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Com uma aparente retoma dos Mercados nos USA e Europa..nos por cá..PSI?

Iniciado por xubi2, Maio 30, 2008, 22:33

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xubi2

Uma lotaria

Está visto que agora mais do que nunca a situação do mercado é imprevisível, nunca foi fácil, mas agora menos ainda. Como prova disto basta ver a forte subida que registaram os índices norte-americanos na sessão da passada terça-feira para cair depois, com mais força, nos últimos momentos da sessão de quarta-feira. Mas não é só isso. Porque se até há pouco tempo tudo era "relativamente fácil" de explicar ao deitar a culpa à contínua subida dos preços do "ouro negro", agora deparamo-nos com o facto de que nas últimas sessões este retrocedeu de 7% desde os máximos que atingiu no início da semana nos 145 dólares (Futuro West Texas/Agosto). Contudo, parece que os mercados fizeram ouvidos moucos à referida correcção, o que é completamente injusto pois não é aceitável que recuemos porque o petróleo sobe e também o façamos quando o petróleo desce. Resumindo, o mercado é agora mais do que nunca um casino. Tecnicamente, dá a sensação de que apesar das quedas de ontem continuamos dentro de um intervalo lateral (pelo menos no que se refere à última semana) que deverá ser roto, a priori, pela parte superior e provocar uma forte retoma mas tal como estão os mercados qualquer coisa é possível.

xubi2


Petróleo bate novo recorde acima dos 147 dólares




smaller_textlarger_textprint_articleAs férias podem ficar mais caras para muita gente, especialmente para os que têm grandes deslocações pela frente. O petróleo atingiu um novo máximo histórico acima dos 147 dólares. O barril de crude norte-americano subiu 5 dólares chegando aos 147,27 dólares. Em Londres, o Brent, que serve de referência ao mercado europeu, chegou a negociar-se a 146,9 dólares.

Nos últimos 2 meses o ouro negro valorizou-se cerca de 30 dólares. Desde o início do ano o preço do barril já aumentou mais de 50%. Na base destes últimos recordes estão ameaças de quebras nos abastecimentos, nomeadamente do Irão da Nigéria e do Brasil.

Os mercados esperam problemas com o Irão, depois do 4º maior exportador mundial ter testado mísseis capazes de atingir Israel. Da Nigéria chegou a notícia do fim do cessar-fogo do Movimento de Emancipação do Delta do Níger, a região mais rica em petróleo. No Brasil, são os trabalhadores da Petrobrás que ameaçam entrar em greve.


cumprimentos

xubi2

Uma má sexta-feira, mas já não nos surpreende



Observando o comportamento das últimas sessões, à última sessão da semana correspondia subir e, foi assim que abriram as bolsas europeias, valorizando em média 0,80%. Contudo, más notícias conhecidas durante a manhã, sobretudo relativas ao petróleo, que subia mais de 4%, ultrapassando os máximos históricos anteriores, levaram a que os índices recuassem na generalidade, sobretudo os europeus. Dos Estados Unidos chegavam novas más notícias das instituições hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, segundo as quais o governo norte-americano estaria a estudar a possibilidade de "resgatá-las", o que contribuiu para afectar um pouco mais o debilitado sector financeiro. Tecnicamente, continuamos à espera da retoma do mercado, mas não apenas porque nos tenhamos empenhado, senão porque temos índices de peso como o Dow Jones e o tecnológico Nasdaq 100 a aguentar, pelo menos por enquanto, acima de importantes níveis de suporte. O que está claro é que este final chegará quando menos o esperarmos, e certamente será muito violento, como sempre acontece, e mais quando se realizam dentro das tendências baixistas.

xubi2

NASDAQ 100: Manter/comprar com "stop" nos 1.800 pontos

Apesar das fortes quedas da passada quarta-feira, a estratégia sobre o índice tecnológico não mudou de forma alguma. De facto, em análises anteriores falávamos da importância do suporte dos 1.800 pontos que, até ao momento, tem vindo a funcionar como tal. Por um lado, em níveis algo superiores aos 1.800 pontos temos o suporte que lhe confere o nível máximo de correcção proporcional de Fibonacci, o de 61,8% que de momento suporta os preços. Por outro lado, está presente num interessante "gap" ascendente nos 1.800 pontos que preencheu mas não fechou, e isso é sem dúvida positivo. Daí que continuemos a pensar que a estratégia ideal será a de adoptar posições altistas no índice com "stop" nos 1.800 pontos em preços de fecho de sessão e objectivo de subida nos 1.900 e 1.950 pontos, respectivamente.

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BCE poderá aumentar taxa de juro em Julho



Os preços do consumo deverão permanecer a um nível elevado mais tempo do que o previsto. A análise foi feita, esta quarta-feira, por Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, perante os membros da Comissão de Assuntos Económicos e Monetários do Parlamento Europeu.

Trichet afirmou ainda que os riscos inflacionistas a médio na zona euro aumentaram e não escondeu a probabilidade de ter que subir as taxas de juro, fixadas em 4% desde Junho de 2007, para 4,25% como forma de conter as pressões inflacionistas.

O presidente do BCE explicou que "as fortes subidas dos preços da energia e dos produtos alimentares tiveram como consequência nos últimos meses um aumento dos riscos para a estabilidade dos preços a médio prazo, isto num contexto de moeda forte e de aumento do crédito. O conselho de governadores está preocupado com as actuais taxas de inflação, que provaram ser mais persistentes do que o que indicavam as previsões, e que podem vir a ter consequências secundárias na definição dos preços e dos salários."

De acordo com as previsões do BCE para este ano, a inflação deverá situar-se nos 3,4% e o crescimento económico nos 1,8%. Quanto ao euro, a moeda única europeia cresceu no espaço

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Petróleo
Petróleo bate novo recorde acima dos 147 dólares



As férias podem ficar mais caras para muita gente, especialmente para os que têm grandes deslocações pela frente. O petróleo atingiu um novo máximo histórico acima dos 147 dólares. O barril de crude norte-americano subiu 5 dólares chegando aos 147,27 dólares. Em Londres, o Brent, que serve de referência ao mercado europeu, chegou a negociar-se a 146,9 dólares.

Nos últimos 2 meses o ouro negro valorizou-se cerca de 30 dólares. Desde o início do ano o preço do barril já aumentou mais de 50%. Na base destes últimos recordes estão ameaças de quebras nos abastecimentos, nomeadamente do Irão da Nigéria e do Brasil.

Os mercados esperam problemas com o Irão, depois do 4º maior exportador mundial ter testado mísseis capazes de atingir Israel. Da Nigéria chegou a notícia do fim do cessar-fogo do Movimento de Emancipação do Delta do Níger, a região mais rica em petróleo. No Brasil, são os trabalhadores da Petrobrás que ameaçam entrar em greve.

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Princípio de semana em alta nas bolsas da Europa


A semana começa em terreno positivo para as praças financeiras europeias, excepção feita a Lisboa. Apesar do feriado do 14 de Julho, o CAC 40 em Paris foi o índice que registou mais ganhos, com 1,14%, num dia em que foram as notícias do sector financeiro na Europa e nos Estados Unidos a fazer crescer as bolsas.

Em Lisboa o PSI 20 foi empurrado pelos maus desempenhos da Sonae que perdeu mais de 3%, do BCP, com perdas de quase 3% e da Portugal Telecom com uma descida de 2,85%. O índice Eurostoxx das 50 maiores empresas europeias valorizou esta segunda-feira 0,69%.

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Deixo aqui para download retrospectiva para  a semana actual, dada pelo  BPI!

A destacar:

Earnings seasonnos U.S.A. com as respectivas previsoes!


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Freddie e Fannie



Depois da sessão da passada sexta-feira, na qual os principais índices europeus recuaram em média cerca de 3%, o início desta semana foi mais tranquilo, com subidas próximas de 1%. Dos Estados Unidos chegavam notícias frescas: se na sexta-feira as empresas hipotecárias Freddie Mac e Fannie Mae afundaram cerca de 50% na bolsa de Nova Iorque devido aos problemas de solvência que enfrentavam, ontem, depois de ter sido anunciado que o governo norte-americano poderia "resgatá-las", as acções recuperaram no início da sessão quase a totalidade das perdas da sexta-feira, após um comunicado da Casa Branca e da Reserva Federal no qual explicavam que o Governo dos Estados Unidos poderá injectar até 15.000 milhões de dólares em capital a estas empresas. A nível empresarial, destacou-se a notícia da compra de Alliance & Leiceister pelo Banco Santander. A nível técnico, convém sublinhar que tanto o Dow Jones, como o parisiense CAC 40, e os futuros do alemão XETRA se encontram em zonas de suporte críticas, o que nos leva a confiar na retoma que há tanto tempo esperamos e que parece não chegar nunca.

xubi2

 
NASDAQ 100: Continua a respeitar o "gap" ascendente

Apesar dos fortes retrocessos registados pelo índice tecnológico durante grande parte da sessão da passada sexta-feira, poder-se-á dizer que, pelo menos, conseguiu recuperar metade da queda, encerrando mais uma vez acima dos 1.800 pontos. O facto de não encerrar o referido "gap" ascendente leva-nos a continuar a apostar na estratégia das últimas sessões na qual colocámos como condição que sempre e quando não encerrasse abaixo dos 1.800 pontos se poderão manter/somar posições longas/altistas no índice colocando como objectivo de subida os 1.875 pontos e os 1.913 pontos, respectivamente, e para o mais curto prazo. Além disso, os osciladores continuam a dar claros sinais de sobrevenda, ao mesmo tempo que continuam a construir divergências altistas em muitos dos osciladores assim como nos seus principais valores directores.


xubi2

US STOCKS-Wall St sags as bank fear offsets Fannie, Freddie aid


  14/07/2008


  (Updates with GM and trading volumes)


* Fannie, Freddie rescue plan fails to boost optimism

* Regional banks slip after IndyMac takeover by regulators

* Defensive stocks such as McDonald's cushion Dow

* S&P financials sub-index at lowest level since Oct 1998


By Walter Brandimarte

NEW YORK, July 14 (Reuters) - U.S. stocks fell on Monday as worry about the health of the U.S. banking sector after Friday's collapse of IndyMac outweighed earlier optimism over the government's plan to stabilize Fannie Mae and Freddie Mac .

On Sunday, the U.S. Treasury and the Federal Reserve said they would lend money and buy equity if needed to rescue the two pillars of the U.S. housing market, sending shares soaring early on Monday. For details, see [ID:nSP52252]

But the gains soon fizzled as analysts noted any direct government investment in Fannie Mae and Freddie Mac would further dilute existing shares -- the last thing investors want.

Regional banks were also under fire as investors fretted about the possibilty of more bank failures after regulators seized the mortgage lender IndyMac Bancorp Inc late Friday, following withdrawals by panicked clients. [ID:nN11309472]

National City Corp , responding to market rumors, said in a statement it was "experiencing no usual depositor or credit activity." But the Midwestern banking institution's stock still plunged 14.71 percent to $3.77 after the statement.

Shares of other regional banks such as Washington Mutual and M&T Bank Corp also plummeted, with Washington Mutual down 34.8 percent at $3.23, and M&T Bank down 15.6 percent at $58.82. The S&P financials sub-index fell 5 percent to 239.22, its lowest level since October 1998.

"Bottom line is the market is in no mood to give anyone any benefit of the doubt right now," said Peter Kenny, managing director at Knight Equity Markets in Jersey City, New Jersey.

Kenny pointed to the long-term impact of Fannie Mae's and Freddie Mac's poor performance as the key drivers of investor uncertainty.

"I mean, it's nice to know that the government is willing to take unorthodox steps to calm the markets and to infuse confidence on the part of the investors, but this is a long road ahead of us here," he said.

The Dow Jones industrial average fell 45.35 points, or 0.41 percent, to 11,055.19, while the Standard & Poor's 500 Index lost 11.19 points, or 0.90 percent, to 1,228.30. The Nasdaq Composite Index slipped 26.21 points, or 1.17 percent, to 2,212.87.

After the closing bell, General Motors shares rose as much as 5 percent on news that Chief Executive Rick Wagoner will announce the automaker's second restructuring package in six weeks, in an attempt to cut costs and shore up investor confidence in the company. GM closed at $9.38, down 5.4 percent on the NYSE.

In the regular session, the Dow's drop was cushioned by the performance of defensive stocks like McDonald's and Coca-Cola , which tend to weather economic downturns because consumers still buy their products even in tough times.

McDonald's shares rose 1.3 percent to $58.09, while Coca-Cola gained 1.4 percent to $50.96 on the New York Stock Exchange.

Apple shares gained 0.8 percent to $173.88 on Nasdaq after the company said it sold 1 million units of the new iPhone in its initial weekend, in line with analysts' estimates.

On the other hand, shares of Fannie Mae fell 5.1 percent to $9.73, while those of Freddie Mac slid 8.3 percent to $7.11, both in NYSE trading. Both stocks had risen more than 20 percent in trading before the opening bell.

Among regional banks, Fifth Third Bancorp tumbled 10.6 percent to $11.16 on the Nasdaq.

In other news, activist shareholder Carl Icahn blasted Yahoo Inc on Monday for rejecting his joint proposal with Microsoft Corp , saying management was more focused on who would run the Internet company than on the details of the offer.

Shares of Yahoo fell 4.2 percent to $22.57 and Microsoft shares dipped 0.4 percent to $25.15, both on the Nasdaq.

Trading volume was low on the New York Stock Exchange, with about 1.41 billion shares changing hands, below last year's estimated daily average of roughly 1.90 billion, while on Nasdaq, about 2.07 billion shares traded, below last year's daily average of 2.17 billion.

Declining stocks outnumbered advancing ones on the NYSE by 3 to 1, while on the Nasdaq, more than two stocks fell for every one that rose. (Editing by Jan Paschal) (([email protected]; +1 646 223-6319; Reuters Messaging: walter.brandimarte.reuters.com@reuters.net))

((Multimedia versions of Reuters Top News are now available for: * 3000 Xtra: visit http://topnews.session.rservices.com

* BridgeStation: view story .134 For more information on Top News: http://topnews.reuters.com)) Keywords: MARKETS STOCKS


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À espera de alguma notícia positiva



Se juntarmos que na sessão de segunda-feira vimos o Dow Jones terminar com retrocessos próximos dos 0,41%, o S&P 500 cerca dos 0,90%, que o tecnológico Nasdaq 100 desvalorizou 0,71%, que ontem Espanha acordou com muito más notícias do sector imobiliário, com o pedido de falência da sua maior imobiliária, a Martinsa-Fadesa, os novos máximos históricos "intraday" alcançados pelo petróleo (na sessão de segunda-feira) e os novos máximos do euro face ao dólar (1,6039 dólares) temos o "cocktail" perfeito para poder explicar, em grande parte, os fortíssimos retrocessos a meio da sessão dos índices europeus (desciam em média cerca de 3%). Por outro lado, dos EUA destacamos as declarações do presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, perante o Comité do Senado, onde afirmou que "os altos preços da energia, a deterioração das condições de crédito e uma maior contracção no mercado imobiliário" representam riscos baixistas para o crescimento, tal como um maior risco da inflação. O mesmo responsável também advertiu sobre o facto de que a inflação irá moderar-se durante os próximos dois anos.


cumprimentos!

xubi2

Fazendo orelhas moucas ao IPC

A sessão de quarta-feira abriu positiva, depois da queda dos preços do petróleo na sessão precedente, em que o crude chegou a perder cerca de 5%. No entanto, a referida alegria durou pouco, pois rapidamente ficaram no vermelho. Os mercados permaneciam atentos ao que seria um dos dados mais importantes da semana do outro lado do Atlântico: o índice de preços no consumidor (IPC) correspondente ao mês de Junho. O dado foi claramente negativo, já que revelou uma leitura de +1,1% em termos mensais e de +5% em termos anuais, quando os mercados esperavam que fosse de +0,7% o valor mensal e de +4,5% o valor em termos anuais. No entanto, a inflação "core" (que desconta os alimentos e a energia), ainda que tenha sido pior do que o esperado, apenas o foi numa décima (+0,3% em termos mensais). A reacção dos mercados não foi muito significativa e pouco depois começaram a sair dos mínimos da sessão e a recuperar com algum ânimo. O mais importante, como costumamos referir, não é tanto a leitura do dado económico, mas mais a reacção do mercado, porque até pode ser que a forte queda das bolsas no último mês e meio fosse já a descontar este péssimo dado. Pode ser que sim, pois sabemos que as bolsas são a melhor máquina de antecipação de cenários: adiantam-se às notícias que mais tarde se confirmam. Assim, é provável que assistamos agora ao início da retoma que há tanto tempo esperamos.

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 ???

Investidores invadem Bolsa no Paquistão para protestar contra quedas


da BBC Brasil 



Investidores do Paquistão invadiram a Bolsa de Valores da cidade de Karachi, em protesto contra a queda acentuada do preço das ações.

Mais de 200 pessoas participaram da manifestação, que deixou várias janelas quebradas e pelo menos duas pessoas feridas.

Os manifestantes exigiram o fechamento temporário da Bolsa para evitar novas quedas.

Protestos semelhantes, porém menores, também ocorreram em Islamabad e Lahore, onde manifestantes queimaram pneus perto das Bolsas locais.

Os manifestantes, em sua maioria pequenos investidores, se reuniram no salão principal da Bolsa de Valores de Karachi e foram surpreendidos pela queda nos preços das ações pelo 14º dia seguido.

Por volta do meio-dia (02h00, horário de Brasília) desta quinta-feira, o valor das ações na Bolsa de Karachi tinha caído mais de 4%. A Bolsa de Karachi registrou queda de 14% desde segunda-feira e, nesta semana, atingiu o índice mais baixo dos últimos 18 meses.

O valor da rúpia paquistanesa caiu 1,3% na quinta-feira, continuando a tendência de queda que fez com que a moeda perdesse 16,9% de seu valor frente ao dólar apenas em 2008.

Os investidores exigiam a suspensão temporária das operações. Quando a suspensão foi negada, alguns começaram a destruir o local, quebrando janelas e luzes até serem dispersados pela polícia.

Fundo de estabilização

Segundo o repórter da BBC Rodney Smith os investidores exigem que o governo leve adiante a proposta de criação de um fundo de estabilização do mercado.

A correspondente da BBC em Islamabad, Barbara Plett, afirmou que as quedas nas bolsas paquistanesas se deve a incertezas sobre a capacidade do novo governo de enfrentar os principais desafios econômicos do país, como a inflação galopante e os déficits comercial e orçamentário.

As autoridades herdaram a maior parte dos problemas do governo anterior. Um problema que, segundo Plett, deriva da alta dos preços do petróleo e dos alimentos em mercados internacionais.

Também existe grande preocupação com as disputas internas entre os partidos que compõem o novo governo de coalizão, e com a crescente pressão dos Estados Unidos para que as autoridades enfrentem os militantes islâmicos no país.