Clubeinvest.com — Arquivo Histórico (1997-2011)
Esta é uma cápsula do tempo da comunidade financeira portuguesa. Login activo para membros.
Clubeinvest.com
Home Privado Fórum Acções Índices Metastock Portfolio Managers Publicações Blogs Contacto
 

Editar as notícias:

As mensagens escritas no Phorum (1997-2002) estão guardadas aqui: /phorum3/

Menu principal

EDP e EDP Renováveis

Iniciado por chaparro, Novembro 14, 2016, 11:48

Tópico anterior - Tópico seguinte

chaparro

Os mercados são mesmo estranhos...
Então o Sr. Trump vai fazer cair a carga fiscal das empresas de 35% para 15% aumentando os lucros da EDP Renováveis em largas dezenas de milhões de euros e vai reunir com a China e alguém acredita que vai mesmo fazer tábua raza do acordo de Paris?
A china é que manda nisto tudo e o Sr. Trump por muito louco que seja vai ter que alinhar no ataque ao aquecimento global... nem que tenha que reunir com dezenas de cientistas e depois dar o OK ao combate do século. Depois disso até os Democratas vão dar-lhe o benefício da dúvida´e dizer que afinal o sr. até é amigo do ambiente. Ainda vamos ver um louvor do PCP, do Bloco, dos verdes e do PAN ao Sr. Trump.
Isto tudo para dizer que a EDP a 2,67 é um negócio imperdível...
Comprei 25000 e aguardo serenamente a recuperação até aos dividendos. Espero receber os dividendos e ainda vender as EDP's acima de 3,00 euros.

chaparro

Rabriu a caça à EDP... por via da diminuição nas taxas de juro (que ainda agora começou) e das declarações dos Democratas que garantiram ontem que TRUMP não vai poder rasgar os acordos de Paris. Como é óbvio ninguém quererá ficar mas na fotografia do combate ao aquecimento global e o SR. TRUMP não é parvo e vai deixar cair a maioria das promessas eleitorais... principalmente esta que não fazia sentido nenhum.
Aguentem os cavais até dar sinais de compra forte lá pelos 2,75...

chaparro

Venda da Portgas deverá gerar mais-valia de 79 milhões de euros à EDP

18/11/2016

A EDP quer vender a participação de 97,3% que tem na Portgas, empresa que detém a concessão de distribuição de gás natural em 29 municípios no norte do país, avança o Jornal Económico esta sexta-feira, 18 de Novembro.

Segundo a mesma publicação, que cita fontes do mercado, a EDP já mandatou o BCP Investimento e o BBVA para montarem a operação de venda. As ofertas não-vinculativas deverão ser entregues no próximo mês, havendo já interessados na corrida, entre os quais fundos de investimento internacionais e outras entidades especializadas no sector energético.

Numo nota de análise, o Haitong adianta que esta operação pode gerar mais-valias de 79 milhões de euros para a eléctrica de António Mexia, tendo em conta os múltiplos implicados na venda da Galp Gás Natural ao japonês Marubeni – quase 11 vezes o EBITDA expectável para 2016.

Considerando esse múltiplo, e o EBITDA expectável de 50 milhões de euros em 2016, o banco de investimento atribui uma avaliação à empresa de 550 milhões de euros.

"Tendo em conta que a Portgas tem dívidas de 236 milhões de euros (a 15 de Dezembro), vender a participação de 97,3% na Portgas por 550 milhões de euros geraria uma mais-valia de 79 milhões de euros" para a EDP, contando já com o pagamento de uma taxa de imposto de 28%, adianta o Haitong.

O negócio, acrescenta o banco de investimento, é "potencialmente positivo" para a EDP, se a eléctrica "conseguir cristalizar os múltiplos elevados que os investidores financeiros têm vindo a pagar por activos regulados nos mercados desenvolvidos". Segundo o Haitong, "a questão chave é saber se esses múltiplos permanecerão tão altos se as taxas de juro começarem a subir".

Sobre a oferta de recompra de dívida, anunciada esta quinta-feira pela EDP, o Haitong diz que é "neutral a positiva", na medida em que a eléctrica continua a gerir o seu perfil de dívida.

Segundo a oferta divulgada no site da London Stock Exchange, estão em causa "notes" com maturidade em 2 de Fevereiro de 2018 (taxa de cupão de 6%) e em 1 de Outubro de 2019 (cupão de 4,9%). 
O objectivo da operação é, segundo a eléctrica, "optimizar o seu portefólio de obrigações e aumentar o prazo médio da sua dívida," usando a liquidez disponível para pagar em dinheiro aos actuais titulares destes instrumentos.