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News: O sentimento do mercado - Poço sem fundo ou grande Correcção?

Iniciado por tiagodandre, Janeiro 22, 2008, 14:37

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egas

eu sei disso JESSE mas em termos de resultados ate esta boa......... ate te digo mais ela recebeu a uns tempos da SEC recomendaccao de poder ir parar a um mercado inferior por estar a mais de 30 dias a baixo de 1USD, agora tem 180 dias para reverter a situaccao e o que dizem as regras por la.......... possivelmente deve fazer um REVERSE-SPLIT e ai podera ganhar novo folego......... ja vi varias empresas que foram malhadas para baixo por tendencias de mercado que muita gente aproveita para duluir o numero de accoes e tambem as precionam para tal acontecer.......... e um bocado complicado estas lutas que por vezes fazem la em que depois accionistas ficam com posiccoes mais curtas e depois comecam a comprar para voltarem a repor a posiccao que tem.......... eu nao estou a espera que elas cheguem aos precos que disse e sei que sera dificil nos tempos mais proximos para min se chegasse a 1 ja era bem bom........... so me referi que esta muito barata e sei bem que sertas lutas internas ainda a podem vir atirar mais para baixo mas vou estando atento.

tiagodandre

BCE mantém juros nos 4% pelo nono mês consecutivo

Jean-Claude Trichet

Presidente do BCE
O Banco Central Europeu (BCE) anunciou, sem surpresas, uma manutenção de juros para a Zona Euro nos 4%. Esta é a nona reunião consecutiva em que a autoridade monetária para a região opta por manter a taxa de juro, resistindo à pressão para a descer.

O BCE acabou de anunciar a manutenção de juros nos 4%, nível a que se encontram desde Junho de 2007 (quando a autoridade efectuou o último aumento do preço do dinheiro).

Após esta decisão, o mercado aguarda agora o discurso do presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, que será proferido às 13h30, hora de Lisboa. Será importante tentar perceber se o discurso do responsável sofre alterações significativas que façam antever uma alteração da política monetária.

"Não me parece que esteja iminente uma alteração de política", afirmou a economista-chefe do BPI, Cristina Casalinho, ao Jornal de Negócios, adiantando que não prevê "que haja uma alteração significativa no discurso"; apenas uma moderação do mesmo.

A responsável defende que "antes de meados do segundo semestre parece complicada [uma descida de juros], a não ser que os indicadores se deteriorem bastante".

O economista-chefe do Santander, Rui Constantino, partilha desta opinião, afirmando que "o BCE deve iniciar o ciclo de descida de juros em Junho".

Os economistas consultados pela Reuters acreditam, mesmo, que é mais provável que a autoridade monetária intervenha de forma verbal do que recorra a uma descida de juros. Pelo menos, nos próximos meses.

Publicado 6 Março 2008 12:46

"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

 
"European finance convention"
Perdas da crise financeira só vão ficar apuradas em Maio


Será necessário esperar mais três meses para perceber os efeitos da crise do crédito de alto risco. Um prazo que tem vindo a ser dilatado, já que há alguns meses os analistas acreditavam que a factura ficaria apurada na apresentação das contas de 2007.

Na opinião do responsável pelo departamento de política europeia do Fundo Monetário Internacional (FMI), apenas em Maio poderá haver uma ideia clara dos efeitos reais da crise nas instituições financeiras europeias.

"Nós já vimos a maior parte do impacto (no sector financeiro europeu), mas ainda veremos mais, sobretudo quando as instituições começarem a reportar os resultados do primeiro trimestre e quando acabarem, em Maio", disse Jörg Decressin, em declarações ao Jornal de Negócios.

A participar em Portugal no 21º encontro da "European Finance Convention", o responsável adiantou que espera que "no segundo trimestre comece a haver uma maior clareza sobre a crise", ainda assim considera que até ao momento o sector financeiro europeu foi capaz de responder ao "tumor" que emergiu nos Estados Unidos.

Publicado 7 Março 2008 0:15

"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

Fundos portugueses fogem da banca e apostam na energia

A lista das acções em que os fundos mais investem deixou de contemplar o BCP e o BES, mostrando que os gestores dos fundos portugueses estão a fugir da banca e a apostar na energia.

De acordo com o relatório hoje enviado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), na lista das 10 acções em que os fundos portugueses mais investem, não consta qualquer banco.

No final de 2007, 5,7% da carteira dos fundos estava aplicado em BCP e 3,5% em Banco Espírito Santo. Na lista de Fevereiro, a Portucel surge em 10º lugar, com um peso de 3,4% das carteiras dos fundos, pelo que cada um dos três maiores bancos nacionais cotados tem agora um peso inferior a 3,4%, algo inédito nos últimos meses.

A crise financeira e a expectativa de que os bancos teriam que recorrer a um aumento de capital, o que se confirmou no caso do BCP e BPI, explicam a decisão dos gestores de fundos continuarem a reduzir a exposição a este sector, que é o que mais perde este ano na praça portuguesa.

Pelo contrário, no topo das acções preferidas, destaca-se outro sector, o das energias. A Galp Energia conserva o estatuto de acção preferida dos fundos, apesar do investimento ter descido 3,2% para 130 milhões de euros. O investimento na EDP recuou 22% para 77,3 milhões de euros, mas a eléctrica surge em segundo lugar.

Cimpor (+6,5%), Sonae SGPS (+2,4%) e Jerónimo Martins (+1,3%) completam o "ranking" das cinco acções favoritas dos fundos, enquanto a Martifer (em 8º lugar), a Sonae Indústria (9º) e Portucel (10º) se destacam pelos crescimentos verificados em Fevereiro. Os investimentos nestas empresas aumentaram 8,1%,16,8% e 29,2%, respectivamente.

Mas a tendência dos gestores de fundos aponta para a redução dos investimentos em acções. O volume investido no mercado accionista português recuou 4,2% para 947,7 milhões de euros, descendo abaixo da barreira dos mil milhões de euros.

A queda do investimento em Portugal, considerando outros títulos além das acções, foi ainda mais acentuado: 9,8% para 1,288 mil milhões de euros.

O relatório da CMVM revela ainda que o valor sob gestão dos organismos de investimento colectivo em valores mobiliários (OICVM) foi de 19.538,7 milhões de euros, que traduz um decréscimo de 4,3% relativamente ao mês anterior.

10 Março 2008 18:33



Subprime alternative: FHA reform deal close
http://money.cnn.com/2008/03/10/news/economy/fha_reform_upcoming/index.htm?postversion=2008031014


Fed's hands tied by weak dollar
http://money.cnn.com/2008/03/10/markets/morningbuzz/index.htm?postversion=2008031011


U.S. Stocks Retreat, Led by Financials; Bear Stearns Tumbles
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aLfPUBmFk.bA&refer=home


Amid Stock Plunge, Bear Stearns Says Financial Position Is Strong
http://online.wsj.com/article/SB120516609947524467.html?mod=hpp_us_whats_news
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tiagodandre

Acção conjunta com a Fed
BCE vai injectar 15 mil milhões de dólares no mercado monetário


O Banco Central Europeu anunciou a injecção de 15 mil milhões de dólares destinados a acalmar os mercados monetários numa acção conjunta com a Reserva Federal norte-americana.

"A nossa intenção é continuar a garantir a liquidez do dólar durante o tempo que o Conselho de Governadores considerar necessário para fazer prevalecer as condições de mercado", explica o BCE citado pela Bloomberg.

O banco vai estar disponível para receber os pedidos de empréstimos durante 28 dias no próximo dia 25 de Março. Os empréstimos serão concretizados no dia 27 de Março, de acordo com a informação disponibilizada pela autoridade monetária.

Axel Weber, membro do conselho de governadores do Banco Central Europeu, afirmou hoje que o BCE não tem qualquer "margem" de manobra para reduzir os juros na Zona Euro com os preços do petróleo a subirem para os níveis mais elevados de sempre.

Publicado 11 Março 2008 13:25



Reserva Federal anuncia empréstimo de 200 mil milhões para acalmar crise financeira

A Reserva Federal norte-americana prevê emprestar 200 mil milhões de dólares em obrigações em troca de títulos ligados aos empréstimos à habitação que perderam valor devido às quebras de pagamentos.

A Fed vai criar um novo instrumento (Term Securities Lending Facility) que vai permitir emprestar obrigações ao sistema financeiros através de leilões semanais. O banco central norte-americano anunciou ainda que vai aumentar o valor de empréstimos em dólares disponíveis para os bancos centrais europeus.

As medidas anunciadas hoje pela Fed estão a ser realizadas em parceria com o banco central do Canada, o Banco de Inglaterra, o Banco Central Europeu e o Swiss National Bank.

Este é mais um esforço de Ben Bernanke para diminuir os constrangimentos dos mercados financeiros que estão a diminuir o crédito disponível para as famílias e empresas.

Publicado 11 Março 2008 13:30



Fed Works With Overseas Banks To Expand Securities Lending
http://online.wsj.com/article/SB120523882863126997.html?mod=hpp_us_whats_news


Stocks Soar on Fed's Liquidity Move
http://online.wsj.com/article/SB120523385607226971.html?mod=hpp_us_whats_news


Treasuries Fall as Fed to Accept Mortgage Debt as Collateral
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aq6DdBk63FC8&refer=home

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tiagodandre

Lucros do Goldman Sachs caem menos que o esperado no primeiro trimestre

O Goldman Sachs reportou uma queda de 53% dos seus lucros do primeiro trimestre, ainda assim menos que o esperado pelos analistas, depois da instituição ter amortizado perdas ligadas ao "subprime".

Os lucros do banco caíram para os 1,51 mil milhões de dólares (95 milhões de euros), ou 3,23 dólares por acção, nos três meses terminados a 29 de Fevereiro, o que compara com ganhos de 3,2 mil milhões de dólares no mesmo período do ano anterior. Os analistas consultados pela Bloomberg esperavam que o lucro por acção fosse de 2,59 dólares.

No período em questão, o banco norte-americano teve que enfrentar amortizações de cerca de mil milhões de dólares resultantes da crise do crédito hipotecário de alto risco e perdas de 135 milhões de dólares causadas pela desvalorização da sua participação no Industrial & Commercial Bank of China.

A queda dos resultados, neste primeiro trimestre, foi a maior da instituição desde 1999.

Em 2008, os títulos do Goldman Sachs tombaram 30%, à medida que as pessoas vão perdendo a confiança no sector financeiro devido à crise do "subprime".

Publicado 18 Março 2008 12:31



Lucros da Lehman caem menos do que o esperado

Os lucros da Lehman Brothers caíram 57% , menos do que o esperado pelos analistas, um dia depois do quarto maior banco norte-americano ter perdido 19% da sua capitalização bolsista.

Os resultados líquidos do banco deslizaram para 489 milhões de dólares (309,95 milhões de euros), ou 81 cêntimos de dólar por acção, contra 1,15 mil milhões de dólares (730 milhões de euros), ou 1,96 dólares por acção, de igual período do ano anterior.

As acções da Lehman Brothers estão a valoriza 14% depois dos lucros terem superado as estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg.

A empresa recupera, assim, depois de ontem a Lehman Brothers ter afundado 32% no mercado de futuros de Nova Iorque, com os investidores a recearem que as instituições financeiras enfrentem problemas de falta de liquidez e depois de ter sido noticiado que os bancos asiáticos estão a dar instruções aos seus funcionários para não negociarem com o banco.

Publicado 18 Março 2008 13:33



Goldman e Lehman sustentam praças americanas

As principais bolsas dos Estados Unidos abriram em forte alta, depois de a Goldman Sachs e a Lehman Brothers apresentarem lucros que superaram as estimativas. Além disso, a especulação dos investidores de que a Reserva Federal vai reduzir uma vez mais os juros também está a contribuir para a tendência.

O Dow Jones [Cot] segue a ganhar 1,69%, fixando-se nos 12.174,9 pontos. O S&P 500 [Cot] sobe 1,68%, para 1.298,06 pontos. O índice compósito Nasdaq [Cot] marca 2.221,61 pontos, com uma valorização de 2,05%.

A Goldman e a Lehman estão a ganhar terreno depois de revelarem que os seus lucros diminuíram menos do que o esperado pelos analistas. O Citigroup e a JPMorgan Chase também seguem em alta, sustentados pelo facto de os operadores preverem que a Fed irá reduzir a sua taxa directora em pelo menos um ponto percentual, na reunião de hoje, para travar as perdas no mercado do crédito.

A Exxon Mobil, maior petrolífera norte-americana, também está a valorizar, impulsionada pelos ganhos do petróleo.

Na sessão de ontem, a banca norte-americana caiu para os níveis mais baixos de quase cinco anos, devido aos receios de que as maiores instituições de Wall Street possam estar sobreavaliadas – isto devido à oferta de compra de apenas dois dólares por acção que a JPMorgan lançou sobre a Bear Stearns, que correspondeu a menos 90% do valor de mercado que o banco de investimento tinha na semana passada.

Publicado 18 Março 2008 13:48
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

Hmmm....agora já não é o fim do mundo?.... ;)


"No curto prazo poderemos ter uma subida significativa nas acções"

Christopher Sheldon, director de estratégia de investimento do Bank of New York-Mellon Wealth Management, que gere 171 mil milhões de dólares, diz em entrevista à Bloomberg TV que as bolsas americanas poderão registar uma forte subida no curto prazo.


As bolsas americanas registaram na semana passada o maior ganho das últimas sete semanas. As acções estão a demonstrar uma viragem"

Penso que ainda assistiremos a mais avanços e retrocessos, mas acho que transpusemos um limiar muito importante com a acção da Fed. Foi muito importante, pois contribuiu para uma maior liquidez no mercado.

No curto prazo há muitas possibilidades, mas acho que vamos precisar de ver um pouco mais de acção positiva antes de podermos falar em inversão de tendência.


Está a sugerir que os investidores devem vender as suas acções"

Não acho que o devam fazer. Os preços dos títulos financeiros e de outros sectores estão suficientemente baixos para, no curto prazo, poder haver facilmente um movimento altista. A nossa estratégia não seria de venda. Com efeito, aconselhamos os investidores a regressarem às suas compras normais de longo prazo.


Isso significa que reduzirá o seu investimento em activos de maior liquidez"

Nós não usamos esse tipo de activos, excepto para circunstâncias específicas de alguns clientes. Onde reduziríamos especialmente seria na área das obrigações do tesouro, especialmente nas maturidades de curto prazo, que estão nos níveis mais baixos dos últimos 50 anos. Nessa base, as acções, especialmente das grandes empresas, começam a mostrar-se bastante atractivas.


Olhando para os indicadores do mercado, como o VIX (volatilidade), o rácio "put/call", a American Association of Individual Investors, há muitas indicações de uma forte recuperação para os próximos 12 meses. Acredita nisso ou acha cedo para afirmar que isso vai acontecer"

É difícil dize-lo. Chegámos a um nível de sentimento muito negativo, mesmo antes da situação da Bear Stearns, com as amortizações. No curto prazo acho que poderemos ter uma subida significativa, mas a 12 meses é mais difícil de prever. É possível, mas penso que continuaremos a assistir a uma volatilidade elevada, mais alta do que nos últimos dois anos.


Atendendo a esse ambiente de contínua volatilidade elevada, o que aconselha aos investidores"

Certifique-se que diversifica, que não se concentra excessivamente em posições. Recomendamos uma maior aposta no sector financeiro, cuja recomendação passámos de ´underweight´ para ´equalweight´. Achamos que vão começar a surgir alguns preços de saldo. A valorização da Bear Stearns indica que há pessoas atentas. Mas desta vez não faça apostas extremas e agressivas.

2008/03/25 - 09:06



Acções estão "extremamente subavaliadas"

O Millennium bcp investimento considera que as acções estão "extremamente subavaliadas", pelo que reforçou a recomendação de "compra" sobre os principais índices accionistas. António Seladas refere que "algures entre o Verão e o final do ano teremos os primeiros sinais positivos na economia".

"Tendo em conta as avaliações actuais dos principais mercados, reforçamos a nossa recomendação de Compra/Sobrexposição aos principais índices accionistas, nomeadamente Zona Euro e EUA", refere um artigo do Millennium bcp, inserido na newsletter semanal do banco, recordando que "temos esta opinião desde a segunda semana de Janeiro último".

A maioria das principais praças europeias acumula uma queda acima de 10% desde o início do ano, devido à crise no mercado de crédito, com Lisboa a ser das mais castigadas, com uma queda de 21%.

A mesma fonte acrescenta que as avaliações tradicionais como o múltiplo dos resultados estimados encontram-se "a níveis muito deprimidos, quer na Zona Euro quer nos EUA", sendo que "por outro lado, os prémios de risco que reflectem de uma forma muito fidedigna o ambiente de grande aversão aos mercados accionistas, encontram-se a níveis máximos".


Economia americana recupera até final do ano

De acordo com António Seladas, responsável pelo "research" do Millennium, "neste momento, o que se discute não é se a economia americana vai entrar em recessão ou se vai crescer pouco, o tema mais importante é quanto tempo vai demorar esta fraqueza", sendo que "a estratégia para a gestão do activo acções depende essencialmente da resposta a esta pergunta".

Lembrando que as últimas recessões nos EUA demoraram entre 6 e 16 meses com um prazo médio de 10 meses e assinalando que desta vez a Reserva Federal foi "extremamente pró-activa", ao iniciar o corte de juros em Setembro passado, o Millennium acredita que ainda este ano a economia americana poderá dar os primeiros sinais positivos.

"Parece-nos razoável assumir que algures entre o Verão e o final do ano teremos os primeiros sinais positivos na economia" americana, refere António Seladas.

2008/03/25 - 09:22
Fonte: Canal de Negócios
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

egas

concordo plenamente com o que estes senhores dizem ;D quem quiser entrar em longo prazo que seja a estes precos e nao quando estiverem no triplo ;D com o tempo este mau bucado passa e acredito que tal como nas materias primas tem havido especulaccao o mesmo vai acontecer nas acccoes mais tarde ou mais cedo ;D

Jesse

egas, daqui a uns dias se visitarmos os minimos de novo, quero ver se o teu optimismo se mantem.  ;)

(*) Utilizador banido do Clubeinvest

egas

Citação de: Jesse em Março 25, 2008, 15:51
egas, daqui a uns dias se visitarmos os minimos de novo, quero ver se o teu optimismo se mantem.  ;)


a estes precos nao vendo e ate tenho algumas a ganhar ;D se vierem mais para baixo ate tenho a intenccao de reforcar......... eu estou a falar longo prazo 1 ANO no minimo e 2 ANOS no maximo ;D

Jesse

É sempre uma opção comprar mais a baixo,  mas não existe dinheiro suficiente para se estar sempre a reforçar, por isso essa estratégia por vezes não resulta e muito menos em bear market.

Não ligo muito "a estes preços não vendo" isso não impede de descerem mais.
Nunca impediu..

Mas sim, um dia vai ter que subir.... pode estar perto, pode não estar, quem sabe... vamos ver.

Para mim a opção é entrar mais tarde, sempre mais tarde, com calma e sem stress.
(*) Utilizador banido do Clubeinvest

egas

concordo com o que disseste JESSE mas a estes precos comeco a ter algumas, comecei em JANEIRO e reforcei agora em MARCO em algumas mais a baixo e como ainda tenho uns cartuchos so reforco se vier mais para baixo senao deixo andar o barco ;D posso estar errado e tambem me engano e a ultima que me provocou grandes perdas foi a STV mas nao tem nada a ver com os precos que estao agora............ como disseste e bem um dia vai ter que subir ;D pode estar perto, pode nao estar, quem sabe ;D logo se ve com o tempo......... nao estou a aconselhar a ninguem seguir o meu pensamento........

tiagodandre

#102
Mercados ensaiam viragem
Sinal intermitente para a crise na bolsa


No regresso das mini-férias da Páscoa os investidores foram brindados com uma sessão de ganhos. E que ganhos: Lisboa registou a maior valorização diária em mais de dois anos, liderando os ganhos na Europa.

O optimismo do início da semana em Wall Street atravessou o Atlântico, com o sentimento de que podemos estar num momento de viragem na crise, levando a uma corrida às acções. É que o preço que se paga pelos lucros está baixo. Resta é saber se ainda vai baixar mais.

As últimas sessões positivas nos Estados Unidos vieram relançar a confiança no mercado accionista, depois da revisão da oferta de compra do JPMorgan sobre o Bear Stearns e de a venda de casas usadas ter subido de forma inesperada. E nem as más notícias divulgadas ontem inverteram este sentimento. Os preços das casas nas áreas metropolitanas dos EUA registaram a maior queda de sempre. A confiança dos consumidores caiu, em Março, para o nível mais baixo dos últimos cinco anos, enquanto as expectativas em relação à economia desceram para mínimos de 1973, ano do escândalo do Watergate.

Estes indicadores, divulgados ao início da tarde, não fizeram tremer os investidores, com os índices europeus a fecharem em níveis ainda mais elevados do que na abertura. O Dow Jones STOXX 600 avançou 3,30%, enquanto o índice bolsista da maior economia europeia, o DAX, somou 3,24%.

Publicado 26 Março 2008 0:07



Hoje no Jornal de Negócios
Citigroup avisa para "bolha" nas matérias-primas


"O caso da desintegração das matérias-primas." É assim que o Citigroup intitula a sua última nota de "research" sobre as "commodities". Num tom mais pessimista do que a maioria das casas de investimento, diz que existe uma "bolha das commodities" prestes a rebentar, o que aumenta o risco de investir em empresas do sector mineiro e agrícola.

E isto porque "o forte desempenho das matérias-primas nos últimos anos aumenta a plausibilidade de uma correcção neste sector", salienta o documento. O que significa que as indústrias associadas, onde se incluem os equipamentos para extracção de recursos naturais e os serviços de engenharia, também correm o risco de cair.

Não é por acaso que esta previsão surge agora. Na semana passada, um dos principais índices de "commodities", o Reuters/Jefferies CRB, teve a maior queda diária em 52 anos, devido à convicção de que o abrandamento económico global reduzirá a procura de energia, metais e cereais.

Mas será desta que as "commodities" interrompem o movimento altista iniciado em 1999? Há quem ache que não. O Barclays Capital, na sua mais recente análise, divulgada no início desta semana, prevê que as matérias-primas vão continuar a subir.

Publicado 26 Março 2008 0:11
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

berrio

CitaçãoNão é por acaso que esta previsão surge agora. Na semana passada, um dos principais índices de "commodities", o Reuters/Jefferies CRB, caiu para o nível mais baixo dos últimos 52 anos, devido à convicção de que o abrandamento económico global reduzirá a procura de energia, metais e cereais.

Mas será que estes senhores do Jornal de Negócios não revêm os textos que escrevem? Confundir a maior queda diária com o nivel mais baixo de um indice é obra  ::) >:(
Abraços,
Guilherme Diaz-Bérrio
"Os economistas passam metade do tempo a fazer previsões. A outra metade passam-na a explicar por que se enganaram"
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tiagodandre

LOL.....tens razão berrio!....  :D  ::)

É o que dá não ler as notícias todas... ;) ...e já por muitas vezes corrigi erros deles antes de por aqui, mas estou a ver que não se pode ter confiança no que escrevem, é só calinadas! :o

Enfim...vamos uma vez mais corrigir!  ;)

Cump.
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"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)