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BOVESPA DO BRASIL EM GRANDE QUEDA

Iniciado por zimermann, Abril 14, 2005, 20:51

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zimermann

 BOBESPA do Brasil cai 1000 pontos hoje, de 26.066 para 25.066 - (3,98%).  Capital extrangeiro saindo rápido da bolsa. Mau sinal geral.

AGOIRENTO

3 possibilidades:

:Capital a sair do Brasil, para entrar noutros mercados (EUA), o que seria um bom sinal...mas, pelas quedas de hoje no NDX, isto é mau sinal.

:O Lula, vai doar tudo o que os sem terra e os pobres querem, incluindo o poder...dúvido.

:termos uma nova argentina ?....


A contecer seria muito mau para todos

Francisco Monjardino

Já agora, aqui fica o desenho do que tem sido a evolução do BOVESPA.


Afastou-se em demasia da base da tendência de alta de longo-prazo, representada pela linha ascendente a azul carregado, estando neste momento a corrigir todo esse exagero.

Zona dos 24.500 é de referência.


Abraço,


Francisco Monjardino

zimermann

Caro Monjardino
Boa tarde. Por aqui 16:00hs. BOVESPA em queda de 1,58%,Com máxima de 25.115 pontos e mínima de 24.574. Com base na simetria observamos que o gráfico da BOVESPA projeta queda até o próximo suporte em torno de 23.500 pontos. Um abraço ao amigo.

Waterman

Com o Real em máximos?

Não será uma outra coisa?

Ainda por cima com meio mundo (ainda) a comprar juros de 19% para os "casar" com os de 2/3% do states? (Os tais carry trades)

O problema não é dinheiro a sair, é um "outro filme", mas esse filme só alguns doidos o explicam como deve ser, e olhe que é ao nível dos do Wes Craven!

Um abraço

zimermann

Caro Waterman

           Depois da reunião do FMI prognosticar um crescimento menor do PIB mundial e da expansão do comércio mundial, causados pelas divergências entre a China e os EUA por motivos já conhecidos (câmbio flutuante e déficit fiscal), os EUA e a UE  passarão a proteger suas economias mantendo seus subsídios ao setor agrícola e mantendo sobre taxa às importações de aço (EUA).
   Assim, a conjugação destes fatos e a elevação do déficit americano, apontam como saída um  aumento maior das taxas de juros nos EUA, que por si só não será suficiente para debelar a crise que se aproxima.
   Tais fatos acabam atingindo as economias emergentes exportadoras de matérias primas como o Brasil, fazendo com que  o "dinheiro esperto" ali aplicado volte rapidamente para sua origem a espera de melhores oportunidades, talvez o OURO.
             Esta é parte da nossa visão do que está ocorrendo.Um abraço.
Zimermann .:

James32C

Gostei especialmente da ultima parte do seu "post"...

Talvez o Ouro :)

Metais em geral.

Mas não é para ir a correr......ainda ;)

Um abraço

James32C


zimermann

Indicadores Econômicos
Ouro renderá mais que petróleo, diz JP Morgan
Segunda, 24 de Janeiro de 2005, 13h47
Fonte: Investnews



   


SÃO PAULO, 24 de janeiro de 2005 - As cotações do ouro no mercado internacional terão melhor performance do que as do petróleo e dos metais industriais este ano, com o enfraquecimento da moeda norte-americana e queda no crescimento da demanda prejudicando os mercados petrolíferos, de acordo com o JP Morgan Chase e Co..O ouro deverá ser negociado à média de US$ 435 a onça (uma onça igual a 28,349 gramas) durante 2005, alta de cerca de 5% em relação a 2004. E por US$ 450 a onça em 2006, à medida em que a classe média chinesa começar a procurar por mais bens de luxo, seguido por um acerto de tendência na Índia, maior mercado consumidor de ouro do mundo. "Os metais preciosos oferecem o melhor retorno em logo prazo para investidores passivos, e os metais industriais os piores"", diz o comunicado. De acordo com o banco, as cotações do WTI devem cair para próximo dos US$ 37 o barril, depois do inverno, e ficar na média de US$ 35,50 em 2006. "A produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) ainda está relativamente alta e as condições de demanda irão ficar moderadas este ano", diz o relatório.Ainda de acordo com o JP Morgan, o retorno anual para os próximos dois anos, em dólares, está previsto em 4,1% para metais preciosos, lucro de 1,0% para energia e prejuízo de 8,3% para investimentos em metais industriais.