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Mota Engil - (EGL.LS)

Iniciado por rounders, Dezembro 15, 2007, 17:18

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Nyk

Mota-Engil desceu custo da Douro Interior para 696 milhões


O consórcio da Mota-Engil reduziu para 696,566 milhões de euros o montante a pagar pela Estradas de Portugal pela concessão Douro Interior. Ligeiramente abaixo dos 696,572 milhões que propôs na primeira fase do concurso.

Com esta proposta final reformulada, o agrupamento voltou aos valores apresentados na primeira fase do concurso, de forma a dar resposta às reservas levantada pelo Tribunal de Contas na recusa do visto prévio a este contrato. O consórcio tinha aumentado o valor a pagar pela EP pela disponibilidade da infra-estrutura para 757,33 milhões de euros na segunda fase.

No acórdão do TC hoje aprovado, que concede o visto prévio ao contrato reformado, é referido que a Mota-Engil apresentou novos valores para a remuneração por disponibilidade a pagar pela EP, que, implicando um pagamento nominal total de 1.711 milhões de euros, representam um Valor Actualizado Líquido (VAL) do esforço financeiro do concedente de 696,566 milhões de euros.

A proposta reformada contemplou alterações ao contrato de subconcessão, quer no que respeita à reposição do equilíbrio financeiro e compensações ao concedente quer no que respeita ao refinanciamento da subconcessão e partilha de benefícios

No primeiro caso, a EP é compensada "no caso de haver lugar a uma reposição do equilíbrio financeiro da subconcessão, subsequente à assinatura do contrato, por motivo de alteração das circunstâncias resultantes do agravamento anormal das condições dos mercados financeiros", é referido no acórdão.

A EP passa também a ser o único beneficiário dos impactos favoráveis de um refinanciamento da subconcessão, no caso de haver lugar a uma reposição do equilíbrio económico-financeiro da subconcessão subsequente à assinatura do contrato. Isto até que se atinjam as condições fixadas no contrato, antes dessa reposição.



SwingTrader

Sistema fecha short

XPLOD

Mais uma acção do nosso Psi20 no qual nos pode dar mais uns euros para a nossa carteira,pelo gráfico ordem de compra hoje com um stop na linha ascendente como 1º target +- 3,5 ou então um teste a linha de tendência descendente +-3,6-

Nyk

Mota-Engil compra empresa de resíduos em São Paulo no próximo mês

O grupo Mota-Engil já tem acordada a compra de uma empresa de recolha e tratamento de resíduos em São Paulo, no Brasil. "A compra será formalizada durante o próximo mês", garantiu António Mota, presidente do grupo.

"Estamos a finalizar [as negociações]. O acordo está formalizado, falta assinar. Durante o próximo mês será formalizada a compra de uma empresa, na área do ambiente, em São Paulo", revelou António Mota, presidente da Mota-Engil, esta tarde, aos jornalistas, no final da assembleia geral de accionistas do grupo, que decorreu no Porto.

A empresa a adquirir no Brasil actua na recolha e tratamento de resíduos. Questionado pelo Negócios sobre a dimensão desta operação, Mota disse apenas que se trata de "uma empresa razoável".

"Neste momento estamos no Brasil com uma concessão rodoviária de 400 quilómetros, vamos durante o próximo mês formalizar a compra de uma empresa na área do ambiente, e esperamos que a curto prazo tenhamos outros anúncios [de compras] a fazer", afirmou António Mota.



Nyk

Presidente da Mota-Engil admite levar troço Lisboa-Poceirão a tribunal


O presidente da Mota-Engil não aceita perder o concurso do TGV Lisboa-Poceirão. "Contestaremos até ao final", afirmou. É um caso para ser dirimido em tribunal? "Provavelmente terminará aí", admitiu António Mota.

António Mota não aceita a decisão preliminar do júri do concurso para o troço Lisboa-Poceirão da Alta Velocidade, que classificou em primeiro lugar o agrupamento Tave Tejo, do consórcio dos espanhóis da Ferrovial, secundarizando a proposta do consórcio Altavia, que é liderado pela Mota-Engil

"Nós achamos que a nossa é a única proposta séria que foi apresentada, por isso contestaremos até ao final", garantiu ao Negócios o presidente da Mota-Engil, esta tarde, no final da assembleia geral de accionistas, que decorreu no Porto.

"Recebemos um relatório, contestamos esse relatório, e falta agora que haja a decisão final", disse.

Caso a decisão final seja contrária aos interesses da Mota-Engil, admite levar este processo tribunal? – questionamos. "Não sei, não sou jurista. Mas contestaremos de todas as formas. Se não ganhar, vou contestar – não sei se a decisão é administrativa ou se é de tribunal, não sei, mas provavelmente terminará aí", admitiu António Mota.


SwingTrader

Sistema voltou a shortar Mota

Fenicio

Mota Engil - 01/04/2010

Com o fecho de quinta-feira, que registou uma valorização de 0,52% para os € 3,26, a Monta Engil posiciona-se mesmo a meio entre o seu suporte dos € 3,00 e a sua resistência dos € 3,50.

Apesar daquela Linha de Tendência Ascendente (LTa) de curto prazo estar a ser relativamente bem respeitada, trata-se de uma LTa ainda não confirmada, pelo que convém não nos fiarmos em demasia. Para além disso, os seus indicadores técnicos continuam neutros, o que pode vir a indicar o início de um período de lateralização mesmo ao virar da esquina.





Mercado Fenício

Análises Técnicas sobre os principais títulos europeus e norte-americanos. Actualização diária!

Nota: As análises apresentadas constituem artigos de opinião do autor, não devendo ser entendidos como recomendações de compra e venda ou aconselhamento financeiro.

Nyk

Mota-Engil paga dividendo de 11 cêntimos a partir de 30 de Abril


A Mota-Engil vai pagar o dividendo de 11 cêntimos, referente aos lucros de 2009, no próximo dia 30 de Abril. As acções da construtora negoceiam, assim, sem direito ao mesmo a partir de dia 27 do mesmo mês.

"Nos termos legais, avisam-se os senhores accionistas que, de acordo com o deliberado em Assembleia Geral de 31 de Março de 2010, se encontra a pagamento, a partir de 30 de Abril de 2010, o dividendo relativo ao exercício de 2009", informou a construtora em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

No Relatório & Contas de 2009, a empresa revelou em Março que iria propor "o pagamento de um dividendo de 11 cêntimos por acção", um valor igual ao pago no ano passado. Isto apesar de em 2009 os lucros da Mota-Engil, à custa de um ganho de 40 milhões de euros com a participação na Martifer, terem mais que duplicado para 71,7 milhões de euros.

No comunicado de hoje, a Mota-Engil diz ainda que o "processar-se-á através da Central de Valores Mobiliários de acordo com o Regulamento em vigor, visto se tratar de valores mobiliários escriturais, sob o código MEN AE" e que os accionistas "abrangidos por qualquer isenção ou dispensa legal de retenção na fonte de IRS/IRC de que beneficiem, deverão fazer prova de tal facto junto das entidades registadoras ou depositárias das acções, até ao dia de início do pagamento do dividendo".



Nyk

BPI corta "target" da Mota-Engil em 14% para 3,55 euros



O BPI reviu hoje em baixa o seu preço-alvo para a Mota-Engil para os 3,55 euros, face aos anteriores 4,15 euros, para reflectir a dívida líquida superior às estimativas em 2009. A recomendação subiu de "neutral" para "acumular".

Numa nota de "research" a que o Negócios teve acesso, o BPI justifica o corte de "target" com o aumento da dívida líquida em 2009 em 103 milhões de euros, acima das expectativas e a introdução de um prémio de risco de 0,75% para Portugal (-5%).

Ainda assim, o banco de investimento elevou a recomendação para as acções da companhia para "acumular".

"A negociar com um EV/EBITDA de 4,9 vezes sem concessões, as mudanças regulatórias com impacto no portfólio de construção, a elevada alavancagem operacional da sua unidade de portos principais e a possível entrada no mercado de serviços brasileiro fornece potencial" à nossa recomendação, adianta a equipa de analistas na mesma nota.

O "research" realça ainda que a orientação para 2010, "acima das nossas expectativas nos serviços, que resultou numa forte performance no trimestre, levou-nos a uma revisão em alta".

O BPI adianta ainda que o grupo deverá manter por agora as concessões rodoviárias, através da Ascendi. No entanto, não exclui o desinvestimento destes activos no futuro para financiar oportunidades de crescimento.

"A monetização dos activos angolanos ao vender 49% a parceiros locais, deverá ajudar a desalavancar o balanço, embora tenha impacto negativo nos resultados", acrescenta o banco.


Fenicio

Mota Engil - 12/04/2010

Apesar de ter encerrado "flat" a sessão desta segunda-feira, a Mota Engil continua a seguir calmamente na sua tendência bullish de curto prazo, chegando mesmo a desenhar de forma clara uma Linha de Tendência Ascendente (LTa) razoavelmente precisa.

Numa perspectiva de médio prazo, a cotação segue mesmo a meio entre o seu suporte dos € 3,00 e a sua importante resistência dos € 3,50, uma situação que, aliada aos seus indicadores neutros, poderá vir a afastar os investidores no futuro a curto prazo, pelo que convém encarar com cautela novas entradas neste título.





Mercado Fenício

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Nota: As análises apresentadas constituem artigos de opinião do autor, não devendo ser entendidos como recomendações de compra e venda ou aconselhamento financeiro.

Nyk

Polónia, República Checa e Eslováquia são prioridade a Leste da Mota-Engil


Polónia, República Checa e Eslováquia são os países prioritários da actuação da Mota-Engil na Europa Central. A construtora portuguesa criou, mesmo, a Mota-Engil Central Europe para endereçar o Leste europeu, que resultou da nova abordagem ao negócio na região.

E recentrou actividades na Polónia, República Checa e Eslováquia, explicou ao Negócios o administrador do grupo Ismael Gaspar, que se encontra na comitiva empresarial que se juntou ao Presidente da República, Cavaco Silva, na visita à República Checa.

A Mota-Engil tem uma empresa neste país, onde está há cerca de 10 anos. O principal negócio na República Checa é construção, mas Ismael Gaspar admite poder haver oportunidades para outros negócios do grupo, nomeadamente na área de serviços e ambiente. Ainda assim na área da rodovia, a República Checa está já relativamente bem infra-estruturada nos eixos principais, estando a desenvolver eixos secundários e terciários.

A subsidiária na República Checa vai, no entanto, ter oportunidade de participar na concessão ganha pela Mota-Engil, num consórcio com a Bouygues, na Eslováquia. O concurso foi ganho já há mais de um ano, mas só agora o contrato será concluído.

Ismael Gaspar acredita que até ao final de Abril será a assinatura definitiva. Esta obra tem dois negócios para a Mota-Engil, o de construção e o de concessão. A Mota tem 20% do consórcio. Na concessão será através da Ascendi que a operação portuguesa entrará. O negócio tem, também, associado parceiros eslovacos. Para um troço de 70 quilómetros serão investidos três mil milhões de euros. As obras, garantiu Ismael Gaspar, já começaram e durarão cerca de três anos. A concessão é para 30 anos.

A liderança da Mota-Engil na Europa Central está em quadros portugueses mas que estão há muitos anos nestes mercados. Mas a formação de quadros locais é constante, nomeadamente através da Academia Active School. E este ano pela primeira vez quadros do Malawi vão ter formação na Europa Central. E na Europa Central a Mota-Engil lançou o desafio a alguns quadros de aprenderem português. Afinal, a Mota-Engil é uma empresa internacional, mas portuguesa.

Além da Europa Central, a Mota-Engil concentra a sua actividade internacional em África e América Latina.


Buysantander

Mota-Engil em ponto de possivel compra

Data de ex-dividendo 27 de Abril e pagamento de dividendo a 30 de Abril

EBITDA vai crescer em 2010 mas resultado liquido pode sofrer diminuição superior a 50%
Recuperando em 2011 para valores perto dos 70 milhões de euros

Buysantander

#72
Depois de vendas tresloucadas que colocaram a Mota-Engil nos 2.91 parece que os generais ursos pararam para almoçar, e os touros resistem nos 2.968 com um pequeno mas aparentemente forte exército.

Será de aproveitar esta pausa dos ursos para investir sobre os 3 euros?

Carrejao

Bem, não hesito em me incluir na categoria dos bois.  É-me perfeitamente indiferente este período de queda da EGL. Esta queda tem 90% a ver com o período que o país está a atravessar e 10% a ver com o desempenho da EGL, sendo o mais recente a questão do Porto de Lisboa. Da minha parte, não vendo nem que caia para 1,0€.

Se é de investir neste título ? Penso que haverá melhor no momento de queda a que temos vindo a assistir nas últimas 48h.

Espero francamente que amanhã seja mais um dia de quedas. Para que no fim-de-semana possa estudar convenientemente a situação, para então gozar de alguma bonança no início da próxima semana, nomeadamente na escolha criteriosa do título a investir. O Psi20 está bastante atractivo para quem gosta de comprar excepcionalmente barato.

Cumps,
Carrejao

Nyk

Negócio da Mota-Engil em Angola atenua quebra em Portugal


A Mota-Engil registou um aumento do volume de negócios na área de construção em Angola de 42% no primeiro trimestre do ano, enquanto no mercado nacional a quebra foi de 17%.

De acordo com o relatório de gestão e informação financeira consolidada intercalar dos primeiros três meses, em Angola o grupo registou na área da Engenharia & Construção um volume de negócios de 107 milhões de euros, quando em Março de 2009 tinha ficado pelos 75 milhões.

O segmento África contribuiu com um volume de negócios de 134 milhões de euros, 42,5% acima dos 94 milhões registado há um ano.

No total, o volume de negócios da área da Engenharia & Construção atingiu os 328 milhões de euros, crescendo 2% face ao primeiro trimestre de 2009. "Em Portugal, apesar da performance no primeiro trimestre, mantém-se a expectativa de recuperação dos atrasos decorrentes, principalmente, das condições meteorológicas", refere o grupo, acrescentando que "de igual forma, a actividade na Europa Central foi fortemente afectada por um Inverno excepcionalmente rigoroso, mas a carteira de encomendas permite antecipar a recuperação dos atrasos nas obras em curso".

Em Fevereiro passado, o grupo assinou um contrato de parceria para constituição da sociedade de direito angolano Mota-Engil Angola, a qual passará a desenvolver naquele país a actividade de engenharia e construção do grupo.

A nova sociedade será detida em 51% pela Mota-Engil Engenharia e Construção e em 49% por um consórcio angolano composto pela Sonangol, Banco Privado do Atlântico, Finicapital e Globalpactum.

"As operações que materializam a transacção serão concretizadas durante ocorrente ano, sendo que se encontra actualmente em curso o processo deavaliação dos activos e participações do grupo Mota-Engil que farão parte do âmbito desta operação", adianta a empresa no mesmo documento, acrescentando que "o valor de referência, resultante de uma primeira avaliação à qual as partes deram o seu acordo, ascende a 325 milhões de dólares" (cerca de 256 milhões de euros).

A Mota-Engil Angola terá como objecto a actividade de construção civil e obras públicas e privadas