Clubeinvest.com — Arquivo Histórico (1997-2011)
Esta é uma cápsula do tempo da comunidade financeira portuguesa. Login activo para membros.
Clubeinvest.com
Home Privado Fórum Acções Índices Metastock Portfolio Managers Publicações Blogs Contacto
 

Editar as notícias:

  Subscreva o Canal do Clubeinvest no Youtube: http://www.youtube.com/Clubeinvest

Menu principal

Mercados Asiáticos

Iniciado por Nyk, Março 26, 2010, 08:43

Tópico anterior - Tópico seguinte

Nyk

Acções asiátias pressionadas pelo iene e por receios relativos à regulação



As acções asiáticas negoceiam em baixa e levaram o índice MSCI Ásia – Pacifico a depreciar pela primeira vez em três dias, pressionado por preocupações quanto à valorização do iene e a receios de que a China tome medidas com a finalidade de reduzir o ritmo de subida dos preços.

O MSCI Ásia – Pacifico desce 1% para 125,94 pontos e corrige parte da subida de 1,3% que acumulou nos últimos dois dias. Os 10 grupos imobiliários que constituem o índice negoceiam em território negativo.

"Apesar de a retoma económica estar a ganhar ritmo e de os resultados estarem a surpreender pela positiva, os riscos relacionados com a regulação estão a aumentar. Isso vai fazer com que seja mais difícil para os bancos operar", disse o chefe de análise do da unidade asiática do ABN Amro, Daphne Roth à Bloomberg. "As restrições regulativas na China vão continuar a criar receios de bolhas nos activos".

Em Tóquio, o Nikkei desce 1,27% para 10.949,09 pontos e o Topix recua 0,86% para 978,56 pontos. O Shangai Composite e o Hang Seng de Hong Kong desceram ambos 0,8%, pressionados pela banca e pelo imobiliário.

A subida do iene face ao dólar pressionou as cotadas exportadoras japonesas, reduzindo as perspectivas lucros com vendas realizadas no estrangeiro. A divisa japonesa avançou impulsionada pelo discurso de um porta-voz de Obama, que disse que a administração norte-americana vai pedir uma nova regulação para os mercados financeiros, levando os investidores a procurarem refúgio na moeda japonesa, segundo a Bloomberg.

O regulador para a banca da China disse hoje aos maiores bancos do país que conduzam testes de stress trimestrais aos empréstimos hipotecários e que assegurem que os riscos sejam estritamente controlados.



Nyk

Risco soberano e especulação em torno da regulação na China pressionam Àsia

As acções asiáticas desceram e levaram o índice de referência a registar a primeira descida semanal em quatro semanas, com as preocupações relativas ao défice orçamental da Grécia e à regulação do mercado imobiliário chinês a diminuírem o optimismo dos investidores.

O índice MSCI Ásia – Pacifico desce 0,5% para 125,69 pontos e prepara-se para encerrar com uma perda semanal de 2%, depois de os Estados Unidos terem processado a Goldman Sachs e de a China ter aprovado medidas para reduzir a especulação no mercado imobiliário.

Na sessão asiática de hoje, os investidores especularam que os responsáveis do G-20 e o presidente do Banco Central Europeu Jean-Claude Trichet venha a dizer que a crise da dívida Grécia poderá penalizar o crescimento económico.

As preocupações relativas ao défice do governo estão a pressionar o mercado", disse o director geral da divisão de investimento do Mitsui Asset Management em Tóquio, Naoteru Teraoka à Bloomberg. "A economia global recuperou tanto depois da crise financeira, mas ainda precisa de suporte fiscal. No entanto se eles gastarem muito enfrentam risco soberano. É um equilíbrio difícil de manter."

Em Tóquio, o Nikkei desceu 0,32% para 10.914,46 pontos e o Topix recuou 0,15% para 976,73 pontos. O Kospi da Coreia do Sul desce 0,3% e o australiano S&P/ASX 200 perdeu 0,5%.

As acções do sector financeiro foram as que tiveram o pior desempenho entre os índices que estão representado no índice de referência para a região da Ásia e Pacifico, devido aos receios relacionados com a dívida soberana. Ontem a Fitch Ratings disse que o endividamento do Japão pode pressionar o "rating" AA das obrigações do país.


Nyk

Receio de nova regulação pressiona praças asiáticas

As acções asiáticas estão a negociar em território negativo, com os investidores a revelarem maior preocupação de que a China tome medidas para abrandar a criação de bolhas especulativas no mercado imobiliário.

O índice MSCI Ásia – Pacifico desce 0,2% para 126,97 pontos, com duas acções a recuar por cada uma que negoceia em alta. O índice acumula um ganho de 11% desde o seu mínimo registado a 8 de Fevereiro, com resultados de empresas e dados económicos melhores do que esperado, a compensarem os receios em torno da Grécia.

"As preocupações acerca de potenciais atrasos na ajuda financeira à Grécia, bem como uma política monetária mais restritiva na China continuam a penalizar o sentimento dos investidores", disse o gestor de fundos do Mitsubishi UFJ Management, Michiya Tomita à Bloomberg. "As avaliações continuam dispendiosas. Precisamos de ver mais melhorias dos resultados".

O índice japonês Nikkei avançou 0,42% para 11.212,66 pontos, animado por resultados divulgados por empresas e o Topix desceu 0,02% para 996,54 pontos. O Kospi da Coreia do Sul declinou 0,3%

O Shangai Composite depreciou 2,7% na China e o Hang Seng de Hong Kong desvalorizou 1%, com os investidores a recearem que a China tome medidas demasiado restritivas no mercado imobiliário. O país pode utilizar os requisitos de capital aos construtores para reduzir o sobreaquecimento do mercado imobiliário, segundo disse um responsável do regulador chinês à Bloomberg.

"O mercado receia que a China esteja a ser demasiado restritiva", disse a vice-presidente de investimento do JPMorgan Asset Management, Grace Tam à Bloomberg. "A preocupação é de que isto possa resultar num impacto pior do que esperado no crescimento chinês".


Nyk

Descida do "rating" de Portgual e da Grécia pressiona bolsas asiáticas



As acções asiáticas estão a negociar em baixa, prolongando as descidas globais, com a redução do "rating" de Portugal e da Grécia a aumentar os receios de que a crise orçamental na Europa penalize a retoma económica mundial.

O índice MSCI Ásia – Pacifico desceu 1,5% para 125,34 pontos. Os resultados das empresas que têm surpreendido pela positiva têm suportado a subida dos índices, levando o índice de referência para a região a valorizar 9,7% desde que negociou em mínimos a 8 de Fevereiro. Ontem a Standard & Poor's reduziu a classificação das obrigações gregas para um nível a que já não é atribuído qualidade de crédito ("junk-bonds").

"As pessoas estão a entrar em pânico relativamente ao efeito de contágio", disse o gestor de fundos da Platypus Asset Management, Simon Bonouvrie à Bloomberg. "Eu creio que é uma reacção exagerada mas a aversão ao risco vai permanecer até que estes problemas sejam resolvidos de uma vez por todas".

O Nikkei desceu 2,57% para 10.924,79 pontos e o Topix recuou 1,97% para 977,95 pontos. O Kospi, da Coreia do Sul, perdeu 1,3% e o australiano S&P/ASX 200 depreciou 1,5%.

O MSCI World, índice de referência para as acções mundiais, desce 0,5% e prolonga a descida de 2,1% da sessão de ontem.

A classificação de crédito da Grécia foi reduzido para "BB+", pela Standard & Poor's e esta é a primeira vez que um membro da Zona Euro vê a qualidade do seu credito ser reduzida para um nível a que já não é reconhecida qualidade de crédito. A dívida portuguesa foi reduzida para "A-".

As empresas financeiras foram as que mais pesaram nas descidas do índice de referência para a Ásia e Pacifico, devido às preocupações de crédito. O banco Mitsubishi UFJ, que obtem cerca de 5% das suas receitas na Europa e Médio Oriente, desvalorizou 2,2% para 498 ienes (4 euros). O Westpac Banking depreciou 1% para 26,91 dólares australianos (18,6 euros), ao negociar em Sydney.

"É necessária que haja alguma resolução em relação a apoiar a Grécia", disse o CEO da Ausbil Dexia, Paul Xiradis à Bloomberg em Sydney. O efeito de contágio, se continuar, é bastante alarmante. É por isso que o mercado está um pouc nervvoso


Nyk

Dívida pública europeia impede Ásia de subir

As acções asiáticas negoceiam pouco alteradas, com o sector das matérias-primas a reflectir os receios relativos ao alastramento da crise orçamental europeia a sobreporem-se a dados económicos que demontram que a China cresceu. O sector das empresas de bens de consumo valorizou.

O índice de referência para a região que exclui o Japão, MSCI Ásia – Pacifico ex-Japão, permanece pouco alterado ao negociar nos 424,23 pontos, com 16 acções a subir por cada 15 que descem. Os mercados do Japão encontram-se encerrados para a celebração de um feriado nacional.

Ontem a Standard & Poor's cortou a classificação de crédito de Espanha de "AA+" para "AA", que se seguiu à redução do "rating" de Portugal e da Grécia.

"As preocupações em torno da dívida soberana europeia estão a limitar os ganhos", disse o gestor da Pengana Capital em Melbourne, Tim Schroeders à Bloomberg. "Os investidores estão a tentar perceber a sustentabilidade das melhorias nos resultados e o impacto nas avaliações de longo prazo".

O Shangai Composite valorizou 0,3% para 2.909,76 pontos, contrariando a descida de 4,4% que vinha acumulando nas últimas cinco sessões. O Hang Seng de Hong Kong permaneceu pouco alterado nos 20.950,71 pontos.



Nyk

Dados económicos da China levam bolsas a anular ganhos

As acções asiáticas estão a negociar em baixa, pressionadas por um segundo dia de quedas entre as cotadas do sector mineiro e depois de um índice da produção industrial chinesa ter caído para um mínimo de seis meses.

O índice MSCI Ásia – Pacifico excluindo Japão desce 0,2% para 421,38 pontos, depois de ter chegado a ganhar mais de 0,4%. O sector mineiro foi dos que mais pressionou, ao descer 1,2%, com os investidores a especularem que um imposto australianos aprovado ontem, que vai pesar mais sobre os recursos extraídos do país, irá pesar nos resultados das mineiras.

O índice chinês de gestores de inventários, divulgado pelo HSBC Holdings e o Markit Economics desceu para 55,4 pontos de 57 pontos em Março, provocando preocupação de que a procura vai decrescer na economia com o maior ritmo de crescimento do mundo. As acções chegaram a negociar em alta, animadas por dados económicos norte-americanos.

"As preocupações em relação ao abrandamento da China vão pesar no resto da região", disse o gestor de fundos da UOB Asset Management, Mark Tan à Bloomberg. "O imposto australiano surgiu um pouco como uma surpresa. Os preços das acções vão sofrer um impacto".

O australiano ASX/S&P recuou 0,4%, com o sector mineiro pressionado por uma proposta de imposto mais elevado sobre os resultados das cotadas do sector mineiro. A BHP Billiton, que é a maior mineira do mundo, deprecia 2,1% para fixar um novo mínimo de seis meses e a Rio Tinto, que é a terceira maior, desvaloriza 3,2% para um mínimo de três meses.

Na China o Shangai Composite caiu 0,9% e prolongou a queda de ontem, que se seguiu à subida das reservas mínimas exigidas aos bancos. O Strait Times, de Singapura, declinou 1%, a acompanhar os produtores de matérias-primas e no Japão os mercados encontram-se encerrados para a comemoração de um feriado.




Nyk

Acções asiáticas descem com receios relativos à crise orçamental europeia


As acções asiáticas negoceiam em queda e preparam-se para levar o índice de referência MSCI Ásia – Pacifico a registar a maior queda dos últimos seis meses, pressionado pela depreciação do euro face ao iene. Os investidores receiam que as medidas de contenção orçamental na Europa, penalizem a retoma económica mundial.

O MSCI Ásia – Pacifico desceu 2,8% para 116,59 pontos, com o sector das exportações a serem os que mais pressionam, com a depreciação do euro a tornar as empresas japonesas menos competitivas.

"A Europa é a seguramente a história que nos atormenta nesta altura", disse o gestor de fundos da Mutual Investors, Jason Teh à Bloomberg. "O risco da dívida de empresas foi a história de 2008, agora é a dívida soberana. Os movimentos dos mercados vão depender das decisões políticas outra vez".

O índice japonês Nikkei desceu 2,17% para 10.235,76 pontos e o Topix desvalorizou 1,88% para 918,83 pontos, com os esforços de redução do défice na Europa a penalizarem as exportações japonesas. A Sony, que realiza cerca de 70% das suas vendas no estrangeiro, desceu 4,2% para 2.825 ienes.

O Hang Seng de Hong Kong perdeu 2,5% e o chinês Shangai Composite recuou 3%, com os investidores a recearem que o governo implemente regras para conter a subida dos preços das propriedades. O S&P/ASX 200 caiu 2,7%.



Nyk

Ásia acumula perdas de 10% e entra em correcção


As acções asiáticas voltaram a negociar e baixa e levaram o índice de referência para a Ásia e Pacifico a entrar em correcção, com especulação de que os esforços europeus para reduzir a dívida pública irão limitar o crescimento económico.

O índice MSCI Ásia – Pacifico desce 0,6% para 115,92 pontos e acumula uma perda de 10% face ao máximo deste ano registado a 15 de Abril. A crise orçamental europeia e os esforços de regulação levados a cabo na China estão a pressionar a confiança dos investidores.

"Mesmo que o problema europeu gere confusão no mercado financeiro europeu, o seu efeito na economia mundial terá provavelmente uma vida curta", disse o estratega sénior do Daiwa Asset Management, Yoshinori Nagano à Bloomberg. "Assim que os investidores acalmarem, os mercados internacionais recuperam resiliência".

Em Tóquio, o Nikkei depreciou 0,77% para 913,38 pontos, depois de o Ministério do Comércio ter demonstrado que a procura de serviços caiu pela segunda vez em Março. O Topix progrediu 0,07%.

O Kospi da Coreia do Sul desceu 1,1% e o Shangai Composite recuou 0,3%. O Hang Seng de Hong Kong avançou 0,4%, a corrigir do mínimo de três meses em que encerrou ontem.

As acções do sector de matérias-primas foram as que mais desceram, entre os 10 grupos sectoriais do índice de referência para a Ásia. As acções do sector de matérias-primas acumulam um perda de 9,2% desde o início do ano, enquanto as do sector energético depreciaram 6,4%. O MSCI Ásia – Pacifico acumula uma perda de 3,8% face à última sessão do ano passado.