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Com uma aparente retoma dos Mercados nos USA e Europa..nos por cá..PSI?

Iniciado por xubi2, Maio 30, 2008, 22:33

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xubi2

Numa altura em que começa a haver sinais de retoma nos mercado financeiros  e se quisermos uma não filtragem das subidas do petróleo que se faziam sentir ate ao final da semana passada por parte dos mesmos, com a melhoria da cotação do dólar* e agora com a diminuição do preço do petróleo, estaremos em condições de começar a pensar numa real subida dos mercados económicos ou apenas será mais um virar de pagina?


*Cambial/Fecho 2008-05-30 18:30
Dólar perde terreno contra o euro com tomada de mais-valias
A divisa norte-americana caiu hoje face à moeda única, uma vez que os investidores estão a aproveitar a recente valorização da 'nota verde' para obter proveitos, ao mesmo tempo que as atenções se voltam para a evolução dos preços do petróleo.

Pedro Duarte

Às 18h19, o euro era transaccionado nos mercados cambiais a 1,5553 dólares, contra 1,5515 dólares no fecho de quinta-feira e depois de ter variado entre os 1,5463 e os 1,5569 dólares durante o dia.

Segundo afirmou à Reuters um especialista, "o dólar teve dois bons meses de ganhos contra o euro (...) mas agora a 'nota verde' está a ser vendida um pouco, já que é sexta-feira e alguns investidores querem realizar mais-valias antes do fim de semana".

Os peritos notam que "os dados macro-económicos hoje divulgados nos EUA encaixam-se bem com os dados mais recentes, e reflectem o facto de já ter sido delineado um fundo para o dólar (...) o foco está agora nos preços do petróleo


As principais praças* da Europa estão já com ganhos acumulados de há mais de 6 dias e ou com perdas muito inferiores as do nosso PSI20, que tirando hoje foi o único dia a subir uns míseros 0.7%, 10.597 pontos levando já uma desvalorização de18.60% desde o inicio do ano! >:(
Nos USA essa desvalorização anual é de apenas 4.55% "antes do fecho" sem mais comentarios
... :(


*Footsie volta a contrariar tendência
Bolsas europeias encerram em alta com petróleo longe de máximos
As principais praças europeias encerraram a sessão em alta impulsionadas pelas companhias aéreas e pelo sector automóvel devido à negociação do petróleo a níveis inferiores aos 130 dólares.

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Lara Rosa
[email protected]


As principais praças europeias encerraram a sessão em alta impulsionadas pelas companhias aéreas e pelo sector automóvel devido à negociação do petróleo a níveis inferiores aos 130 dólares.

O índice pan-europeu, Stoxx 50, que engloba as 50 maiores empresas europeias, encerrou a sessão a ganhar 0,11% para os 3.182,53 pontos.

Entre os principais índices europeus o CAC 40 foi o que mais valorizou ao avançar 0,77% para os 5.014,28 pontos, seguido do DAX alemão que ganhou 0,59% para os 7.096,79 pontos.

Em Espanha o IBEX encerrou a cotar nos 13.600,90 pontos ao valorizar 0,45% e o AEX, em Amesterdão, avançou 0,35% para os 485,52 pontos.

A contrariar a tendência positiva esteve, mais uma vez, o Footsie que perdeu 0,24% para os 6.053,50 pontos, pressionado pelas petrolíferas e mineiras.

As bolsas europeias foram impulsionadas pelas companhias aéreas e pelo sector automóvel, depois do petróleo ter negociado longe dos máximos registados na semana passada.

A queda do petróleo "é um alivio para qualquer empresa que se debata com o aumento dos custos de combustíveis" afirmou Espen Furnes da Storebrand Asset Management citado pela Bloomberg.

A British Airways avançou 8,14% para os 232,5 pence, depois de ter estado a valorizar 10%, e a Air France-KLM valorizou 6,11% para os 17,19 euros. A Renault encerrou a cotar nos 66 euros ao ganhar 3,13%.

Por outro lado as empresas petrolíferas e mineiras encerraram a sessão em queda depois do petróleo negociar abaixo dos 130 dólares por barril.

A Royal Dutch Shell perdeu 1,74% para os 2.150 pence, a Rio Tinto, depois de ter estado a desvalorizar mais de 4,7%, encerrou a sessão a cair 2,02% para os 6.055 pence e a BHP Billiton perdeu 2,35% para os 1.914 pence.




Nos por CÁ estamos com uma queda seguida desde o dia 7 de maio, dos 11.200 pontos.
isto claro esta com AS ESPETACULARES DESCIDAS MENSAIS de acções como...

ZON                     17.86%

SONAE INDUSTRIA  17.58%

BPI                       13.10%

BCP                      11.14%

J MARTINS             10.77%

ALTRI                     9.82%


Do lado das SUBIDAS destacasse a:

S.COSTA      10.32%

P. TELECOM   5.22%

T.DUARTE      5.13%


Acho que já batemos no fundo e avizinhasse um ciclo de boas novas na nossa praça, como EDPR o fim da divulgação dos resultados trimestrais ou até do anuncio feito hoje do aumento da produção industrial em 1.5% e uma previsão de descida do preço dos combustíveis.

A preparar uma retoma?


Numa altura em que estamos há mais de uma semana com retrocessos na maioria dos índices bolsistas, poder-se-ia dizer que, na maioria dos casos, estes estão a começar a dar um claro sinal de sobrevenda e isto, normalmente, pode ser um sinal de que em breve poderemos encontrar um patamar, ainda que seja apenas para o curto prazo. O certo é que, no seu conjunto, estão a começar a verificar-se algumas das condições propícias para favorecer a retoma, como o facto de o dólar começar a revalorizar-se frente ao euro depois de uma temporada imerso num estreito intervalo lateral. Está também a começar a observar-se uma certa solidez do dólar face ao iene (perto de superar a zona de resistência dos 105,75) e se o petróleo continuar a cair como aconteceu hoje, teremos os ingredientes necessários para cozinhar uma interessante retoma dos mercados no curto prazo.



Cumprimentos
S.Costa

bluexip

viva,

cada mercado tem o seu ritmo e a sua conjectura (adoro esta palavra). o psi, em especial, é quanto a mim um índice que antevê grandes movimentos.

em parte isso pode ser justificado por ser uma mercado ilíquido e periférico em que os intervenientes precisam de olhar para o "horizonte" e ver que há espaço para ganhos a prazos mais longos.

quando o casino está muito cheio os mercados periféricos podem ser dos primeiros a esvaziar porque todos sabem que mais tarde poderá ser dificil sair com dinheiro no bolso. quando está muito vazio podem ser dos primeiros a começar a recuperar pois ninguém está a olhar e é altura para as mãos fortes entrarem no mercado atrás de boas oportunidades.

neste momento "pode estar à espera" pelo nível/zona decisiva em que caminhamos nos mercados americanos para a definição do rumo dos próximos meses. esses níveis/zona situam-se pelo range de dezembro 07 e 0% anuais (YTD) e devem levar a uma pressão vendedora maior do que a que tivemos desde março.

como ainda há espaço, poderá haver novo folego nos mercados internacionais no próximo mês e o psi não deverá desta vez ficar atrás dado os niveis atingidos por muitas acções mas tb não é de esperar euforias cá.

hoje foi final de mês (dia de cosmética) e o proximo é um mês importante para os fundos pois é mês de final de semestre. portanto, os players vão continuar a fazer as suas jogadas e tomar ou sair de posições.

o importante a reter é a aproximação a niveis importantes no próximo mês e na tendência bear de muitas empresas importantes do psi (como o bcp) que deverão manter o indice pressionado.

cumprimentos,
bluexip
Ever wonder why fund managers can't beat the S&P 500? 'Cause they're sheep, and sheep get slaughtered.
- Gordon Gekko in Wall Street

xubi2

 

Portugal PSI20 10598 ( 0.07%) Teixeira Duarte 1.640 ( 3.14 %) Sonae Indústria 3.750 (-3.10%)

O mercado nacional demonstrou, mais uma vez, uma nítida underperformance face aos seus pares europeus. No Diário de Bolsa de hoje foi referido que o mercado nacional poderia ter alguma dificuldade em encontrar acções capazes de impulsionar o PSI20, pois o mercado português não tem acções tecnológicas ou de empresas de automóveis, que lideraram o DJStoxx600.
A Mota Engil foi uma das acções que lideraram a subida do PSI20 ao anunciar o seu plano estratégico para o quinquénio 2009-2013. A construtora afirmou que pretende atingir um volume de negócios de Eur. 3.650 mn em 2013, dos quais Eur. 1.970 mn na Península Ibérica. A Mota Engil visa igualmente alcançar em 2013 um EBITDA de Eur. 890 mn. Esta notícia teve um primeiro impacto positivo ao nível do sentimento dos investidores em relação à empresa, após as recentes perdas. Em relação ao impacto na avaliação da empresa ainda é prematuro tirar conclusões.
A Teixeira Duarte e a Cimpor beneficiaram da notícia reportada no o Diário Económico, que o Governo Português poderá promover a consolidação do sector, de forma a ter capacidade de concorrer a todos os projectos do Estado.
A queda do petróleo, que foi o tema predominante da sessão europeia, reflectiu-se em Portugal essencialmente nas acções da Galp, que figuraram entre as maiores perdas. A sessão foi ainda marcada pela recuperação técnica da REN, que durante esta semana foi penalizada pela recomendação desfavorável do Credit Suisse.

Europa Ibex 13571 ( 0.24%) Dax 7097 ( 0.59%) Cac 5014 ( 0.77%)

O comportamento do petróleo continuou a ser a principal determinante da evolução dos mercados europeus.
A queda da cotação do crude nos mercados americanos e asiáticos convenceu diversos investidores a aumentarem a sua exposição aos fabricantes de automóveis, às empresas químicas e a outras acções sensíveis a esta matéria-prima.
O recuo do petróleo também originou uma menor aversão ao risco que se materializou nas compras que afluíram ao sector financeiro. O sector tecnológico recuperou as perdas sofridas ontem, ao ser impulsionado pelos bons resultados da americana Dell.
O reverso da medalha foi a correcção do sector petrolífero e mineiro. De recordar que várias matérias-primas, como os metais, têm demonstrado uma elevada correlação com o mercado petrolífero.
No que concerne ao panorama macroeconómico, foi hoje divulgada a taxa de inflação na Zona Euro que se situou nos 3.60%, um nível que continua a preocupar o BCE.

Wall Street S&P 11402 ( 0.32%) Nasdaq100 2029 ( 0.51%) Dow Jones 12680 ( 0.27%)

Os mercados americanos negociavam em alta ligeira, sendo sustentados pelos bons dados económicos. Em Abril, o índice de actividade manufactureira Chicago PMI atingiu os 49.1, superando os 48.5 previstos. O índice de confiança do consumidor, medido pela Universidade de Michigan, alcançou os 59.8 face aos 59.5 previstos.
O Nasdaq estava a ser impulsionados pelos bons resultados da Dell e da Marvel. 

   


cumprimentos
S.Costa

xubi2

Bolsa encerra em alta pela primeira vez em seis sessões



A bolsa nacional encerrou em alta pela primeira vez em seis sessões com a Cimpor e a Portugal Telecom (PT) a evitarem que o índice encerrasse mais uma vez em terreno negativo. A Sonae Indústria atingiu hoje o valor mais baixo desde que entrou em negociação. O PSI-20 ganhou 0,07% em sintonia com a tendência vivida entre as principais praças europeias. O principal índice nacional fechou a sessão a negociar nos 10.597,88 pontos com 10 títulos em alta, 8 a desvalorizar e dois inalterados. A Cimpor foi hoje a empresa que mais contribuiu para a valorização do índice português ao avançar 2,82% para os 5,84 euros, a recuperar da desvalorização de mais de 4% registada na sessão de ontem em consequência da queda dos resultados líquidos de 14% anunciado no dia anterior. Também a PT impulsionou a bolsa ao avançar 0,77% para os 7,86 euros. Hoje a Morgan Stanley anunciou que considera que a Vivo, a operadora de telecomunicações móveis detida em partes iguais pela Portugal Telecom e a Telefónica, está "atractiva" aos actuais preços de mercado e atribui um preço-alvo de 9,00 dólares aos ADR da empresa. A pressionar esteve a Galp Energia, que perdeu 1,58% para os 16,21 euros, e a Brisa que encerrou a sessão a negociar nos 9,16 euros ao perder 0,65%. Também em terreno negativo encerrou a Sonae Indústria que atingiu um mínimo de sempre ao cotar nos 3,75 euros. Os títulos da empresa caíram 3,10%. No restante grupo Sonae, a Sonae SGPS caiu 1,41% para os 1,05 euros, a Sonae Capital encerrou a sessão inalterada nos 1,50 euros e a Sonaecom valorizou 0,22% para os 2,245 euros. A contribuir para a valorização da sessão de hoje esteve também o Banco Comercial Português (BCP), que avançou 0,62% para os 1,635 euros, e o Banco espírito Santo (BES), que ganhou 0,65% para os 11,59 euros. A contrariar a tendência do sector esteve o BPI que perdeu 0,16% para os 3,15 euros penalizado pela queda dos direitos de subscrição das acções das acções emitidas no âmbito do aumento de capital do banco que desvalorizaram 4,17% para os 0,115 euros e atingiram os 9,14 milhões de acções negociadas   


Cumprimentos

S.costa

xubi2

Uma semana para esquecer



Poder-se-ia dizer que a evolução dos mercados na última semana de Maio passou totalmente despercebida, sem pena nem glória. Consoante o índice que observemos, poderemos falar de ganhos próximos de um ponto percentual ou de perdas na mesma proporção. No entanto, há uma excepção, o índice tecnológico Nasdaq 100, que acumulou uma revalorização superior a 3%. De qualquer das formas, o único facto verdadeiramente chamativo da semana esteve mais do lado do mercado das divisas, onde assistimos a um forte movimento de revalorização da moeda norte-americana face ao euro e ao iene. Tendo em conta o referido movimento de apreciação do dólar, e as últimas quedas registadas no preço do ouro negro, poder-se-á dizer que tudo aponta para que estejam a ser criadas bases para o dólar formar um suporte de curto prazo e tentar, a partir dos níveis actuais, recuperar com força nas próximas sessões. Da última sessão da semana, é de salientar os dados macro do outro lado do Atlântico, como o índice de gestores de compras do sector industrial (NAPM), que foi melhor do que o esperado, e o índice de Michigan relativo às expectativas de inflação, que apesar de darem uma leitura de "certa estabilidade" a um ano (3,2%), advertiam para um aumento da mesma nos próximos cinco anos (3,4%).


cumprimentos

xubi2

Portugal PSI20 10590 (-0.64%) Jerónimo Martins 4.840 ( 4.31%) Zon Multimedia 6.790 (-2.86%)

O PSI20 terminou a sessão em queda, penalizado pela envolvente externa, embora a boa performance de algumas acções tenham ajudado o índice nacional a minorar as perdas. As vendas não foram tão generalizadas como no resto da Europa, já que um quarto do índice terminou em alta.
A subida da Jerónimo Martins deveu-se ao aumento das previsões para os resultados por acção (EPS) da empresa pela JP Morgan. O banco americano prevê que o EPS da Jerónimo Martins cresça 9% e atribui-lhe um preço alvo para final de 2008 de Eur.6.40.
Pela positiva, destacou-se ainda a Mota Engil provavelmente a beneficiar do efeito positivo da apresentação do plano estratégico para 2009-2013.
O grupo Sonae voltou a estar pressionado, com a Sonae Indústria a atingir novos mínimos e a Sonae SGPS a aproximar-se dos 1.00.
A Cimpor prolongou a sua tendência negativa, que aumentou de intensidade após a divulgação dos seus resultados trimestrais.

Europa Ibex 13292 (-2.27%) Dax 7009 (-1.24%) Cac 4935 (-1.58%)

O sector bancário mostrou toda a sua fragilidade quando a inglesa Bradford & Bingley, instituição especializada na concessão de crédito à habitação, declarou que a crise no mercado imobiliário britânico ainda deverá perdurar e que os seus resultados irão ser atingidos significativamente. A Bradford & Bingleya anunciou ainda um aumento de capital. Este anúncio fez com que os investidores reduzissem a sua exposição ao sector bancário, conduzindo a quedas na UBS (-3.27%), BNP (-2.01%) e no Barclays (-2.53%), entre outros.
Após os fortes ganhos da semana passada, os fabricantes de automóveis continuaram pressionados. A correcção do petróleo assim como o sentimento negativo condicionaram negativamente as acções petrolíferas.
O sector farmacêutico alcançou uma overperformance devido ao seu carácter defensivo.

Wall Street S&P 1386 (-1.02%) Nasdaq100 2005 (-1.32%) Dow Jones 12492 (-1.16%)

A queda dos mercados europeus estava a ser a principal determinante da sessão nova-iorquina. A fraqueza do sector financeiro europeu estava a alastrar-se ao seu par americano. Para segundo plano foi relegada a leitura do ISM que superou as previsões dos economistas (49.6 vs 48.5). 

   
Cumprimentos

xubi2

Começamos com o pé esquerdo



Na semana passada, advertimos para a possibilidade de os mercados iniciarem uma retoma de uma certa envergadura, uma vez que estavam reunidas condições para tal, como a forte sobrevenda em muitos dos principais títulos, a proximidade de determinados níveis técnicos de suporte e o facto de o dólar parecer querer revalorizar-se face ao euro e ao iene. No entanto, não se pode dizer que o início do mês tenha sido dos melhores. Teoricamente, as fortes descidas dos mercados europeus enontram justificação na notícia divulgada logo de manhã sobre a queda da cotação por parte da maior entidade de concessão de crédito hipotecário no Reino Unido, a Bradford & Bingley. Por outro lado, nos EUA destacamos o dado, melhor do que o esperado, do ISM industrial do mês de Maio, que subiu para os 49,6 pontos, quando se previa uma leitura nos 48,6 pontos.

cumprimentos

xubi2

Portugal PSI20 10539 ( 0.09%) Sonae Indústria 3.760 ( 3.01%) Soares da Costa 1.670 (-2.33%)

O mercado nacional mostrou-se incapaz de acompanhar a recuperação dos seus pares europeus. Alguns exemplos são particularmente evidentes: enquanto que o DJ Stoxx Telecom alcançou ganhos próximos de 1%, a P. Telecom recuou 0.44%; a REN corrigiu 0.32%, não obstante o DJ Stoxx Utilities ter-se valorizado cerca de 1%. Os bancos nacionais também registaram uma overperformance face ao respectivo índice europeu.
Convém acrescentar contudo que a variação do PSI20 reflectiu ainda o destaque do dividendo da Cimpor (Eur.0.23).
A Goldman Sachs reduziu a avaliação das acções da Brisa para Eur. 9.80, conservando a recomendação de Neutral, após ter revisto em baixa as estimativas de resultados para este ano e para 2009.
As acções da Soares da Costa lideraram as perdas da bolsa portuguesa, após ter sido tornado público a sua saída do PSI20 no início de Julho.
A subida da Sonae Indústria deveu-se essencialmente a uma recuperação técnica.

Europa Ibex 13431 ( 0.99) Dax 7019 ( 0.15%) Cac 4983 ( 0.98%)
Os mercados europeus conseguiram recuperar parte do terreno perdido ontem, liderado por alguns sectores como o das utilities, o dos consumos não cíclicos e as telecomunicações assim como pelo sector químico. A overperformance destes sectores deveu-se a uma postura mais prudente de vários investidores.
De referir que os mercados nórdicos só iniciaram a negociar às 13h30 devido a problemas informáticos. O sector automóvel esteve novamente pressionado em virtude do Credit Suisse ter reduzido o preço alvo para o final de 2008 da BMW de Eur. 150 para Eur. 110.
O sector bancário, que tem sido o epicentro dos recentes receios em relação ao mercado de crédito, conseguiu encerrar com variações contidas. Hoje, a agência Standard&Poor¿s reiterou o rating (qualidade da dívida) da UBS e do Credit Suisse.

Wall Street S&P 1388 ( 0.22%) Nasdaq100 2022 ( 0.76%) Dow Jones 12508 ( 0.04%)

Após as perdas de ontem, os mercados americanos estavam a tentar iniciar uma recuperação, sustentados pelo crescimento de 1.10% nas encomendas à indústria relativas ao mês de Abril. Como resultado deste indicador, os sectores que mais se evidenciavam eram o dos produtores de metais e o industrial. 

   


cumprimentos

xubi2

A queda do euro dar-nos-á uma pista?


Nas últimas sessões, referimos a importância dos movimentos no mercado cambial, tendo em conta o forte movimento de revalorização do dólar face ao euro e ao iene. A sessão de segunda-feira nos mercados europeus acabou por ser claramente negativa, mas, em princípio, a justificação poderá ser dada pela queda de um banco britânico que reconheceu estar a passar por sérios problemas. Um dia depois, parece que os mercados se esqueceram do referido susto e que estão a prestar atenção ao mercado cambial. Assim, depois de Bernanke ter começado a discursar na Conferência Monetária Internacional que teve lugar em Barcelona, observámos uma revalorização do dólar face às restantes principais divisas mundiais, sobretudo depois de o presidente da Reserva Federal ter dito que "as taxas de juro estão em boa posição para potenciar o crescimento e manter os preços estáveis". O referido movimento serviu também para provocar uma retoma imediata no conjunto das bolsas mundiais. Se a isto juntarmos o facto de o petróleo parecer ter encontrado um "tecto de mercado", será de pensar que, se não houver sustos pontuais como o de ontem, os mercados tentarão recuperar animadamente a partir dos actuais níveis.

cumprimentos

xubi2

Portugal PSI20 10390 (-1.41%) J.Martins 4.880 ( 0.61%) EDP 3.990 (-3.22%)

O PSI20 fechou em queda, reflectindo o agravamento da conjuntura externa.
A EDP Renováveis teve uma estreia pouco feliz na bolsa nacional. A acção abriu ao preço de colocação (Eur.8.00), teve um ligeiro e breve rally até aos 8.06 e posteriormente foi corrigindo, tendo atingido um mínimo de 7.65. Apesar de não ser possível apresentar uma explicação concreta, a mais provável poderá prender-se com o facto de alguns investidores institucionais terem recebido mais acções dos que as que realmente desejavam.
O comportamento da EDP Renováveis condicionou negativamente o desempenho da EDP, que terminou a corrigir 3.22%.
A Soares da Costa continuou a ser penalizada pelo anúncio da sua saída do PSI20, figurando na lista das maiores quedas.
Pela positiva, destacaram-se a Jerónimo Martins e a Semapa.

Europa Ibex 13341 (-0.67%) Dax 6965 (-0.77%) Cac 4915 (-1.38%)

As bolsas europeias encerraram com perdas acentuadas, que abrangeram a maioria dos sectores. A sessão foi marcada por uma forte aversão ao risco que teve origem nos renovados receios em relação à situação das instituições financeiras e à sua exposição ao mercado de crédito. Um dos pilares da recuperação dos mercados accionistas desde meados de Março foi a convicção que o pior da crise de crédito já tinha passado. Contudo, nos últimos dias essa convicção tem sido questionada e já alguns analistas, entre os quais os da JP Morgan, defendem que vários bancos de investimento irão ter que incorporar nos seus balanços novas perdas em instrumentos de crédito.
A queda do petróleo e de outras matérias-primas não só não beneficiou os sectores que lhes são mais sensíveis como penalizou significativamente os sectores mineiros e petrolíferos. Curiosamente, as desvalorizações destes dois sectores foram mais pronunciadas que as do sector financeiro.

Wall Street S&P 1380 ( 0.23%) Nasdaq100 2030 ( 1.71%) Dow Jones 12441 ( 0.31%)

Os mercados americanos negociavam em alta, embora o nervosismo em relação à situação financeira da Lehman Brothers continuasse a assombrar o comportamento do sector bancário.
O Nasdaq estava a ser o principal motor da subida, em virtude duma recomendação positiva da Goldman Sachs para a Research in Motion e pelo facto deste sector não estar exposto directamente à crise de crédito. 

   
cumprimentos

xubi2

 Declarações de Bernanke travam subida das bolsas dos EUA


  04/06/2008


  As bolsas norte-americanas aliviaram dos ganhos verificados ao longo da tarde, depois do presidente da Reserva Federal (Fed) dos EUA, Ben Bernanke, ter afirmado que a inflação está num nível mais elevado do que o desejado pela autoridade monetária. A contribuir para a descida esteve ainda o sector energético.

O Dow Jones fechou a perder 0,11% e o Nasdaq a subir 0,91% para os 2.503,14 pontos, depois de ter estado a ganhar mais de 1,5%.

Ao longo do dia as bolsas dos EUA beneficiaram de dados económicos hoje divulgados e do facto da Yahoo ter revelado que as negociações com a Microsoft continuam a decorrer.

Contudo, o presidente da Fed veio revelar ao mercado que a inflação está num nível elevado, o que sugere que a autoridade monetária não deverá voltar a descer os juros nas próximas reuniões.

As declarações provocaram uma queda generalizada do sector financeiro. O Citigroup perdeu hoje mais de 1% para os 21,05 dólares e a JPMorgan desceu cerca de 0,5% para os 21,05 dólares.

As energéticas também penalizaram o índice, no dia em que os preços do petróleo recuaram quase 2% para valores que rondam os 122 dólares por barril.A atenuar as quedas dos índices estiveram os dados económicos divulgados ao início do dia, nos EUA. O índice ISM para a indústria dos serviços, que representa quase 90% da economia norte-americana, caiu para os 51,7 pontos, o que compara com os 52 pontos verificados em Abril, quando os economistas previam que o índice descesse para os 51 pontos.

Conjugado com este dado, foi revelado que os EUA adicionaram inesperadamente postos de trabalho em Janeiro, que correspondeu ao máximo desde Janeiro. Este aumento de 40 mil empregos segue-se a um ganho de 13 mil no mês anterior que foi mais do que o anteriormente estimado, segundo um estudo da consultora ADP.

Em destaque estiveram ainda as acções da Yahoo!, depois da presidente da empresa, Susan Decker, ter afirmado que a tecnológica continua em conversações com a Microsoft, ao mesmo tempo que tenta ganhar a "luta" com os accionistas para controlar a administração. As acções da Yahoo! fecharam a subir 2,68% para 26,88 dólares e a Microsoft fechou a ganhar 0,84% para 27,54 dólares.



cumprimentos

xubi2

Forte sobrevenda



Há várias sessões que assistimos a movimentos muito erráticos, com fortes subidas num dia e perdas no dia seguinte. A sensação que dá é que os índices parecem estar a cair com força, mas a realidade diz-nos que se trata mais de um movimento lateral-baixista do que tendencialmente baixista. Estes movimentos tão erráticos estão a fazer com que os osciladores de momento estejam, em muitos dos casos, em clara zona de sobrevenda e dando até a sensação de que o pouco que retomem será para construir divergências altistas que, como sabemos, podem ser a antecipação do início de uma nova tendência altista. Quanto às notícias mais importantes do dia, é de destacar a leitura dos dados do ISM dos serviços nos EUA em Maio, que foi melhor do que o esperado (51,7 pontos, quando se previa fora dos 51 pontos). Por outro lado, o dado relativo às reservas semanais de petróleo foi sensivelmente pior do que o esperado, pelo que uma notícia compensou a outra.


cumprimentos


Broker_Invest

Esta noticia ainda é mais penosa tanto para nossa economia como para europeia, os juros altos implica mais esforço financeiro das empresa logo vai esmagar a margem de lucro das empresas, o que é mau. Além desta noticia ser penosa para as empresas, também é penosa para as familias que tem credito habitação, é que o mesmo vai ficar mais caro. "Que triste vida!" só a procaria dos Salarios é que não aumentam.


Trichet
BCE pode subir "os juros no próximo mês"
A decisão de manter os juros inalterados nos 4% na reunião de hoje não foi consensual, de acordo com o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet. O responsável disse que alguns membros consideraram que se deveria subir o preço do dinheiro e não exclui a possibilidade de no próximo mês aumentar os juros.

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Sara Antunes
[email protected]


A decisão de manter os juros inalterados nos 4% na reunião de hoje não foi consensual, de acordo com o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet. O responsável disse que alguns membros consideraram que se deveria subir o preço do dinheiro e não exclui a possibilidade de no próximo mês aumentar os juros.

Trichet revelou que "não está excluído que o BCE possa subir as taxas de juro no próximo mês".

Na reunião de hoje os governadores conseguiram chegar a uma decisão de consenso, mantendo o preço do dinheiro nos 4%, mas Trichet revelou que alguns membro do conselho consideraram que a solução seria "aumentar os juros", outros colocaram como cenário uma subida do preço do dinheiro "mais tarde" e outros consideraram ainda que não vêem necessidade de aumentar os juros.

"Riscos para a estabilidade de preços aumentaram significativamente"

Jean-Claude Trichet afirmou que "os riscos para a estabilidade de preços, no médio prazo, aumentaram significativamente" e que a autoridade monetária vai "actuar de forma firme e atempada" para tentar controlar uma inflação elevada.

O responsável reiterou esta tarde que "a estabilidade de preços é o principal objectivo do BCE", numa altura em que os números que têm sido divulgados superam o nível desejado pela autoridade monetária. O conselho de governadores "está num estado de alerta elevado", sublinhou Jean-Claude Trichet que reiterou que o BCE vai "actuar de forma firme e atempada".

Trichet salientou que os "fundamentais económicos da Zona Euro estão saudáveis" e que a "taxa de inflação permanece elevada", com os "riscos para a estabilidade de preços a aumentarem mais".

O responsável justifica a inflação, que permanece acima dos 3%, com o petróleo, que este ano tem registados subidas acentuadas, e com os preços dos alimentos, que também têm disparado.

Trichet diz que a inflação deverá permanecer "acima dos 3% por mais algum tempo", um cenário que não é visto com bons olhos pela autoridade monetário cujo nível desejado para a inflação ronda os 2%.

Os economistas do BCE reviram mesmo em alta as estimativas para a inflação considerando que este ano a inflação vai fixar-se entre 3,2% e 3,6% este ano.

Apesar dos fundamentais económicos estarem "saudáveis" e do crescimento económico da Zona Euro ter sido superior, no primeiro trimestre, ao esperado, Trichet considera que "o crescimento do primeiro trimestre pode ser anulado pela expansão económica do segundo trimestre".

Não há mal que perdure e bem que dure sempre

xubi2

 
Portugal PSI20 10405( 0.14%) BPI 3.200 ( 0.61%) Galp 15.850 (-1.67%)

O PSI20 fechou com alguns ganhos, tendo conseguido conter os efeitos negativos das turbulências vividas no resto da Europa.
Como a negociação da EDP Renováveis atraiu a atenção dos investidores, o volume das demais títulos foi bastante inferior à média. A EDP Renováveis realizou uma recuperação considerável ( 3.92%), embora tenha encerrado a níveis inferiores ao preço de colocação (Eur.8.00). O bom desempenho da EDP Renováveis impulsionou a subida da EDP.
No resto do mercado, evidenciou-se o sector bancário que, numa forma agregada, teve uma performance superior à do DJ Stoxx Banks.
A Galp acompanhou a tendência negativa do respectivo sector.

Europa Ibex 13239 (-0.76%) Dax 6942 (-0.34%) Cac 4907 (-0.16%)

A sessão europeia pode-se dividir em três frases distintas: a manhã caracterizada por uma ausência duma tendência definida, uma segunda marcada pela reacção à conferência da FED e uma terceira que correspondeu a uma recuperação, induzida pelo desempenho de Wall Street.
Relativamente à primeira fase, não há muito a referir, destacando-se a fraqueza das acções petrolíferas e mineiras.
A decisão do BCE foi a esperada, tendo o Banco Central mantido as taxas de referência nos 4%. A mensagem proferida por Jean Claude Trichet foi bastante mais severa que o esperado. O Presidente do BCE afirmou que uma subida de 0.25% nas taxas de juro na Zona Euro não é de todo excluída. A primeira reacção foi a queda dos mercados obrigacionista e accionistas.
As quedas foram minoradas pelo anúncio das subidas das vendas da Wal Mart em Maio.
O nervosismo do sector bancário foi novamente bem patente. Para além do novo cenário originado pela mensagem do BCE, as acções dos bancos europeus foram negativamente influenciados pela informação do Credit Agricole que o seu aumento de capital será realizado a um preço de Eur.10.60 e com um rácio de 3 para 1. O preço desta operação é bastante inferior ao antecipado (Eur.13.00/Eur.14.00).
O sector das telecomunicações foi inspirado pela OPA da France Telecom sobre a sueca Telia Sonera por cerca de Eur.27.300 mn. Esta notícia não foi inesperada pois há já mais de um mês que o mercado descontava esta hipótese.

Wall Street S&P 1390 ( 0.99%) Nasdaq100 2044 ( 1.14%) Dow Jones 12517 ( 1.03%)

Os mercados americanos estavam a realizar valorizações acentuadas, em virtude do facto das vendas da Wal Mart terem aumentado (exceptuando os combustíveis) 3.90% em Maio, enquanto que a empresa tinha previsto um aumento inferior aos 0.20%. O sector das telecomunicações estava a impulsionado pela notícia que a Verizon irá adquirir a Alltel (uma empresa do sector que não está cotada em bolsa) por 28.100 mn USD (que inclui 22000 mn USD de dívida). 


cumprimentos

xubi2

Agora temos maior exposiçao global.. :)
 

Thomson Financial News
Lisbon shares close off highs as weak blue chips offset PT, BPI's gains UPDAT



LISBON (Thomson Financial) - Shares closed higher, but off their best levels in thin trade as general weakness in most blue chips offset gains in telecoms stocks led by Portugal Telecom, as well as a strong performance from BPI.

The PSI 20 index closed up 14.52 points at 10,405.06, after trading in a range of 10,374 to 10,455.

Equities opened lower after a mixed close in Wall Street overnight, but moved into the black soon after, reaching highs midmorning, only to pare gains towards the middle of the trading range again by noon.

Stocks spiked higher ahead of Wall Street, but pared gains again with oil stock Galp weighing while EDP was lacklustre, although BPI outperformed.

BPI gained 0.135 euros or 4.40 percent to 3.20, tracking gains in the rights to shares from its 350 million euro capital hike, which surged 0.02 or 20.00 percent to 0.12 on their last day of trading on the stock market.

Analysts also said that BPI saw some support from Criteria Caixacorp's announcement that it has raised its stake in BPI to 27.5 percent from 25 percent earlier, and hopes that other core shareholders will do the same.

'I would say that we can expect similar announcements from BPI's other core shareholders, Allianz and Banco Itau, while BCP will probably announce a cut in its stake,' an analyst at a leading Portuguese bank said.

BPI's larger peer BCP shed 0.015 to 1.56 while BES was up 0.005 at 11.30.

EDP Renovaveis, up 0.30 or 3.92 percent at 7.95, made a partial recovery from Wednesday's over 4 percent flop from its market debut price of 8.00 euros per share Wednesday.

Holders of the about 180 million shares awarded in the institutional tranche will be able to trade their shares from Friday morning.

EDPR's parent EDP shed 0.01 to 3.89, while energy grid operator REN gained 0.10 or 3.26 percent to 3.17.

Oil and gas stock Galp lost 0.15 to 15.97, as BPI analysts deemed potentially negative the ongoing talks on tax increases in Brazilian oil and gas exploration, as they could introduce doubts about the prospects of increasing valuation risks.

Telecoms stocks were strong, led by Sonaecom, up 0.06 or 2.71 percent at 2.27. Earlier, BPI cut its target price for the stock to 4 euros from 5 euros but reiterate its 'buy' stance and said it sees limited downside risk for Sonaecom, 'while it bears an immense fundamental upside spiced with M&A'.

Sonaecom's core shareholders include France Telecom, who announced what it described as a friendly 63 Swedish crowns per share bid for Teliasonera this morning.

Zon rose 0.05 to 6.72 after BPI upgraded the stock to 'buy' from 'hold', praising the company's 'ambitious,' but 'realistic,' business plan and its combination of assets.

Larger peer PT added 0.20 or 2.58 percent to 7.95 as dealers said the stock was being supported by M&A moves in Europe and the United States while analysts were positive on comments by the Anacom chairman saying mobile termination rates should not be applied retroactively to Jan. 1.

Among retailers, Sonae shed 0.005 to 1.025 while Jeronimo Martins lost 0.03 to 4.85.

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cumprimentos