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Petróleo

Iniciado por Nyk, Março 25, 2010, 22:13

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Nyk

 25 de Março de 2010

Petróleo fecha em queda no Nymex e em alta em Londres


Os preços do petróleo encerraram a sessão desta quinta-feira com tendências distintas de cada lado do Atlântico. A valorização do dólar ao final da tarde levou ao fecho em queda no Nymex.
No mercado londrino, o barril de Brent para entrega em Maio subiu quatro cêntimos, para os 79,66 dólares.

Em Nova Iorque, o West Texas Intermediate cedeu oito cêntimos, terminando o dia nos 80,53 dólares.





Nyk

Petróleo impulsionado por descida do dólar


O petróleo inverteu a tendência de descida dos últimos três dias, depois de o dólar ter depreciado face ao euro e com os investidores a esperarem que a emergência económica das nações asiáticas suporte o consumo de petróleo.

O "West Texas Intermediate" sobe 0,58% para 81 dólares e o brent, que serve de referência às importações europeias, ganha 0,62% para 80,10 dólares.

O euro recuperou de mínimos de 10 meses faxe ao dólar, depois de os responsáveis europeus reunidos em Bruxelas terem chegado a acordo para ajudar a Grécia, caso o país enfrente dificuldades para se financiar nos mercados de dívida. Um acordo que foi anunciado ao fim do primeiro dia, de uma reunião de dois dias que termina hoje. O plano será ratificado na cimeira de 1 de Abril, próxima quinta-feira.

"Se houver um movimento de aumento dos fornecimentos da OPEP nesta altura, provavelmente virá para a Ásia", disse o chefe de matérias-primas para a Ásia do Austrália & New Zealand Banking Group, Geoff Clear à Bloomberg. "Eu ainda tenho alguma dificuldade em articular um argumento sustentável de subida para o dólar. É provavelmente o enfraquecimento continuado na economia europeia, deve ser o que se está a manifestar aqui".

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) deverá aumentar o fornecimento de petróleo em 1,7% no mês que termina a 10 de Abril, sustentado pela procura da matéria-prima na Ásia, de acordo com a estimativa da Oil Movements, citada pela Bloomberg.



Nyk

Petróleo em queda pressionado pelos dados económicos dos EUA

O petróleo está em queda depois do governo dos Estados Unidos ter divulgado que a economia do país cresceu menos no quarto trimestre de 2009, ficando aquém das previsões dos analistas.

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, recua 0,60% para 80,05 dólares e o Brent, transaccionado em Londres e que serve de referência às importações nacionais, deprecia 0,30% para 79,37 dólares.

O Departamento do Comércio dos EUA divulgou hoje que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 5,6% no quarto trimestre de 2009, um valor que ficou aquém dos dados já divulgados anteriormente e que apontavam para uma expansão económica de 5,9%, segundo a Bloomberg.

O dólar desvaloriza face ao euro, com a moeda única a avançar 1,06% para 1.3413 dólares. Esta é a primeira queda do dólar em quatro dias, depois do Presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, ter dito que é contra o envolvimento do Fundo Monetário Internacional (FMI) no plano de resgate da Grécia.

"Se o FMI, ou qualquer outra entidade externa exercer alguma responsabilidade, em detrimento dos Governos europeus, claramente é um sinal muito, muito mau", disse o presidente do BCE citado por uma televisão francesa.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) deverá aumentar o fornecimento de petróleo em 1,7% no mês que termina a 10 de Abril, sustentado pela procura da matéria-prima na Ásia, de acordo com a estimativa da Oil Movements, citada pela Bloomberg.


Nyk

Petróleo recupera de mínimos de duas semanas


O crude segue a subir na sessão de hoje, recuperando dos mínimos de cerca de duas semanas fixados na sexta-feira, animado pela expectativa em torno do aumento dos gastos dos consumidores dos EUA.

Hoje, o governo dos Estados Unidos divulga os dados mensais dos gastos de consumo dos norte-americanos. E no mercado do petróleo especula-se que os números relativos a Fevereiro subam pelo quinto mês consecutivo.

Caso os gastos de consumo tenham, de facto, subido, então aumenta a confiança dos investidores em torno da sustentabilidade da retoma da economia, abalada pela maior crise desde a II Guerra Mundial. E, consequentemente, sobe a expectativa de aumento da procura de crude e seus derivados.

Em Nova Iorque, o crude West Texas Intermediate segue a subir 0,66% para os 80,53 dólares por barril.

Em Londres, o brent que serve de referência às importações portuguesas, aprecia 0,58% para 79,75 dólares por barril.



Nyk

Queda do dólar leva petróleo a valorizar pela segunda sessão


Os preços do petróleo estão a negociar em terreno positivo pela segunda sessão consecutiva, suportados pela descida do dólar face ao euro, um movimento que favorece o investimento em matérias-primas.

Em Nova Iorque, o WTI está a avançar 0,51% para os 82,59 dólares por barril, enquanto em Londres, o barril de Brent sobe 0,55% para os 81,62 dólares.

A suportar as cotações da matéria-prima está mais uma vez a valorização do euro face ao dólar, depois de ontem a Grécia ter conseguido emitir cinco mil milhões de euros em obrigações a sete anos. A moeda única avança 0,22% para os 1,3512 dólares.

"No curto prazo, com a situação da Grécia mais ou menos a encontrar uma resolução, o euro fortaleceu e o dólar enfraqueceu e isso suportou o petróleo", esclareceu Victor Shum, da Purvin & Gertz Inc, em declarações à Bloomberg. O mesmo responsável adiantou que "do lado da procura, comparado com o mesmo período do ano passado, vemos crescimento da procura em todo o mundo. A China continua a ser forte".

No passado dia 12 de Março, a Agência Internacional da Energia aumentou as suas estimativas de procura global, com a China a contar com quase um terço do consumo mundial de petróleo.



Nyk

30 de Março de 2010     

Petróleo fecha em alta ligeira com subida confiança nos EUA


Os preços do petróleo encerraram a penúltima sessão do mês em alta ligeira, com a subida acima do esperado na confiança dos consumidores a compensar o efeito da valorização do dólar.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Maio subiu 11 cêntimos, para os 81,28 dólares.

No mercado nova-iorquino, os contratos de West Texas Intermediate fecharam nos 82,37 dólares, 20 cêntimos acima do valor da véspera.


Nyk

"Temos de trabalhar duro para reduzir a volatilidade do petróleo"

O secretário da OPEP mostrou-se ontem empenhado em travar a volatilidade dos preços do petróleo. Uma posição que também foi defendida pela AIE, no Fórum de Cancun (México).

Os mercados estão agora atentos às oscilações do preço do crude, que atingiram um recorde de 147 dólares por barril antes de uma queda para os 32 dólares, no pico da crise económica mundial, fixando-se depois entre os 70 e 80 dólares.

O secretário da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), o líbio Abdalla Salem El Badri, deixou o aviso. "Temos de trabalhar duro para reduzir a volatilidade" Os preços escaparam a qualquer controlo no fim de 2008 devido à especulação", afirmou, em conferência de imprensa, no Fórum de Cancun, que reúne ministros de 64 países produtores e consumidores de 90% da energia mundial.

"Devemos atacar este problema com a OPEP e esperamos definir um calendário de acção na declaração ministerial deste encontro em Cancun", concordou o director da Agência Internacional de Energia (AIE), o japonês Nobuo Tanaka.


Nyk

Petróleo a caminho dos 83 dólares com desvalorização do dólar


Os preços do petróleo seguem em alta, impulsionados pela desvalorização da moeda norte-americana, o que aumenta a atractividade das matérias-primas denominadas em dólares, e pelos sinais de que o aumento da procura está a eliminar os excedentes de combustível.

Os futuros do West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os EUA, seguem a avançar 0,55% no mercado nova-iorquino, para 82,82 dólares por barril.

Em Londres, o contrato para entrega em Maio do Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, regista um acréscimo de 0,49%, para 81,68 dólares por barril.

Hoje, o Departamento norte-americano da Energia divulga os dados relativos aos inventários de crude, gasolina e destilados na semana passada, prevendo-se que as reservas de crude tenham aumentado em 2,5 milhões de barris no país. Se assim for, esta subida virá juntar-se ao aumento de 7,24 milhões da semana precedente, o que poderá pressionar os preços para a baixa.



Nyk

31 de Março de 2010     

Petróleo fecha em máximos de 17 meses com queda do dólar


Os preços do petróleo encerraram em forte alta esta quarta-feira, marcando máximos de quase 18 meses, impulsionados pela desvalorização do dólar face ao euro.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Maio avançou 1,36 dólares, ou 1,7%, para os 82,64 dólares. Antes, o crude tocou os 82,82 dólares, o nível mais elevado desde 9 de Outubro de 2008.

No mercado nova-iorquino, o West Texas Intermediate encerrou nos 83,76 dólares, uma subida de 1,39 dólares, ou 17%. Este é o valor de fecho mais alto desde 9 de Outubro de 2008.

Durante a sessão, os preços tocaram os 83,85 dólares, máximo no intraday desde 11 de Janeiro.


Nyk

Petróleo inverte tendência de descida e prolonga máximos de 17 meses


O petróleo negoceia em alta e prolonga os máximos de 17 meses de ontem, a acompanhar a subida dos mercados accionistas e com dados económicos da China e do Japão a suportarem as perspectivas de crescimento económico mundial impulsionando as estimativas de consumo de energia.

O "West Texas Intermediate" sobe 0,66% para 84,31 dólares por barril, ao negociar por via electrónia em Nova Iorque. O brent, que serve de referência às importações europeias, progride 0,65% para 83,24 dólares por barril, ao negociar em Londres.

O petróleo negoceia em máximos de 14 de Outubro dos dois lados do Atlântico, a acompanhar a subida de 0,7% do índice Euro Stoxx 600, que serve de referência às acções europeias.

Os dados da produção industrial das segunda e terceira maior economias do mundo estão a reforçar a confiança na retoma da economia mundial.

"O crescimento está a regressar", disse o gestor de fundo do BNP Paribas em Seoul, Shu Moon Sung à Bloomberg. "As empresas vão continuar a contratar em antecipação de uma maior procura,o que significa que o ciclo virtuoso da economia global vai começar a instalar-se".



Nyk

Petróleo atinge os 85 dólares nos Estados Unidos


Os preços do petróleo continuam a escalar, tendo atingido máximos de 17 meses, sustentados pelos sinais de que o crescimento económico global está a acelerar, o que intensifica a convicção de que a procura de combustível irá aumentar este ano.

Os futuros do West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os EUA, seguem a avançar 1,18% no mercado nova-iorquino, para 84,75 dólares por barril, tendo já tocado hoje nos 85 dólares.

Em Londres, o contrato para entrega em Maio do Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, ganha 1,19%, para 83,68 dólares por barril, depois de já ter negociado nos 84,04 dólares.

Ontem, o Departamento norte-americano da Energia anunciou um aumento dos inventários de crude na semana passada, mas o bom desempenho das bolsas e os bons dados económicos estão a ter mais peso na tendência do "ouro negro" nos mercados internacionais.

"Os indicadores macroeconómicos positivos estão a exercer uma influência altista sobre o crude", comentou à Bloomberg o presidente da Prestige Economics, Jason Schenker. "Se amanhã for divulgado um bom dado relativo à criação de empregos nos EUA, o petróleo poderá subir ainda mais", acrescentou.


Nyk

Petróleo vive maior ciclo de ganhos em 3 meses

Os preços do 'ouro negro' estão a registar o maior ciclo de ganhos dos últimos três meses. As cotações avabçam há seis sessões consecutivas.

O preço do barril de crude subia 0,27%, para 86,85 dólares, depois de já ter renovado máximos de 17 meses ao negociar acima dos 87 dólares. O preço do barril de 'brent', a referência para as importações portuguesas, também subia 0,35% para 86,18%.

Esta é já a sexta sessão de ganhos para as cotações do 'ouro negro', o que corresponde ao mais longo ciclo de ganhos desde Dezembro último.

O petróleo está a beneficiar com a desvalorização do euro, que escorrega hoje 0,82% para 1,337 dólares, pressionado pelos receios dos investidores em relação às contas públicas dos países do sul da Europa.

Mas também os sinais de retoma vindos da economia norte-americana estão a animar os investidores, que estão agora mais confiantes de que a procura de combustíveis nos EUA vai aumentar.

"O dólar está muito forte e quando isso acontece o petróleo tende a subir durante algum tempo", justifica um analista à Bloomberg.

Um outro especialista referiu ainda que "é possível que vejamos os preços quebrar a barreira dos 100 dólares em 2011", acrescentando que os preços "devem tocar nos 90 dólares na segunda metade deste ano", referiu.




Nyk

Economia dos EUA suporta preços do petróleo


O petróleo continua a valorizar. Está a subir pela sétima sessão consecutiva, e a negociar próximo dos 87 dólares por barril, suportado pelo optimismo dos investidores em relação ao crescimento da economia dos EUA.

O West Texas Intermediate (WTI), negociado no mercado norte-americano, segue a valorizar 0,05% para 86,89 dólares, o valor mais elevado desde Outubro de 2008. Em Londres, o Brent soma 0,12% para 86,25 dólares.

A matéria-prima mantém, assim, a tendência positiva das últimas sessões. A perspectiva de que a economia dos EUA irá acelerar o seu crescimento deixa antever uma recuperação na procura pelo petróleo.

Hoje, o Departamento de Energia vai anunciar o nível das reservas. As estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg é de que os derivados da matéria-prima, como a gasolina e o gasóleo, tenham recuado, um sinal de maior procura.





Nyk

7 de Abril de 2010

Petróleo fecha em queda pela primeira vez em sete dias


Os preços do petróleo fecharam em queda esta quarta-feira, o que sucede pela primeira vez em sete dias. A subida superior ao estimado nas reservas de crude dos EUA pressionaram os preços.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Maio cedeu meio dólar, para os 85,65 dólares.

No mercado nova-iorquino, o West Texas Intermediate encerrou nos 85,89 dólares, uma queda de 95 cêntimos. Ontem os preços tocaram máximos de 17 meses, acima dos 87 dólares por barril.


Nyk

Dados do desemprego nos EUA penalizam petróleo


Os preços do petróleo estão em queda com o aumento inesperado dos subsídios de desemprego nos EUA e com os receios de que a Grécia não consiga cumprir a redução da dívida. A desvalorização do euro também está a pressionar a descida da matéria-prima.

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, recua 1,01 % para 85,01 dólares e o Brent, transaccionado em Londres e que serve de referência às importações nacionais, cai 1 % para 84,73 dólares.

Pelo quinto dia, o euro cai face ao dólar 0,05% para 1,3337 dólares. A valorização do dólar reduz a atractividade das matérias-primas denominadas na moeda norte-americana.

O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos revelou hoje que houve um aumento, inesperado, dos subsídios de desemprego na semana passada. O número de novos pedidos subiu de 18 mil para 460 mil. A semana anterior à Páscoa e as duas seguintes são normalmente "uma altura volátil", segundo a Bloomberg, que cita um analista do governo.

Ontem, O Departamento de Energia dos Estados Unidos revelou o aumento das reservas de crude que 1,876 milhões de barris na semana passada. Um valor que superou as previsões dos analistas consultados pela Bloomberg.