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Galp - (GAL.LS)

Iniciado por Pedro Miranda, Novembro 28, 2007, 22:22

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tiagopt

A vencedora da semana foi a Galp, ganhando por apenas um voto à Portucel.
Antes de começar com a análise propriamente dita, vamos falar um pouco sobre pontos de suporte. Um suporte é um ponto que, por uma oscilação positiva nas cotações, marcou os investidores e especuladores. Muitas vezes surge após ter havido uma subida considerável ou por se ter dado uma inversão de tendência descendente.
Ao ser atingido mais tarde, esse ponto vai ser recordado pelos investidores. Para alguns, pelo dinheiro que ganharam. Para outros, pelo dinheiro que poderiam ter ganho.
Há pouco mais de dois anos atrás, a Galp foi colocada em bolsa por 6€. A operação foi um autêntico sucesso e praticamente todos os que subscreveram acções tiveram lucro. Os que as aguentaram até à explosão pós-tupi conseguiram duplicar ou mesmo triplicar o seu investimento no espaço de um ano.
Todos esses investidores que participaram no lançamento em bolsa tiveram a oportunidade de rever a cotação há pouco tempo atrás ao mesmo valor que lhes tinha proporcionado um excelente negócio. É óbvio que os lucros conseguidos no passado vieram ao pensamento e muitos desses investidores reentraram na Galp.
Essa força compradora nos 6€ conseguiu inverter uma queda espantosa de 53% no espaço de um mês. E com a velocidade que caiu, rapidamente voltou a recuperar e já soma uma subida de 42% desde o fundo.
A grande questão neste momento é: inversão de tendência ou correcção técnica?
Bem, na verdade é difícil sabermos com clareza. Ao analisá-la apercebi-me que dois cenários completamente distintos poderão estar em construção. É neles que nos vamos debruçar um pouco

Cenário 1: Reversal H&S
Este é o cenário em que os nossos cérebros bullistas querem pensar. Segundo este cenário, atingimos o fundo nos 6€ e estamos perto de quebrar a neckline de um monstruoso H&S invertido com uma projecção a apontar para a sólida resistência dos 14€.
Aparentemente, tem tudo para dar certo. Todos os seus constituintes se encontram presentes, como mandam as regras. Quer dizer... todos menos um. O volume.
E é este "pequeno" pormenor que me faz olhar com alguma cautela para este cenário. Num H&S invertido o volume é extremamente importante, muito mais do que no convencional H&S. Isto porquê? Porque para existirem quedas é apenas necessária a inércia da cotação, enquanto para as subidas com solidez é necessário que a força compradora aumente visivelmente.
Num cenário ideal, o volume teria de aumentar após a constituição da cabeça e aumentar ainda mais após a formação do segundo ombro. Neste caso, tal não se verifica. À excepção das três últimas sessões (duas de descida e só uma de subida), o volume é mediano. Alguns autores defendem que uma H&S invertida sem correspondência do volume deve ser ignorada.
Eu não a ignoraria, porque ainda pode acontecer algo encorajador: A quebra da neckline com um aumento drástico de volume. Se em todas as H&S invertidas este acontecimento é importante, nesta assume-se como fundamental. Se o volume não aumentar significativamente na rotura da neckline, estamos perante uma figura sem validade, pelo que a projecção deve ser ignorada.

Cenário 2: Triângulo em formação

O segundo cenário seria um hipotético triângulo simétrico que se encontra em formação. Digo hipotético pois é cedo de mais para se concluir que um triângulo vai ser construído, mas pode vir a acontecer. Se assim fosse, as cotações não poderiam ultrapassar a linha limite superior e teriam de se retrair até perto dos 6€ novamente. A linha a tracejado é neste momento uma LTa de curto/médio prazo, que teria de ser quebrada para este triângulo ganhar pernas para andar.
  Como se esperaria num cenário destes, os volumes são crescentes na descida e depois vão diminuindo à medida que a figura se constrói. De qualquer forma, é só ainda uma possibilidade, com muitas provas a dar antes de poder ser encarada com mais realismo.


Estamos num ponto-chave para se decifrar o que vai acontecer no médio prazo. Dos dois cenários que construí, nenhum me satisfaz na totalidade. Ambos são vagos e contêm incongruências que não me agradam. Neste momento não tenho qualquer posição na Galp e assim devo continuar por mais algum tempo. Existem duas possibilidades que me levarão a entrar longo: Uma quebra em alta dos 9€ com volume ou uma retracção até aos 6€. Se conseguir aproximar-se da zona dos 10.8-11€, será uma excelente oportunidade para entrar curto, dada a força dessa resistência.
Para os próximos tempos, há que ter também em atenção esta divergência desde as duas últimas semanas entre o preço do crude e a cotação da Galp. É sem dúvida um sinal a ter em conta. Mas deixarei esse tema para outra altura, já que mais uma vez consegui quebrar a promessa de escrever uma análise curta e pouco maçuda :)
Surfar a Tendência - Actualizações Diárias

tiagopt

Peço aos moderadores para colocarem este post dentro do tópico da Galp, por lapso criei um novo tópico  ::)
Surfar a Tendência - Actualizações Diárias

manuelbelinha

Bom dia

Esta Galp ainda vai dar muito money..há que aguardar por melhores notícias.

O gráfico está óptimo...será que o petróleo vai ajudar com a reunião da OPEP?

Cumprimentos

Manuel Belinha

enid

Caro manuelbelinha, estou igualmente convencido que a GALP ainda tem muito para dar, penso que sim, mas não devemos perder de vista que o petróleo pode ainda abaixar muito mais, para mim a GALP poderá ir para cima dos 10 euros, mas por enquanto não. Espero me enganar.
UM abraço

Broker_Invest

Por norma os triângulos quando são quebrados é para cima, mas.... por vezes a excepções  :-\

Bons negócios.
Não há mal que perdure e bem que dure sempre

cyborg

boas a todos

cuidado que esta já me enganou uma vez... parecia um triplo fundo nos 11 depois quebrou e foi o que se viu ;D

cunps
www.dreamtech.pt

bons negócios

manuelbelinha

Bom dia

Nunca fiando..

tiagopt

Citação de: Broker_Invest em Novembro 18, 2008, 00:21
Por norma os triângulos quando são quebrados é para cima, mas.... por vezes a excepções  :-\

Bons negócios.
Broker, por norma os triângulos quebram no sentido da tendência vigente. Mas por vezes há excepções. Abraço
Surfar a Tendência - Actualizações Diárias

tiagodandre

#533
 
DJ Repsol/Presd: Crise Encarece Projectos na América Latina

MADRID (DJ Bolsa)- A actual crise financeira deve tornar os projectos de exploração de petróleo e gás da América Latina mais caros, disse Antonio Brufau, presidente da petrolífera espanhola Repsol-YPF (REP) esta quarta-feira.

Os prémios de risco para financiar os projectos de energia já não existem e alguns projectos na região podem mesmo tornar-se inviáveis, disse Brufau num discurso em Madrid. Um aumento da aversão ao risco tornou o acesso ao crédito na América Latina mais difícil, acrescentou.

Com projectos no sector do petróleo e do gás a precisarem em regra de seis a sete anos de maturação, a empresa tem de avaliar com muito cuidado quais os projectos que devem avançar, disse Brufau.

A América Latina contribuiu actualmente para mais de 65% dos resultados da Repsol antes de juros, impostos, amortizações e depreciações, adiantou o presidente da Repsol.

Company Web site: http://www.repsol.com

Produzido para a Dow Jones Newswires pela Webtexto (+351 21 340 45 68) (BLC)

November 19, 2008 06:44 ET (11:44 GMT)



DJ Repsol, Petrobras Dizem Petróleo Mín $50 p/ Projectos Santos

MADRID (DJ Bolsa)- O presidente da petrolífera espanhola Repsol-YPF (REP) disse esta quarta-feira que está de acordo com o presidente da Petroleo Brasileiro SA (PBR) quando este disse que o petróleo precisa de estar a negociar a um mínimo de $50 por barril para que os projectos nas áreas pré-sal da Base de Santos no Brasil sejam viáveis.

Questionado sobre a que preços é que são viáveis os novos projectos no Brasil, o presidente da Repsol, Atonio Brufau, disse à Dow Jones Newswires: "O presidente da Petrobras (Sergio Gabrielli) já disse, nos $50."

A actual crise financeira deverá tornar os projectos de petróleo e gás mais caros em todo o mundo, disse Brufau.

A Repsol e a petrolífera do Estado brasileiro Petrobras têm participações nos blocos de petróleo na Base de Santos, onde algumas das maiores reservas de petróleo foram recentemente descobertas.

Site da Empresa: http://www.repsol.com

Produzido para a Dow Jones Newswires pela Webtexto (+351 21 340 45 68) (BLC)

November 19, 2008 09:31 ET (14:31 GMT)

"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre


Queda no preço do petróleo pode adiar projetos de petrolíferas
16/10/2008 | 20:44 | Agência Estado

A queda nas cotações do petróleo pode adiar projetos da indústria petrolífera em todo o mundo, incluindo os investimentos no pré-sal brasileiro. A opinião é de especialistas do setor, que vêm uma desaceleração dos investimentos à luz dos novos preços. Nesta quinta-feira, o petróleo Brent fechou o pregão na Bolsa de Londres a US$ 66,32 por barril. Já o WTI, negociado em Nova York, terminou o dia cotado em US$ 69,85, menor cotação desde agosto de 2007.

A queda, que já supera os 50% desde o recorde de US$ 150 por barril atingido em julho, reflete em grande parte o temor de desaceleração da economia mundial e, em conseqüência, do consumo de combustíveis. Movimento que já vem sendo verificado nos Estados Unidos: segundo o Departamento de Estado, a demanda americana por petróleo nas quatro semanas encerradas em 10 de outubro foi de 18,614 milhões de barris por dia, queda de 8,9% ante o mesmo período de 2007.

É consenso entre especialistas que esse cenário vai provocar adiamento de projetos, principalmente aqueles de produção não-convencional, como as areias betuminosas canadenses ou em águas muito profundas. Isso porque essas fontes só se sustentam com petróleo em alta. "Os projetos de elevado custo terão que ser adiados (mas não cancelados) enquanto os operadores não conseguirem encontrar engenharia para reduzir os custos", aponta, em relatório, o analista Emerson Leite, do Credit Suisse, que exclui o pré-sal dos projetos em risco.

No que diz respeito ao Brasil, os especialistas ouvidos pelo Grupo Estado concordam que os grandes projetos de refino anunciados recentemente pela Petrobrás, como as refinarias do Maranhão e do Ceará, estão mais sujeitos a modificações. E não descartam efeitos sobre os investimentos previstos para desenvolver as reservas gigantes do pré-sal. Principalmente se as cotações se mantiverem nos níveis atuais por muito tempo, como acredita a analista da Itaú Corretora, Paula Kovarsky.

"Se estivermos certos a respeito de uma correção para baixo dos preços, a atratividade do pré-sal pode ser questionada ou as companhias podem perder o interesse em assumir altos riscos de produzir em condições tão extremas", alerta Paula, também em relatório distribuído ontem. Ela prevê uma cotação em torno dos US$ 80 no curto prazo, caindo para US$ 75 no médio e longo prazos.

O professor Edmar Almeida, do Instituto de Economia da UFRJ destaca que, além de reduzir a geração de caixa das companhias, o petróleo em baixa tem efeito sobre seu valor de mercado, o que reduz a capacidade de endividamento. De fato, as ações da Petrobrás vêm se movendo a reboque das cotações e, só ontem, caíram 7,50% (PN) na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), enquanto o principal índice da bolsa, o Ibovespa, fechou em baixa de apenas 1,06%.

"As empresas terão que rever seus planos, ser mais seletivas na escolha de projetos", diz Almeida, para quem, mesmo com uma melhora sensível nos mercados financeiros, o crédito permanecerá mais escasso. Nas contas de Leite, do Credit Suisse, com petróleo a US$ 80, a Petrobras teria que buscar no mercado US$ 43 bilhões para financiar os projetos já anunciados para o período entre 2009 e 2013. Com petróleo a US$ 65, a necessidade de captação sobe para US$ 68 bilhões.

A Petrobras avalia neste momento seu planejamento estratégico para o período, cuja divulgação já foi adiado por conta das incertezas geradas pela crise econômica. Embora reconheça que a escassez de crédito e a queda do petróleo mereçam atenção, a direção da empresa ainda insiste que não haverá adiamento de projetos. Leite calcula que o novo plano vai demandar US$ 163 bilhões em investimentos, contra US$ 112 bilhões do plano atual.



Petrobras adia divulgação do Plano de Negócios para o final do ano
17/10/2008 | 20:18 | Agência Brasil

A Petrobras decidiu adiar para o final do ano a divulgação do Plano de Negócios para o período 2009-2013, já com a previsão de investimentos para a área do pré-sal.

A decisão foi tomada nesta sexta-feira (17), em reunião do Conselho de Administração da companhia, na sede da estatal, no Rio de Janeiro, com a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.

O Plano de Negócios seria divulgado neste mês, mas a empresa considerou necessário concluir as análises dos projetos, frente s novas condições conjunturais da economia mundial.

Para o período 2008-2012, o Plano de Negócios da companhia prevê investimentos da US$ 112,4 bilhões de dólares, recursos que aumentariam significativamente, em razão de centenas de bilhões de dólares, necessários para desenvolver os projetos dos mega-campos na área do pré-sal, na Bacia de Santos.

Em dois campos Tupi e Iara as perspectivas das reservas de óleo recuperável variam entre 7 bilhões e 12 bilhões de barris de petróleo. As reservas atuais do país totalizam pouco mais de 14 bilhões de barris de óleo equivalente.

Apesar do adiamento da divulgação do Plano de Negócios 2009-2013, a Petrobras tem confirmado que a crise financeira internacional não prejudicará as atividades de exploração e produção do pré-sal, uma vez que o grande volume de investimentos nacionais está previsto para os próximos anos.



Petrobras adia projetos e prioriza campos com petróleo leve
Ter, 18 Nov, 04h27 Por Rodrigo Viga Gaier

RIO (Reuters) - A crise financeira mundial e a queda do preço do barril de petróleo no mercado internacional forçaram a Petrobras a adiar alguns projetos da carteira de exploração e produção, segundo o gerente geral de Exploração e Produção da estatal, José Jorge de Moraes Junior.

Ele garantiu que o adiamento não vai comprometer a curva de produção da companhia no curto prazo e frisou que os projetos de petróleo leve, de maior valor no mercado, ganham mais espaço e prioridade no portifólio da estatal.

"Quando o petróleo cai de 140 dólares para 60 você tem impacto na geração de caixa da empresa, que é responsável pela manutenção de projetos de curto prazo. São nesses projetos que temos que fazer ajustes", disse a jornalistas depois de participar do 8o Congresso Brasileiro de Energia, no Rio.

"São projetos que não impactam a curva de produção em 2009 e 2010, mas podem impactar não significativamente a partir de 2012 ou 2013...Projetos de antecipação de produção ou de aumento da produção de óleo pesado podem ficar para depois", acrescentou sem revelar os projetos adiados e os volumes que eles representariam.

Os detalhes sobre o adiamento serão revelados pela Petrobras no novo plano de negócios da companhia, previsto para ser divulgado em dezembro.

Ele informou no entanto que em 2009 o campo de Tupi, na bacia de Santos, deverá ser delimitado, enquanto a empresa pretende trabalhar nos campos de Iara, Júpiter e Ogum para obter mais informações.

Até o momento, apenas Tupi e Iara tem estimativas de reservas, sendo entre 5 e 8 bilhões de barris de óleo equivalente para o primeiro e entre 3 e 4 bilhões para o segundo.

Ele confirmou também que além do teste piloto de Tupi, que vai produzir 100 mil barris diários a partir de 2012, a empresa pretende fazer mais dois testes com o mesmo volume, em campos ainda não definidos.


10a RODADA

Embora ainda não tenha se qualificado oficialmente para a décima rodada de áreas de petróleo e gás natural do governo brasileiro, programada para dezembro, a Petrobras vai participar do leilão, segundo Moraes Junior.

O executivo acrescentou que os blocos maduros e os localizados em nova fronteira interessam à companhia.

"As áreas maduras estão em Potiguar, Sergipe-Alagoas e Recôncavo. Nesssa áreas já temos produção instalada, dutos, estações, etc. O custo para nós é menor do que qualquer outra companhia. São áreas importantes que merecem carinho", afirmou o executivo.

"Vamos participar sim, mas não sabemos se vamos participar de 130 blocos ou de um só. Acho que vamos entrar nos dois (maduro e nova fronteira)", acrescentou.

Até agora, apenas oito empresas se qualificaram para a décima rodada --contra média acima de 30 empresas das outras rodadas, que trazem áreas no mar-- e o prazo final de habilitação é na próxima sexta-feira.

(Edição de Denise Luna)

"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

bp1511


JPM

Citação de: bp1511 em Novembro 19, 2008, 18:23
Fecho interessante... ;)
pode~se saber o que tem de interessante?

manuelbelinha

Boa tarde

Pelos visto o triangulo quebrou pela base..quem será que está a sair?
Os italianos da ENI não devem ser de concerteza...

Lá vai ela atrás do petróleo outra vez..ontem subiu hoje desce.
Amanhã já se vê...o melhor é ir esperar que o crude bata no fundo.
Alguém tem gráficos do brent?

Nunca fiando..

Cumprimentos

zimermann

Estimativas da Galp sobre pré-sal são positivas para Petrobras, afirma Santander

Por: Giulia Santos Camillo
19/11/08 - 16h05
InfoMoney


SÃO PAULO - Em mais um número de seu relatório acerca das notícias e análises sobre o desenvolvimento das reservas do pré-sal, o Santander ressalta os "comentários encorajadores" do presidente da Galp Energia, Manuel Ferreira de Oliveira, sobre os ativos da empresa na região.

Parceira da Petrobras em diversos blocos do pré-sal, a Galp Energia aumentou as expectativas de 700 milhões de barris para 1 bilhão de barris de recursos recuperáveis nos poços de Tupi e Iara, conforme afirmou o executivo, em teleconferência. Já para outros poços, como Júpiter, Bem-te-vi e Caramba, a Galp estima um volume adicional entre 1 bilhão e 1,5 bilhão de barris de recursos recuperáveis.

Ademais, os analistas do Santander ressaltam também a declaração do presidente da companhia de que se sente confortável em continuar investindo no desenvolvimento da região, mesmo com a queda expressiva no preço do petróleo no mercado internacional.

Júpiter e Tupi
Afora os comentários de Oliveira, o progresso do projeto também é destacado pelo banco, principalmente no que se refere ao desenvolvimento do campo Tupi, que continua dentro do cronograma, e a conclusão dos testes em Júpiter, que comprovaram maior conteúdo de óleo e dióxido de carbono do que o previsto.

Perspectivas
Avaliando as notícias a partir de seus impactos para os papéis de petrolíferas brasileiras, os analistas as consideram positivas para a Lupatech (LUPA3), em função da continuação dos investimentos da Petrobras (PETR3; PETR4). E para a estatal porque "esses comentários significam que o tamanho do campo Tupi atinge a faixa superior (estimada pela Petrobras em 5 bilhões a 8 bilhões de barris de óleo equivalentes) e Iara (3 bilhões a 4 bilhões de barris), e também oferecem sinais muito encorajadores sobre o tamanho potencial de Júpiter, Bem-te-vi e Caramba", segundo o banco.

manuelbelinha

Boa tarde

Esta Galp desta vez vai ao preço da privatização..esperemos para ver.

O petróleo continua a descer..e o PSI aproxima-se dos 5000 pontos.

Cumprimentos

Manuel Belinha