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Mercados Americanos

Iniciado por Nyk, Março 26, 2010, 14:15

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Nyk

Economia dos EUA cresce menos do que o esperado no quarto trimestre


O produto interno bruto (PIB) dos EUA cresceu 5,6% no quarto trimestre de 2009, um valor que ficou aquém dos dados já divulgados anteriormente e que apontavam para uma expansão económica de 5,9%.

Os números hoje divulgados pelo Departamento do Comércio norte-americano, ainda que revelem um crescimento menor do que o esperado, correspondem ao ritmo de expansão mais elevado dos últimos seis anos.

Esta revisão em baixa reflecte uma quebra maior do que a esperada da construção e de um crescimento menor do que o previsto dos gastos dos consumidores.



Nyk

Wall Street em alta, petróleo avança para 81 dólares


A solução para a Grécia, a subida dos preços do petróleo e o crescimento do PIB norte-americano no final de 2009 motivaram uma abertura positiva em Wall Street.

O índice industrial Dow Jones avançava 0,25% e o tecnológico progredia 0,42%, enquanto o índice S&P 500 valorizava 0,31%.

As praças norte-americanas reagiam assim a uma multiplicidade de factores que estão a animar os mercados accionistas. Em primeiro lugar o facto dos governos europeus terem ontem acertado uma solução para a Grécia, acordo que dissipou muitos dos receios em torno da saúde financeira da zona euro.

A subida dos preços das matérias-primas estão também a puxar por empresas como a Exxon Mobil (0,32%)e a Alcoa (1,2%) e a animar Wall Street. Depois de duas sessões de quedas, o preço do barril de Crude aumentava até aos 81 dólares em Nova Iorque num dia em que o dólar perde terreno para a moeda única europeia, o que torna o investimento em matérias-primas mais apelativo.

A marcar a sessão está ainda o relatório do Governo que mostrou um crescimento de 5,6% do PIB norte-americano nos últimos três meses de 2009. O valor, embora ligeiramente inferior ao inicialmente estimado, representa, ainda assim, o melhor desempenho da maior economia do mundo em seis anos.


Nyk

Compromisso de ajuda à Grécia sustenta Wall Street


Os principais índices bolsistas norte-americanos abriram em alta, sustentados sobretudo pelo facto de os líderes europeus terem prometido ajuda financeira à Grécia em último recurso.

O índice industrial Dow Jones segue a ganhar 0,28%, fixando-se nos 10.871,8 pontos. O S&P 500 avança 0,37% para se estabelecer nos 1.170 pontos.

O índice tecnológico Nasdaq valoriza 0,46% para 2.408,50 pontos.

A Alcoa e a Exxon Mobil seguem a subir, animadas pela recuperação do índice de matérias-primas CRB Reuters/Jefferies.

A Apple também ganha terreno, depois de o Crédit Suisse ter dito que as acções da tecnológica poderão disparar para os 300 dólares. As acções da fabricante do iPod seguem a subir quase 1% para 228,66 dólares.

Em contrapartida, a Oracle está em queda, devido à apresentação de lucros que ficaram aquém das estimativas dos analistas.

"A retoma económica deverá continuar, se bem que o ritmo pareça estar a abrandar", comentou à Bloomberg um estratega da Van Lanschot Bankiers, Michel van der Stee.


Nyk

Confiança dos consumidores norte-americanos estabiliza em Março


O índice de confiança dos consumidores norte-americanos estabilizou nos 73,6 pontos, em Março, num mês em que os economistas estavam à espera de uma descida de confiança.

O índice Reuters/Universidade de Michigan manteve-se nos 73,6 pontos, enquanto os economistas consultados pela Bloomberg estimavam uma descida para 73 pontos.

Ainda hoje, os EUA revelaram que a economia cresceu 5,6%, no quarto trimestre, quando os primeiros números tinham divulgado uma expansão de 5,9%.



Nyk

Greenspan está "muito preocupado" com a situação orçamental dos EUA


O antigo presidente da Reserva Federal, Alan Greenspan, disse que a recente subida das "yields" da dívida pública, podem sinalizar futuras subidas dos juros, o que, a acontecer, atrasará a recuperação do mercado imobiliária e abrandará o crescimento do investimento.

O crescimento das taxas de retorno reflectem as preocupações com "a grande ameaça sobre a dívida pública, que nunca tinha sido vista", disse Greenspan em entrevista à Bloomberg TV.

"Estou muito preocupado com a situação fiscal", disse aquele que conduziu a política monetária dos Estados Unidos entre 1987 e 2006. Uma subida das taxas de juro "vai tornar a recuperação do mercado imobiliário muito difícil de implementar e também amortecer a recuperação do investimento de capital".

As obrigações do Tesouro norte-americano viram a sua taxa de rentabilidade crescer em 19 pontos base (1,9 pontos percentuais) numa semana, para 3,88%.

Os "spreads" dos "swaps" da taxa de juro norte-americana (títulos que permitem fixar a taxa de juro associada a um empréstimo) desceram, reflectindo maiores receios relativos a uma eventual subida dos juros.


Nyk

Tensão entre as duas Coreias mergulha Wall Street no vermelho

As bolsas norte-americanas inverteram e seguem em queda, depois de um barco sul-coreano afundar devido a uma explosão, não se excluindo a hipótese de ter sido um ataque da Coreia do Norte, o que faz recear uma escalada de tensões entre as duas Coreias.

O índice industrial Dow Jones segue a ceder 0,08%, fixando-se nos 10.832,60 pontos. O S&P 500 perde 0,19% para se estabelecer nos 1.163,49 pontos.

O índice tecnológico Nasdaq, por seu lado, segue a desvalorizar 0,40% para 2.387,85 pontos.

"Isto tem a ver com uma variável geopolítica. Tem a ver com a Coreia", comentou à Bloomberg um gestor da Knight Equity Markets, Peter Kenny. "O mercado perdeu parte da euforia", acrescentou.

O exército sul-coreano está a deslocar embarcações da Marinha para perto da fronteira marítima com a Coreia do Norte, depois de uma explosão ter feito afundar um barco militar da Coreia do Sul, refere a Bloomberg.

A agência noticiosa Yonhap, da Coreia do Sul, reportou uma explosão na embarcação de 1.200 toneladas e avançou que o exército não exclui a possibilidade de ter sido um ataque por parte da Coreia do Norte.


Nyk

Gastos dos consumidores aumentam pelo quinto mês consecutivo nos EUA


As famílias norte-americanas aumentaram os seus gastos, em Fevereiro, pelo quinto mês consecutivo, o que sugere que a recuperação económica pode acelerar por via do consumo.

Os gastos dos consumidores aumentaram 0,3%, em Fevereiro, de acordo com o Departamento do Comércio norte-americano, uma evolução que ficou em linha com as estimativas dos economistas consultados pela Bloomberg.

Já os salários dos consumidores estabilizaram, no mês em análise.


Nyk

Tesouro dos EUA prepara venda de 7,7 mil milhões de acções do Citigroup


O Departamento do Tesouro dos EUA anunciou hoje um plano para vender 7,7 mil milhões de acções que detém do Citigroup ainda este ano.

"O Tesouro tenciona vender as suas acções ordinárias do Citigroup ao mercado através de várias formas", anunciou em comunicado emitido hoje, citado pela Bloomberg.

"A maneira, o montante e a altura em que as vendas serão realizadas vão depender de vários factores", acrescenta a mesma fonte.

A Morgan Stanley está a assessorar o Tesouro, liderado por Timothy Geithner (na foto), nesta operação, cujas condições serão determinadas "pelas condições de mercado" e "ao longo de 2010".

O governo norte-americano comprou acções ordinárias do Citigroup no âmbito do programa de ajudas à banca. Este banco recebeu um total de 45 mil milhões de dólares através do TARP (o programa de ajudas ao sector bancário lançado devido à crise financeira).


Nyk

Títulos mineiros e tecnológicos sustentam Wall Street


Os principais índices bolsistas dos EUA abriram em alta, sustentados nomeadamente pelo aumento do consumo das famílias norte-americanas em Fevreiro, pelo quinto mês consecutivo, apesar de os rendimentos se terem mantido inalterados.

Os títulos mineiros estão a ganhar terreno, num dia em que os preços dos metais industriais estão em alta. As tecnológicas seguem igualmente no verde, a sustentar sobretudo o Dow Jones e o Nasdaq.

O índice industrial Dow Jones segue a ganhar 0,24%, fixando-se nos 10.876,58 pontos. Os títulos que mais estão a influenciar esta tendência são a Intel, Cisco e Microsoft.

O S&P 500 avança 0,27% para se estabelecer nos 1.169,72 pontos. A contribuir para o movimento estão essencialmente o Apollo Group e Priceline.com.

O índice tecnológico Nasdaq valoriza 0,38% para 2.404,16 pontos. A Apple e a Intel são as acções que mais puxam pelo índice.


Nyk

Birinyi revê em alta valorização anual do S&P 500 para 19%


A Birinyi Associates reviu em alta a valorização anual do índice S&P 500 para 1.325 pontos, ou uma subida de 19%, devido essencialmente aos ganhos da General Electric, Citigroup e Microsoft.

As estimativas da casa de investimento fundada por Laszlo Birinyi implicam um avanço de 14% face ao preço de fecho da semana passada e uma subida anual de 19%. O relatório, citado pela Bloomberg, cita ganhos superiores a 20% da general Eletric e do Citigroup bem como a Microsoft a crescer acima de 30 dólares na semana passada.

O investidor Birinyi disse que a inversão das perdas dia 22 de Março mostra que os mercados estão mais fortalecidos. O índice de referência norte-americano perdeu um máximo de 0,6% depois da maior revisão do sector de saúde em quatro décadas e preocupações com o défice orçamental grego, e também pelo facto de a Tiffany ter registado menos lucros do que a média estimada pelos analistas.

Desde esse dia, o S&P 500 subiu 0,5%, avançando pela quarta semana consecutiva.

"Estamos impressionados com a resiliência do mercado" que está a comportar-se bem, diz a nota de Birinyi acrescentando que "os mercados tendem agora a ser mais facilitadores do que detractores".

A projecção de Birinyi compara com a média de 1.243 pontos esperada pelos analistas consultados pela agência norte-americana. Em Maio do ano passado, o investidor afirmou que as bolsas estão em "bull market". Desde o dia 9 desse mês o índice subiu 72%.


Nyk

Dados económicos animam Wall Street

Os principais índices bolsistas dos EUA encerraram em alta, sustentados pelo aumento do consumo das famílias norte-americanas em Fevreiro, pelo quinto mês consecutivo, e pela melhoria da confiança europeia nas perspectivas para a economia.

Os títulos mineiros ganharam terreno, num dia em que os preços dos metais industriais e do petróleo estiveram em alta. As tecnológicas também se destacaram pela positiva.

O índice industrial Dow Jones fechou a ganhar 0,42%, fixando-se nos 10.895,78 pontos.

O S&P 500 avançou 0,57% para se estabelecer nos 1.173,22 pontos. O Standard & Poor's 500 acumula uma subida de 5,2% desde o início do ano, dirigindo-se assim para a maior escalada num primeiro trimestre desde 1998.

O índice tecnológico Nasdaq valorizou 0,39% para 2.404,36 pontos.

A Caterpillar contribuiu para a subida do Dow Jones, impulsionada pelo aumento de 0,3% do consumo em Fevereiro nos EUA.

A Schlumberger, a Exxon Mobil e a Alcoa lideraram os ganhos entre os títulos de matérias-primas, sustentadas pela forte subida das cotações do petróleo e dos metais.

A Boeing, por seu turno, registou um ganho superior a 2%, depois de anunciar que os testes às asas do seu 787 Dreamliner foram "positivos".

"Os consumidores estão a regressar", comentou à Bloomberg um estratega da Wells Capital Management, James Paulsen. "Os mais recentes dados económicos foram bastante bons, especialmente no que diz respeito ao consumo. Esses dados indicam uma retoma sustentável, o que é positivo para os mercados accionistas. Além disso, a situação na Europa parece ter acalmado, com o aumento da confiança e a expectativa de uma resolução da situação na Grécia", acrescentou.



Nyk

Bolsas dos EUA sobem com o aumento dos preços das casas


Os principais índices norte-americanos iniciaram a sessão em alta, depois de ter sido divulgado que os preços das casas em 20 cidades norte-americanas aumentaram inesperadamente em Janeiro, o que sugere que o mercado imobiliário possa estar a estabilizar.

O Dow Jones sobe 0,05% para 10.901,60 pontos, o Nasdaq avança 0,11% para 2.407,05 pontos e o S&P500 valoriza 0,05% para 1.173,84 pontos.

O dado divulgado antes da abertura da sessão foi recebido como um indicador positivo, numa altura em que as incerteza ainda são elevadas. O mercado aguarda agora pela divulgação do índice de confiança dos consumidores.


Nyk

Confiança dos consumidores dos EUA recupera em Março


A confiança dos consumidores recuperou em Março após a forte queda registada no mês anterior, informou esta terça-feira o Conference Board.
O índice de confiança subiu dos 46,4 para os 52,5 pontos. Em Fevereiro, o índice tinha recuado 10,1 pontos face aos 56,5 pontos de Janeiro.

A maioria dos economistas esperava uma subida mais ligeira, para um valor médio de 51 pontos. A leitura de Fevereiro foi revista em alta face aos 46 pontos inicialmente avançados.

http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=20&id_news=134397

Nyk

Dados económicos animam Wall Street


As bolsas norte-americanas encerraram em alta, uma vez que a melhoria das previsões para o sector industrial e os bons dados económicos hoje divulgados compensaram as preocupações com o facto dos défices governamentais poderem prejudicar a recuperação económica.

O Dow Jones subiu 0,11% para 10.907,42 pontos, o Nasdaq avançou 0,26% para 2.410,69 pontos e o S&P500 fechou estável nos 1.173,27 pontos.

A confiança dos consumidores norte-americanos aumentou, em Março, uma vez que a percepção relativamente ao emprego começou a melhorar. O índice, elaborado pelo Conference Board, avançou para 52,5 pontos no mês em análise, contra 46,4 pontos em Fevereiro e excedeu o esperado pelos economistas consultados pela Bloomberg.

Esta tarde foi ainda revelado que os preços das casas em 20 cidades norte-americanas aumentaram inesperadamente em Janeiro, o que sugere que o mercado imobiliário possa estar a estabilizar. O índice do preço das casas S&P/Case-Shiller subiu 0,3% no primeiro mês do ano, face ao mês anterior em termos sazonais ajustados.

Estes dados animaram a negociação das bolsas norte-americanas, com os investidores a aumentarem as expectativas em relação à recuperação da economia dos EUA.

A impulsionar estiveram empresas como a 3M que subiu 3,5% depois da Morgan Stanley ter dito que os seus lucros poderão superar estimativas.

A animar estiveram também a Home Depot e a Lowe's, impulsionadas pelo dado das casas e da confiança.




Nyk

"Short selling" de casas é nova moda nos EUA



Nos EUA está a tornar-se prática corrente a venda de casas abaixo do montante da dívida ao banco, gerada com a aquisição do imóvel. A prática chama-se "short-selling", embora a operação não tenha semelhança com a utilizada nos mercados financeiros.

O objectivo é evitar que sejam executadas as hipotecas por parte dos bancos. E, aparentemente, todos ficam a ganhar. Ou, melhor dizendo, a perder menos.