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Galp - (GAL.LS)

Iniciado por Pedro Miranda, Novembro 28, 2007, 22:22

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tiagodandre

DJ Brasileira Petrobras Pode Adiar Investimentos Devido a Crise

SÃO PAULO (DJ Bolsa)- A petrolífera estatal brasileira Petróleo Brasileiro SA (PBR) pode ter de adiar projectos devido à falta de financiamento para investimentos, disse o CEO José Sérgio Gabrielli no final de quinta-feira.

Numa entrevista à TV Globo, Gabrielli disse que a empresa tem capital suficiente para financiar investimentos a curto-prazo, mas que o ritmo de investimento deve abrandar devido à crise financeira que está a atingir os mercados internacionais.

"Temos bastante dinheiro... mas os nossos parceiros e fornecedores podem ter maiores problemas pelo que podemos ir mais devagar", referiu.

A Petrobras, como a empresa é conhecida, disse que as actuais condições do mercado levaram a empresa a adiar a divulgação do plano estratégico 2009-2013 até ao final do ano.

O actual plano estratégico da Petrobras, que cobre o período 2008-2012, prevê investimentos de $112 mil milhões.

Gabriell notou que a Petrobras vai gerar $104 mil milhões com estes projectos, o que coloca a empresa numa posição forte.

Produzido para a Dow Jones Newswires pela Webtexto (+351 21 340 45 68) (CSC)


October 24, 2008 09:28 ET (13:28 GMT)


"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

MikeC

Actualização gráfica.

Broker_Invest

MikeC, a GALP está a desenhar uma bela cunha descendente  que é um sinal de BULL, mas como tinha referido no passado que a GALP iria aos 6€ e não falhei  ;) e ainda penso que ela possa ir mais perto dos 5€, muitos investidores pensavam que a GALP NUNCA iria a estes preços devido ao seu sector, agora vê-se que isto tudo tem haver com as quedas do crude.
Só não precebo porque é que a GALP não desce o preço do Gasoleo abaixo do 1€ em Espanha já está.

abraços e bons negocios.
Não há mal que perdure e bem que dure sempre

tiagodandre

Notícias...

GAZETA: Petróleo no preço atual já inviabiliza explorar pré-sal
SÃO PAULO, 24 de outubro de 2008


A queda do petróleo - que ontem fechou em US$ 67,84 o barril, 53% abaixo do recorde de US$ 147,27 - pode postergar o sonho da Petrobras de extrair, em grande escala, o petróleo na camada pré-sal do litoral brasileiro, a maior descoberta já ocorrida no mundo em 30 anos. Analistas ouvidos pela Gazeta Mercantil dizem que o barril entre US$ 50 e US$ 70 inviabiliza a exploração na região.

"O bilhete continua premiado, mas a retirada do prêmio pode demorar", afirmou o analista Adriano Pires, para quem o petróleo a US$ 70 já impede a extração no pré-sal. José Marcusso, diretor da Petrobras, porém, disse que "qualquer especulação sobre a viabilidade da região ainda é prematura". A estatal prevê explorar comercialmente o óleo só em 2015.

Ontem, o presidente da Opep afirmou que a crise financeira mundial adiará a exploração na fronteira brasileira. (Roberta Scrivano - Gazeta Mercantil)

http://www.gazetamercantil.com.br/GZM_News.aspx?parms=2143123,36,1,1



Descida do petróleo atinge Galp no Brasil
21:11 | Domingo, 26 de Out de 2008


A queda no preço do barril de petróleo pode inviabilizar a exploração das reservas na camada pré-sal brasileira, noticia o jornal Gazeta Mercantil na sua edição de fim-de-semana.

Ora é precisamente no campo de Tupi com estas características que a Galp, em associação com a Petrobras, tinha maiores esperanças quando à exploração das reservas ali existentes, que os especialistas acreditam ser as maiores até agora conhecidas do Brasil.

Os especialistas ouvidos pela Gazeta Mercantil sublinham que, com preços do barril do petróleo entre os 50 e os 70 dólares, a exploração das reservas na zona do pré-sal, a uma enorme profundidade em alto mar, ficam inviabilizadas pelos custos dos investimentos necessários para esse efeito.

O preço médio de exploração para a Petrobras em poços on-shore (em terra) e em águas rasas é de 25 dólares por barril com impostos. A extracção em regiões pós-sal, ou seja, em águas profundas é de 35 dólares por barril. O custo de exploração no pré-sal é ainda difícil de determinar, mas os especialistas ouvidos pela Gazeta Mercantil admitem que possa variar entre os 50 e os 60 dólares.

http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/436134



Sobre o tema em questão, notícias anteriores...


Em 9 anos, pré-sal deve elevar produção em 60% 
O Globo (17 de Setembro de 2008)


Ramona Ordoñez e Bruno Villas Bôas

Nos próximos nove anos, a Petrobras deve aumentar a produção nacional de petróleo em quase 60% apenas com os campos gigantes localizados na área do pré-sal, na Bacia de Santos. Em 2017, a produção na região será da ordem de 1,1 milhão de barris por dia — hoje, a produção total do país está em torno de 1,85 milhão de barris. Além disso, só a área de Tupi tem reservas estimadas de um a 1,6 bilhão equivalentes de gás natural. E, segundo estimativas de Marco Tavares, da consultoria Gás Energy, os campos no pré-sal, em seu conjunto, têm potencial para gerar 120 milhões de metros cúbicos de gás por dia, ou seja, o dobro do consumo atual do Brasil (60 milhões de metros cúbicos).

Segundo o gerente de PréSal da Petrobras, José Formigle, até 2017 estarão em produção oito navios-plataformas (cujas encomendas foram anunciadas esta semana), com capacidade de produção de 120 mil barris diários cada um; e três navios-plataformas que serão instalados na fase piloto, com 100 mil barris cada de capacidade. Dessas três unidades da fase piloto, apenas a primeira já tem local definido: será na área de Tupi.

O valor da produção esperado em 2017 será um pouco inferior à capacidade total das plataformas já previstas, porque se leva em consideração o declínio natural dos campos.

— Vamos ter um marco significativo de produção em 2017, mas ela vai continuar subindo — destacou Formigle.

O painel realizado ontem sobre o pré-sal lotou uma das salas do Riocentro, onde está sendo realizado o Rio Oil & Gás, com mais de 600 pessoas na platéia.

José Formigle informou que a futura produção de gás natural nos campos do pré-sal poderá ser parcialmente escoada por navios, em vez dos tradicionais gasodutos. Devido à grande distância da costa (mais de 300 quilômetros) e a questões ambientais, parte da produção nesses campos será transformada em Gás Natural Liquefeito (GNL) nas próprias plataformas, e transportada na forma líquida por navio. A Petrobras já está construindo dois terminais para receber GNL, um no Rio de Janeiro e outro no Ceará.

Analistas: petróleo a US$ 70 não inviabiliza pré-sal José Formigle não quis avaliar em que patamar o preço do petróleo — que tem caído nos últimos dias — inviabilizaria a produção no pré-sal. Mas, segundo especialistas, mesmo com o barril a US$ 70, o pré-sal continua atrativo.

Estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) aponta que este será o piso para o preço do petróleo em 2015.

Segundo o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, a expectativa de queda está apoiada na desaceleração do crescimento da demanda mundial e na expansão da produção. O estudo apresentado ontem pela EPE, que pela primeira vez projetou um cenário de longo prazo para o preço do petróleo, aponta uma desaceleração do crescimento mundial para 3,7% e 3,8% em 2008 e 2009.

Tolmasquim afirmou que o cenário de redução do preço do petróleo não afetará a produção no pré-sal, que tem custo de perfuração e extração superior ao de outros campos, localizado sem águas mais rasas.

— Dá para viabilizar o présal — resumiu Tolmasquim.

Para Helder Queiroz, economista especializado em energia da UFRJ, o preço do barril do petróleo continuará sua trajetória de queda no médio prazo. Mas Queiroz também não acredita que este recuo inviabilize a exploração e produção na camada pré-sal: — Em janeiro do ano passado, o preço do barril estava em US$ 57 e a Petrobras já fazia grandes investimentos em exploração na região — afirmou.



1/9/2008
Petrolíferas vêem risco na exploração do pré-sal


As discussões sobre a exploração do petróleo do pré-sal respingaram no modelo atual de concessões.

A complexidade de Tupi e o tamanho das reservas exigiria, segundo defendem alguns, um tempo maior para as licenças, que hoje é da ordem de 30 anos. "A viabilidade dos campos não está comprovada, só lá para 2026 vai chegar no pico da produção e em 2027 começa a recuperar o investimento", afirmou Ivan Simões Filho, diretor da British Petroleum (BP) e ex-diretor da ANP.

A mesma preocupação com relação ao tempo concedido para as empresas é exposta pelo analista Gustavo Gatass, do UBS. Segundo ele, Tupi deverá produzir 1,2 milhão de barris por dia em 2017, pouco mais da metade do que o Brasil produz atualmente.

O declínio do campo começaria em 2039, bem depois do fim da concessão. Mas nem para todos o fato de sobrar petróleo do campo para a União incomoda. "Trinta anos é um bom tempo para as empresas ficarem com essas áreas, considerando que vamos começar a produzir na metade da próxima década", disse o presidente da BG, Luiz Costamilan. O especialista do UBS calcula que os investimentos necessários para explorar o pólo de Tupi, que reúne sete blocos, se situam entre US$ 600 bilhões US$ 1,2 trilhão. O valor depende do tempo que se levaria para furar os poços, da vazão dos reservatórios e do preço das sondas.

Excluídas das discussões sobre a regulamentação do setor de petróleo, as petroleiras abandonaram o tom diplomático e resolveram atacar. Contra a criação de um novo marco regulatório, argumentam que existe forte risco exploratório nos campos do pré-sal, ao contrário do que defende o governo. Procuram mostrar que a adoção do sistema de partilha nas reservas ainda sem licitação provocaria confusão de todos os lados no pré-sal de Santos. Sem falar da falta de recursos da União para explorar as jazidas - que custaria até US$ 1,2 trilhão na pior das hipóteses.

O argumento do governo de que o modelo de exploração petrolífera no País deve ser mudado porque não há risco no pré-sal foi derrubado na sexta-feira no seminário "Os Desafios do Pré-Sal", promovido pelo Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) e a Fundação Getúlio Vargas. O presidente da Devon no Brasil, Murilo Marroquim, disse que mais de 100 poços foram perfurados na bacia de Campos na camada pré-sal sem sucesso. "Essa história de que não há risco no pré-sal não existe. Não há risco no pólo Tupi", disse. "O governo não pode criar um modelo para o pré-sal, pensando apenas em Tupi", alertou Marroquim, que também é coordenador do comitê de exploração e produção do IBP. Ivan Simões, por sua vez, afirma que a Petrobras obteve sucesso em cerca de 10% das tentativas de encontrar óleo no pré-sal da bacia de Campos. A produção de campos como Badejo, lembra ele, vem do pré-sal de Campos.

Costamilan, Marroquim e Simões apostam que haverá confusão na produção de Tupi se o governo adotar novas regras para as áreas que não foram licitadas e ficar comprovado que as reservas se interligam. "Como vai ser administrar as regras atuais, como royalties e participações especiais definidas, com novas alíquotas ou outro modelo na produção unificada?", questionam. Além disso, temem atraso na produção de campos já descobertos por causa da espera em definir as reservas das áreas não licitadas que podem ser contíguas a Tupi, Carioca e outros blocos no cluster de Santos. O presidente da Devon disse que a prática mundial determina que não se deve iniciar a produção até que as definições sobre a possível unitização sejam concluídas. A Petrobras, contudo avalia que é possível começar a produção antes da definição sobre a unitização, por meio de compensações no futuro.

Para o IBP, o atual modelo de concessão de áreas de petróleo deve ser mantido, com a continuidade dos leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP). E para remunerar o governo, considerando as grandes reservas do pré-sal, o instituto sugere aumento do valor cobrado pelos bônus de assinatura nos leilões e elevação das taxas pagas pelos investidores sobre a produção, como royalties e participação especial. O presidente do IBP, João Carlos de Luca, observou, porém, que as taxas devem levar em consideração o caráter volátil do preço do petróleo, para evitar que numa eventual queda da commodity o investidor não tenha sua produção inviabilizada. "O desenvolvimento do pré-sal vai demandar muitos recursos e deve se ter cuidado para não inviabilizar a exploração por lá, porque se o preço do petróleo cair tem que ter flexibilidade na taxação para que ela seja reduzida também", alertou Luca, também presidente da Repsol.

Por Gazeta Mercantil
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

wamaral

Citação de: Broker_Invest em Outubro 27, 2008, 14:03
Só não precebo porque é que a GALP não desce o preço do Gasoleo abaixo do 1€ em Espanha já está.
abraços e bons negocios.
Pergunta ao Sócras, isto de preços do gasóleo não depende só da refinação e das bombas.
Acho que sem imposto não pagariamos muito mais q em Espanha.

tiagodandre

Apenas um comentário...

Só para esclarecer, que a GALP não ficou mais pobre com as descobertas... ::)
Poderá adiar o ínicio dos projectos, mas não deixa de ter "O bilhete premiado" como diz o outro...

Tudo depende do NOVO plano de Investimento/Financiamento (continuamos à espera) que a empresa conseguir elaborar...o horizonte dos investimentos são a longo prazo, não é só para os próximos dois anos...

Até agora a GALP tem-se governado bem, sem ter níveis aceitáveis de exploração (apenas em África)...


De resto, já disse tudo o que tinha a dizer anteriormente, ...
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

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MikeC

Citação de: Broker_Invest em Outubro 27, 2008, 14:03
MikeC, a GALP está a desenhar uma bela cunha descendente  que é um sinal de BULL, mas como tinha referido no passado que a GALP iria aos 6€ e não falhei  ;) e ainda penso que ela possa ir mais perto dos 5€, muitos investidores pensavam que a GALP NUNCA iria a estes preços devido ao seu sector, agora vê-se que isto tudo tem haver com as quedas do crude.
Só não precebo porque é que a GALP não desce o preço do Gasoleo abaixo do 1€ em Espanha já está.

abraços e bons negocios.

Realmente é verdade. Mas a minha estratégia passa pelo seguinte: a Galp esta bear e, como tal, só estou "autorizado" a ganhar dinheiro shortando. Até acredito num possível ressalto mas por questões estratégicas não vou aproveitá-lo. Ainda para mais duvido dele lol.

Abraços bolsistas

tiagodandre

DJ Petrobras: Sub-sal Viável c/ Crude a $50/Barris -Imprensa

RIO DE JANEIRO (DJ Bolsa)- A energética estatal Petróleo Brasileiro (PBR) tem condições para explorar as promissoras reservas sub-sal nos actuais níveis da cotação do petróleo, disse um responsável da empresa ao diário brasileiro Valor Económico, esta segunda-feira.

"Posso garantir que a nossa camada sub-sal é viável (com os actuais preços) a $60. Também é viável a $50," disse Paulo Roberto Costa.

A forte quebra dos preços internacionais do petróleo e a turbulência financeira nos mercados financeiros globais levaram a Petrobras a adiar a apresentação do seu plano estratégico, que deverá incluir trabalhos de exploração na camada sub-sal dos seus blocos.

O actual plano estratégico, que cobre 2008 a 2012, prevê investimentos de $112 mil milhões.

Produzido para a Dow Jones Newswires pela Webtexto (+351 21 340 45 68) (EDC)


October 27, 2008 15:02 ET (19:02 GMT)
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

vitorrslopes

Citação de: tiagodandre em Outubro 28, 2008, 10:22
DJ Petrobras: Sub-sal Viável c/ Crude a $50/Barris -Imprensa

RIO DE JANEIRO (DJ Bolsa)- A energética estatal Petróleo Brasileiro (PBR) tem condições para explorar as promissoras reservas sub-sal nos actuais níveis da cotação do petróleo, disse um responsável da empresa ao diário brasileiro Valor Económico, esta segunda-feira.

"Posso garantir que a nossa camada sub-sal é viável (com os actuais preços) a $60. Também é viável a $50," disse Paulo Roberto Costa.

A forte quebra dos preços internacionais do petróleo e a turbulência financeira nos mercados financeiros globais levaram a Petrobras a adiar a apresentação do seu plano estratégico, que deverá incluir trabalhos de exploração na camada sub-sal dos seus blocos.

O actual plano estratégico, que cobre 2008 a 2012, prevê investimentos de $112 mil milhões.

Produzido para a Dow Jones Newswires pela Webtexto (+351 21 340 45 68) (EDC)


October 27, 2008 15:02 ET (19:02 GMT)


O presidente da OPEP afirmou, no final da passada semana, que estes projectos deverão ser adiados. Uma convicção baseada nas dificuldades de financiamento devido à crise de crédito mundial.

Desenvolver estes campos, localizados na plataforma marítima, poderá envolver investimentos na ordem dos 100 mil milhões de dólares (80 mil milhões de euros), uma verba que terá que ser financiada inevitavelmente pela banca estrangeira.

Afinal, em quem deveremos acreditar? Tupi, Iara serão para explorar ou para congelar até virem novas marés?

carlosdeteruel

Acho que deve ler com atenção o poste anterior em que é referido que mesmo a 50 usd/barril será viável a exploração do crude naquela região.
Quem já tem petróleo em grandes quantidades não lhe convem que haja mais um concorrente de toma e então lança estas  atuardas para fazer cair o titulo,não lhe parece?

manuelbelinha

Boa tarde

Como previa o PSI ontem quase bateu nos 5000 pontos..será que agora vai recuperar com a baixa de juros e do petróleo? Esperemos que sim.

A Galp ontem bateu no minimo..espera novas notícia da OPEP.

Fugiram os especuladores..temos agora os investidores?

Cumprimentos

Manuel Belinha

vitorrslopes

Citação de: carlosdeteruel em Outubro 28, 2008, 13:09
Acho que deve ler com atenção o poste anterior em que é referido que mesmo a 50 usd/barril será viável a exploração do crude naquela região.
Quem já tem petróleo em grandes quantidades não lhe convem que haja mais um concorrente de toma e então lança estas  atuardas para fazer cair o titulo,não lhe parece?
Então e se for a Petrobras que estiver a fazer bluff?
Gastou milhões na pesquisa e agora vê em mãos um campo que não é rentável

bp1511

Só podes estar a gozar.

Bateu tanto ontem como hoje. Vamos fazer o seguinte quando bater nos 5000 pontos, fazemos todos aqui uma "5000 pontos parade".

Até lá não volte a falar neles, pelo menos todos os dias.Uma vez por semana chega, somos esquecidos mas não tanto...

Já me começas a lembrar o "calamity chinês"

Fica bem, foi um desabafo...


manuelbelinha

Boa tarde

Isto já estou a ver a coisa que não está para bom humor.

A minha ideia era só e apenas saber a correspondência
entre os 5100 pontos em 2002 e os 5800 de agora...

Penso que chegou a hora dos investidores
começarem a entrar lentamente
mas cuidado com as recaidas.

Será o caso da Galp?

Cumprimentos

Manuel Belinha




vitorrslopes

O administrador da Galp Energia, José António Marques Gonçalves, comprou 35.200 acções da petrolífera, tendo investido mais de 265 mil euros, de acordo com um comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Tendo ele mais informação do que qualquer outro investidor...