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Com uma aparente retoma dos Mercados nos USA e Europa..nos por cá..PSI?

Iniciado por xubi2, Maio 30, 2008, 22:33

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xubi2

Caminhos diferentes



É curioso observar que cada vez é mais evidente a diferença entre as políticas monetárias das economias norte-americana e europeia. Apesar de, nos últimos meses, as taxas de juro do outro lado do Atlântico terem descido fortemente, vimos como o BCE permaneceu impassível a esse movimento de corte dos juros, e não só não os baixou como também começa a dar a entender que os poderá subir nos próximos meses (depois de Trichet declarar que "subidas de taxas de juro em Julho são possíveis, mas não é certo"). Enquanto a Reserva Federal prefere o crescimento em vez de conter as pressões inflacionistas, a sua entidade homóloga europeia faz exactamente o contrário, preferindo controlar a inflação em vez de incentivar o crescimento. De qualquer das formas, os mercados darão, com o tempo, razão a uma ou outra política. A nível macro, destacamos o anúncio das vendas comparáveis de Maio por parte da retalhista Wall Mart e da sua concorrente Costco, o que sem dúvida parece ter influenciado positivamente os mercados norte-americanos.


cumprimentos

Broker_Invest

A diferença é que os Norte Americanos dão baile em questão de investimento aos Europeus, eles são investidores/apostadores natos gostam do risco tal como acontece na China não é a toa que se diz que a China vai ser a grande pontência economcia daqui alguns anos. Agora nós Europeus somos muito conservadores em questão de investimento, logo por ai dá para ver que as politicas dos Bancos Centrais dos dois continentes são bastantes divergentes, os EUA entram e saem numa recessão num abrir e fechar de olhos, "eles não veêm meios para atingir fins" nós por cá "Europa" é que vamos ver como continuar a crescer como cresciamos no passado, Alemanha é o Motor da Europa quando parar tudo para, ai o Sr. Trichet é que começa a pensar em baixar as taxas, mas ai já vai tarde!

Bons negócios.
Não há mal que perdure e bem que dure sempre

xubi2

 
Portugal PSI20 10278 (-1.22%) Galp 16.100 ( 0.61%) Sonae Indústria 3.520(-4.86%)

Enquanto que as outras bolsas sofreram desvalorizações acentuadas, o mercado nacional, devido a uma certa indolência e à boa performance de algumas small caps, registou perdas contidas.
Apesar da correcção ter sido generalizada, alguns títulos conseguiram negociar em contraciclo.
A Galp contrariou a tendência geral, beneficiando do desempenho positivo do DJ Stoxx Oil/Gas.
Curiosamente, a Semapa e a Portucel reuniam as condições (serem small caps, expostas aos ciclos económicos e serem sensíveis ao Euro/Dólar) para terem tido uma sessão negativa, mas acabaram por registar uma overperformance.
O grupo Sonae foi o mais vulnerável, tendo a Sonae SGPS recuado 3.90%, a Sonae Indústria 4.86% e a Sonaecom 1.54%.
A EDP Renováveis, após ter atingido os 8.00, fechou nos 7.85.

Europa Ibex 12909 (2.49%) Dax 6804 (-1.99%) Cac 4795 (-2.28%)

Os mercados do Velho Continente fecharam com perdas, induzidas pelos indicadores desfavoráveis nos EUA e por algum nervosismo que prevaleceu desde o início.
Os índices europeus abriram em alta e estiveram a valorizar-se mais de 1% antes de cederem a alguma inquietação, que convenceu diversos investidores de curto prazo a realizarem as mais-valias alcançadas durante a manhã.
Contudo, foi a publicação do relatório do emprego nos EUA que traçou a tendência da sessão. Os sectores mais penalizados foram o financeiro e os mais expostos à economia americana como o automóvel e o tecnológico.
Pela positiva, destacaram-se as acções petrolíferas e mineiras, que reflectiram a valorização das respectivas matérias-primas.

Wall Street S&P 1381 (-1.61%) Nasdaq100 2015 (-1.91%) Dow Jones 12320 (-2.25%)

Os mercados americanos estavam a ser pressionados pela divulgação do relatório do emprego. A queda do número de assalariados foi menor que o esperado (49 mil face aos 60 mil previstos), mas a taxa de desemprego aumentou dos 5.10% observados em Abril para os 5.50% atingidos em Maio. Esta discrepância pode dever-se a factores demográficos ou sazonais e é prematuro retirar grandes ilações deste dado. Mesmo assim, foi o suficiente para gerar algumas incertezas em relação à conjuntura económica. 

   
cumprimentos

fig

O que se passa é que alguns indices como o Dow vão quebrar os minimos de março para depois voltar a máximos e outros como o PSI e NDX irão a minimos mas ja não irão a máximos...por isso as movimentações são diferentes cada indíce tem o seu ciclo.
Abraço.
fig


O triunfo não se mede pelo estatuto que se atingiu na vida, mas pelos obstáculos ultrapassados no caminho.

xubi2

..e apesar de tudo isto ainda temos quem acredite.. a altri ira anunciar para breve o prospecto da cisão da F.RAMADA...

http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/docs/FR19071.pdf

xubi2

A retoma que não vem



Há várias sessões que comentamos a possibilidade de os mercados poderem registar uma forte retoma, sobretudo devido ao forte movimento de sobrevenda que se tem observado. O aspecto técnico dos índices europeus é muito mais preocupante do que o das bolsas norte-americanas, pois dá a sensação que as bolsas do Velho Continente querem ir procurar os mínimos alcançados em Janeiro (e outros em Março). As bolsas do outro lado do Atlântico parecem estar a aguentar, pelo menos de momento, em zonas de suporte. Na Europa, os mercados que apresentam melhor aspecto – ou, melhor dizendo, que não se deterioraram tanto no último mês – são os de Frankfurt e de Paris, ao passo que os mais débeis são o italiano e o espanhol, bem como o DJ EuroStoxx50. O momento actual é complexo, visto que o mais normal seria que já tivéssemos registado uma forte retoma, mas isso não tem sucedido e a sobrevenda (diária e semanal) continua muito alta. É imprevisível saber se vamos revisitar os mínimos do passado mês de Janeiro, em pleno 'crash bolsista', mas a experiência diz-nos que quando menos esperarmos os mercados recuperarão em força. Sem dúvida que isso acontecerá. Assim sendo, chegados a este ponto, parece-nos que vender não será o mais apropriado actualmente, pois sempre dissemos que, ainda que seja para continuarem a descer, os mercados precisam de fortes retomas intermédias – que no entanto ainda não se registaram. Recorde-se o que aconteceu em Janeiro, quando os mercados caíram. Quando parecia que já não podia haver piores notícias, recuperaram fortemente, contra todos os prognósticos. É assim que os mercados funcionam. Isto não significa que a retoma tenha de acontecer já, mas cada vez falta menos para que isso suceda.

xubi2

 

Portugal PSI20 10174 ( 0.85%) J.Martins 4.90 ( 5.15 %) Mota Engil 4.97 (-1.58%)

O PSI20 encerrou com uma subida de 0.85%, inferior à da maioria das bolsas europeias. Esta discrepância deveu-se à fraqueza da Brisa, da EDP, entre outras blue chips.
Após diversas sessões sobre uma intensa pressão vendedora, a Sonae SGPS e a Sonae Indústria conseguiram iniciar uma recuperação, que para já parece ser meramente técnica. Uma outra acção que recuperou após fortes desvalorizações foi a Teixeira Duarte.
A Jerónimo Martins também alcançou uma valorização consistente, porventura por se terem dissipado as incertezas em relação aos efeitos negativos da paralisação dos camionistas.
A EDP Renováveis atingiu durante a sessão um novo mínimo (7.33), não obstante a empresa ter anunciado a aquisição da CENAEEL, Central Nacional da Energia Eólica S.A. que detém um conjunto de parques e projectos eólicos no Brasil, avaliado em cerca de Eur. 20 mn. No fecho do mercado, assistiu-se à entrada de diversas compras, que conduziram o título para terreno positivo.
O Deutsche Bank reviu em alta a recomendação para o BCP de Vender para Manter, conservando o preço alvo para o final de 2008 de Eur. 1.50.

Europa Ibex 12853 ( 2.14%) Dax 6715 ( 0.97%) Cac 4672 ( 0.24%)
Depois das fortes desvalorizações de ontem, os principais índices europeus conseguiram recuperar parcialmente. A subida abrangeu a maioria dos sectores.
O sector financeiro liderou as subidas, mas as compras deveram-se, na sua maioria, ao fecho de posições vendedoras por parte de investidores de curto prazo. Em Espanha, as acções bancárias foram ainda impulsionadas por rumores de um eventual interesse no Banco Popular por parte de um grupo de investidores mexicanos.
Um outro sector que se destacou foi o mineiro, não obstante a recente queda da cotação de diversos metais.
A subida do Cac foi limitada pela decisão do Parlamento Francês em estender o período em que as tarifas praticadas pela Eléctricité de France (EdF) são definidas pelo regulador (em vez de serem estabelecidas pelo mercado) até 2010. A performance da EdF também condicionou negativamente o sector das utilities.

Wall Street S&P 1351 ( 1.186%) Nasdaq100 19461 ( 1.13%) Dow Jones 12255 ( 1.43%)

Os mercados americanos estavam a conseguir reconquistar parte do terreno perdido ontem. A subida das vendas a retalho em Maio (1% e 0.80% se se excluírem as vendas de combustíveis) estava a atrair novamente os compradores aos mercados americanos. O sector financeiro estava a negociar de forma volátil devido às demissões de dois membros da Administração da Lehman Brothers. 

   

xubi2

Fazendo orelhas moucas ao mercado cambial


Os mercados bolsistas têm continuado a demonstrar uma forte debilidade nas últimas sessões e ainda que, historicamente, costumem subir quando o dólar tende a revalorizar-se, temos observado que, nas últimas sessões, a referida correcção não está a verificar-se, se bem que isso não signifique que não venha a acontecer no médio prazo. Digamos que parece mais uma descorrelação pontual e pouco mais. De facto, poder-se-á dizer que o mercado parece agora fixar-se mais nas declarações dos responsáveis pela política monetária das economias europeia e norte-americana. Na semana passada, Trichet deu a entender que talvez se veja obrigado a subir as taxas de juro já na próxima reunião do BCE, ao passo que o seu homólogo dos EUA, Ben Bernanke, disse que vigiaria de forma estreita o controlo da inflação (o que deixa implícito um possível aumento dos juros em reuniões vindouras). Todo este tipo de declarações está, sem dúvida, a fazer mexer as bolsas no mais curto prazo, que não estão assim a prestar tanta atenção aos mercados cambial e petrolífero. De qualquer das formas, este tipo de divergências costuma ser pontual e no médio e longo prazo as bolsas voltarão, como sempre, a orientar-se pelas divisas. É só uma questão de tempo.

xubi2

Portugal PSI20 10155 (-0.18%) Zon Multimedia 6.61 ( 3.12 %) Teixeira Duarte 1.27 (-2.27%)

A conjuntura internacional voltou a ser a principal condicionante da bolsa nacional. Apesar das bolsas europeias terem recuperado das desvalorizações iniciais, o PSI20 não acompanhou. As perdas foram generalizadas no mercado nacional, tendo 11 membros do PSI20 encerrado com perdas.
As recomendações dos analistas também tiveram influência em algumas acções. A queda da P.Telecom deveu-se ao facto da Goldman Sachs ter inserido o título na sua lista de vendas, tendo descido o preço alvo para 2008 de 8.40 para 7.50. A boa performance do DJ Stoxx Telecom acabou por ser não ser influente na tendência da PT.
O mesmo banco de investimento alterou a sua recomendação para a Zon Multimédia de Vender para Neutral.
O sector de construção, a Mota Engil e a Teixeira Duarte, figuraram entre as maiores desvalorizações.
A recuperação de ontem da Sonae SGPS provou ter sido um pouco efémera, já que durante a sessão de hoje estes títulos acompanharam o resto do mercado.

Europa Ibex 12998 ( 1.13%) Dax 6765 ( 0.76%) Cac 4682 ( 0.21%)

Após um início bastante pressionado, os mercados europeus fecharam com alguns ganhos, tendo sido o catalisador da recuperação a publicação do Índice de Preços do Consumidor nos EUA (ver Wall Street). O sector financeiro foi um dos líderes da sessão, beneficiando do bom desempenho do sector financeiro nos EUA de ontem e pelo facto do aumento de capital da UBS ter sido bem sucedido. Contudo, nem todas as notícias foram favoráveis. Os analistas do Commerzbank reduziram as suas estimativas para Deutsche Bank, para o Credit Suisse e para a UBS, argumentando que estes bancos poderão sofrer ulteriores perdas no mercado de crédito.
O recuo dos metais e do petróleo conduziram os respectivos sectores a uma underperformance significativa.
Hoje foram publicadas as vendas de automóveis na Europa relativas a Maio, que de um modo geral, registaram uma queda acentuada. Mesmo assim, o DJ Stoxx Auto conseguiu conter os efeitos negativos desta publicação, muito provavelmente porque já estava descontada nas recentes quedas do sector. Sobre o sector pesou ainda a baixa da recomendação da Goldman Sachs para a BMW.

Wall Street S&P 1355 ( 1.18%) Nasdaq100 1961 ( 1.93%) Dow Jones 12257 ( 0.96%)

Os mercados americanos negociavam em alta, impulsionados pelos dados relativos à inflação. A tão esperada divulgação do Índice de Preços do Consumidor indicou que a inflação subiu 0.60% em Maio e 0.20% se se excluirem os bens mais voláteis como a energia e os alimentos. Estes incrementos enquadraram-se com as previsões dos economistas. A reacção do mercado a estes dados foi positiva, pois havia um receio enraizado nos investidores que os preços teriam subido mais que o estimado, o que poderia antecipar uma eventual subida das taxas de juro pela FED. 

   
cumprimentos

xubi2

Acaba por acontecer sempre o mesmo



Afinal acaba sempre por acontecer o mesmo e é quando as coisas já não podem ficar piores e as notícias tão pouco acompanham o movimento negativo que os mercados acabam por recuperar em força. Basta ver o que sucedeu em meados de Janeiro. De facto, depois do "crash bolsista" de inícios de Janeiro, vimos que os mercados conseguiram recuperar, no seu conjunto, mais de 15% nos meses seguintes. Este é o motivo pelo qual aconselhamos sempre, nos piores momentos do mercado, a não se deixar levar pelo pânico e vender a qualquer preço, pois estatisticamente pode acontecer que se acabe por vender nos mínimos. De qualquer das formas, é ainda cedo para lançar campanhas altistas, porque aquilo que de momento se observa mais não é do que uma pequena retoma. Mas se observarmos os osciladores do momento, poder-se-á dizer que a formação que se observa é muito parecida com a que se delineou na primeira metade do mês de Janeiro... o que poderá dar-nos uma pista de que talvez, mas só talvez, o fundo possa estar próximo. Isso não impede que, ainda assim, possamos cair um pouco mais nas próximas sessões, mas é certo que os mercados tendem a inverter quando menos esperamos e quando as coisas parecem estar piores. Porquê? Muito sinceramente, porque as bolsas antecipam-se sempre e descontam previamente os cenários, tanto para o bem como para o mal. É por isto que não faz sentido perguntar o porquê de um mercado subir quando tudo parece muito mau ou descer quando está tudo cor-de-rosa. No fundo, como se costuma dizer, "o mercado é soberano" e nunca foi fácil.

xubi2

Terminamos bem a semana



Pode dizer-se que tudo está bem quando acaba bem, ainda que, sendo objectivos, se observarmos o cômputo semanal, não se pode dizer que as bolsas terminem em terreno positivo, já que, salvo uma ou outra excepção, o resultado será, uma vez mais, negativo em termos semanais. É verdade que, em parte, surpreendeu-nos a profundidade da correcção registada nas últimas semanas, mas o certo é que também vínhamos a apostar nas últimas sessões numa retoma imediata, sobretudo tendo em conta a fortíssima sobrevenda que os osciladores estavam a marcar, em níveis similares aos do "crash" de meados de Janeiro, e tendo em conta as divergências altistas que muitos dos principais valores revelavam. Se a isto juntarmos o facto de, por fim, o dólar parecer estar a revalorizar-se face ao euro e ao iene, temos as condições ideais para que haja uma forte recuperação nos mercados. Mas, de momento, será uma retoma que apenas resultará da forte sobrevenda e nada mais. De qualquer das formas, continua a ser complicado tentar prever o próximo movimento, pois há conselhos de estratégia para todos os gostos. Há quem pense que ainda não vimos o pior, mas há também quem vaticine níveis de fecho para o final do ano em torno de mais 15% face aos níveis actuais. Seja como for, tecnicamente, para falar de uma fase de correcção semelhante à que vivemos em inícios de Janeiro, é preciso que se perfurem os mínimos anuais (uns mercados atingiram-nos em Janeiro e outros em Março). Em contrapartida, se isso não acontecer, será de pensar que podemos continuar mergulhados dentro deste amplo intervalo lateral e com movimentos muito erráticos durante mais alguns meses. No mais estrito curto prazo, convém vigiar a evolução do euro/dólar, pois se a moeda única europeia perder o suporte dos 1,5280 dólares (em valores de fecho), poderemos assistir a um forte e rápido movimento até à seguinte zona de suporte, nos 1,50-1,4965 dólares, com a consequente reacção altista das bolsas.

xubi2

G8 alerta para risco de pressões inflacionárias no mundo
Ministros do grupo pediram aumento na produção de petróleo e cogitam 'especulação' por trás de alta



OSAKA, Japão - Os ministros de Finanças do G8 (grupo que reúne as sete nações mais ricas do mundo e a Rússia) alertaram neste sábado, 14, para a alta do preço das matérias-primas e pediram aumento da produção de petróleo, cujo preço dobrou em um ano. Embora não tenha havido consenso, o comunicado final do encontro aponta que "movimentos especulativos" estariam por trás da alta da commodity. "Temos sérias preocupações com o forte aumento do preço do petróleo, que superou recordes passados em termos nominais e reais, e com seu impacto na estabilidade econômica global, no bem-estar das pessoas e nas previsões de crescimento", ressaltaram. A reunião econômica, uma das mais importantes realizadas antes da cúpula do G8 em Hokkaido (norte do Japão), em julho, terminou neste sábado.


Outros fatores levantados para justificar a alta do petróleo foram "o aumento da demanda mundial e a pouca oferta", além de "preocupações geopolíticas". O grupo de ministros decidiu encomendar ao Fundo Monetário Internacional (FMI) um estudo sobre o possível impacto da especulação na alta do petróleo, o que os EUA rejeitam veementemente.



Só o ministro de Finanças italiano, Giulio Tremonti, foi claro durante esta reunião ao apontar a especulação como um dos fatores da escalada do petróleo, que recentemente beirou os US$ 140 o barril, e pedir que se interrompa a alta dos preços da commodity. E o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, admitiu em entrevista coletiva que esse assunto foi tratado pelos ministros durante a reunião e que será tarefa de seu organismo, durante os próximos meses, analisar até que ponto a especulação está afetando os preços do petróleo.




Em sua opinião, há razões "de economia real" por trás desse forte encarecimento dos preços das matérias-primas, principalmente o desequilíbrio entre oferta e demanda, apesar de ter admitido que isso "não é suficiente para explicar" um aumento tão forte. Por outra parte, os participantes da reunião constataram que a economia mundial avança em ritmo lento, apesar de terem ressaltado que a desaceleração não foi tão grave como se temia. Como é comum, os ministros lançaram uma mensagem de confiança no futuro. Neste sentido, o ministro de Finanças esloveno, Andrej Bajuk, destacou que a economia da União Européia (UE), cuja presidência rotativa é ocupada por seu país, se comportou "relativamente bem".



Já Strauss-Kahn ressaltou que os dados macroeconômicos do primeiro trimestre foram melhor do que o esperado nos EUA, na Europa e no Japão. A mudança climática, a pressão inflacionária, a desaceleração econômica global e a fraqueza do dólar foram alguns dos assuntos debatidos nesta cúpula, da qual participaram como convidados ministros de economias emergentes, como o Brasil.



A presidência japonesa do G8 não deixou a oportunidade de buscar apoios para a luta contra a mudança climática e, assim, os ministros respaldaram os novos fundos que Japão, Reino Unido e EUA promovem para fomentar energias limpas nas nações em desenvolvimento. Esses três países querem reunir um fundo de US$ 10 bilhões, mas hoje só conseguiram o respaldo expresso dos membros do G8 a essa iniciativa voltada a aumentar o financiamento público e privado para programas contra a mudança climática.

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xubi2

 The global subprime crisis has yet to run its course, the chairman of British bank Barclays Plc said on Sunday, amid concerns that big lenders will unveil more credit-related losses in coming weeks.

"The crisis is not near an end. I think it will have a little further to go," Marcus Agius told reporters on the sidelines of an economic forum in the Malaysian capital.

"But we are beginning to see trades taking place and assets beginning to come to their real value. It will work its way out."

A meltdown in the U.S. subprime mortgage market which began last year and ensuing turmoil in global credit markets has forced financial firms around the world to take more than $300 billion in write-downs on risky securities linked to housing markets.

Investors fear more losses are to come and are bracing for poor results this week from major Wall Street investment banks Goldman Sachs, Lehman Brothers and Morgan Stanley. Lehman recently forecast a quarterly loss of roughly $2.8 billion and said it had raised $6 billion to shore up its capital.

Barclays reported on May 15 that it had taken a 1 billion pound loss on its assets in the first quarter, less than many other banks but leaving group profits lower than a year ago.

Talk has been circulating for weeks that it could raise billions from a rights issue or by selling shares to sovereign wealth funds.

Barclay's shares fell to a 10-year low on Thursday amid speculation that it will raise 3 billion pounds, following similar moves by some of its UK rivals such as Royal Bank of Scotland.

Agius declined to comment when asked if he was comfortable with the bank's capital position. 

Jesse

xubi2, retiram-te um ponto por teres colocado um post em inglês, vi o rating por curiosidade agora e vi isto "nem toda a gente sabe falar inglês" foi a justificação ahahaha, cómico.
xubi2 podes continuar a colocar posts em inglês ahaha
Quem te tirou o ponto sabe certamente que isso não é razão para dar pontos negativos, garanto que o que está escrito no post não é nada de ofensivo para ninguém como tal o ponto negativo não foi justificado.
Eu dou 1 ponto para agradecer pelo post com as pincipais noticias.
(*) Utilizador banido do Clubeinvest

Lac

Jesse, tas muito melhor nessa foto ...mais elegante  ;)...não me digas que andas a tomar depuralina...tás mais novo...tu andas a cuidar-te ;D