trimestralmente, a NEO aumentou a sua capacidade instalada em 59 MW em Portugal, sendo que actualmente a empresa tem 579 MW em construção, e prevê atingir o seu objectivo de capacidade instalada para o ano 2007 como programado ou no máximo durante as primeiras semanas de 2008.

A NEO produziu 2,153 GWh de energia eólica nos primeiros nove meses do ano, o que representa um crescimento de 65,5% no período, devido ao aumento da capacidade instalada bem como a uma melhoria do factor médio de utilização dos parques eólicos

A margem bruta da NEO aumentou 25,6% no período em análise, e o EBITDA melhorou em 34,8 milhões de euros para os 139,9 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, com a margem a situar-se nos 73%.

A EDP adianta ainda que no final de Setembro deste ano, a Horizon tinha uma capacidade instalada bruta de 941 MW e 615 MW em construção.

O contributo da Horizon ao nível da margem bruta no terceiro trimestre foi 16 milhões de euros quando ajustada para incluir as receitas dos "equity partners" da Horizon. No mesmo período, a Horizon contribuiu com apenas 7 milhões de euros de EBITDA.


Brasil
A Energias do Brasil (detida em 62,4% pela EDP) teve, entre Janeiro e Setembro de 2007, uma contribuição positiva das actividades de geração e distribuição.

No período em análise, o EBITDA da Energias do Brasil apresentou um impacto positivo pela valorização do real face ao euro, e aumentou 45,7% para 1,2 mil milhões de reais, enquanto que os custos operacionais aumentaram em 23,3%.

Já o EBITDA da produção aumentou 78% relativamente ao período homólogo devido principalmente ao aumento da capacidade instalada. Na distribuição, o EBITDA aumentou 38%.


Estimativas

Uma poll de 12 analistas consultados pela Reuters, previa que o lucro da EDP tivesse caído 2,3% nos nove meses de 2007 devido a elevados ganhos extraordinários do período homólogo de 2006, mas a espelhar uma forte performance operacional com o EBITDA a subir 20%.

A média das estimativas de lucro era de 635 milhões de euros, oscilando as previsões dos analistas entre os 575 e os 733 milhões de euros, enquanto que o EBITDA teria subido 20,2% para um valor médio de 2.014,4 milhões de euros.

Os analistas estavam na expectativa quanto a novidades sobre um eventual Initial Public Offer (IPO) da sub-holding para energias renováveis NEO, bem como acerca de mais pormenores sobre a parceria com a argelina Sonatrach.

Os analistas esperavam um forte aumento dos resultados operacionais após as aquisições recentes nas renováveis e suportados pela área tradicional - distribuição e produção - com um crescimento saudável pois o consumo de electricidade na Ibéria tem sido superior ao da média da União Europeia (UE).

"Esperamos que as renováveis, a Distribuição em Portugal e o Brasil sejam os prinicipais 'drivers' do forte crescimento homólogo nos resultados operacionais", referia Alejandro Vigil, analista do Citigroup.

Alguns analistas admitiam que, com a aquisição da Horizon, a dívida líquida da EDP pudesse ter subido para entre os 11,50 e os 12 mil milhões de euros

Tiago Figueiredo Silva in DE

Cofina 08 de Novembro
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Lucro líquido da Cofina aumenta 3% nos primeiros 9 meses de 2007
A empresa liderada por Paulo Fernandes registou até Setembro de 2007 um resultado líquido de 7,83 milhões de euros, mais 3% do que os 7,59 milhões de euros obtidos em igual período do ano de 2006.


Segundo um comunicado hoje emitido pela Cofina, divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), entre Janeiro e Setembro as receitas operacionais da empresa aumentaram 2,9% para os 100 milhões de euros, contra os 97 milhões verificado no período homólogo do ano anterior.

Neste incremento das receitas destaca-se o crescimento de 13,8% registado nas receitas de publicidade, contrariando a queda de 29% nas receitas de Marketing Alternativo, que "acompanharam a tendência do mercado verificada desde meados de 2005 por efeito da retracção do poder de compra e da saturação deste mercado", justifica o comunicado divulgado hoje.

Em termos de segmentos, as receitas operacionais da Cofina aumentaram 4,5% nos Jornais para os 70,64 milhões de euros, mas reduziram 0,5% para os 29,5 milhões de euros nas Revistas, quando comparado com o mesmo período do ano passado.

No mesmo período de tempo, o EBITDA da empresa cresceu 16,9% para os 14,5 milhões de euros. A Margem EBITDA subiu para os 14,5%, contra os 12,8% registados no período homólogo do ano passado.

A Cofina revela ainda que o endividamento bruto do Grupo ascendia aos 136 milhões de euros, o que se traduz numa dívida líquida na casa dos 33 milhões de euros.

A Cofina encerrou a sessão de hoje na Euronext Lisbon a descer 1,18% para os 1,68€, com 101 603 acções negociadas.

Susana Teodoro in DE

Martifer 08 de Novembro
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Lucro líquido ajustado da Martifer dispara 170% até Setembro
A construtora nacional anunciou hoje que o seu resultado líquido ajustado, relativo aos primeiros nove meses deste ano, atingiu os 8,1 milhões de euros, o que se traduz num aumento de 170% face aos 3 milhões de euros alcançados em igual período do ano passado.


Em comunicado hoje emitido, a Martifer adianta que o lucro líquido atribuível, que inclui a mais-valia resultante da eliminação da sua posição na Repower Systems, foi de 21,7 milhões de euros no período em análise contra os homólogos 6,7 milhões de euros.

A construtora revela que as suas receitas aumentaram 80,9% para os 324,7 milhões de euros entre Janeiro e Setembro de 2007, contra os 189,5 milhões de euros alcançados em igual período do ano passado.

Já o EBITDA (cash flow operacional) progrediu 44,8% para os 19,8 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, face aos homólogos 13,7 milhões de euros, com a margem a situar-se nos 5,8%.

A Martifer sublinha ainda que o EBIT avançou 56,5% para os 13,3 milhões de euros no período em análise, o que compara com os 8,5 milhões de euros atingidos em igual período de 2006, e com a margem a alcançar os 3,9%.

As acções da Martifer encerraram a sessão de hoje a subirem 1,01% para os 9€.

Tiago Figueiredo Silva in DE 



P.Telecom 14 Novembro
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Resultado líquido da PT sobe 27,2% nos primeiros nove meses de 2007
A Portugal Telecom anunciou hoje ter registado um lucro líquido de 670 milhões de euros entre Janeiro e Setembro deste ano, mais 27,2% do que os 527 milhões de euros registados em igual período de 2006, impulsionado pela recuperação da sua participada brasileira Vivo e por uma mais-valia de 50 milhões de euros gerada pela venda de 22% da Africatel, tendo superado as expectativas dos analistas, que previam uma subida de 15,9% para os 611 milhões de euros.

Mafalda Aguilar

Segundo um comunicado da PT, enviado hoje à Comissão Nacional do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) antes da abertura do mercado, excluindo os efeitos não recorrentes, o resultado líquido da operadora nacional aumentou 34,3% para 535 milhões de euros entre Janeiro e Setembro de 2007.

As receitas operacionais consolidadas atingiram 4,53 mil milhões de euros até Setembro deste ano, um valor que traduz um crescimento de 5,7% face ao período homólogo do ano passado, em linha com as estimativas dos analistas.

O EBITDA aumentou 11,8% para os 1,72 mil milhões de euros nos primeiros nove meses de 2007, contra os 1,71 mil milhões de euros antecipados pelos analistas, com uma margem EBITDA de 38,1%.

Quanto ao resultado operacional, este registou um acréscimo de 29,2% para 910 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2007 face ao período homólogo do ano passado.

No final de Setembro, a dívida líquida ascendeu a 4,33 mil milhões de euros, enquanto as responsabilidades não financiadas líquidas de impostos relativas a benefícios de reforma se situaram em 917 milhões de euros.



Mota-Engil 14 Novembro
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Lucro da Mota-Engil mais do que triplica até Setembro
A Mota-Engil terminou os primeiros nove meses deste ano com um resultado líquido consolidado atribuível de 92 milhões de euros, um valor que traduz um crescimento de 285% face aos 23,9 milhões de euros verificados no mesmo período de 2006, e que se deve em grande parte à mais-valia de 67 milhões de euros arrecadada com a Oferta Pública de Subscrição (OPS) da sua participada Martifer. Sem contar com este ganho não recorrente, o lucro líquido da construtora apresenta uma melhoria de um milhão de euros.

Mafalda Aguilar

As previsões dos analistas consultados pela Reuters apontavam, em média, para um lucro líquido de 89,3 milhões de euros entre Janeiro e Setembro

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), antes da abertura do mercado, a construtora adianta que, no período em análise, as vendas e as prestações de serviços consolidadas ascenderam a 1,06 mil milhões de euros, traduzindo-se num crescimento de 10% face a igual período do ano anterior, altura em que obteve 968 milhões de euros. Os analistas esperavam 1,09 mil milhões de euros.

"Para esta evolução contribui a alteração do método de consolidação da área de negócios concessões de transportes, passando do método de integração por equivalência patrimonial para o método da integração proporcional", explica a empresa no documento.

Além disso, a Mota-Engil nota que, para além do contributo da área de concessões de transportes para a evolução das vendas e prestação de serviços (78,1 milhões de euros), pesa também a evolução apresentada pela área de ambiente e serviços (109%) e indústria e energia (58%).

Em termos de rentabilidade, as margens EBITDA e EBIT da construtora cresceram 17,9% e 11%, respectivamente, entre Janeiro e Setembro deste ano face a 2006, proporcionando um incremento no EBITDA de 82,7 milhões de euros e no EBIT de 47,2 milhões de euros.

"A evolução positiva da rentabilidade foi conseguida pelo forte contributo da área de concessões de transportes que apresenta uma margem EBITDA de 91,4% e EBIT de 59,3%, e pelo crescente peso da área de ambiente e serviços", refere a empresa

Deste modo, a engenharia e construção deixam de ser as áreas com maior contributo para o EBITDA, ascendendo a esse lugar a área de concessões de transportes, enquanto por outro o ambiente e serviços ganha definitivamente uma forte visibilidade neste indicador.

No final de Setembro, o endividamento ascendeu a 1,79 mil milhões de euros, dos quais 931 milhões de euros são relativos a endividamento sem recurso, acrescenta a Mota-Engil.





Galp Energia 14 Novembro
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Galp Energia lucra 377 milhões e falha estimativas dos analistas
A Galp Energia aumentou em 0,7% os seus resultados líquidos ajustados, referentes aos primeiros nove meses do ano. A petrolífera lucrou 377 milhões de euros, valor que ficou abaixo das estimativas dos analistas que previam um crescimento para os 402,8 milhões de euros. As receitas caíram 2,7%.

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A Galp Energia aumentou em 0,7% os seus resultados líquidos ajustados, referentes aos primeiros nove meses do ano. A petrolífera lucrou 377 milhões de euros, valor que ficou abaixo das estimativas dos analistas consultados pela reuters, que previam um crescimento para os 402,8 milhões de euros. As receitas caíram 2,7%.

"O resultado líquido dos primeiros nove meses do ano foi de 589 milhões de euros e de 377 milhões em termos ajustados, 0,7% acima do ano anterior", refere a Galp em comunicado enviado à CMVM.

A petrolífera acrescenta que "apesar de os resultados operacionais ajustados se terem mantido constantes, mesmo considerando o 'spin-off' das actividades de gás natural, ocorrido em Setembro de 2006, o desempenho verificado nos resultados de empresas associadas permitiu o aumento do resultado líquido ajustado". Excluindo o efeito do 'spin-off', o resultado líquido ajustado aumentou 18% numa base 'pro-forma'.

Numa base trimestral, em termos ajustados, os lucros desceram 56% para 91 milhões de euros, "dado os fortes resultados operacionais verificados em 2006 resultantes de condições favoráveis na actividade de 'trading' no segmento de 'Gas & Power' e por condições desfavoráveis ao nível da margem de refinação e do dólar em 2007".

O EBITDA caiu 46,7% no trimestre, sendo que em termos ajustados, verificou-se uma diminuição de 37,8%. Nos nove meses, a quebra foi de 4,7%, dos 746 milhões para os 712 milhões de euros. "Excluindo o impacto líquido do 'unbundling' de 90,7 milhões de euros, o EBITDA ajustado aumentou 9% numa base 'proforma'", destaca a Galp.

As vendas registaram uma redução de 2,7% para os 9,136 mil milhões de euros, face aos 9,393 mil milhões obtidos em igual período do ano passado, quebra que a Galp atribuiu ao "segmento de negócio 'Refinação & Distribuição' e no 'Gas & Power'". As receitas de "Escploração e Produção" duplicaram para 145 milhões de euros.

As acções da Galp Energia [Cot] encerraram a sessão em alta, depois de dois dias consecutivos de perdas. Os títulos valorizaram 2,72% para terminarem a negociação a cotar nos 14,35 euros.

Paulo Moutinho
[email protected]



Cimpor 14 Novembro
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Subida do euro e custos de combustíveis penalizam contas da Cimpor
Os lucros da Cimpor estabilizaram, nos primeiros nove meses do ano, fixando-se nos 214,5 milhões de euros. A empresa justifica esta evolução com a subida do euro face a outras divisas de mercados onde a Cimpor actua e com o aumento dos custos associados aos combustíveis.

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Os lucros da Cimpor estabilizaram, nos primeiros nove meses do ano, fixando-se nos 214,5 milhões de euros. A empresa justifica esta evolução com a subida do euro face a outras divisas de mercados onde a Cimpor actua e com o aumento dos custos associados aos combustíveis.

O resultado líquido situou-se nos 214,5 milhões de euros, o que compara com os 214,3 milhões de euros registados entre Janeiro e Setembro de 2006, de acordo com um comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

"A acentuada apreciação do euro relativamente à quase totalidade das moedas dos países onde o Grupo opera e, sobretudo, o agravamento significativo dos custos dos combustíveis – da ordem dos 25%, em termos homólogos – continuaram a penalizar fortemente os resultados operacionais do Grupo", explica a empresa.

Ainda assim, a empresa adianta que, excluindo os ganhos e perdas extraordinários os lucros da cimenteira teriam aumentado cerca de 6%.

As receitas da Cimpor cresceram 17,3% para os 1,46 mil milhões de euros, o que compara com os 1,24 mil milhões de euros registados no mesmo período do ano passado. No trimestre terminado em Setembro, o volume de negócios foi de 531 milhões de euros, o que corresponde ao valor mais elevado de sempre, realça a cimenteira.

Já os custos com capital aumentaram 22,4% para os 997,6 milhões de euros.

O EBITDA cresceu 7,7% para os 467,3 milhões de euros, com a empresa a destacar que no período entre Julho e Setembro o EBITDA atingiu o valor mais elevado de sempre (170,3 milhões de euros).

"O incremento deste indicador ficou essencialmente a dever-se à integração das novas áreas de negócios da Turquia e China no perímetro de consolidação do Grupo (em 2 Março e Julho últimos, respectivamente), já que, no conjunto das restantes áreas de negócios, não se verificou praticamente qualquer variação relativamente ao valor obtido no período homólogo do ano anterior", adianta a mesma fonte.

Segundo os dados apresentados hoje pela Cimpor, a actividade em Portugal representou 132,3 milhões de euros do total do EBITDA, o que corresponde a uma queda de 2,1% face aos valores de 2006 (135,2 milhões de euros).

O segundo maior contribuinte para o EBITDA do Grupo é Espanha, com 111,5 milhões de euros.

As acções da Cimpor [Cot] enceraram inalteradas nos 6,26 euros.

Sara Antunes
[email protected]




Sonae 29 Novembro [/b]



Um abraço ,

The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda . " - Stendhal

GOE

Falta aí a REN que hoje também apresenta resultados -> http://www.ren.pt/portal/calendarioInvestidor.asp

Bons negócios  ;)

The Mechanic

Obrigado GOE ...

Já está corrigido .


Um abraço ,

The Mechanic
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The Mechanic

#3
Resultados Portucel e Banif



Um abraço ,

The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda . " - Stendhal

El_Raiser


The Mechanic

Citaçãojá tinha saudades tuas mechanic!

Isso tambem me acontece muitas vezes , mas depois olho-me ao espelho e a coisa passa . E quando não há espelho , tenho de andar sempre com uma fotografia minha na carteira , porque às vezes ...torna-se  complicado eu viver sem mim !  ;)


Agora a sério...

Obrigado pelas tuas palavras El_Raiser . :) 
Eu ando por aí ...
Aliás , por aqui .

Bem vindo a este espaço de amigos .

Um abraço ,

The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda . " - Stendhal

The Mechanic

Sonae Industria antecipa apresentação de resultados em 1 dia ( para amanhã , dia 7 ) .

Um abraço ,

The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda . " - Stendhal

The Mechanic

Resultados da Altri , Sonae Industria e SAG ...


Um abraço ,

The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda . " - Stendhal

The Mechanic

Resultados EDP , Martifer e Cofina ...


Um abraço ,

The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda . " - Stendhal

The Mechanic

#9
Resultados PT e Mota-Engil ...


Um abraço ,

The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda . " - Stendhal

carrancho

Citação de: The Mechanic em Novembro 14, 2007, 10:13
Resultados PT e Mota-Engil ...


Um abraço ,

The Mechanic

Boas,

Estou fresquinho por aqui!!!

Mech... onde raio estão esses resultados de que falas?!?!? Não vejo nenhum documento anexo :-[

Abraço,

Carrancho

The Mechanic

Ooooooooooooooooolha o amigo Carrancho ..!

Bem aparecido sejas , pá !!
Ainda andas a arranjar a mota !?

Os resultados estão lá em cima , no primeiro post deste tópico !
( isso de mamares meia duzia , acabou-te com a visão , não foi !?  :D :D ... deixa estar que eu tambem não me fiquei a rir... :-[ )

A ver se agora coloco a Galp e a Cimpor que tambem já saíram ...

Um abraço ,

The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda . " - Stendhal

carrancho

Mech,

Que belas boas vindas me deste...

... primeiro passas a mão pelo pelo chamando de amigo, mas depois mandas logo com meia duzia de ferradelas!!!  >:( Parece que queres um açaime pelo natal.

Pelo menos deu para perceber a lógica deste post, avisas em baixo e colocas o resultado na 1ª mensagem.

Abraço amigo Mech,

Carrancho