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Mercados Americanos

Iniciado por Nyk, Março 26, 2010, 14:15

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Nyk

Fed deveria ponderar subir os juros para 1%


O presidente da Reserva Federal do Kansas, Thomas Hoenig, disse hoje que o banco central deveria ponderar subir os juros "dentro em breve" para cerca de 1% com o objectivo de impedir "bolhas" nos activos.

"Veria um aumento [da taxa de juro de referência] para os 1% como a continuação da nossa estratégia de retirar os estímulos que foram inicialmente implementados para responder à intensificação da crise financeira que despoletou em 2008", afirmou hoje Thomas Hoenig num discurso em Santa Fé, citado pela Bloomberg.

O responsável da Fed no Kansas tem divergido da política das declarações do banco central este ano, sublinhando que o seu compromisso [da Fed] em manter as taxas de juro baixas "por um período extenso" poderá fazer com que os "desequilíbrios financeiros" se acentuem e aumentar os riscos à estabilidade económica a longo prazo.

"Uma taxa de juro de referência de 1% ainda iria representar uma elevada política acomodatícia", explicou Hoenig, acrescentando que, "a partir daí, mais ajustamentos da Fed deveriam depender do desenvolvimento das condições económicas e financeiras".



Nyk

Crédito ao consumo leva Wall Street a maior queda desde Fevereiro



As bolsas norte-americanas registaram a maior queda desde Fevereiro, penalizadas pelo facto de ter sido divulgado que o crédito ao consumo caiu mais do que o esperado e pelas renovadas preocupações com a dívida grega.

O índice industrial Dow Jones cedeu 0,66%, fixando-se nos 10.897,74 pontos. O S&P 500 perdeu 0,58% para se estabelecer nos 1.182,56 pontos.

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq desvalorizou 0,23% para 2.431,16 pontos.

"O S&P500 e os 10 sectores que o compõem estão sobrecomprados e isso está a pesar um pouco no mercado", comentou à Bloomberg um estratega da Stifel Nicolaus & Co, David Lutz. "Também há muitos receios em matéria de dívida soberana. Os custos dos empréstimos na Grécia subiram para um nível recorde", acrescentou.

E se os receios com a dívida grega já estavam a pesar nos índices, o facto da Reserva Federal ter dito que o crédito ao consumo caiu em 11,5 mil milhões de dólares, em Fevereiro, indiciando que os norte-americanos estão relutantes em endividar-se, acentuou as quedas.

Entre as empresas que mais pressionaram estiveram a Alcoa, que deslizou 2,26% para os 14,69 dólares e o JP Morgan, que depreciou 1,35% para os 45,22 dólares.


Nyk

Pedidos de subsídio de desemprego sobem inesperadamente antes da Páscoa


Houve mais norte-americanos a pedirem subsídio de desemprego do que o esperado na semana passada, em parte devido à maior volatilidade deste dado económico, na semana que precede a Páscoa e as duas seguintes.

O número de novos pedidos de subsídio de desemprego subiu em 18 mil, para 460 mil, na semana que terminou a 3 de Abril, segundo mostram os dados do Departamento do Trabalho divulgados hoje em Washington e citados pela Bloomberg. A semana anterior à Páscoa e as duas seguintes são normalmente "uma altura volátil", segundo a Bloomberg, que cita um analista do governo.

Algumas empresas podem estar ainda relutantes em aumentar o número de postos de trabalho, até verem um crescimento sustentado nas vendas, à medida que os Estados Unidos emergem da maior recessão desde Grande Depressão.

"A tendência é de baixa mas ainda está em níveis que não são consistentes com a criação de emprego", disse o economista-chefe da Maria Fiorini Ramirez, Joshua Shapiro à Bloomberg.

Os economistas tinham previsto que os pedidos de subsídio de desemprego caíssem para 435 mil pedidos, de 439 mil pedidos na semana anterior, segundo as 47 estimativas compiladas pela Bloomberg.



Nyk

Grécia e desemprego nos EUA penalizam Wall Street


Os principais índices bolsistas dos EUA abriram em baixa, pressionados pela crescente especulação de que a Grécia poderá entrar em incumprimento, o que aumenta os receios em torno da solidez da retoma. O aumento dos pedidos de subsídio de desemprego na semana passada também está a contribuir para a tendência.

O índice industrial Dow Jones segue a ceder 0,12%, fixando-se nos 10.884,5 pontos. O S&P 500 perde 0,06% para se estabelecer nos 1.181,75 pontos.

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq desvaloriza 0,29% para 2.424,06 pontos.

A Alcoa e a Newmont Mining estão a perder terreno, penalizadas pela queda dos preços dos metais industriais, tal como aconteceu ontem.

A Forest Laboratories afunda perto de 10% depois de não ter conseguido apoio para vender um novo tratamento para doenças pulmonares.

Em contrapartida, o US Airways Group segue a escalar 20%, sustentado pelo anúncio de que está em conversações para uma eventual fusão com a United Airlines da UAL Corp.

"O sentimento em relação ao ambiente marco continua frágil", comentou à Bloomberg um estratega do Barclays Stockbrokers, Henk Potts. "O efeito de contágio é talvez o maior receio quando se pensa na Grécia e na possibilidade de a situação se alastrar a Espanha e Portugal", acrescentou.

Por outro lado, os dados do desemprego também não foram animadores. Na semana passada, mais americanos do que o previsto pediram subsídio de desemprego. O aumento destes pedidos, em 18.000, poderá em parte reflectir a dificuldade de ajustar sasonalmente os dados, devido aos feriados pascais, salientou a Bloomberg.


Nyk

Vendas a retalho animam Wall Street

Os principais índices bolsistas dos EUA acabaram por encerrar em alta porque o crescimento de vendas a retalho compensou os receios com o incumprimento grego.


O índice industrial Dow Jones subiu 0,27%, fixando-se nos 10.927,07 pontos. O S&P 500 ganhou 0,34% para se estabelecer nos 1.186,45 pontos.

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq valorizou 0,23% para 2.436,81 pontos.



Os índices norte-americanos abriram a sessão em queda devido à crescente especulação de que a Grécia poderá entrar em incumprimento, o que aumenta os receios em torno da solidez da retoma. O aumento dos pedidos de subsídio de desemprego na semana passada também pressionou.

No entanto, o dado referente às vendas animou Wall Street.

Por isso, a impulsionar estiveram empresas como a Home Depot, que subiu 1,26% para os 33,02 dólares.



A Alcoa também contribuiu para a tendência com uma valorização de 1,09% para os 14,90 dólares.


Nyk

Fed revela que bancos dos EUA manipulam o nível de risco


A Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) afirmou hoje que os grandes bancos norte-americanos manipularam o nível de risco nos últimos cinco trimestres, antes de publicarem as suas contas públicas.

Segundo avança o "The Wall Street Journal", a Fed acusou 18 bancos, entre eles, Goldman Sachs Group, Morgan Stanley, J.P. Morgan Chase & Co., Bank of America Corp. e Citigroup, de terem manipulado os níveis de dívida através da compra de fundos para reduzirem em média 42% no fim de cada um dos últimos cinco trimestres.

A excessiva dívida dos bancos foi uma das principais causas que despoletou a crise financeira, e que levou à falência de grandes bancos em 2008, como foi o caso, do Bear Stearns Cos e do Lehman Brothers. Desde então, os bancos tornaram-se mais apreensivos na divulgação dos altos níveis de risco e de dívida.

Segundo o jornal, esta prática pode dar uma visão distorcida, aos investidores, do nível de risco que as empresas financeiras assumem durante a maior parte do tempo.

Alguns bancos já assumiram a redução temporária da sua dívida e representantes do Goldman, Morgan Stanley, JP Morgan e Citigroup decidiram não comentar os dados revelados pela Fed. No entanto, outros bancos disseram que as informações que revelaram incluem expressões que indicam que os níveis da dívida podem oscilar durante o trimestre.


Nyk

Ajuda à Grécia e sinais de melhoria da retoma económica animam Wall Street


As principais praças bolsistas dos EUA encerraram em alta, impulsionadas pelos sinais de fortalecimento da retoma económica e pelo facto de a União Europeia se ter mostrado preparada para resgatar a Grécia se necessário.

O índice industrial Dow Jones fechou a ganhar 0,64%, fixando-se nos 10.997,35 pontos. O S&P 500 avançou 0,67% para se estabelecer nos 1.194,37 pontos, concluindo assim a sexta semana consecutiva de ganhos.

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq valorizou 0,71% para 2.454,05 pontos.

A agência Fitch voltou a cortar o rating do crédito da Grécia e os mercados chegaram a reduzir os ganhos com a notícia, mas depois voltaram a subir pois esta medida reforça a ideia de um resgate da Grécia que, segundo alguns analistas, pode acontecer já este fim-de-semana.

A Exxon Mobil terminou a ganhar cerca de 2%, liderando os ganhos dos títulos energéticos, que encabeçaram as valorizações dos 10 grupos industriais listados no Standard & Poor's 500.

A Dish Network e a Abercrombie & Fitch Co. também registaram subidas, sustentadas por revisões em alta das recomendações para as suas acções.

Um dado económico que hoje ajudou a impulsionar as praças do outro lado do Atlântico foi o dos inventários dos grossistas norte-americanos, que aumentaram em Fevereiro. O movimento sugere que as empresas estão a preparar os "stocks" para um aumento da procura, depois de as vendas terem atingido o máximo nível de mais de um ano.



Nyk

Ajuda à Grécia, especulação sobre resultados e notícias de fusões animam Wall Street


Os principais índices bolsistas dos Estados Unidos encerraram a sessão em terreno positivo, animados pela notícia de um pacote de ajuda à Grécia e por informações relacionadas com aquisições de empresas. O Dow Jones superou os 11.000 pontos.

O índice industrial Dow Jones terminou a ganhar 0,018%, fixando-se nos 11.006,19 pontos. O S&P 500 avançou 0,18% para se estabelecer nos 1.196,49 pontos. Ambos os índices registaram os valores de fecho mais altos desde 26 de Setembro de 2008.

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq valorizou 0,16% para 2.457,87 pontos.

Os receios de que as bolsas estejam a ganhar demasiado terreno – esta poderá ser a sétima semana consecutiva de subidas – face aos resultados das empresas no primeiro trimestre não foram suficientes para ofuscar o ânimo trazido pela notícia de um pacote de ajuda à Grécia no valor de 45 mil milhões de euros, a taxas de juro inferiores às do mercado.

Além disso, foram divulgadas várias notícias relativamente a aquisições, o que também impulsionou a tendência do outro lado do Atlântico.

A Alcoa, maior produtora de alumínio dos EUA, fechou em alta de perto de 3%, no dia em que apresenta resultados – com agendamento para depois do fecho da bolsa. Será, assim, a primeira empresa cotada no Dow Jones a reportar as contas do primeiro trimestre.

Por seu lado, a Palm esteve a ser animada pela notícia de que o criador do pré-smartphone está à procura de interessados em comprar a empresa. A tecnológica escalou 19% para 6,12 dólares.

Ainda do lado dos ganhos, a DynCorp International disparou 48% depois de aceitar ser adquirida pela Cerberus Capital Management.

A Caterpillar, por seu turno, foi sustentada pelo facto de a Robert W. Baird & Co. ter revisto em alta a recomendação para as suas acções, de "neutral" para "outperform".

A Mirant Corp. e a RRI Energy subiram mais de 14% devido à intenção de fundirem as duas empresas, num negócio de 1,6 mil milhões de dólares.

Do lado das quedas esteve a Clean Energy Fuels Corp. A empresa co-fundada pelo milionário T. Boone Pickens para fornecer gás natural aos veículos motorizados poderá desvalorizar 30% devido ao potencial exercício de uma garantia por Pickens em 2012, referiu a revista "Barrons's", citada pela Bloomberg.

Os restantes títulos do sector energético estiveram generalizadamente em alta.

Esta semana, deverão apresentar também resultados a Intel, JPMorgan, Bank of America e General Electric.



DUARTINI

O Dow Jones fechou hoje acima dos 11000. Dizem que é um valor importante.
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Nyk


Livro Bege aponta para melhoria económica nos EUA

A actividade económica nos Estados Unidos continuou a melhorar nos últimos meses. Esta é, pelo menos, a conclusão do Livro Bege, um relatório publicado pela Reserva Federal que compila vários indicadores reunidos pelos vários bancos estatais da que compõem a Fed.


O novo relatório, que apresenta dados recolhidos até ao início de Abril, revela que o consumo das famílias americanas está a ser a principal força a impulsionar a recuperação económica. A melhoria, aliás, foi praticamente transversal a todos os distritos analisados. A excepção foi São Luís, que reportou ainda um abrandamento da economia.

O mercado laboral também já começa a dar alguns sinais de reanimação, com o número de contratos registados a subir. Ainda assim, as pressões salariais continuam "contidas" e em níveis considerados "mínimos".

O turismo regista algumas melhorias e até as vendas de veículos estão a subir, reagindo bem ao crescimento da procura. O sector automóvel, recorde-se, foi um dos mais afectados pela crise económica.

Ainda assim, o volume de crédito continua a cair, com os bancos da Fed a reportarem uma contínua degradação da qualidade do mesmo. E as melhorias que se registam nas compras de casa, nota o Livro Bege, devem-se quase exclusivamente ao "nível baixo" de que partiu a actividade no sector.



Nyk

Presidente da Fed prevê recuperação moderada da economia americana


O presidente da Reserva Federal (Fed) mostrou-se hoje cauteloso em relação ao ritmo de recuperação da economia e defendeu a importância de serem tomadas decisões difíceis para controlar o elevado défice orçamental.

Falando no Comité de Economia do Congresso, Ben Bernanke admitiu que ser necessário muito tempo para recuperar os empregos perdidos nos últimos dois anos, defendendo que o sector da construção continua a não dar sinais de recuperação.

"Se o ritmo da recuperação for moderado, como admito, será necessário muito tempo para recuperar os oito milhões e meio de empregos perdidos durante os dois últimos anos", declarou Bernanke.

O responsável máximo da Fed defendeu que a expansão da economia depende "do crescimento contínuo da procura privada".

No comité, que está a analisar o processo de retirada de medidas de estímulo à economia, tomadas no auge da crise, Bernanke afirmou que "será necessário tomar decisões difíceis para enfrentar os problemas orçamentais do país, já que adiá-las só tornará as coisas mais difíceis", afirmou.

Bernanke defendeu ainda que os Estados Unidos devem continuar a pressionar a China para que este país reavalie sua moeda, o yuan. "Penso que deveríamos continuar pressionando por mais flexibilidade" sobre a taxa de câmbio do yuan, declarou.

Em relação à cotação actual do petróleo, o presidente da Fed disse ainda que "a 85 dólares" ainda "não é uma ameaça séria para a recuperação" económica.

Nyk

Bernanke: Obama tem «escolhas difíceis» para equilibrar contas

A retoma económica norte-americana enfrenta «constrangimentos» no imobiliário e nos cortes de despesa estadual, e o equilíbrio das contas do Estado vai exigir «escolhas difíceis» à administração Obama, afirmou esta quarta-feira o presidente da Reserva Federal.
Numa intervenção no Comité Económico do Congresso, em Washington, Ben Bernanke afirmou que um "plano credível" para conter os défices das contas federais teria um efeito favorável nas taxas de juro a longo prazo e aumentaria a confiança dos consumidores e do sector privado.

"Embora os défices significativos sejam inevitáveis no curto prazo, é preciso que os decisores políticos tomem medidas para repor o orçamento federal numa trajectória de sustentabilidade, para manter a confiança do público e dos mercados financeiros", afirmou.

As últimas projecções do Gabinete Orçamental do Congresso indicam que o défice atingirá os 1,4 mil milhões de dólares este ano, recuando ligeiramente nos próximos dois anos, mas mantendo-se até 2020 entre os 4 por cento e 5 por cento do PIB.

"A dada altura, os mercados irão fazer um julgamento, não tanto sobre a nossa capacidade económica, mas pela nossa habilidade e vontade políticas para atingir uma sustentabilidade a longo prazo(...) Nessa altura, as taxas de juro podem subir e isso seria claramente negativo para o crescimento económico e retoma", disse o presidente da Reserva Federal.

A economia, sublinhou, começou a recuperar no segundo semestre de 2009, com a reconstituição de inventários pelas empresas e sinais de expansão da produção, mas "o ritmo da retoma" está a ser afectado por "significativos constrangimentos".

As vendas de casas recuaram em Janeiro e Fevereiro, apesar dos estímulos à aquisição ainda estarem em vigor, a construção de casas continua lenta e o sector do imobiliário comercial está em declínio, afirmou Bernanke.


Apesar de "sinais encorajadores de que os despedimentos estão a abrandar e de que a criação de emprego está em alta", o país ainda está longe de recuperar os 8,5 milhões de empregos perdidos nos últimos dois anos.

Enquanto Bernanke falava em Washington, o Departamento do Comércio anunciava uma subida de 1,6% nas vendas a retalho em Março, em relação ao mês anterior, acima do esperado pelos analistas.

As vendas de automóveis deram o maior contributo para a escalada deste indicador, que representa perto de dois terços da economia norte-americana.

Sobre a situação financeira, Bernanke chamou a atenção para a baixa procura no mercado de crédito.

"Apesar de estarem numa posição financeira mais forte, o crédito dos bancos às empresas e consumidores continua a recuar", afirmou.

Beneficiando de indicadores económicos positivos, o Dow Jones, principal índice da Bolsa de Nova York, encerrou esta semana acima da "barreira psicológica" dos 11.000 pontos pela primeira vez desde 26 de Setembro de 2008.

Diário Digital / Lusa


Nyk

Nasdaq sobe mais de 1,5% animado pelos lucros da Intel



Os principais índices norte-americanos fecharam em alta, animados pelos resultados apresentados hoje, nomeadamente pela Intel, que levou o índice Nasdaq a subir mais de 1,5%. A contribuir para os ganhos esteve ainda a publicação do Livro Bege, que aponta para melhorias da economia dos EUA.

O Dow Jones subiu 0,94% para 11.123,11 pontos, o Nasdaq cresceu 1,58% para 2.504,86 pontos e o S&P500 subiu 1,12% para 1.210,65 pontos.

A Intel subiu 3,29% para 23,52 dólares, animada pelos seus resultados do primeiro trimestre e pela revisão em alta das suas estimativas para as vendas no segundo trimestre e de margens de lucro recorde para a globalidade do ano – o que alimenta o optimismo quanto ao aumento dos gastos em tecnologia.

Ainda no sector tecnológico, a Texas Instruments valorizou 3,98% para 26,90 dólares.

Entre os títulos financeiros, o JPMorgan avançou 4,05% para 47,73 dólares, depois de ter reportado uma receita recorde para as transacções de valores mobiliários e uma redução nas provisões para perdas com o crédito.

O sentimento positivo alastrou-se pelo sector bancário, com o *Citirgoup* a crescer 6,93% para 4,94 dólares e o Goldman Sachs a avançar 3,16% para 184,92 dólares.

O anúncio de que as vendas a retalho de Março, nos EUA, aumentaram mais do que o previsto pelos economistas, também está a ajudar à tendência altista.

A actividade económica nos Estados Unidos continuou a melhorar nos últimos meses. Esta é, pelo menos, a conclusão do Livro Bege, um relatório publicado pela Reserva Federal que compila vários indicadores reunidos pelos vários bancos estatais da que compõem a Fed. Este dado contribuiu para que os principais índices bolsistas dos EUA acentuassem os ganhos.

1 euro = 1,3658 dólares


Nyk

Resultados animam Wall Sreet

As principais praças norte-americanas fecharam em alta animadas pelos bons resultados das empresas no primeiro trimestre.

O índice industrial Dow Jones subiu 0,19%, fixando-se nos 11.144,57 pontos. O S&P 500 somou 0,08% para se estabelecer nos 1.211,67 pontos.

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq valorizou 0,43% para 2.515,69 pontos.

Os índices chegaram ainda cair porque, como comentou à Bloomberg um estratega da GFT, David Morrison "as questões em torno do financiamento da Grécia continuam a deixar os mercados financeiros em suspenso".

No entanto o sector tecnológico impulsionou as bolsas no dia em que a Google, que apresenta resultados, subiu 1,07% para os 595,30 dólares. Já a Intel avançou 3,02% para os 24,21 dólares e a Dell ganhou 1,81% para os 16,86 dólares.


Nyk

Wall Street intensifica quedas depois de SEC acusar Goldman Sachs de fraude


As principais praças norte-americanas encerraram em baixa, pressionadas pelo anúncio de que a autoridade reguladora dos mercados de capitais nos EUA (SEC) acusou o Goldman Sachs e um dos seus vice-presidentes de defraudarem os investidores. Esta notícia intensificou os receios de que os efeitos adversos da crise financeira ainda não tenham terminado.

As bolsas tinham já aberto em queda, penalizadas pela desvalorização dos títulos da Google, cujos resultados ficaram aquém do estimado. A tecnológica ofuscou assim os resultados acima do esperado da General Electric e do Bank of America.

O índice industrial Dow Jones fechou a ceder 1,12%, fixando-se nos 11.020,02 pontos. O S&P 500 caiu 1,61% para se estabelecer nos 1.192,19 pontos.

Por seu lado, o índice tecnológico Nasdaq desvalorizou 1,37% para 2.481,26 pontos.

O Goldman Sachs mergulhou 16%, naquela que foi a descida mais acentuada dos últimos 15 meses, depois de a Securities and Exchange Commission ter processado o banco por defraudar e omitir factos sobre obrigações de dívida indexada a crédito hipotecário de alto risco.

Os restantes títulos financeiros foram contagiados negativamente, com os 27 títulos deste grupo listado no S&P a cederem terreno. O JPMorgan, Bank of America e Morgan Stanley declinaram cerca de 4%. O Bank of America abriu a subir mais de 1%, depois de apresentar resultados superiores ao estimado, mas acabou por ser arrastado pelo processo da SEC intentado contra o Goldman Sachs.

A Google, detentora do mais popular motor de busca da Internet, afundou perto de 7%, depois de ontem ter reportado lucros abaixo das estimativas dos analistas.

"Os resultados da Google decepcionaram, pois esperava-se que fossem melhores. Os investidortes estão receosos em relação ao custo da expansão da empresa", comentou à Bloomberg um operador da Equinet, Thomas Nagel.

A ConocoPhillips e a Exxon Mobil também fecharam em queda, pressionadas pela descida dos preços do petróleo.