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Tópico do OURO e da PRATA

Iniciado por Paciente, Junho 02, 2005, 15:48

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Paciente

Boa tarde,

Os futuros fecharam mais cedo hoje, em virtude do fim-de-semana alargado (segunda-feira é Labor's Day).

Bons fechos no OURO nos $448,50, a subir 2 dólares. Na PRATA também tivemos um fecho muito positivo com o metal a fechar a semana nos $7,075 com uma valorização de 3,70 cêntimos, equivalente a +0,53%.

O Cartel conseguiu evitar um fecho acima dos $450, mas a verdade é que o fecho semanal é favorável aos longos com o OURO a subir 6,40 dólares na semana. Na PRATA foi ainda melhor, com uma vela semanal a mostrar uma valorização de quase 27 cêntimos (+3,95%), anulando a vela negra da semana passada. Tudo indica ter-se tratado de uma falsa ruptura em baixa.

Quanto aos índices do sector só fecham à hora normal e, até à data, têm-se mantido à tona (variação quase nula).




"In the absence of the gold standard, there is no way to protect savings from confiscation through inflation."

Jameson

quais a penny stocks mais interessantes no sector Ouro ?

Silverado, Drooy ..?

Paciente

Como era esperado, o último relatório do COT mostra uma estrutura cada vez mais atraente na PRATA.

Os "Large Speculators" mais do que duplicaram (!!!) as suas posições short enquanto os Commercial Dealers aproveitaram para reduzir os seus curtos e simultâneamente aumentar as suas posições longas. De referir que as posição curta dos Commercial Dealers regista o valor mais baixo desde há dois anos.

De terça-feira para cá é natural que algumas posições curtas dos "Large Speculators" tenham sido liquidadas (short covering).
"In the absence of the gold standard, there is no way to protect savings from confiscation through inflation."

Paciente

Boa tarde Jameson,

Não costumo investir nas pennys do sector, se bem que não considero a DROOY uma penny (apesar de já ter cotado abaixo do 1 dólar).

Relativamente à DROOY, a minha opinião é de que se prepara para registar boas valorizações. O gráfico mostra uma bela base que foi sendo construída ao longo dos últimos 6 meses.

Dois fechos consecutivos acima dos $1,12 será muito positivo e poderá constituír o sinal de inversão da tendência descendente na DROOY. A confirmação virá com a quebra dos $1,21.


Abraço
"In the absence of the gold standard, there is no way to protect savings from confiscation through inflation."

Jameson

Thanks Paciente


artigo curioso que saiu no Correio da Manhã:

CitaçãoA febre do ouro

Marta Vitorino

No Alentejo, a corrida ao mais precioso dos metais faz-se no silêncio seco dos dias. Uma empresa veio da Austrália para explorar as riquezas de Montemor-o-Novo. Não são os primeiros, mas todos rezam para que sejam os últimos.

Foi num sábado à noite. A luz pequena e brilhante apareceu a dois metros da casa e o homem que passeava os cães assustou-se. "Tem de ser obra de Deus", pensou, de si para si. O objecto pairou por instantes a meio metro do chão e a seguir já estava junto ao tronco da azinheira. A rapidez com que tudo aconteceu espantou o homem. Os tons dourados que distinguia no meio da surpresa haveriam de ficar para sempre na sua cabeça. "Fiquei a ver se alguém se apeava, mas ninguém se apeou", contou, no dia seguinte, aos vizinhos. Alguns não acreditaram. Muitos não acreditaram. Alguns, ainda hoje duvidam. Muitos, ainda hoje duvidam.Os anos passaram, tantos que José Banha já lhes perdeu a conta, mas a memória ficou. "Era um OVNI, digo-lhe eu", repete quase mecanicamente à medida que vai desfiando o seu rosário de recordações.

Hoje há outra vez movimentações estranhas em Boa-Fé, terra de 376 almas. Jipes e carrinhas de caixa aberta levantam a poeira das estradas de terra batida que rodeiam a pequena freguesia esquecida no interior alentejano. Os homens chegaram há alguns meses, vindos do outro lado do mundo, carregados de máquinas pesadas e um sonho tão antigo como o próprio homem: encontrar ouro. Quatro meses de golpes profundos no subsolo deixaram no ar quente do Alentejo o aroma doce de um futuro melhor. E embora todos saibam que esta febre pode desaparecer tão depressa como surgiu, a esperança vai crescendo. Uma vez mais.

Não, não há nenhuma corrida ao ouro. Não há carros por toda a parte, não há barulho, não há vida. Apenas silêncio. A vida está tão lenta como sempre esteve em Boa-Fé, freguesia do concelho de Évora. Há quem diga que até está mais lenta. A população envelheceu, os mais novos foram embora, os mais velhos foram morrendo. Ficaram as casas, espalhadas pelos montes, a igreja e os seus santos – que, dizem eles, "são tão bonitos" – e a venda onde, há uns anos, o homem viu o OVNI. Esta tarde, não se vê ninguém, apenas silhuetas e sinais de uma festa que já foi no largo da paróquia.

Gertrudes Charrua interrompe o almoço de bacalhau e batatas quando ouve os cães ladrarem na soleira perante a presença de estranhos. "Sim, sei que andam por aí à procura do ouro, mas eu nunca vi essa gente. Dizem que costumam ir ali à venda, mas nunca os vi". A mulher caminha devagar da sombra de casa para o sol que aquece o cruzeiro. Fala dos geólogos e dos técnicos como quem descreve extraterrestres. "Andam aí, sim, mas nunca os vi", repete. Gertrudes caminha há mais de trinta anos sobre a mesma terra, nos mesmos trilhos secos que a levam às hortas e de volta. A vida nunca a deixou parar e pensar que havia ouro por baixo dos seus pés. E agora, quando todos sonham com o mesmo, Gertrudes arrasta a perna e pensa noutra coisa. "Não sabe as dores que tenho. Não posso sequer ir trabalhar. Estou à espera da operação, mas tenho 1667 pessoas à minha frente. Quando chegar a minha vez, estou morta."

É muito provável que o ouro seja mais rápido que o sistema de saúde. Nos últimos quatro meses, as sondas da Iberian Resources, empresa australiana concessionária das explorações em Montemor-o-Novo, não têm tido descanso. Perfuraram mais de dez quilómetros, centímetro a centímetro em direcção ao centro da terra, à procura dos tão desejados filões. Cada metro custou entre 40 e 60 euros, mas de acordo com os cálculos da empresa o subsolo na zona de Montemor-o-Novo pode 'produzir' mais de 500 mil onças de ouro. Dezassete toneladas em oito quilómetros de terreno. O suficiente para encher a mala de um carro, tal a densidade do metal.

Como as máquinas do casino, que acumulam jogada após jogada até ao grande prémio, que acabará por sair, cada empresa que passa pelo Alentejo fica um pouco mais perto do ouro. Não é que não apareça, mas até agora nunca foi descoberto em quantidade suficiente para tornar viável a exploração. E as empresas acabam por partir. Mas os dados recolhidos ficam, tal como os estudos e as conclusões, os locais e as profundidades. Os filões. Quem chega a seguir, investe mais um pouco, tira mais conclusões. Dá mais um passo. Este pode ser o último. A Iberian Resources espera ter o estudo de pré-viabilidade económica terminado até ao final deste ano. Será decisivo para o avanço ou não da exploração. Para já, e com a informação disponível, as tais dezassete toneladas que esperam no subsolo de Montemor-o-Novo, João Carlos Sousa, rosto português da Iberian Resources, está optimista. "Até agora, nunca se tinha chegado a esta fase".

PROVAS À SOMBRA

As provas estão à sombra, num barracão de Santiago do Escoural, 1659 habitantes, onde fica a moradia branca que é a sede da Iberian Resources. São centenas de sacos carregados de terra e centenas de pequenos envelopes castanhos à espera de análise em laboratório. As máquinas de perfuração estão paradas, mas no escritório não há um minuto a perder. Os computadores saltam das páginas de minas para os mapas de Montemor-o-Novo, medem-se profundidades, ângulos de perfuração e uma outra consulta aos valores do ouro no mercado internacional.

"Gosto muito de estar aqui. As pessoas percebem o que estamos a fazer e colaboram. Sabem que, a concretizar-se, este projecto pode significar uma alteração profunda na vida de todos", diz Wess Edgar, um geólogo australiano de Melbourne, chefe de uma equipa com muitos portugueses, no gabinete e no terreno. É um tipo alto, descontraído, que parece demasiado novo para os 37 anos. "Pessoalmente, estou bastante optimista. Não só pelo que encontrámos, mas também pelas condições da zona, quer em termos de infra-estruturas quer de mão-de-obra. As pessoas trabalham muito bem e tratam-nos da melhor forma."

Numa região devastada pela seca, onde os empregos são tão raros como água da chuva, a possibilidade de uma empresa se instalar durante uma década no concelho é o equivalente a uma monção. A Iberian Resources diz que o trabalho irá demorar entre cinco a dez anos. Mais de uma centena de postos de trabalho serão criados directamente, muitos mais poderão nascer de forma indirecta. E há sempe a possbilidade de os australianos, enquanto procedem à extracção das dezassete toneladas, encontrarem novo filão. Afinal, a zona concessionada tem mais de 850 quilómetros quadrados e ninguém sabe o que a terra esconde.

Só que a eficiência e a simpatia podem não chegar. As variações no mercado mundial de ouro podem deitar tudo a perder numa questão de semanas. Se os preços baixarem, a margem de lucro diminuirá e os custos da exploração tornar-se-ão incomportáveis. Afinal, para uma exploração ser rentável, é necessário retirar, em média, dois gramas de ouro por tonelada de material. "Os valores em Montemor aproximam-se disso", refere o responsável da Iberian Resources. Ao contrário do que sucede com outros metais, onde grandes companhias de dimensão multinacional funcionam em regime de quase-quartel, o mercado do ouro permite que pequenas e médias companhias se aventurem em explorações mais pequenas. Mesmo num país como a Austrália. Grande, enorme, continental. Embora alguns australianos achem que não. Há alguns anos, os sócios principais da Iberian Resources, numa das inúmeras viagens à Europa, chegaram a Portugal e, assim que puderam, consultaram os dados disponíveis sobre extracção de ouro. As melhores pistas apontavam para Sul.

José Francisco Banha tem os olhos virados para a televisão. O mundo à sua volta parece ter parado. A venda está igual há cinquenta anos. Os mesmo movéis, a mesma diversidade impossível de produtos – desde chapéus a brinquedos, passando por sapatos e feijão, cigarros e insecticidas. "Ouro? Ouro? Não sei o que lhe diga. Essa febre já por aqui andou várias vezes. Eles chegam, a gente entusiasma-se e depois vão embora. Mas nós ficamos." José Banha traz o queijo numa mão e o pão na outra. Em pleno Agosto, as temperaturas sobem e o País arde de Norte a Sul, mas tudo parece demasiado longe de Boa-Fé, onde de anos a anos, alguns homens aparecem e trazem sonhos. Os nomes, como de Mike Brown, guarda-os em papéis amarelecidos pendurados junto à porta. "Lembro-me bem de todos. Gente muito boa, sempre certos nas contas, muito educados", diz José Banha, lamentando que os seus clientes, portugueses e vizinhos, não sejam iguais. "Há quem me deva mais de duzentos contos..."

Em Boa-Fé, no Escoural e por toda a parte nas redondezas, as conversas sobre o ouro acabam sempre da mesma forma: "Era bom", dizem eles. "Podia animar a freguesia, trazer mais gente. Em termos de trabalho, não creio que fizesse muita diferença para Boa-Fé. Já somos poucos e velhos, daqui ninguém ia trabalhar. Mas no Escoural, em Montemor, isso era capaz de animar. Era bom", descreve, agora mais animado, o comerciante que acredita em OVNI."Era bom", volta a repetir. Aos 74 anos, o brilho do ouro já não o seduz. Os passos, tal como as palavras, têm o ritmo certo. Nem rápidos, como a luz do OVNI que viu mas em que alguns não acreditam, nem lentos, como a promessa do ouro mil vezes repetida mas que tarda em realizar-se. "Precisa de mais alguma coisa?" O telejornal da uma acabou agora. Os olhos estão outra vez virados para a televisão.

ZONAS DE OURO

Os romanos conseguiram, durante a sua presença na Península Ibérica, mais de mil toneladas de ouro. O ouro encontrava-se em rios como o Tejo, o Douro e o Guadiana. A actividade mineira foi retomada em vários pontos do País, por empresas estrangeiras e portuguesas.

"ISSO PARA NÓS É OURO" (Carlos Sá Pinto, Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, 47 anos, CDU)

- Há australianos à procura de ouro no seu concelho. Não são os primeiros a fazê-lo e no passado o sonho nunca se tornou realidade. Ainda acredita?

- Antes de tudo quero dizer que é natural que haja algum cepticismo por parte das pessoas aqui. É conhecido há muito tempo que há ouro no Escoural. Sabemos também que esse ouro não tem sido, até ao momento, viável em termos da sua exploração. Como tal, as pessoas habituaram-se a ver as empresas chegar e partir sem resultados nenhuns... Contudo, parece que existem agora alguns dados novos. Neste momento, esta prospecção mais completa e exaustiva apresenta alguns resultados animadores. No entanto, até à concretização do projecto ainda vai algum tempo.

- Imagine o que será Montemor ter essa exploração e imagine que, uma vez mais, tudo falha.

- Aquilo que num determinado momento não é rentável produzir, passado pouco tempo, com a evolução das técnicas, passa a ser rentável. Naturalmente, não estamos a falar apenas do problema da técnica. A viabilidade tem também a ver com o mercado e o mercado do ouro tem muitas oscilações e está muito dependente de indicadores que podem ou não verificar-se. Por isso mesmo diria que, a não se concretizar a exploração, era mais uma. Já temos tido várias de maneira que não ficaríamos excessivamente desapontados. Enfim, quereríamos, como tem sido normal, que houvesse.

A segunda hipótese é a hipótese mais optimista. Temos aqui um filão capaz, que perspectiva uma exploração na ordem dos cinco a dez anos, que, tudo indica, poderá criar cem postos de trabalho – o que seria marcante para uma região como a nossa, sobretudo numa freguesia como o Escoural, que, como é sabido, está muito deprimida. Esta é uma hipótese de desenvolvimento que, a concretizar-se, poderá permitir ultrapassar diversos problemas no Escoural. Além dos cem postos de trabalho, a empresa tem também capacidade para dinamizar muita coisa à sua volta.

- Este é um assunto muito discutido pelas pessoas da terra?

- Quando há notícias nos meios de comunicação social, quando aparece nas primeiras páginas dos jornais e a abrir telejornais, quando é dado nas rádios, é evidente que há sempre tendência para se falar. E o ouro é sempre aquela coisa mítica, aquele 'El Dorado', que vem resolver todos os problemas. Julgo que é um sentimento moderado, porque já há alguma habituação a expectativas que nascem grandes, mas que depois, quando são espremidas, deitam muito pouco. Esperemos que agora deite alguma coisa, porque nós aqui precisamos. Poderia mesmo dizer que para nós é como a água, desde que deite uma gotinha, nós aproveitamos. As pessoas falam, têm interesse, o que é natural. Afinal, trata-se de uma empresa que vem criar postos de trabalho, que vem ajudar a dinamizar a região. E isso para nós é ouro.
Ricardo Marques 

Paciente



September 6, 2005

Every Picture Tells A Story

By Theodore Butler


Even though there is almost too much to write about in silver, I have to force myself to do so, given the overwhelming enormity of the nation's greatest natural disaster. It seems shallow to write about silver in light of this tragedy. My heart goes out to those suffering and my admiration to those helping. This will be a long recovery process and we must all do what we can to help our fellow Americans. While many seem preoccupied with assigning blame, I doubt that is constructive. What would be constructive would be for those of us who are not victims to count our blessings and pitch in and help on any way possible.

That would certainly include sharing any material bounty that might come our way by virtue of silver investment gains. Based upon recent developments, those gains might be closer than otherwise expected. The first development is in the market structure, as defined by the Commitment of Traders Report (COT).

The most recent silver COT was shockingly bullish. Every category exhibited positive changes, but the standout was the stunning increase in the tech funds' short position, which doubled to an extreme not seen in a couple of years. It appears the recent shakeout in silver just may be the final one, as the tech funds' apparently took the dealers' bait and fully committed to the short side.

Not only was there an increase in the large tech funds' existing short positions, but there was also a notable increase in the number of tech funds jumping on the short side of silver. Since these brain dead tech funds stand absolutely no chance of delivering actual silver against their short positions, it's just a matter of when and at what price they rush to buy back these shorts. Make no mistake; there was nothing accidental about the recent sell-off to new lows in silver. It was designed to lure the tech funds onto the short side. A more bullish COT structure is hard to imagine.

It appears that the dealers have succeeded in transferring a sizable portion of the short liability to the hapless tech funds. The funds are potentially trapped. Now we await the resolution. As always, the price action will depend upon how aggressive the dealers are in selling short on the next rally. If they don't short aggressively, the price of silver will explode. If the dealers do short aggressively on the next rally, the gains will be much more subdued.

In gold, there was a large improvement in the just-reported COT report on the sharp price decline below the 50 moving average on the last reporting day, Tuesday, August 30. But even with this improvement the gold market structure can hardly be labeled as bullish, particularly when considering the subsequent deterioration from the cut-off. It's still a case of the gold COTs being in dangerous territory, while silver is in a spectacularly bullish configuration. As mentioned previously, it is an unprecedented dichotomy.

As exciting and important as the COT market structure may be, it is not the only noteworthy development in silver. There were also unusual developments in warehouse stock movements and the first few days' deliveries in the big September COMEX contract. On two days, over 4 million ounces of silver were brought in to the COMEX warehouses. While many still assume an increase in COMEX inventories is bearish, I don't agree. This silver was brought in because it had to be brought in, to satisfy delivery demands. If there was available silver to deliver readily in the warehouses already, more wouldn't be brought in. Certainly, the price action seemed to confirm and did not negate my bullish interpretation, as price rose strongly immediately after the inventory addition.

The actual number of deliveries over the first few days were the largest in more than a year, also confirming overall physical silver demand. More importantly, the largest stopper, or taker of deliveries, was none other than AIG, who had virtually disappeared from COMEX silver delivery dealings, after long dominating such activities.

Those are the facts; now I'd like to speculate. Recently, I wrote that I noticed a significant increase in the commercials' gross long position and remarked how that could indicate coming physical delivery demands. In trying to guess which commercials might be responsible for these new long positions, I must admit I did not think of AIG first.

My first thoughts were it could be preparatory silver buying for the pending silver ETF. After all, the quantities and timing of the unusual commercial buying seemed to coincide with the filing of the preliminary prospectus for the Barclays' silver ETF. The buying commenced within days of the June 17th filing of the prospectus. Now, I know the silver ETF may never be approved, as I wrote in "The Coming Silver ETF?" but a close reading of the prospectus indicates that Barclays can not issue shares in the silver ETF, even if approved, without first owning and possessing actual silver.

Therefore, Barclays cannot wait for regulatory approval before making arrangements to get the real silver. It must have a decent quantity of silver in place before regulatory approval, as the announcement of approval alone, if it comes, will impact the price of silver. I still think the silver ETF will be bullish for silver whether it is approved or not, because it will prove how scarce real silver is in either event. Either ETF buying (or conversion from futures to actuals) will propel silver upward, or the denial by regulators will only come because they know the real silver doesn't exist to back the fund. The denial of even a single silver ETF will prove to all just how rare silver is compared to gold, where many ETFs haven't impacted the price. Even the most casual observer will have to conclude that silver is much rarer than gold if the regulators deny even one measly silver ETF, compared to the many in gold, no matter what the spin.

I still think the silver ETF may be behind some of the commercial futures buying, and note with interest that, if true, it highlights how the COMEX is where silver must be bought, as there is very little silver available in London or elsewhere. After all, why buy under the relative glare of COMEX transparency, when you can do so in the much more secretive London or Zurich venues? Especially when the prospectus calls for London storage.

But the sudden appearance of AIG as the major delivery stopper, after such a long and conspicuous absence, creates another possibility. (Izzy, my silver Godfather, from the start of the unusual commercial buying, favored this other possibility even before AIG's name turned up in the delivery process). Considering the regulatory hot water that AIG has found itself in over the past year or so, this is one corporation that you can be sure is walking the legal straight and narrow. It is inconceivable that AIG would do anything cute at this particular time. For them to show up as a notable silver delivery participant after all their legal troubles and past allegations by me of wrongdoing in the silver market, means AIG has a compelling reason to do so.

This is speculation on my part (actually on Izzy's part), but the compelling reason why AIG must take delivery of silver is because it is obligated to do so, by virtue of prior lease obligations to Red China. Quite simply, China may want its silver back and AIG must return it. AIG is procuring it from the COMEX, also in the full glare of transparency, as that is the last remaining place to get quantities of silver. If this speculation is close to being true, you can be sure that the quantities of silver needed to be returned involve a lot more silver than the 8.5 million ounces of silver taken by AIG in the first few days of the September delivery.

Maybe it's for the ETF, maybe it's for lease returns by AIG, or maybe it's both, but if this is why the commercials are buying silver futures in unusual quantities, this puts real pressure on the physical market for silver. It promises continued delivery pressure in the future. Combined with the extreme COT readings, this is a very volatile and bullish brew. With silver still below the primary cost of production, it is not a time to be shy about being on the long side.

"In the absence of the gold standard, there is no way to protect savings from confiscation through inflation."

James32C

Caro Jameson, em relação as pennys propriamente ditas, em 2003/2004 estas deram muito dinheiro: APLL; FWGO; SMXMF, por exemplo, mas agora ainda estão "inertes".

Sem ser pennys puras, gosto muito da MNG, PMU, po exemplo.

Este fim de semana, calhou ver um decumentario sobre o Ouro na Tv cabo e fiquei impressionado.

Falaram de um pouco de historia, mas depois falaram do consumo de Ouro na India e as "novas" utilidades do Ouro.

Na india é incrivel, cada pessoa assim que ganha um pouco mais de dinheiro compra logo Ouro, mas no inverso tb, se necessita de dinheiro vende com muita facilidade, sendo um moeda de troca quase imediata. Até pensei para mim mesmo " se um dia existir um colapso financeiro no mundo a India passa de um dos Paises mais pobres a um dos mais ricos, tem cerca de 20% do Ouro fisico no mundo :)

Existe um monumento na India ( não me lembro do nome) totalmente em Ouro, onde é lido uma especie de Biblia 24 Horas por dia e visitado por milhares de fieis, os "monges" estão a se preparar para dar um novo "toque" na "igreja" no qual serão gastos 200 Toneladas de Ouro!!!!!!!!! :o

Portugal vendeu há pouco tempo 35 Toneladas e parecia muito....

Para além disto, falaram tb no que esta a ser utilizado o Ouro, e uma das coisas são nas viagens espaciais e satelites. Existem neste momento satelites contruidos 80% em Ouro, em virtude de o Ouro ser o melhor condutor mesmo em condições de temperatura extrema e ser um reflector do Sol muito eficiente.

Já agora Paciente, poderias me explicar melhor isto:

"Therefore, Barclays cannot wait for regulatory approval before making arrangements to get the real silver. It must have a decent quantity of silver in place before regulatory approval,"

Não consegui entender bem o que o Barclays esta a fazer.

Obrigado

Um abraço

James32C($)





James32C

Esqueci do titulo, Consolidação.

Até ao momento parece estar a haver um consolidação tanto nos indices como no Ouro e Prata.

Se assim for e confirmar, deverão arrancar amanhã o mais tardar na sexta feira.

A ver vamos

Um abraço

James32C

Paciente

Boas James32C,

O Barclays será o emissor do novo ETF da PRATA. Digo será porque o ETF tem que ser aprovado pelas autoridades competentes.

Mas para poder emitir acções do novo ETF, terá primeiro que deter físicamente o metal.


Abraço
"In the absence of the gold standard, there is no way to protect savings from confiscation through inflation."

James32C

Ou estou com uma branca enorme ou a fazer muita confusão.

ETF é exactamente o quê?

Obrigado

Um abraço

James32C

Paciente

#160
ETF = Exchange Traded Fund

É um instrumento financeiro que permite transaccionar activos subjacentes na forma de acções de um determinado fundo.

No caso do OURO, o ticker é GLD e a sua denominação Street Tracks Gold Shares.

Funciona da seguinte forma: a entidade emissora estabelece o valor total do fundo. De seguida compra o activo subjacente (no caso do GLD, OURO) no valor equivalente ao total do fundo. Depois procede à emissão de acções suficientes para perfazer o valor total desse fundo. Cada acção corresponde, no caso do GLD, a uma onça de OURO, ou seja a cotação do GLD segue estreitamente a cotação spot do OURO.

Actualmente o GLD tem uma capitalização bolsista de 5 312,400 milhões de dólares, o que quer dizer que o fundo dispõe de cerca de 12 milhões de onças (ou 340 ton.) de OURO.

Este instrumento foi criado para, entre outras razões, permitir que certos fundos (aos quais está vedado o investimento em futuros) pudessem ter acesso ao investimento em OURO. Por outro lado é uma forma "fácil" que os investidores particulares têm de investir em OURO sem ter que recorrer ao mercado de futuros. Os ETF transaccionam-se como acções normais. Além do ETF da PRATA também se falava de um ETF para o  Crude.

Espero ter sido esclarecedor. Alguma dúvida que ainda subsista, estás à vontade.


Abraço


Abraço
"In the absence of the gold standard, there is no way to protect savings from confiscation through inflation."

James32C

Obrigado pela explicação, realmente tinha conhecimento desses fundos, mas por estas siglas não chegava lá :)

Os movimentos de longo prazo em metais cada vez aumenta mais, são cada vez mais grandes instituições a tomar medidas e o mais "espertos" sabem que é um mercado muito pequeno e chegar 1º terá muitas vantagens.

Mais uma vez obrigado pela explicação.

Um abraço

James32C

Jameson


Paciente

#163
Boa tarde,

A DROOY conseguiu fazer os dois fechos consecutivos acima dos $1.12. Agora terá que ultrapassar os $1.16, e depois os $1,21, para que o anunciado arranque se confirme.

No entanto, a vela de ontem foi muito feia. Fechou quase no mínimo depois de ter chegado a cotar nuns muito auspiciosos $1,17. Ainda assim os $1,12 sustentaram a cotação. De notar que desde Abril do ano passado que a DROOY não cotava acima da MMs200 (actualmente nos $1,11).

Penso que a inversão no intraday teve a ver com uma notícia que saíu sobre a Emperor Mines (empresa mineira australiana) que registou forte queda nos resultados anuais. A DROOY detém 43,5% na Emperor Mines. A sessão de hoje deverá esclarecer melhor qual a direcção que a DROOY irá tomar nos próximos dias. Suporte nos $1,08.

"In the absence of the gold standard, there is no way to protect savings from confiscation through inflation."

Paciente


Os futuros do OURO estão a romper a resistência dos $450. Neste momento, estão a cotar nos $452,20, tendo registado um máximo nos $452,50.

Ainda é cedo para tirar conclusões - estamos no início da sessão - mas fica a chamada de atenção.


"In the absence of the gold standard, there is no way to protect savings from confiscation through inflation."