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O futuro dos automóveis na Terra...Algumas sugestões!!! ;)

Iniciado por tiagodandre, Maio 23, 2008, 17:20

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tiagodandre

2008-07-09 12:15
Governo conclui a assinatura do memorando com a Renault-Nissan para os carros eléctricos


O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou hoje que o Governo já assinou o memorando com a fabricante automóvel Renault-Nissan que irá criar uma rede de carros eléctricos em Portugal, de modo a levar ao uso em massa deste tipo de veículos a partir de 2011.

Ao falar durante a assinatura do acordo e citado pela agência Reuters, Sócrates notou que o mundo está a viver um novo e "intenso" choque petrolífero, com impacto directo na vida dos cidadãos normais.

O primeiro-ministro afirmou que o Executivo não vai ficar parado, "como aconteceu no primeiro e no segundo choques petrolíferos. Queremos aumentar a autonomia do país a nível energético".

Deste modo, Sócrates adiantou que o Governo quer "criar condições para que o consumidor possa escolher um carro eléctrico sem desvantagem, nem no preço nem na utilização e abastecimento".

"Estaremos disponíveis para outras parecerias com outros construtores automóveis, e gostaríamos que houvesse mais construtoras disponíves para investir em carros eléctricos".

O CEO da Renault Nissan, Carlos Ghosn, afirmou por seu turno que "Portugal é o primeiro país a iniciar uma parceria directa com a aliança, criando um modelo conjunto público privado para os veículos de emissão zero se tornarem uma alternativa credível".

Este responsável adiantou ainda que "a aliança Nissan Renault está empenhada em ser líder nos veículos de emissão zero e estamos a criar parcerias com empresas e cidades de vários países para comercializar em massa veículos eléctricos".



Publicado 09 Julho 2008  13:12
Sócrates promete novo modelo fiscal
Carros eléctricos só vão pagar 30% do imposto automóvel


O primeiro-ministro comprometeu-se hoje a rever a fiscalidade automóvel para os carros eléctricos. José Sócrates disse que os veículos eléctricos só pagam 30% do imposto automóvel e o Governo está disponível para aproximar ainda mais os custos dos novos carros aos convencionais.

"Assumimos um compromisso com a Renault-Nissan e estamos disponíveis para criar um modelo fiscal ainda mais atractivo para os carros eléctricos, de modo a que não existam diferenças com os carros convencionais que funcionam a gasolina", explicou o governante esta manhã, em Lisboa, na cerimónia de assinatura do acordo entre o Governo e a Renault-Nissan para o desenvolvimento dos carros eléctricos em Portugal.

O imposto automóvel em vigor tem uma componente ambiental que pesa 70% do total e que está indexado ao nível de emissões poluentes dos veículos. Como os carros eléctricos não libertam emissões estão já isentos desta parcela, pagando apenas o diferencial de 30%.

O Governo veio agora no entanto mostrar-se disponível para encontrar outras soluções que aproximem os carros eléctricos aos veículos a gasolina, já que os primeiros na fase inicial de venda serão mais caros.

A criação de uma rede logística nacional é outra das condições que o Governo considera essencial para o sucesso dos carros eléctricos em Portugal.

"Queremos que as pessoas que optem por ter carros eléctricos possam abastecer sem problemas e não sejam vistos como extraterrestres", referiu José Sócrates.

Para isso, o Executivo já começou em conversações com um conjunto de empresas para a construção desta rede logística.

Na cerimónia estavam presentes algumas das empresas (EDP, Brisa, BESI) envolvidas neste projecto, cujos contornos finais serão apresentados dentro de quatro meses.

"O Governo está empenhado em lutar por uma maior autonomia energética, em ter uma maior independência face ao petróleo", afirmou o primeiro-ministro para justificar o significado político do acordo com a Nissan-Renault.

José Sócrates aproveitou ainda para dizer que outro dos objectivos desta aliança tem a ver com a "vontade de Portugal em estar na linha da frente em termos tecnológicos".

O chefe do Executivo não hesitou em afirmar que "uma revolução está em marcha. Tudo no mundo converge para as renováveis e queremos anteciparmo-nos. Não queremos estar à espera que o mercado nos apresente soluções, mas antes participar nas mudanças".



Publicado 09 Julho 2008  13:08
Aliança Renault Nissan estuda viabilidade do carro eléctrico em Portugal nos próximos quatro meses


Durará quatro meses o estudo de viabilidade que a aliança Renault Nissan levará a cabo em Portugal para analisar a existência de condições que permitam a introdução dos seus veículos eléctricos no nosso mercado em 2011, um ano depois da sua entrada nos Estados Unidos da América (EUA) e no Japão.

O estudo começa desde já, depois de hoje ter sido assinado um protocolo entre a Renault Nissan e o governo português. "Vamos iniciar um estudo de viabilidade para o lançamento em larga escala de veículos eléctricos em 2011. Entendemos por sucesso o facto de os veículos eléctricos passarem a ser uma alternativa viável para o povo português", disse o vice-presidente da Nissan, Carlos Tavares.

Realçando que Portugal "está em plena sintonia com as estratégias da Renault Nissan para as emissões zero [de dióxido de carbono]", o executivo português do grupo franco-nipónico disse que o projecto em que a aliança está a trabalhar prevê a massificação de carros de cinco lugares, com autonomia de até 160 quilómetros. "Vai ao encontro das necessidades diárias de 90% dos nossos clientes actuais", afirmou Carlos Tavares.

O presidente da Nissan, Carlos Ghosn, lembrou que para o sucesso dos veículos não poluentes terá de haver três condições, nomeadamente "tecnologia eficiente, fiável e acessível", uma estrutura do carro mais leve e condições económicas favoráveis. "Do lado da aliança significa disponibilizar um produto credível, funcional e agradável que os consumidores queiram conduzir", explicou Carlos Ghosn na apresentação do acordo.

A Renault Nissan pretende iniciar a comercialização em massa de veículos eléctricos nos EUA e Japão no final de 2010, podendo Portugal vir a recebê-los em 2011. Carlos Ghosn disse estar convencido de que "são os veículos de emissões zero a solução final para o futuro da mobilidade".

"A procura de veículos está a aumentar rapidamente com o contributo dos mercados emergentes. Nos EUA existem 800 veículos por mil pessoas. Na Índia e na China há menos de 50 veículos por mil, mas essa situação está a mudar", referiu Carlos Ghosn.

Cump.
"Aprenda com os erros alheios. Não viverá o bastante para cometer todos os erros." (Martin Vanbee)

"Investir em conhecimento rende sempre os melhores juros." (Benjamin Franklin)

tiagodandre

Iniciativa prevê frota de veículos para a cidade de Guimarães 2008-07-16 15:41

Grupo DST vai desenvolver rede de energia para criação de carro eléctrico

O Grupo DST anunciou hoje que vai desenvolver uma rede de energia 'inteligente' para a concepção, desenvolvimento e aplicação de um modelo de mobilidade sustentável – carro eléctrico, enquadrado no projecto 'Mobi Guimarães'.

Segundo um comunicado hoje emitido pela DST, o projecto terá um investimento inicial de 400 mil euros e contempla uma parceria liderada pela Câmara Municipal de Guimarães que, além da DST, conta com a Petrotec, Universidade do Minho, o Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel (CEIIA) e o Centro de Inovação INTELI.

"Com este projecto, a DST procura prestar um apoio activo à I&D, associando-se a instituições de renome, e apostar em mais uma nova área de negócios, numa lógica de diversificação que tem vindo a caracterizar o grupo" destaca o CEO da DST, José Teixeira.

O documento nota que os principais objectivos da iniciativa são "a criação de uma frota de veículos eléctricos partilhados, bem como a construção de uma infra-estrutura adequada de uma rede de energia e carregamento e de um sistema de informação que permita a gestão da mobilidade dentro do município".

Para já, as actividades centram-se no desenvolvimento dos veículos, parques de entrepostos de 'carsharing', rede de abastecimento piloto e do sistema de informação e gestão.


E mais um vídeo.... ;)



Para quem não conseguir visualizar: http://br.youtube.com/watch?v=s2-dtQQ6vm4


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tiagodandre

No Orçamento de Estado de 2009...

Publicado 14 Outubro 2008  16:36
Energias renováveis
Veículos eléctricos e equipamentos de microprodução dedutíveis no IRS em 30%


Os portugueses, em 2009, vão poder deduzir no IRS do próximo ano 30% da compra de equipamentos novos de microprodução de energia, até ao limite máximo de 796 euros. Também os veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis vão ter este benefício fiscal.

Vão ser considerados para a dedução à colecta do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, "os equipamentos novos para utilização de energias renováveis e de equipamentos para a produção de energia eléctrica ou térmica (co-geração) por microturbinas com potência até 100 kilowatt(Kw), que consumam gás natural, incluindo equipamentos complementares indispensáveis ao seu funcionamento", diz a proposta do OE 2009 a que o Negócios teve acesso.

Serão igualmente dedutíveis à colecta, "os veículos sujeitos a matrícula exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis".

O limite máximo de dedução à colecta com equipamentos de energias renováveis vai ser aumentado no próximo ano para 796 euros, contra os 777 euros fixados para este ano. Vai desaparecer, no entanto, a majoração de 10% que existia para os imóveis classificados com classe A ou A +, que existia em 2008.



Publicado 14 Outubro 2008  18:30
Carros a gasóleo sem filtro de partículas pagam mais 500 euros

A proposta preliminar do Orçamento do Estado (OE) para 2009 prevê um agravamento dos impostos para os veículos a gasóleo com maiores emissões de partículas, sendo que nos casos em que essas emissões ultrapassem 0,005 gramas por quilómetro o veículo fica sujeito a um agravamento de 500 euros no imposto a pagar.

Já estava em vigor este ano legislação que incentivava a venda de automóveis com filtro de partículas, oferecendo uma redução de 500 euros no imposto a pagar aos carros com emissões inferiores a 0,005 gramas por quilómetro. Só que agora, o Estado deixará de oferecer esta redução, passando o incentivo a funcionar ao contrário: os veículos que vão além deste limite são penalizados em 500 euros.

"Os veículos ligeiros equipados com sistema de propulsão a gasóleo, que apresentem níveis de emissões de partículas iguais ou superiores a 0,005 g/km, constantes dos respectivos certificados de conformidade, ou na sua inexistência, nas respectivas homologações técnicas, ficam sujeitos a um agravamento de € 500 no total do montante de imposto a pagar, depois de aplicadas as reduções a que houver lugar", indica o texto preliminar do OE para 2009.

No que diz respeito ao código do Imposto sobre Veículos, o OE para 2009 prevê outras alterações, nomeadamente novas taxas para as componentes ambiental e de cilindrada deste imposto. Essas novas taxas apresentam, face às tabelas definidas para 2008, actualizações na ordem de 1% a 3%, continuando, em todo o caso, a apresentar taxas mais vantajosas para emissões até 120 gramas de dióxido de carbono por quilómetro e para cilindradas até 1.250 centímetros cúbicos.

Outra alteração surge nos benefícios concedidos aos veículos híbridos. Os ligeiros de passageiros com motores híbridos já beneficiavam de uma redução de 50% do imposto se utilizassem gás de petróleo liquefeito (GPL), gás natural, energia eléctrica ou solar, gasolina ou gasóleo. A nova redacção da lei proposta pelo Governo mantém essa redução, mas exclui os híbridos que funcionem com GPL e gás natural.



Publicado 14 Outubro 2008  18:39
Incentivos fiscais ao abate limitados à aquisição de automóveis novos pouco poluentes

O Governo vai condicionar a atribuição de incentivos fiscais aos proprietários que pretendem abater os seus automóveis com mais de dez anos.

O benefício é limitado à aquisição de veículos novos e, agora, restrito a viaturas que apresentem baixos níveis de emissões de gases nocivos para a atmosfera. De acordo com a proposta de Orçamento do Estado para 2009, "o incentivo fiscal à destruição de automóveis em fim de vida reveste a forma de redução do imposto sobre veículos devido pelo proprietário na compra de automóvel novo cujo nível de emissões de CO2 não ultrapasse os 120g/Km".

Até agora não era discriminado o nível de emissões de CO2, apenas limitava a atribuição do benefício fiscal do abate de um veículo usado (com dez ou mais anos )à aquisição de um automóvel.

Para o abate de veículos com idade superior ou igual a dez anos, e inferior a quinze anos, era atribuída uma redução de 1.000 euros. A redução ascendia aos 1.250 euros para automóveis ligeiros a destruir, cuja primeira matrícula tivesse sido atribuída há quinze ou mais anos.



Publicado 14 Outubro 2008  19:02
Automóveis eléctricos passam a ser dedutíveis no IRS

O Governo, na tentativa de incentivar a aquisição de veículos não poluentes, introduziu uma novidade na proposta de Orçamento do Estado para 2009. Os consumidores que adquirem automóveis eléctricos, ou outras energias renováveis não combustíveis, vão poder deduzir parte da despesa no IRS.

Segundo a proposta de OE para 2009, passará a ser dedutível à colecta parte das despesas com a compra de "veículos sujeitos a matrícula exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis".

A proposta de OE para 2009 refere que podem ser deduzidos até 30%, com um limite de 796 euros, das importâncias despendidas com a aquisição deste tipo de veículos que não emitem gases nocivos para a atmosfera.

A medida é nova, mas o objectivo não. No ano passado, no OE de 2008, o Governo anunciou o desagravamento do Imposto Sobre Veículos (ISV) para os automóveis menos poluentes.

Em média, o ISV foi reduzido em 11%, "tornando, consequentemente, a aquisição de veículos pelos particulares e pelas empresas menos onerosa", lia-se no documento, salientando o Governo que a medida iria beneficiar mais os veículos a gasolina do que os a gasóleo.


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