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News: O sentimento do mercado - Poço sem fundo ou grande Correcção?

Iniciado por tiagodandre, Janeiro 22, 2008, 14:37

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domingos

Citação de: domingos em Janeiro 31, 2008, 19:36
Viva Tiago...

Ve lá se o indice Dow Jones vem abaixo para fechar perto de 12 400.... ;)

Um abraço... Excelente trabalho continua..... ;)

"LOL"....  :P erro....

minimo possivel para continuaçao de
recuperaçao de eliminaçao de short no movimento principal.... 12400-12350...
suporte principal do movimento de recuperaçao.... 12520(perto)
resistencia principal para amanha... 12750- 12800... caso assuma suporte cedo a valores de 12700 mais uns "trocos" com um minimo a valores perto de 12600.... tem possibilidade de ir testar os 13,000 (perto) ainda amanha....

Um abraço BN.....

tiagodandre

Poixx...Domingos, tudo o que mencione bond insurers...fará cair como subir!

A situação destas, é o melhor indicador técnico dos mercados nesta fase!


Esperemos que as boas notícias se mantenham,...

BN.
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

buypsi

boas noites... :)

Amanha é para baixo que devemos ir pois as bolsas americanas deverão cair
o fecho da sessão de hoje já foi feito em ligeira queda dos valores que atingiu
durante o dia e eu não gosto disso ainda por cima fut nasd e down no red ...!

(No entanto, a agência de notação financeira S&P não trouxe boas notícias perto do final da sessão.)

Emfim resta esperar por amanhã...!! ::)

tiagodandre

PT e BCP reforçam peso no PSI-20

A nova carteira do índice PSI-20 só entra em vigor a 4 de Março, mas é já possível perceber quem beneficia com ela. As cotadas mais favorecidas ? além da Teixeira Duarte que passa a integrar o cabaz ? são a Portugal Telecom e o Banco Comercial Português.

Estes dois "pesos pesados" aumentam substancialmente os pesos no índice, de acordo com a simulação efectuada pelo Jornal de Negócios com base nos novos dados da Euronext, uma vez que os factores de correcção do BCP e da Portugal Telecom aumentaram significativamente. Estes dois factores são calculados de forma a permitir que nenhuma cotada tenha um peso de mais de 15% no PSI-20. Mas esta limitação é determinada apenas no momento de revisão do índice e com base nas cotações de fecho de 2007.

Fruto da forte queda das cotações, o BCP tem actualmente um peso de 9,66% no PSI-20, mas como o corrector à capitalização bolsista foi alterado (passou para 0,7161397128), se todas as cotações se mantiverem inalteradas até 4 de Março, o banco liderado por Santos Ferreira terá um peso de 12,15% no índice.

O banco continua a ter um peso inferior a 15%, mas a Portugal Telecom volta a superar esta fasquia. Passa de um peso actual de 13,54% para quase 17%, nível que poderá continuar a aumentar até à próxima revisão do índice, desde que apresente um comportamento em bolsa superior às suas "parceiras" de índice.

Só a EDP terá um peso superior ao da PT, mas a eléctrica será das mais castigadas com a revisão. Com um factor de correcção à capitalização de 0,577, a EDP terá uma ponderação de 16,91%, inferior aos 18,56% actuais.

Construção ganha peso

Para além dos pesos no índice, a Euronext confirmou também na sexta-feira passada que a Teixeira Duarte vai substituir a Impresa no índice, uma alteração que fica marcada pelo adeus das empresas de media do PSI-20 e pelo reforço das companhias de construção.

O índice passa a ter três construtoras (Mota-Engil e Soares da Costa já integram o "benchmark"), mas ainda assim o seu peso conjunto é diminuto, pois fica pouco acima dos 2%.

2008/02/04 - 00:01
Fonte: Canal de Negócios



CTT vão ter concorrência em todos o negócios a partir de 2011

Os serviços postais ficam totalmente liberalizados a partir de 2011. Isto porque foi aprovado que a abertura dos mercados na Europa ocorra até 31 de Dezembro de 2010. A decisão é definitiva. No final da passada semana, o Parlamento Europeu deu o passo que faltava com a votação favorável à proposta da Comissão Europeia. Agora, e depois de aprovada pelos eurodeputados, falta apenas publicação em Jornal Oficial.

O Parlamento Europeu optou assim por manter os prazos aprovados pelos Estados-membros no decorrer da presidência portuguesa da União Europeia. Aliás, segundo fonte em Bruxelas, o Parlamento Europeu, quase de forma inédita, manteve inalterada a proposta do Conselho Europeu que por sua vez tinha aceite algumas das propostas parlamentares.

2008/02/04 - 01:30
Fonte: Canal de Negócios



Bruxelas quer gás ibérico para substituir Rússia

Este era o sinal que Portugal, Espanha e França esperavam ouvir: a Comissão Europeia (CE) está disponível para apoiar, política e financeiramente, a construção de novas infra--estruturas que viabilizem a criação do mercado de gás do Sul da Europa, com a ligação da Península Ibérica a França, através de Espanha.

"No âmbito de um plano transeuropeu, daremos todo o apoio se concluirmos que os projectos de construção de novas infra-estruturas de interconexão, [nomeadamente, o gasoduto Midcat], são cruciais "para a criação do mercado regional, a caminho do mercado único europeu da energia, assumiu na semana passada o comissário Europeu da Energia, Andris Piebalgs, num encontro com jornalistas portugueses em Bruxelas.

2008/02/04 - 00:15
Fonte: Canal de Negócios
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tiagodandre

"O mercado português está barato e tem muitas acções com upside"

Depois das últimas três semanas, Pedro Pintassilgo, responsável da F&C Investments em Portugal, não tem dúvidas: "O mercado português está barato e tem muitas acções com ´upside´ muito interessante. Alguns títulos chegam a 100%."

Embora reconheça que o facto de o índice PSI-20 estar a negociar a preços historicamente baixos "não é garantia por si só que o mercado vai subir", o mesmo responsável, que no ano passado foi o melhor gestor de acções nacionais com o fundo Millennium Acções Portugal, considera, contudo, que "é uma garantia de que quem entra no mercado, não está a comprar gato por lebre".

Mas alerta: "No curto prazo, a probabilidade de perdas no mercado de acções é grande, por causa da volatilidade alta. Ganhar no curto prazo é a cereja no topo do bolo". É nos sectores da construção, energia e pasta que o gestor encontra maior valor.

2008/02/04 - 07:42
Fonte: Canal de Negócios



Seis acções para lucrar com a crise

Os analistas dizem que as acções estão atractivas depois das quedas nos últimos meses. Mas em quais apostar" O Jornal de Negócios analisou as empresas do PSI-20 à luz de seis indicadores para chegar aos melhores "trunfos" da bolsa portuguesa.

São seis as melhores acções para lidar com a crise: Portugal Telecom, Semapa, BPI, BES, Portucel e Cimpor.

Saiba mais no Investidor Privado, hoje nas bancas com o Jornal de Negócios.nc

2008/02/04 - 07:40
Fonte: Canal de Negócios



Nota: (a nossa mina! ;))

Somincor investe na produção de zinco e prata (Diário de Notícias) A empresa vai aplicar 80 milhões na exploração da zona do Lombador A Somincor vai expandir a sua área de exploração nas Minas de Neves Corvo, no concelho de Castro Verde, com a criação de um segundo poço de extracção e de uma nova lavaria. Dados a que o DN teve acesso esclarecem que o objectivo é começar a produzir zinco, chumbo e prata daqui a três anos na zona do Lombador, uma pequena localidade a cerca de cinco quilómetros do complexo mineiro.

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tiagodandre

F&C defende que esta é a altura de pôr dinheiro nas acções

A F&C está a antever uma recessão económica nos Estados Unidos. No entanto, desvaloriza o impacto desse cenário nos mercados. "Não achamos que a recessão possa levar a uma contracção drástica nos mercados de capitais", afirmou Paul Niven, director da área de alocação de activos da F&C.

Niven argumenta que esta recessão distingue-se das passadas pelas avaliações do mercados. Segundo o responsável, os preços que os investidores estão a pagar face aos lucros (PER - "price earnings ratio") estão em níveis muito inferiores aos de períodos de recessão anteriores. "Em média, há uma queda de 20% dos lucros em recessões. O que quer dizer que, actualmente, os resultados terão cair um terço", explicou.

O responsável acredita que a recente correcção dos mercados accionistas resultou, sobretudo, de uma onda de pânico por parte dos investidores, a qual atingiu uma dimensão que não se via desde o "bear market" de 2002/3. E é esta maior aversão ao risco que o leva a concluir que "esta é a altura para pôr dinheiro nas acções". Na sua opinião, as acções ainda são a classe de activos com avaliações mais atractivas.


Vai haver uma "bolha" nos mercados emergentes

Neste contexto de alguma turbulência, Paul Niven considera que "os mercados emergentes estão melhor posicionados para serem os mais beneficiados da última fase do ´bull market´ (alta das acções)".

Também para Jeff Chowdhry, responsável da F&C pelos mercados emergentes, estes países são os motores da economia global. Brasil, Rússia e Egipto são os preferidos. No entanto, é preciso alguma cautela.

"Garanto que estamos a caminhar para um bolha especulativa nos mercados emergentes. Só não sei é quando vai rebentar", alerta Chowdhry. O responsável assegura, apenas, que esse cenário não irá ocorrer este ano. "Nunca vi uma bolha rebentar com os PER tão baixos", afirma.

2008/02/04 - 11:40
Fonte: Canal de Negócios



Lisboa ganha mais de 1% com fortes subida da Galp e grupo Sonae

A bolsa nacional mantém a tendência positiva do arranque da sessão, com o PSI-20 a somar 1,24% e a liderar os ganhos entre os congéneres europeus. Para a subida do índice principal estão a contribuir as valorizações dos títulos do grupo Sonae, e também a Galp Energia que sobe mais de 4%.

O índice português [psi20] avançava para os 11.494,89 pontos, com a maioria dos títulos em alta, num dia de recuperação. Na Europa, os principais índices acumulam ganhos em torno dos 0,7%, impulsionados pelos movimentos de consolidação, depois do mote dado pela Microsoft ao lançar uma oferta sobre a Yahoo!.

Lisboa beneficia deste sentimento positivo, numa sessão em que os títulos do grupo Sonae se destacam. A "holding" avança 4,37% para 1,315 euros, movimentação acompanhada pela Sonae Indústria [soni] que soma 4,84%, e pela Sonaecom [snc] que segue em alta de 6,8%, a cotar nos 2,67 euros.

Esta é já a quarta sessão consecutiva de ganhos para os títulos da dona da Optimus. Em apenas quatro sessões, as acções da empresa liderada por Ângelo Paupério já avançaram mais de 20%.

A mais recente cotada do mercado nacional, a Sonae Capital [sonc] seguia a ganhar 2,21% para 1,85 euros, animada pelo início da cobertura das suas acções por parte do BPI, que avalia os títulos em 2,50 euros e recomenda aos seus clientes a compra das acções da empresa liderada por Belmiro de Azevedo.

Além do grupo Sonae, a contribuir para a valorização do índice está também a Galp Energia [galp pl] que soma 4,38% para 16,70 euros, no dia em que é notícia que a Amorim Energia e a Sonangol pretendem limitar a posição da Eni no capital da petrolífera.

Ainda no sector energético, a EDP [edp] seguia em queda de 0,81%, para 4,31 euros, depois dos ganhos acumulados na semana passada. O BPI [bpin] também cedia 0,72% para 3,47 euros, enquanto o BES e o BCP seguiam em alta. O BES [besnn] avançava 0,76%, enquanto o maior banco privado nacional somava 0,96% para 2,06 euros.

A Semapa [sema] também dava o seu contributo para a valorização do PSI-20, ao somar 4,2% para 8,44 euros, assim como a sua participada, a Portucel [ptcl] que soma 4,48% para 2,10 euros, depois de ter confirmado que está a negociar com a Staples o fornecimento internacional desta companhia.

A Mota-Engil [egl] somava 3,4%, enquanto a Soares da Costa [sco] subia 4,6% para 1,82 euros. A Teixeira Duarte [txde] disparava 10,64% para 1,56 euros, animada pelo facto de, a partir de 4 de Março, passar a integrar o índice principal, o PSI-20, em substituição da Impresa.

A companhia de media liderada por Francisco Pinto Balsemão seguia a perder 1,31% para 1,51 euros, enquanto a Cofina [cofi] somava 3,45%. A outra empresa liderada por Paulo Fernandes, a Altri [altr], avançava 2,18% para 4,455 euros.

2008/02/04 - 12:11
Fonte: Canal de Negócios
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"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

Serviços dos EUA entram em contracção em Janeiro

O sector dos serviços norte-americano registou, inesperadamente, uma contracção em Janeiro, provocado pela quebra do sector imobiliário que deu origem a um arrefecimento dos gastos dos consumidores.

O índice ISM para os serviços, responsável por cerca de 90% da economia norte-americana, caiu para 41,9 pontos, o nível mais baixo desde Outubro de 2001. Este valor compara com os 54,4 pontos registados no mês anterior. Uma leitura inferior a 50 pontos corresponde a uma contracção.

As quebras de vendas de casas, a descida dos preços dos imóveis, os problemas no sector financeiro, a subida de juros nos EUA no ano passado, a subida dos combustíveis, entre outros factores, provocaram uma diminuição dos gastos dos consumidores norte-americanos, o que se está a repercutir no crescimento económico e no desempenho do sector dos serviços.

As previsões têm apontado para que a economia dos EUA entre em recessão, depois da crise de crédito de elevado risco ter-se instalado nos mercados. Mesmo com as descidas de juro efectuadas pela Reserva Federal (Fed) norte-americana, as previsões apontam para que a economia dos EUA não consiga escapar a uma recessão.

Os últimos dados divulgados pelo Departamento do Comércio revelaram que o produto interno bruto (PIB) dos EUA cresceu 0,6% no quarto trimestre de 2007, metade do esperado, num período em que o mercado hipotecário enfraqueceu mais e o consumo das famílias arrefeceu.

2008/02/05 - 14:15
Fonte: Canal de Negócios



Europa receia recessão económica nos Estados Unidos e cai perto de 3%

Os mercados europeus encerraram em forte queda depois de ser conhecido que o sector dos serviços norte-americano recuou para o nível mais baixo desde Outubro de 2001. Este dado vem aumentar os receios de uma recessão nos Estados Unidos. A National Semiconductor e a Heidelberger Druckmaschinen reviram em baixas as previsões para 2008.

O índice DJ Stoxx 50 [sx5p] caiu 2,96% para os 3.202,51 pontos, com 49 dos 50 títulos em queda. As maiores perdas ocorreram em Espanha, onde o Ibex [ibex] recuou 5,19% e na França, com o CAC 40 [cac] a recuar 3,96%.

O Dax [dax] desvalorizou 3,36%, o AEX [aex] deslizou 3,34% e o FTSE caiu 2,63%. A bolsa portuguesa não escapou a esta onda de pessimismo e recuou 3,48% para os 11.078,21 pontos.

Os mercados fecharam em forte queda depois de ser conhecido que o sector dos serviços norte-americano registou uma contracção inesperada em Janeiro, provocado pela quebra do sector imobiliário que deu origem a um arrefecimento dos gastos dos consumidores.

O índice ISM para os serviços, responsável por cerca de 90% da economia norte-americana, caiu para 41,9 pontos, o nível mais baixo desde Outubro de 2001. Este valor compara com os 54,4 pontos registados no mês anterior. Uma leitura inferior a 50 pontos corresponde a uma contracção. Com este dado aumentaram os receios de que a economia norte-americana esteja a entrar em recessão.

Na Europa, as maiores quedas estão a ocorreram no sector bancário, que recuou mais de 3,5% O Royal Bank of Scotland, o BNP Paribas, o Banco Santander, o Fortis e o BBVA perderam mais de 5%.

A ASML, maior produtora europeia de semicondutores, perdeu 3,58% e a Infineon, a segunda maior, caiu 2,91%. A CSR, produtora de "microchips" usados nos telemóveis da Nokia, perdeu 7,74% para os 489 pence.

Estas quedas ocorreram depois da National Semiconductor, produtora norte-americana de "chips" para empresas como a Apple, ter revisto em baixas as previsões de vendas para o primeiro trimestre do ano. A National Semiconductor caiu 6,78% para os 17,73 dólares.

A ARM Holdings, que produz "chips" para a Intel, caiu 20,13% para os 94,25 pence, a maior queda desde Outubro de 2002, depois de ter anunciado que os lucros do último trimestre de 2007 caíram 15% para os 9,86 milhões de libras.

A Heidelberger Druckmaschinen, maior produtora mundial de impressoras, perdeu 15,94% para os 16,66 euros, a maior queda desde Outubro de 2001. A empresa anunciou que os lucros caíram para os 42,3 milhões de euros, devido à queda de pedidos do mercado norte-americano.
 
2008/02/05 - 17:30
Fonte: Canal de Negócios



Responsável da Fed vê risco de "recessão suave" nos EUA

O presidente da Reserva Federal de Richmond, Jeffrey Lacker, disse hoje que há risco de a economia americana enfrentar uma "recessão suave", pelo que "podem ser necessárias" maias descidas nas taxas de juro.

"Uma economia em abrandamento necessita de uma taxa de juro mais baixa", disse Lacker, numa conferência na Virgínia, acrescentando que a proeminência de riscos à queda do crescimento significa que poderá ser necessário mais alívios na política monetária.

A Fed reduziu os juros de 4,25% para 3% no espaço de 9 dias ? o maior corte nos 20 anos de história em que o banco central utiliza as Fed Funds para conduzir a política monetária ? e o mercado antecipa mais descidas no preço do dinheiro, para a Fed impedir uma recessão na economia americana.

"A minha expectativa é que o crescimento seja fraco este ano", disse Lacker, acrescentando que os próximos indicadores económicos não saírem pior que o esperado, "não é claro que sejam necessários mais cortes nos juros".
 
2008/02/05 - 19:19
Fonte: Canal de Negócios



Bolsas americanas sofrem maior queda em 11 meses

As bolsas americanas acentuaram a tendência negativa que registavam no fecho das praças europeias e encerraram com a maior queda dos últimos 11 meses, depois da contracção no sector dos serviços mostrar que a economia americana está à beira de uma recessão. O Nasdaq recuou 3,08% e o Dow Jones desceu 2,93%.

Com todas as acções em queda, o Dow Jones terminou nos 12.265,13 pontos, enquanto o Nasdaq fechou a valer 2.309,57 pontos.

O índice ISM para os serviços, responsável por cerca de 90% da economia norte-americana, caiu em Janeiro para 41,9 pontos, o nível mais baixo desde Outubro de 2001, ano em que a economia entrou em recessão. Este valor compara com os 54,4 pontos registados no mês anterior. Uma leitura inferior a 50 pontos corresponde a uma contracção.

As previsões têm apontado para que a economia dos EUA entre em recessão, depois da crise de crédito de elevado risco ter-se instalado nos mercados. Mesmo com as descidas de juro efectuadas pela Reserva Federal (Fed) norte-americana, as previsões apontam para que a economia dos EUA não consiga escapar a uma recessão, um cenário que parece agora cada vez mais certo. A autoridade monetária cortou o preço do dinheiro de 5,25% para os actuais 3%.

Os investidores temem que com a economia em recessão, as empresas apresentem resultados decepcionantes. Entre as companhias que já anunciaram os resultados do quarto trimestre, os lucros desceram em média 23%. Ainda assim, quase dois terços apresentaram números que ficaram em linha com as previsões.

O sector da banca liderou as quedas em Wall Street, depois da agência de notação financeira ter ameaçado cortar o "rating" de AAA à MBIA, companhia que presta garantia às emissões de obrigações. O Citigroup caiu 7,49% e o JPMorgan cedeu 4,93%. Entre as 91 companhias financeiras do S&P só uma não fechou em queda.

Esta notícia foi anunciada após o fecho das bolsas europeias, pelo que os índices de acções americanas acentuaram as perdas nas últimas horas da sessão.

As petrolíferas também desvalorizavam, devido à queda de 2% dos preços do petróleo nos mercados internacionais, devido aos receios de recessão, que se se confirmar deverá provocar uma diminuição do consumo de combustíveis, daquele que é o maior consumidor do mundo. As acções da Exxon Mobil desceram 3,86%.

1 euro = 1,4640 dólares

2008/02/05 - 21:31
Fonte: Canal de Negócios
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egas

a correccao de hoje apesar de um pouco forte ate e bem vinda para se ir reforcando algumas posiccoes que tenho mais a baixo......... ja estava a estranhar isto ir tao rapido e ate parecia que nao se tinha passado nada, para quem nao apanhou o comboio la mesmo em baixo e bom comecar a reservar alguns lugares, devagarinho se vai ao longe.......... nao estou tao pessimista como muita gente e acho que temos muitas accoes que ate meio do ano podem dar um kucro consideravel.

tiagodandre

Cotadas aproveitam crise para comprar acções próprias

A forte queda dos mercados tem sido aproveitada por algumas empresas cotadas na Bolsa de Lisboa para comprar acções próprias. Mota-Engil, Portucel, Cimpor e Novabase gastaram 15,5 milhões de euros na recompra de títulos em Janeiro.

A subavaliação das acções e uma tentativa de dar um sinal de confiança aos investidores são alguns dos factores que motivam estes movimentos, numa altura de grande incerteza nos mercados.

Em Janeiro, o PSI-20 perdeu 14,25%, pressionado pelo sentimento negativo vivido nos mercados accionistas, devido aos efeitos da crise financeira. Os analistas consideram que esta desvalorização coloca as acções a níveis atractivos e aconselham os investidores a entrarem no mercado, aproveitando os preços baixos das acções. Um conselho que as empresas cotadas estão a por em prática.

2008/02/06 - 00:01
Fonte: Canal de Negócios
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tiagodandre

#39
THE TECHNICAL INDICATOR
U.S. markets sell off from major resistance

http://www.marketwatch.com/news/story/us-markets-sell-off-sharply/story.aspx?guid=%7B848AF2E3%2D36FF%2D4038%2D94E6%2D0FAFB0763A76%7D


Don't Worry--Recessions Can Be Good Time to Invest
http://www.cnbc.com/id/23012953


Disney Profit Blows Past Forecasts; Shares Jump
http://www.cnbc.com/id/23015251


BHP Billiton Launches $147 Billion Bid for Rio Tinto
http://www.cnbc.com/id/23017392


S&P Stock Screen Uncovers "What Buffett Would Buy"
http://www.cnbc.com/id/23009694

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helbar

"Problemas nas seguradoras de obrigações ameaçam criar novo "tsunami" nos mercados

O presidente executivo do Deutsche Bank, Josef Ackerman, afirmou hoje que a redução do "rating" das seguradoras de emissões obrigacionistas coloca riscos elevados para os mercados de crédito, comparáveis ao "subprime".

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André Veríssimo
[email protected]

Pode ser um 'tsunami', comparável ao 'subprime'", disse Ackerman, numa entrevista à Bloomberg TV, realizada hoje, após a apresentação de resultados do banco.

Em causa está a classificação da dívida das maiores seguradoras de obrigações americanas, a MBIA Inc, a Ambac e a Financial Guaranty Insurance. Estas companhias vendem seguros para emissões de dívida, garantindo o pagamento do capital, caso as empresas que emitem as obrigações entrem numa situação de falência.

A queda abrupta no valor das emissões de dívida sobre hipotecas, garantidas por estas seguradoras, está a levar as agências de "rating" a reverem a sua classificação de risco. A Fitch baixou o mês passado a classificação da Ambac para "AA" e avisou a semana passada que pode fazer o mesmo com a MBIA.

Caso essa revisão em baixa se materialize, o valor das emissões de dívida cairá ainda mais, causando mais turbulência nos mercados. Além das seguradoras, também os bancos serão penalizados, vendo-se obrigados a contabilizar ainda mais perdas.

Para manterem os "ratings", as seguradoras estão a tentar injectar capital, melhorando os seus rácios.

O Deutsche Bank registou uma queda de 48% nos lucros no quarto trimestre, para 953 milhões de euros, evitando as fortes perdas relacionadas com o "subprime" que têm provocado prejuízos recorde em alguns dos maiores bancos do mundo."


tiagodandre

#41
Congress Expected to Pass New Stimulus Plan Today
http://www.cnbc.com/id/23054994


Estes negócios de bastidores...quando querem mostrar serviço!...este ano de eleições pesa muito...parece que é um bocado chato entregar o poder com a economia em recessão, os cofres limpos e hipotecados, e graves problemas financeiros por resolver...o que é que a malta americana iria dizer?...Bush por mais 4 anos se fosse possível!!! (espertos como são)  :D


cump.


PS: O mais provável é...tapar um sol com uma peneira por mais uns meses, e depois "descobrirem" outra vez que a economia está em recessão, os cofres limpos e ainda mais hipotecados, e os graves problemas financeiros agravaram e continuam por resolver...
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tiagodandre

Trichet diz que Zona Euro continua a crescer e que situação não é comparável à dos EUA

A situação económica na Zona Euro, onde continua a observar-se um crescimento significativo, não é comparável à dos Estados Unidos, sublinhou hoje o presidente do Banco Central Europeu (BCE), em entrevista publicada por quatro meios de comunicação japoneses.

"Os fundamentais da nossa economia são sólidos e estamos a observar um crescimento contínuo, o que é significativo", apesar de "os riscos para a economia real pesarem para o lado negativo". Já nos Estados Unidos, um forte abrandamento é "muito, muito provável", disse Jean-Claude Trichet, ao frisar que "a economia europeia não é a dos EUA" e que "os dois lados do Atlântico não estão na mesma situação".

Ao contrário do BCE, que parece preferir "esperar para ver", a Reserva Federal norte-americana baixou energicamente as taxas de juro, de 4,25% para 3% no espaço de pouco mais de uma semana, para tentar contornar o risco de uma recessão.

Mas na Zona Euro, onde as taxas de juro persistem em 4%, os sinais são mistos, precisa Trichet. "Tivemos alguns dados que apontam para o lado mais negativo, mas nalgumas situações vemos números positivos. A produção industrial recente foi um pouco melhor do que a anterior e temos visto o instituto alemão Ifo a divulgar índices (de confiança) melhores que o antecipado", exemplificou.

2008/02/11 - 11:59
Fonte: Canal de Negócios
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helbar

Credit Suisse Net Falls on SF1.3 Billion Writedowns (Update1)

By Elena Logutenkova

Feb. 12 (Bloomberg) -- Credit Suisse Group, Switzerland's second-biggest bank, said fourth-quarter profit fell 72 percent on lower earnings at the securities unit after writedowns of 1.3 billion Swiss francs ($1.2 billion) on debt and leveraged loans.

Net income fell to 1.33 billion francs, or 1.21 francs a share, from 4.67 billion francs, or 4.12 francs, a year earlier, the Zurich-based bank said in a statement today. That missed the 1.43 billion-franc median estimate of 11 analysts surveyed by Bloomberg.

Credit Suisse's markdowns in the quarter compare with $14 billion at UBS AG, the country's biggest bank, and 44 million euros ($64 million) at Frankfurt-based Deutsche Bank AG. Chief Executive Officer Brady Dougan scaled down subprime-related holdings before the slump led to more than $145 billion in writedowns and loan losses at the world's biggest banks.

``They've dodged the worst of the bullets in terms of writedowns, certainly in 2007,'' Bear Stearns Cos. analyst Christopher Wheeler said before the release. Earnings now depend on ``how far capital markets revenues fall during the course of 2008,'' he said.

Revenue fell 13 percent to 9.4 billion francs, with investment-banking down 36 percent to 3.9 billion francs on writedowns of leveraged loans, commercial and residential mortgage-backed securities and collateralized debt obligations. The company said it expects ``continuing turmoil in the credit markets'' in the ``near term.''

``We contained the impact of the credit-market dislocation in investment banking and increased revenues from the previous quarter,'' Dougan said in the statement. ``We are well- capitalized and conservatively funded.''

Mortgage Alert

Credit Suisse fell 36 percent in Zurich trading over the past 12 months, cutting its market value to 65.2 billion francs. The 60-member Bloomberg Europe Banks and Financial Services Index fell 34 percent in the same period.

The company got 54 percent of 2006 profit from operations before taxes from the investment-banking unit, which Dougan ran for three years before becoming CEO in May. Credit Suisse booked a gain of 1.82 billion francs in the fourth quarter of 2006 for the sale of its Winterthur insurance unit to AXA SA.

Managers at the SPS mortgage-servicing unit alerted the executive board to concerns about subprime assets in 2006. By the end of that year, the company had originated about 40 percent fewer subprime mortgages than in 2005, Dougan has said.

Credit Suisse had net third-quarter writedowns of 2.2 billion francs on collateralized debt obligations, residential and commercial-backed securities and leveraged loans.

Deutsche Bank

Deutsche Bank, which controls Europe's biggest investment bank by revenue, last week reported a smaller-than-expected decline in fourth-quarter profit, managing to avoid any net writedowns on bonds after booking gains from hedges. CEO Josef Ackermann said the outlook for market-related businesses remains ``challenging'' in 2008.

UBS will publish details on Feb. 14 of its 12.5 billion- franc fourth-quarter loss, the biggest ever for a bank. For the year, UBS's loss amounted to about 4.4 billion francs, it said on Jan. 30, reporting lower earnings than Credit Suisse for the first time since being created in a merger in 1998.

Credit Suisse may suffer this year from a revenue slowdown or potential writedowns from commercial mortgage-backed securities and leveraged loans, analysts including ABN Amro Holding NV's Kinner Lakhani have said.

The bank ranked fifth among global CMBS underwriters in the first nine months of 2007, Lakhani said. It also ranked fifth among bookrunners for leveraged loans in the Europe, Middle East and Africa region last year, according to Bloomberg data.

Job Cuts

Credit Suisse said last month it is cutting about 500 jobs at the investment-banking division worldwide to meet reduced demand for some services. The job cuts will be mainly in the global securities unit, which includes equities and fixed-income trading and origination, it said.

``Going into a likely revenue slowdown, Credit Suisse's investment bank has the advantage of more cautious headcount increases and greater non-staff cost efficiencies over the past three years,'' Citigroup analysts Jeremy Sigee and Kiri Vijayarajah wrote to clients on Feb. 4. ``It may have much greater flexibility than peers.''

At the same time, it plans to expand in private banking by adding about 1,000 wealth management advisers through 2010. The bank has opened new offices in the U.S. as part of a business revamp there and is also looking to invest in operations in Singapore and Hong Kong, where it lags behind competitors.


tiagodandre

Confiança dos investidores recupera inesperadamente na Alemanha

A confiança dos investidores na Alemanha recuperou inesperadamente em Janeiro, sugerindo que a maior economia europeia está a resistir relativamente bem ao impacto da crise financeira.

O índice calculado pelo ZEW ? um dos institutos de referência alemães ? subiu de menos 45, o valor mais baixo dos últimos 15 anos, para menos 39,5, reflectindo, em especial, a expectativa de uma melhoria das condições de negócio para os sectores exportadores.

De acordo com a análise do instituto alemão, o pior da crise será ultrapassado nos próximos seis meses e não é de antecipar que as restrições no crédito e as perdas acumuladas pelo sector financeiro mundial ? que deverão rondar os 400 mil milhões de dólares ? conduzam a uma recessão económica.

Essa é também a opinião do ministro alemão das Finanças. Peer Steinbrück disse hoje em Bruxelas, onde se encontra para participar no encontro mensal entre os seus colegas europeus (Ecofin), que a Zona Euro está a caminhar para uma desaceleração no crescimento, mas não para uma recessão, sinónimo de pelo menos dois trimestres consecutivos de quebra em cadeia do PIB.

2008/02/12 - 10:18
Fonte: Canal de Negócios



Euro reduz perdas com aumento da confiança na Alemanha

O euro voltou a negociar acima dos 1,45 dólares depois de ter sido divulgado que a confiança dos consumidores alemães aumentou em Janeiro. A moeda única descia 0,04%.

O euro [eur] cotava nos 1,4511 dólares. Ao início da manhã, a moeda única desvalorizou um máximo de 0,15% para 1,4497 dólares mas após a divulgação do dado económico na Alemanha recuperou para níveis acima dos 1,45 dólares.

O índice ZEW, que mede a confiança dos investidores alemães, aumentou inesperadamente em Janeiro indicando que a maior economia da Zona Euro está a

conseguir resistir apesar do abrandamento económico nos Estados Unidos.

O euro tem sido penalizado pelos receios de que o abrandamento económico nos Estados Unidos afecte as economias europeias levando o Banco Central Europeu a reduzir os juros na Zona Euro.

2008/02/12 - 10:25
Fonte: Canal de Negócios
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)